Um som que atravessa gerações e carrega a história do Brasil agora ecoa dentro das escolas públicas rurais do Distrito Federal. O projeto Núcleo de Ensinamento da Viola, realizado pelo Clube do Violeiro Caipira, vai levar formação musical gratuita a alunos de comunidades do campo, promovendo inclusão, autoestima e valorização da cultura popular.
A iniciativa vai atender diretamente 80 alunos, distribuídos em quatro escolas localizadas nas regiões rurais de Paranoá, Planaltina, Brazlândia e CAUB I. As aulas acontecerão semanalmente no contraturno escolar, oferecendo aos participantes a oportunidade de aprender não apenas a tocar a viola caipira, mas também a compreender sua história e importância na identidade cultural brasileira.
Mais do que ensinar música, o projeto propõe uma transformação social. Por meio de uma metodologia que combina tradição oral — herdada de mestres da cultura popular — com técnicas acadêmicas, os alunos desenvolvem habilidades artísticas, cognitivas e socioemocionais. “O projeto nasce com o propósito de fortalecer vínculos comunitários e oferecer aos alunos uma nova perspectiva de futuro por meio da arte”, destaca Volmi Batista da Silva, idealizador da iniciativa, realizada com o apoio do Termo de Fomento nº 986083/2025, fruto de uma parceria entre o Ministério da Cultura e o Clube do Violeiro Caipira.
Cada participante receberá um kit completo com apostila didática, material pedagógico e acesso ao instrumento — podendo inclusive levar a viola para casa, ampliando o contato com o aprendizado e incentivando a prática contínua.
Com carga horária total de 60 horas ao longo de seis meses de aulas, o curso é dividido em três eixos: história da viola caipira, teoria musical e prática instrumental. Ao final, os alunos participam de apresentações públicas ao lado de violeiros profissionais, aproximando a comunidade escolar da produção cultural local.
Além de jovens entre 12 e 29 anos, o projeto também abre espaço para participantes de 50 a 75 anos, como pais de alunos que tiverem interesse em participar do projeto, promovendo o encontro entre gerações e fortalecendo a transmissão de saberes tradicionais, com aulas que se iniciam no dia 14 de abril e vão até o final do mês de novembro.
A iniciativa reforça o papel da escola como espaço de cultura, pertencimento e cidadania, especialmente em regiões rurais que muitas vezes têm acesso limitado a atividades artísticas estruturadas. Ao final do projeto, os alunos participantes receberão um certificado de conclusão do curso de viola caipira.
A iniciativa vai atender diretamente 80 alunos, distribuídos em quatro escolas localizadas nas regiões rurais de Paranoá, Planaltina, Brazlândia e CAUB I. As aulas acontecerão semanalmente no contraturno escolar, oferecendo aos participantes a oportunidade de aprender não apenas a tocar a viola caipira, mas também a compreender sua história e importância na identidade cultural brasileira.
Mais do que ensinar música, o projeto propõe uma transformação social. Por meio de uma metodologia que combina tradição oral — herdada de mestres da cultura popular — com técnicas acadêmicas, os alunos desenvolvem habilidades artísticas, cognitivas e socioemocionais. “O projeto nasce com o propósito de fortalecer vínculos comunitários e oferecer aos alunos uma nova perspectiva de futuro por meio da arte”, destaca Volmi Batista da Silva, idealizador da iniciativa, realizada com o apoio do Termo de Fomento nº 986083/2025, fruto de uma parceria entre o Ministério da Cultura e o Clube do Violeiro Caipira.
Cada participante receberá um kit completo com apostila didática, material pedagógico e acesso ao instrumento — podendo inclusive levar a viola para casa, ampliando o contato com o aprendizado e incentivando a prática contínua.
Com carga horária total de 60 horas ao longo de seis meses de aulas, o curso é dividido em três eixos: história da viola caipira, teoria musical e prática instrumental. Ao final, os alunos participam de apresentações públicas ao lado de violeiros profissionais, aproximando a comunidade escolar da produção cultural local.
Além de jovens entre 12 e 29 anos, o projeto também abre espaço para participantes de 50 a 75 anos, como pais de alunos que tiverem interesse em participar do projeto, promovendo o encontro entre gerações e fortalecendo a transmissão de saberes tradicionais, com aulas que se iniciam no dia 14 de abril e vão até o final do mês de novembro.
A iniciativa reforça o papel da escola como espaço de cultura, pertencimento e cidadania, especialmente em regiões rurais que muitas vezes têm acesso limitado a atividades artísticas estruturadas. Ao final do projeto, os alunos participantes receberão um certificado de conclusão do curso de viola caipira.
SERVIÇO:
Núcleo de Ensinamento da Viola
Realização: Clube do Violeiro Caipira
Público: Estudantes da rede pública rural do DF
Duração: 8 meses
Escolas rurais em Paranoá, Planaltina, Brazlândia e CAUB I
Assessoria de Imprensa: Tátika Comunicação @tatikaturra
==> Foto: Divulgação
Realização: Clube do Violeiro Caipira
Público: Estudantes da rede pública rural do DF
Duração: 8 meses
Escolas rurais em Paranoá, Planaltina, Brazlândia e CAUB I
Assessoria de Imprensa: Tátika Comunicação @tatikaturra
==> Foto: Divulgação
.jpg)
0 comments:
Postar um comentário