Um gol no último minuto de jogo. Foi emoção demais para os torcedores
que compareceram ao Mineirão (36.583 pagantes) e quase voltaram para
casa lamentando a derrota na partida de ida das oitavas de final da
Libertadores. O Cruzeiro perdia até os 48 minutos, quando o
lateral-esquerdo Samudio pegou rebote e marcou, de pé direito, o gol que
empatou a partida por 1 a 1 com os conterrâneos. Angel Romero abriu o
placar para o Cerro Porteño aos 31 do primeiro tempo.
O jogo de volta será no dia 30 de abril, quarta-feira, às 22h (de
Brasília), no estádio General Pablo Rojas, em Assunção, capital do
Paraguai. Com o empate desta quarta, aquele que vencer o jogo de volta
se classifica. Empate sem gol dá a vaga aos paraguaios. Novo 1 a 1 leva a
decisão para os pênaltis. Com qualquer outro empate, o Cruzeiro se
classifica.
Antes disto, os dois times têm compromissos pelos campeonatos
nacionais. Na estreia no Brasileirão, o Cruzeiro vai a Salvador para
enfrentar o Bahia, domingo, às 16h, na Arena Fonte Nova. O Cerro Porteño
joga na segunda-feira, às 20h (de Brasília), contra o Deportivo
Capiata, em Assunção, pelo Campeonato Paraguaio.
Jogo duro
O Cruzeiro começou o jogo fazendo o de costume quando atua no Mineirão. Encurralou o Cerro Porteño no campo de defesa, sufocou o adversário e criou várias jogadas de perigo, abusando da velocidade, um dos seus pontos fortes. Prova disto são as cinco finalizações antes dos 15 minutos iniciais. A bola habitava a área do time paraguaio, mas faltava um jogador com características de atacante matador, do tipo que não perdoa e não hesita em mandar a bola para a rede.
À medida que o tempo passava e o Cruzeiro não conseguia abrir o placar, o Cerro ganhava confiança e equilibrava as ações em campo. Os paraguaios já haviam perdido uma chance clara com Angel Romero, na frente do goleiro Fábio, quando marcaram o gol. Aos 31 minutos, o mesmo Romero recebeu cruzamento da direita e só teve o trabalho de empurrar a bola.
O gol dos visitantes nitidamente abalou o Cruzeiro, que começou a errar muito em campo, demonstrando nervosismo excessivo. Élber, que aos 21 anos começou como titular pela primeira vez na Libertadores, sentiu uma contusão após chocar-se com um adversário e deu lugar a Borges. O Cerro aproveitou o mau momento dos brasileiros e segurou a vantagem até o fim do primeiro tempo.
O Cruzeiro começou o jogo fazendo o de costume quando atua no Mineirão. Encurralou o Cerro Porteño no campo de defesa, sufocou o adversário e criou várias jogadas de perigo, abusando da velocidade, um dos seus pontos fortes. Prova disto são as cinco finalizações antes dos 15 minutos iniciais. A bola habitava a área do time paraguaio, mas faltava um jogador com características de atacante matador, do tipo que não perdoa e não hesita em mandar a bola para a rede.
À medida que o tempo passava e o Cruzeiro não conseguia abrir o placar, o Cerro ganhava confiança e equilibrava as ações em campo. Os paraguaios já haviam perdido uma chance clara com Angel Romero, na frente do goleiro Fábio, quando marcaram o gol. Aos 31 minutos, o mesmo Romero recebeu cruzamento da direita e só teve o trabalho de empurrar a bola.
O gol dos visitantes nitidamente abalou o Cruzeiro, que começou a errar muito em campo, demonstrando nervosismo excessivo. Élber, que aos 21 anos começou como titular pela primeira vez na Libertadores, sentiu uma contusão após chocar-se com um adversário e deu lugar a Borges. O Cerro aproveitou o mau momento dos brasileiros e segurou a vantagem até o fim do primeiro tempo.
Nó tático
Atrás no placar, o Cruzeiro voltou do intervalo em cima do Cerro
Porteño. A volúpia para buscar o gol de empate, entretanto, deu muitos
espaços para a equipe paraguaia contra-atacar. Logo aos seis minutos, a
Raposa contou com a sorte e com o talento de Fábio para não ficar dois
gols atrás no placar. Guiza entrou na área livre de marcação, mas o
goleiro do Cruzeiro salvou.
Desorganizados e confusos, os donos da casa tentavam os ataques na base da pressão, mas as atuações irregulares dos principais homens de criação prejudicavam quaisquer tentativas de reação. Este foi o panorama de todo o segundo tempo. Marcelo Oliveira ainda tentou mudar o quadro, mandando Mayke e Marlone para o jogo, mas os jovens pouco puderam fazer.
O Cerro já podia dar início à comemoração de uma vitória justa. Mas foram surpreendidos, bem no fim do jogo, por um conterrâneo. O paraguaio Samudio empatou a partida, no minuto final, acertando um chute após aproveitar bem um rebote, aliviando a situação para o time mineiro e os torcedores que foram ao Mineirão.
Desorganizados e confusos, os donos da casa tentavam os ataques na base da pressão, mas as atuações irregulares dos principais homens de criação prejudicavam quaisquer tentativas de reação. Este foi o panorama de todo o segundo tempo. Marcelo Oliveira ainda tentou mudar o quadro, mandando Mayke e Marlone para o jogo, mas os jovens pouco puderam fazer.
O Cerro já podia dar início à comemoração de uma vitória justa. Mas foram surpreendidos, bem no fim do jogo, por um conterrâneo. O paraguaio Samudio empatou a partida, no minuto final, acertando um chute após aproveitar bem um rebote, aliviando a situação para o time mineiro e os torcedores que foram ao Mineirão.
==> Fonte: Globoesporte
==> Foto: EFE

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