RECO DO BANDOLIM & GRUPO CHORO LIVRE SE APRESENTAM NA CAIXA CULTURAL BRASÍLIA

A CAIXA Cultural Brasília apresenta na sexta-feira (24), Reco do Bandolim & Grupo Choro Livre, com um show/palestra sobre a história do Choro. A apresentação é a mesma que o grupo já levou com grande sucesso a mais de 20 países da Europa, África, Ásia, América do Sul e América do Norte.

Além de clássicos compostos por Pinxinguinha, Ernesto Nazareth e Jacob do Bandolim, o grupo mostra também as tendências mais modernas do Choro, que vem despertando o interesse de escolas, universidades, festivais pelo mundo inteiro. Com um formato pedagógico, o show agrada tanto aos fãs de carteirinha como àqueles que ainda não tiveram oportunidade de conhecer este gênero seminal da Música Popular Brasileira.

Em 2017 os músicos fizeram uma turnê pela Europa, onde participaram do 14º Festival do Choro em Paris (França) e do Festival de Roterdã (Holanda), além de tocar no Museu do Fado em Lisboa (Portugal). No ano passado o roteiro incluiu Irã, Kwait e Emirados Árabes. Agora Reco do Bandolim & Grupo Choro Livre estão de volta a Brasília com um repertório de clássicos da MPB que exalta o Brasil e o povo brasileiro. São músicas que integram o "set list" dos shows internacionais da banda.

Henrique Lima Santos Filho, o Reco do Bandolim, é baiano de Salvador. Chegou a Brasília ainda adolescente e participou de bandas de rock, nos primórdios do movimento musical que projetaria a cidade na década de 80. Mas a descoberta do bandolim e os discos do mestre Jacob Bittencourt despertaram nele uma paixão definitiva pelo Choro, e a guitarra foi definitivamente colocada de lado.

Participou do grupo de fundadores do Clube do Choro de Brasília, em 1978 (embora seu nome não esteja na ata), e forjou seu estilo em rodas musicais ao lado dos mestres Waldyr Azevedo, Avena de Castro, Alencar 7 cordas, Armandinho Macedo e Pernambuco do Pandeiro.

Reco do Bandolim & Grupo Choro Livre
Presidente do Clube do Choro de Brasília e fundador da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, Reco do Bandolim é ainda jornalista profissional e radialista. Dono de um estilo refinado, de interpretações elaboradas, em que a emoção e a sensibilidade convivem com o requinte e o virtuosismo, Reco se declara eterno discípulo de Jacob do Bandolim e Armandinho Macedo.

Tem quatro discos gravados, dois pelo setor de pesquisas do Banco do Brasil e dois independentes, entre os quais se destaca o "Reco do Bandolim& Choro Livre", com mais de cinco mil cópias vendidas. A versão de "Retratos – Pixinguinha", composição do mestre Radamés Gnatalli constante desse CD, foi escolhida para figurar num disco que reúne as dez maiores interpretações de bandolinistas brasileiros.

Filho dileto do Clube do Choro de Brasília, o regional Choro Livre tem no seu batismo a tradução de como vê e toca o gênero: criativo e aberto a novas influências. Fiel à raiz, mas sem medo de dogmas, o conjunto "sacode a poeira e dá a volta por cima", fazendo uma leitura contemporânea dos clássicos do Choro e complementando o repertório com novos autores e composições próprias.

O Choro Livre já atuou ou dividiu o palco com monstros sagrados da MPB, de Nelson Cavaquinho a Clementina de Jesus, de Moraes Moreira a Armandinho, de Abel Ferreira a Paulo Sérgio Santos, de Raul de Barros a Dona Ivone de Lara, de Waldir Azevedo a Paulinho da Viola, de Hermeto Paschoal a Sivuca.

Reco do Bandolim & Choro Livre já excursionaram pela Europa, Ásia, África, América do Sul, Caribe e América do Norte. Participaram de festivais de música e fizeram shows nos Estados Unidos, China, Canadá, Áustria, Espanha, Itália, Portugal, França, Alemanha, República Tcheca, Tunísia, Emirados Árabes, Argentina, Peru, Uruguai, Chile, Suriname e Cuba.

O grupo é formado por Reco do Bandolim, Fernando César (violão 7 cordas), George Costa (violão 6 cordas), Marcio Marinho (cavaquinho) e Valério Xavier (pandeiro).

Incentivo à Cultura
A CAIXA valoriza amplamente a cultura nacional como ferramenta de inclusão social e reforço do orgulho de ser brasileiro. Nos últimos cinco anos, os espaços culturais da CAIXA contaram com mais de R$ 385 milhões distribuídos em Brasília, Curitiba, Recife, Fortaleza, Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro.

O investimento inclui iniciativas nos segmentos de artes plásticas, fotografia, espetáculos musicais, dança, teatro, exibição de filmes, lançamento de livros, palestras e oficinas por meio da seleção pública de projetos, realizada via Programa de Ocupação dos Espaços da CAIXA Cultural. Esse programa é um dos principais instrumentos da política de patrocínios do banco. Com equipamentos e projeto educativo próprios, a CAIXA coloca em prática uma política de fomento à cultura, formação de plateia, apoio à diversidade cultural, profissionalização e democratização do acesso a bens culturais para aproximação com os mais diferentes públicos. Ao todo, são quase 40 anos de investimento contínuo em cultura com recursos próprios.


SERVIÇO:

Reco do Bandolim & Grupo Choro Livre
Local: CAIXA Cultural Brasília – Teatro da CAIXA (SBS Quadra 4 Lotes 3/4)
Data: 24 de maio de 2019 (sexta-feira)
Horário: 20h
Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada para estudantes, professores, funcionários e clientes CAIXA, pessoas acima de 60 anos e doadores de item arrecadado no mês).
Bilheteria: de terça a sexta e domingo, das 13h às 21h, e sábado, das 9h às 21h. Contato: (61) 3206-6456
Duração: 75 minutos
Classificação: livre
Capacidade: 406 lugares (8 para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

==> Foto: Rayan de Souza

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