Exposição “Amazônicas: Poéticas Femininas” - entre arte e tecnologia, chega ao CCBB

Reunindo arte e tecnologia, a Exposição “Amazônicas: Poéticas Femininas” chega ao CCBB Brasília em 9 de junho para explorar uma pluralidade de temáticas que englobam afeto, regionalismo, diversidade e a ancestralidade feminina. Coordenado e produzido pelo Museu das Mulheres (Museu DAS), a exibição, que possui entrada gratuita e classificação indicativa livre, conta com incentivos do Ministério da Cultura, patrocínio da Petrobras e apoio do CCBB, o Centro Cultural Banco do Brasil.


Aprofundando-se no universo da arte contemporânea amazônica ao passo que ressalta a força motriz do bioma como agente de criação e inspiração, a exposição exibe, o corpo e a mente feminina como protagonistas; realçando uma parte indispensável da mãe natureza. De acordo com a curadora e diretora artística da exposição, Sissa Aneleh, o conceito da mostra se encontra no tecer da interpretação de gêneros artísticos a fim de demonstrar os estilos e temáticas predominantemente usados na produção artística das precursoras até a nova geração de criadoras.

“Ao abranger diversas linguagens da arte contemporânea, a exposição ressalta a Amazônia como o ventre do mundo, ao mesmo tempo que valoriza a produção das mulheres do Norte, fortalecendo a identidade local e regional”, pontua Sissa Aneleh, fundadora e diretora geral do Museu das Mulheres.

Distribuída entre dois ambientes, Galeria 1 do CCBB e Metaverso do Museu das Mulheres, a exposição conta com o “Espaço Petrobras Amazônicas", espaço que permite o público visitar parte das obras em uma experiência totalmente imersiva. Utilizando da interatividade da realidade expandida (XR), da realidade virtual (VR) e da realidade aumentada (AR), os visitantes usarão óculos 3D para vislumbrar a sala em 360°, permitindo visualizar as obras de maneira inovadora ao mesmo tempo que interagem com avatares em realidade aumentada para intensificar a experiência.

Ao longo da itinerância será construída a proposta de vídeo "Mensagem para a Amazônia", um espaço de registro audiovisual dos participantes sobre a importância da preservação ambiental. 

Em seu texto curatorial, Sissa Aneleh também ressalta que o título da exposição contém uma palavra-mensagem, “AMA”, que norteia a curadoria do projeto e define essa ligação mágica e artística com uma Amazônia feminina, matriarcal e brasileira.

Projeto aprovado pelo Programa Petrobras Cultural, que tem como objetivo fomentar e disseminar a cultura como elemento transformador na sociedade, a Exposição “Amazônicas: Poéticas Femininas” ficará aberta para visitação entre 9 de junho e 16 de agosto. Contando com incentivos da Lei Rouanet - Incentivo a Projetos Culturais - apresentando acessibilidade e adaptação do espaço para pessoas com deficiência, os ingressos podem ser retirados pelo site ou na bilheteria do CCBB.

“Uma exposição como essa é extremamente relevante, fundamental e urgente diante de um cenário de enfrentamento que nós, mulheres, vivenciamos. Sendo assim, é muito importante que existam esses espaços democráticos, como o Museu das Mulheres, que garantem locais de escuta segura onde nós podemos manifestar a nossa arte, a nossa poética e o nosso diálogo”, ressalta a pesquisadora e artista visual paraense, Cristiane Martins, que participa da exposição.

Também participam da mostra as artistas Renata Aguiar, Lise Lobato, Keila-Sankofa, Lúcia Gomes, Elaine Arruda, Elieni Tenório Nina Matos, Diná Oliveira, Sanchris, Maria Auxiliadora Zuazo, Rita Loureiro, Bárbara Savannah, Rafaela Moreira, Auá Mendes, WƗra Tini, Yaka Huni Kuin, Rita Huni Kuin, Rafaela Kennedy, Val Sampaio e Rafa Bqueer.

O projeto realiza, em paralelo, o programa “Avanço das Mulheres” que promove gratuitamente o fortalecimento da atuação de mulheres nas áreas das artes visuais e da economia criativa, com direito a certificado. Também é apresentado a jovens e crianças uma programação educativa de vivências lúdicas com objetos táteis a partir das obras da artista Lise Lobato.

A exposição “Amazônicas: Poéticas Femininas” é apresentada pelo Ministério da Cultura e Petrobras, com patrocínio por meio da Lei Rouanet - Incentivo a Projetos Culturais. Coordenação e produção assinadas pelo Museu das Mulheres, realização do Governo do Brasil e apoio do CCBB.

Espaço Petrobras Amazônicas 

A proposta do espaço é viver a realidade expandida, oferecendo visita de parte das obras da exposição no ambiente espacial do Metaverso das Mulheres. O visitante usa óculos 3D para  acessar a sala expositiva em 360 graus, conhecer o lounge, viajar entre portais, interagir com  avatares em realidade aumentada e visualizar as obras de forma totalmente imersiva e inovadora.

Programa Petrobras Cultural

A Petrobras possui uma história de mais de 40 anos acreditando de forma contínua na cultura como elemento transformador e fonte de energia para a sociedade. Apoiando projetos únicos e parcerias de longo prazo, construímos uma relação de respeito e colaboração com realizadores e iniciativas de todo o país. 

O Programa Petrobras Cultural tem a Brasilidade como elemento norteador, que se materializa nas temáticas, origens, curadoria, história e características de cada projeto que selecionamos. O Programa Petrobras Cultural apoia a cultura brasileira como força transformadora e impulsionadora deste desenvolvimento.

O CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

Acessibilidade CCBB

A ação Vem pro CCBB conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.

A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.

Horários da van, de quinta a domingo:

Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h

CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30

Museu das Mulheres

O Museu das Mulheres (Museu DAS), sediado em Brasília, é o primeiro museu brasileiro dedicado a valorizar e dar visibilidade à produção artística, cultural e histórica de mulheres. Com execução de projetos diversos em espaços físicos no Brasil e no mundo, lança experiências em ambientes espaciais e interativos – com Realidade Expandida (XR), Realidade Aumentada (RA) e Realidade Virtual (RV) – e, por extensão, tem salas expositivas no Metaverso. Possui programação em artes plásticas e visuais, cinema, eventos, além de programa educativo, área de pesquisa, acervo e editora própria.

Diretora Artística e Curadora Sissa Aneleh

Fundadora e Diretora do Museu das Mulheres, Mestra e Doutora em Artes, Historiadora de Arte, Diretora Artística, Curadora e Produtora Executiva. Trabalha há mais de 15 anos na área artística e dirigiu projetos aprovados pela Petrobras, CCBB, Caixa Cultural, Fundo de Apoio à Cultura do DF e Goethe Institut. Faz a direção executiva e artística da programação expositiva, audiovisual e educativa do museu, além da coordenação editorial do Museu das Mulheres. Realizou a curadoria de mais de 17 exposições, incluindo 2 circulações internacionais de exposição do museu com artistas brasileiras na Alemanha, passando pelo Museu de Arte de Bochum, Centro de Cultura de Manheim, Bienal de Arte de Bochum e Festival de Berlim. Diretora Artística e Curadora da exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará no CCBB São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Rio de Janeiro - 2025 a 2026. Possui pesquisas de arte voltadas para história da arte, mulheres artistas, arte brasileira, arte decolonial, cinema autoral feminino e poéticas curatoriais.

 

SERVIÇO:

 

Exposição “Amazônicas: Poéticas Femininas”

Curadoria: Sissa Aneleh

Visitação: 09 de junho a 16 de agosto

Local: CCBB Brasília - Galeria 1 (Setor de Clubes Especial Sul Trecho 2 - Plano Piloto)

Horário: CCBB Brasília: aberto de terça a domingo, das 9h às 21h. Ingressos: Entrada gratuita. Ingressos retirados no site bb.com.br/cultura ou na bilheteria do CCBB 

Classificação indicativa: Livre

Informações:  fone: (61) 3108-7600 | e-mail: [email protected] | site/ bb.com.br/cultura | Instagram/ @ccbbbrasilia | Tiktok/@ccbbcultura | YouTube/ Bancodobrasil | Instagram/@museudasmulheres

Coordenação e produção: Museu das Mulheres

Patrocínio: Petrobras

Apoio: CCBB Brasília

Realização: Ministério da Cultura

 

==> Foto: Divulgação

 

 

Saenchai chega a Brasília para se apresentar no Seminário Internacional de Muay Thai

Lenda do Muay Thai, o tailandês Saenchai chega à capital federal para mostrar suas habilidades no Seminário Internacional de Muay Thai. O evento organizado pelo Mestre Sandro Luiz promete trazer as técnicas do maior lutador da atualidade para o Distrito Federal. Dia 21 de junho, a partir das 14h, no Centro Olímpico da Universidade de Brasília. Ingressos a R$ 400. Vendas pelo Instagram: @mestresandrolbmt/t e @saenchai­_seminario_brasil. Também direto pelo WhatsApp (61) 98140-0986. Apoio da Embaixada da Tailândia no Brasil. Livre para todos os públicos.

Saenchai é uma das maiores lendas da Tailândia e do Muay Thai. A partir de contato com o ícone e com o parceiro Douglas Rodrigo, Mestre Sandro Luiz resolveu fazer um seminário onde o público de Brasília vai poder ter contato com o tailandês.

“Saenchai é um homem que furou a bolha. Ele é conhecido até por quem não pratica. São 45 anos de idade, quase 400 lutas e ainda está em atividade lutando em alto nível. E o DF vai poder agora ter essa oportunidade de praticar e conhecer as técnicas diretamente com o Mestre”, destaca Mestre Sandro.

Sobre o organizador - Mestre Sandro Luiz da Silva Bencsik Fertonani é Mestre de Muay Thai, Presidente da Confederação Brasileira de MUAYTHAI BORAN e KRABI KRABONG, fundador da Liga Brasileira de MUAYTHAI Tradicional, Presidente da WMO BRASIL e Técnico da seleção brasileira de MUAYTHAI. Atua em Brasília e no cenário nacional e internacional.


SERVIÇO:

Saenchai chega a Brasília para se apresentar no Seminário Internacional de Muay Thai 

Data: 21 de junho 
Horário: a partir das 14h 
Local: Centro Olímpico da Universidade de Brasília 
Ingressos a R$ 400 
Vendas pelo Instagram: @mestresandrolbmt/t e @saenchai­_seminario_brasil. Também direto pelo WhatsApp (61) 98140-0986 
Livre para todos os públicos.

==> Foto: Divulgação


Marco Nanini no clássico de Samuel Beckett (1906-89): FIM DE PARTIDA

Escrito nos anos 1950, sob o impacto da Segunda Grande Guerra, Fim de Partida retrata um cenário pós-apocalíptico na ótica dos personagens Hamm e Clov, símbolos de um mundo em ruínas físicas e emocionais. Quase sete décadas depois, a peça – infelizmente – ainda dialoga com o atual contexto global, motivando esta nova montagem brasileira, da produtora Pequena Central.

 

A temporada de três semanas no Teatro da CAIXA Cultural Brasília tem estreia dia 6 de junho e os ingressos para o primeiro final de semana começam a ser vendidos dia 30 de maio. Para as semanas seguintes, as vendas abrem no sábado anterior, seguindo sempre o mesmo horário: às 9h na bilheteria física e às 13h online na https://www.bilheteriacultural.com.br/.

 

Na trama, Hamm, vivido por Marco Nanini, e Clov, por Guilherme Weber, possuem uma trágica dependência física e emocional, em um vínculo atravessado pela violência e pela crueldade cotidiana, em uma tragicomédia ácida assim como melancólica. Presos em um espaço claustrofóbico, enfrentam uma realidade desprovida de sentido, marcada por repetições, jogos de poder e uma espera que nunca se resolve. “O fim está no começo e mesmo assim continua-se”, conclui Hamm.

 

“Costumo dizer que Beckett fica orbitando a cabeça dos atores contemporâneos, pois oferece um imenso desafio com os múltiplos caminhos que a sua obra permite”, conta Nanini, que já pensava em encenar algum texto do autor irlandês e aceitou de pronto a provocação de Guilherme Weber, em compartilharem a cena neste texto.

 

Juntos, Nanini e Weber já estiveram em montagens célebres de ‘Os Solitários’ (2002) e ‘A Morte do Caixeiro Viajante’ (2004). Logo chamaram Helena Ignez, icônico nome do cinema brasileiro, com quem Nanini contracenou no início da carreira, e Ary França, com quem dividiu o palco no premiado ‘O Burguês Ridículo’ (1996). Rodrigo Portella, convidado para assumir a direção, chega em um grande momento profissional com a consagração dos espetáculos ‘Tom na Fazenda’, ‘Ficções’, ‘Um Ensaio sobre a Cegueira' (Grupo Galpão) e ‘Ray’.

 

Portela resolveu dividir o texto em três fluxos: “o primeiro seria a relação simbiótica entre Hamm e Clov. Numa segunda camada a peça pode ser lida como uma alegoria política, onde Hamm surge como um déspota, um tirano arbitrário, figura que alude à lógica da guerra e do militarismo, cuja autoridade se funda no poder bélico e opressivo. Clov é o corpo submisso, o soldado em vigília permanente, sempre de pé, incapaz de repouso, a serviço de uma engrenagem que não faz nenhum sentido. A cena torna-se, assim, um campo de poder em ruínas”, conta o diretor, que chama a atenção ainda para uma terceira camada de leitura: a do metateatro.

 

Evidenciada pela cenografia de Daniela Thomas, que coloca uma espécie de palco dentro do palco, em uma pequena caixa cênica retangular, a característica da metalinguagem que o texto propõe se estabelece: “Clov é o clown, o operador da cena, o ridículo, enquanto Hamm assume a figura do ator principal, o narrador canastrão que se sustenta na fabulação de si mesmo. O teatro se dobra sobre ele próprio: Há um teatro dentro do teatro, um palco dentro do palco”, resume Portella.

 

A equipe criativa do espetáculo conta ainda com parceiros que enfileiram uma série de projetos com Nanini, como a própria Daniela Thomas, o iluminador Beto Bruel, o figurinista Antonio Guedes, além do produtor Fernando Libonati, responsável pela produção artística dos espetáculos do ator nas últimas três décadas.

 

Ficha técnica:

Direção: Rodrigo Portella | Elenco: Marco Nanini, Guilherme Weber, Helena Ignez e Ary Franca | Tradução: Fábio de Souza Andrade | Direção de Arte e Cenografia: Daniela Thomas | Iluminação: Beto Bruel | Trilha Original e Direção Musical: Federico Puppi | Figurino: Antonio Guedes | Assistência de Direção: Zé Mancini | Visagismo: Leila Turgante | Comunicação: Pedro Neves | Gerência de Projetos: Carolina Tavares | Produção Executiva Montagem: Ártemis | Produtor: Fernando Libonati | Produção: Pequena Central de Produções | Assessoria de imprensa local: Território Comunicação

 

 

SERVIÇO:

 

Fim de Partida, de Samuel Beckett
Local: CAIXA Cultural Brasília - SBS – Quadra 4 – Lotes 3/4

Temporada: de 6 a 21 de junho de 2026

Dias e horários: 6 e 7 (sábado e domingo), às 18h, de 9 a 21 (terças às sextas), às 20h, e (sábados e domingos) às 18h. Excepcionalmente no sábado, 13/6, a sessão será às 17h.

Duração: 90 minutos

Sessões com intérprete LIBRAS: aos domingos

Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia entrada conforme legislação vigente e clientes CAIXA)

Vendas: a partir do dia 30/5 (sábado), para a primeira semana, e nos sábados seguintes 6/6, para a segunda, e 13/6, para a terceira e última da temporada. Horário de abertura da bilheteria: às 9h, do teatro, e às 13h, no site https://bilheteriacultural.com.br/eventos/1

Classificação indicativa: não recomendado para menores de 16 anos

Capacidade: 407 lugares

Acesso para pessoas com deficiência

Estacionamento: gratuito aos finais de semana e feriados e de terça a sexta a partir das 18h
Mais informações: site da CAIXA Cultural

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

==> Foto: Fernando Young

 

TOC TOC faz abordagem humorada e sensível sobre o Transtorno Obsessivo Compulsivo

A comédia teatral TOC TOC, montada mundo afora e que faz uma abordagem bem-humorada e sensível sobre o Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), chega – com grande elenco – aos palcos brasileiros, onde já foi assistida por mais de 1 milhão de pessoas. A temporada em Brasília acontece no Teatro Unip (913 Sul), dias 6 e 7 de junho.

 

O grupo peculiar de pacientes é formado por Branca (Andrea Mattar), obcecada por limpeza; Maria (Iara Jamra), uma religiosa que tem a sensação de ter esquecido tudo aberto; Lili (Sara Freitas), com seu hábito de repetição; Bob (Miguel Menezzes), fanático por simetria; Vicente (Ricardo Tozzi), que não consegue parar de fazer contas; Fred (Daniel Dantas), que luta contra uma síndrome que o faz dizer palavras obscenas, e a assistente do médico (Jade Mascarenhas).

 

A demora do médico faz com que eles tenham que se relacionar, o que provoca crises, intrigas e muitas gargalhadas. Assistindo a tudo isso, o público acompanha as maneiras particulares que cada uma das personagens lida com seu TOC. A peça não é apenas uma comédia, mas uma reflexão sobre a condição humana e suas peculiaridades, trazendo à tona temas importantes com leveza e muito bom humor.

 

O espetáculo conquista com sua combinação de situações cômicas e personagens inesquecíveis, garantindo uma experiência envolvente que diverte e emociona ao expor manias e obsessões de uma maneira que só o teatro pode oferecer.

 

Ficha técnica:

Elenco: Iara Jamra, Daniel Dantas, Ricardo Tozzi, Andrea Mattar, Miguel Menezzes, Sara Freitas e Jade Mascarenhas | Idealização: Sandro Chaim | Texto original: Laurent Baffie | Adaptação de texto original: Alexandre Reinecke | Tradução: Clara Carvalho | Diretor: Alexandre Reinecke | Assistente de direção: Carolina Stofella | Cenografia: Sandro Chaim e Alexandre Reinecke | Iluminação: Renata Rainbow | Sound designer: Nildo Bitencourt | Figurino: Danilo Barbieri | Direção de produção: Miçairi Guimarães | Assessoria de imprensa Brasília: Território Comunicação | Produção em Brasília: DECA Produções | Patrocínio: Brasal e Ministério da Cultura, Governo do Brasil – do lado do povo brasileiro

 

 

Serviço:

 

TOC TOC

Teatro UNIP (SGAS 913 - Asa Sul)

Temporada: dias 6 e 7 de junho

Horários: sábado, às 17h30 e às 20h, e domingo, às 19h30

É proibida a entrada após o início da sessão

Ingressos a partir de R$ 25

Bilheteria: https://bileto.sympla.com.br/event/119203/d/384190 

Duração: 80 minutos

Classificação indicativa: não recomendado para menores de 12 anos

 

 

O Teatro UNIP: https://www.teatrounip.com | https://www.facebook.com/TeatroUnip | @teatrounip. Bilheteria: apenas nos dias de apresentação sábado e domingo das 14h até o início do espetáculo. Aceita todos os cartões de débito e crédito. Não aceita cheque. Ar-condicionado e acesso para cadeirantes. Estacionamento gratuito. Capacidade para 500 pessoas.

 ==> Foto: Site de Vendas

 

Mostra Cultura Candanga reúne tradições populares na Feira da Torre de TV

Brasília será palco de um grande encontro de culturas populares nos dias 6 e 7 de junho, durante a 5ª edição da Mostra Cultura Candanga. Com entrada gratuita, o evento ocupa a Feira da Torre de TV com uma programação que reúne artistas e grupos do Distrito Federal, Pará, Ceará, Maranhão, Bahia, Pernambuco e também da Guiné, na África Ocidental.

Produzida pela Associação Cultura Candanga e pelo grupo Pé de Cerrado, a Mostra conta com patrocínio da Petrobras, recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e realização do Ministério da Cultura e Governo Federal. O evento integra o Programa Petrobras Cultural, que há mais de quatro décadas investe em iniciativas voltadas à valorização da diversidade cultural brasileira, da memória e das expressões populares em todas as regiões do país.

Ao apostar em um festival voltado às culturas populares, indígenas e afro-brasileiras, a Petrobras reforça seu compromisso com projetos que promovem circulação artística, preservação de patrimônios imateriais e fortalecimento da identidade cultural brasileira.

A programação desta edição reúne importantes representantes das culturas afro-brasileiras, indígenas e populares. Entre os destaques está o grupo pernambucano Bongar, referência nacional na cultura do coco ligada ao Terreiro Xambá, em Olinda, unindo ancestralidade, espiritualidade e ritmos afro-brasileiros em apresentações de forte potência cênica e musical.

Outro momento marcante da Mostra será a apresentação das Suraras do Tapajós, primeiro grupo de carimbó formado exclusivamente por mulheres indígenas no Brasil. Vindas de Alter do Chão, no Pará, as artistas transformam o palco em espaço de afirmação cultural e defesa dos territórios amazônicos.

A programação também promove encontros entre tradição e contemporaneidade. É o caso do coletivo Ponto BR, que reúne mestres e guardiões da cultura popular brasileira em diálogo com músicos da cena contemporânea brasileira.

Do Ceará, o grupo Dona Zefinha traz o espetáculo Pedra que Estala, combinando música, teatro, humor, dança e cultura popular em uma performance vibrante e interativa.

A presença internacional fica por conta da artista guineense Fanta Konatê, cantora, bailarina, compositora e coreógrafa especializada nas tradições do Oeste Africano.

Com curadoria de Carla Landim e Pablo Ravi, pesquisadores das culturas populares, indígenas e afro-brasileiras, a Mostra nasce de experiências e encontros vivenciados em diferentes regiões do país.

SOBRE AS ATRAÇÕES

Pé de Cerrado (DF)
Com 25 anos de trajetória, o Pé de Cerrado é referência na valorização da cultura popular brasileira no Distrito Federal.

Bongar (PE)
Formado por integrantes ligados ao Terreiro Xambá, em Olinda, o Bongar é referência na cultura do coco e das tradições afro-brasileiras.

Ponto BR (PE/MA/SP/RJ)
O coletivo Ponto BR reúne mestres e guardiões da cultura tradicional brasileira em diálogo com músicos da cena contemporânea, promovendo encontros entre diferentes territórios, gerações e sonoridades. O projeto reúne nomes como Mestre Walter França, Mestra Zezé de Iemanjá e Ribinha de Maracanã ao lado de artistas da música contemporânea brasileira.

Suraras do Tapajós (PA)
Primeiro grupo de carimbó formado exclusivamente por mulheres indígenas no Brasil, as Suraras do Tapajós unem música, dança e ancestralidade em defesa da Amazônia e do protagonismo feminino indígena.

Dona Zefinha (CE)
Com mais de 30 anos de trajetória, o grupo cearense Dona Zefinha mistura música, teatro, humor, dança e cultura popular.

SOBRE A PETROBRAS

A Petrobras é uma das principais empresas do país. Atua de forma integrada e especializada na indústria de óleo, gás natural e energia, tendo como compromisso o desenvolvimento sustentável para uma transição energética justa. A Cultura é também uma energia na qual a companhia investe, patrocinando há mais de 40 anos projetos que contribuem para a cultura brasileira e se fazem presentes em todos os Estados brasileiros."

 

Onde tem Patrocínio Petrobras, tem Governo do Brasil.

Apresentação: Petrobras – Programa Petrobras Cultural

Idealização e Produção: Pé de Cerrado, Cultura Candanga

Realização: Ministério da Cultura e Governo Federal

Projeto realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal

 

SERVIÇO:

5ª Mostra Cultura Candanga

Dias 6 e 7 de junho de 2026, sábado e domingo
A partir das 16h
Feira da Torre de TV – Brasília/DF
Entrada gratuita

Mais informações: @culturacandangadf

==> Foto: Instagram Oficial (Ilustração: @jooliveira1944)


Circuito Orla Livre: competições de skate e natação convidam o público a prestigiar

Brasília recebe, ao longo do mês de junho, o Circuito Orla Livre, projeto que une esporte, lazer e ocupação dos espaços públicos em uma programação gratuita voltada à democratização do acesso à cidade. A iniciativa promove campeonatos de skate e uma competição de natação em águas abertas em diferentes pontos do Distrito Federal, como a Praça do Povo, o Setor Bancário Sul, o Deck Sul e a Orla do Lago Paranoá. As inscrições estarão abertas até o dia 03/06 através do link forms.gle/ydxgHkpxCVRMwbZw5.

Realizado pelo Instituto No Setor, o projeto nasce com a proposta de estimular o uso coletivo e democrático de espaços tradicionalmente marcados por disputas urbanas e desigualdades de acesso. A programação prevê três etapas de campeonato de skate, nos dias 7, 14 e 21 de junho, além de uma competição de natação no Lago Paranoá, no dia 28 de junho.

As inscrições para as etapas de skate já estão abertas pelo perfil oficial do projeto no Instagram, enquanto as inscrições para a competição de natação serão divulgadas posteriormente.

Além do impacto social e urbano, o projeto também busca fortalecer a cultura esportiva da capital. Para Francisco “Chiquinho” Pessanha, referência da cena do skate no DF e presidente da Associação de Skate da Capital (ASC DF), iniciativas como essa ajudam a ampliar o acesso ao esporte e movimentar toda a cadeia cultural ligada à modalidade.

“Brasília tem uma cultura do skate muito forte e um número enorme de praticantes. Então é importante fomentar esse tipo de evento, ainda mais com inscrições gratuitas, porque conseguimos alcançar pessoas de várias regiões do Distrito Federal e fortalecer tanto a prática esportiva quanto o mercado e a cultura do skate”, afirma.

O Circuito Orla Livre pretende beneficiar diretamente cerca de 300 participantes a partir dos 12 anos, incluindo atletas amadores, iniciantes e público interessado em práticas esportivas e lazer. O projeto também prevê comissão técnica qualificada, arbitragem especializada, regulamentos específicos por modalidade e kits de participação para os inscritos.

Os participantes receberão camiseta oficial, sacochila, viseira, squeeze, kit lanche e medalha de participação, além de itens voltados às modalidades esportivas realizadas durante o circuito.

Entre os objetivos centrais da iniciativa estão a promoção do acesso democrático ao esporte, a formação cidadã, o incentivo a hábitos saudáveis e o estímulo ao bem-estar físico e psicológico.

Segundo Rafael Reis, diretor-presidente do Instituto No Setor, o Circuito Orla Livre dialoga diretamente com debates sobre direito à cidade e acesso aos espaços públicos no Distrito Federal. “O projeto traz muito essa perspectiva de ocupar o lago, que tem uma simbologia no imaginário de quem é de Brasília como cartão-postal, mas que para grande parte da população ainda é um espaço distante. O Circuito Orla Livre fala sobre democratizar o acesso à cidade, disputar esse imaginário e construir uma Brasília onde as pessoas possam ocupar os espaços para além do trabalho”, afirma.

Rafael destaca ainda que o projeto se conecta ao histórico de luta pela democratização da Orla do Lago Paranoá e pela valorização dos espaços públicos do Plano Piloto. “O Setor Comercial Sul e o Lago Paranoá têm uma simbologia muito forte porque podem ser espaços de encontro de todo o Distrito Federal. A gente quer defender o direito à cidade aqui, enfrentar a aporofobia aqui e garantir que o trabalhador que vem ao Plano Piloto apenas para trabalhar também possa usufruir da cidade, praticar esporte, ter lazer e ocupar os espaços públicos”, completa.

Programação:
07/06 — Etapa 1 do Campeonato de Skate — Praça do Povo — 8h às 20h
14/06 — Etapa 2 do Campeonato de Skate — Setor Bancário Sul — 8h às 20h
21/06 — Final do Campeonato de Skate — Deck Sul — 8h às 20h
28/06 — Competição de Natação — Orla do Lago Paranoá — 7h às 16h

==> Foto: Instagram Oficial

 

Espetáculo “Livro-me” com Fábio Lins, está em cartaz na Mostra Teatral de Brasília

Brasília recebe, no dia 6 de junho (sábado), às 20h, o aclamado espetáculo solo Livro-me, com o ator, diretor, escritor e comediante Fábio Lins. A apresentação integra a programação da Mostra Teatral de Brasília, no Teatro Brasília Shopping, e celebra duas décadas de trajetória do artista, que compartilha com o público sua grande paixão: os livros.

 

Com mais de 3.100 espectadores e 62 apresentações realizadas no Brasil e em Portugal, “Livro-me” é um convite afetivo e poético ao universo da leitura. O espetáculo já passou por festivais literários, centros culturais, bibliotecas e teatros, incluindo a Festa Literária da Biblioteca Pública do Paraná, a Caixa Cultural de Curitiba, o Sesc Paraná, e uma bem-sucedida circulação internacional por Serpa, Beja e Lisboa, em Portugal.

 

Sinopse

Em “Livro-me”, o público acompanha a trajetória de Dalton, um jovem perdido em seus sentimentos, salvo de um linchamento por um livro. Seu salvador, Haroldo, apresenta o universo das letras ao rapaz, e sua antiga biblioteca se torna um refúgio. Por meio das palavras lidas, Dalton revisita memórias marcantes da infância – como a morte de sua cachorra e as atitudes de seu pai – e encontra nos livros a chave para transitar entre a juventude e a maturidade, ressignificando sua própria história.

 

A peça mostra, de forma lúdica, a origem da escrita e o nascimento do livro, proporcionando um primeiro contato com autores brasileiros e estrangeiros de diversos períodos. Mais de 131 escritores são citados, entre eles: Jorge Amado, Jorge Luis Borges, Carl Sagan, Cecília Meireles, Manoel de Barros, Eduardo Galeano, Marcia Tiburi, Leda Cartum, José Saramago e Millôr Fernandes.

 

Linguagens e diversidade teatral

O solo reúne uma diversidade de linguagens: teatro de sombras, teatro de máscaras, mímica, comédia, música e poesia slam, conduzindo os espectadores em uma jornada envolvente e poética. “Livro-me” é, nas palavras do próprio artista, “uma cutucada em leitores não ativos e um lembrete do grande privilégio que é saber ler”.

 

Sobre Fábio Lins

Com 26 anos de carreira como ator e 20 como escritor, Fábio Lins já atuou em seis países e quatro festivais internacionais (Holanda, Angola, Portugal, Moçambique, Argentina e Colômbia). Foi premiado como melhor ator no Festival Nacional Curta Teatro Sesi e como melhor roteiro de curta-metragem pelo programa Melhores em Cena (RPC). Tem dois livros publicados e, como professor e diretor de teatro, formou mais de 1.200 estudantes. Também é comediante e fundador do Espaço da Comédia e da Escola da Comédia, com projetos de inclusão e desenvolvimento pessoal.

 

Sobre a Mostra Teatral de Brasília

A Mostra Teatral de Brasília é produzida pela Estrella Cultura e Arte e traz uma programação diversificada no Teatro Brasília Shopping, com espetáculos adultos, infantis e juvenis. Com curadoria cuidadosa e ações de democratização cultural – incluindo ingressos gratuitos e acessíveis –, a iniciativa valoriza a arte, a formação de plateia e o impacto econômico, graças ao apoio essencial da Lei Rouanet.

 

Ficha técnica:

Concepção, roteiro e atuação: Fábio Lins

Trilha sonora original: Edith de Camargo

 

 

SERVIÇO:

 

Livro-me, com Fábio Lins (www.youtube.com/watch?v=Eevj_zWa0xc

Local: Teatro Brasília Shopping (SCN, Q. 5, Bl. A – Térreo)

Data: 6 de junho (sábado), às 20h e às 21h30

Ingressos: R$ 40 (inteira); e R$ 20 (meia), ingresso popular (20% da lotação); e R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia), o restante

Ingressos no Sympla: Fábio Lins

Duração: 60 minutos

Classificação indicativa: 12 anos

Realização: Apresentado pelo Ministério da Cultura e Grupo Bali, via Lei Rouanet, com patrocínio da Paulo Octávio Investimentos e apoio do Brasília Shopping.

==> Foto: Site de Vendas

 

Espetáculo une arte circense, teatro e música gospel em uma experiência imersiva e inédita

Real Circo estreia “Reino”, o inovador espetáculo de circo cristão que une grandes números circenses, teatro e um musical gospel 100% ao vivo em uma experiência inédita para toda a família. Pela primeira vez, um espetáculo de circo cristão chega à capital federal unindo fé, arte, música ao vivo e emoção para toda a família.

As apresentações acontecem nos dias 4, 5, 6 e 7 de junho, na tenda do Real Circo, instalada na Arena Nilson Nelson, em Brasília. Uma experiência inédita, emocionante e histórica chega a Brasília.

Inspirado na temática do Reino de Deus e em profundas reflexões sobre identidade, propósito e transformação, o espetáculo apresenta uma narrativa original conduzida pelo carismático personagem Reizinho, um rei-palhaço que vive cercado por aplausos, luzes e performances grandiosas, mas que embarca em uma jornada de descoberta sobre o verdadeiro significado do Reino.

A superprodução reúne números tradicionais circenses, teatro, performances cênicas e um grande musical ao vivo com sucessos da música gospel, além de cenários imersivos, efeitos visuais e uma atmosfera cinematográfica.

Com uma proposta inovadora, o Reino se destaca por transformar o picadeiro em palco para uma experiência sensível, emocionante e reflexiva, conectando entretenimento, arte e espiritualidade em uma linguagem acessível para públicos de todas as idades.

O espetáculo foi desenvolvido especialmente para proporcionar momentos de emoção, encantamento e conexão familiar, apresentando uma alternativa inédita no cenário cultural da capital federal.

Segundo a produção do espetáculo, a proposta é oferecer ao público uma experiência que vai além do entretenimento: “Reino é um espetáculo sobre o coração humano. Sobre as máscaras que usamos, os reinos que construímos dentro de nós e a busca por algo eterno. Queremos emocionar famílias inteiras através da arte, da música e da mensagem do Reino de Deus.”

Prepare-se para viver o Reino.


SERVIÇO:

Real Circo - Reino

Dias: 4, 5, 6 e 7 de junho

Local: Estacionamento da Arena BRB Nilson Nelson

Valores: a partir de R$ 35,00

Ingressos: Online pelo site www.realcirco.com.br ou na bilheteria física do circo, sem taxas.

==> Foto: Divulgação

 

A Vida Passou por Aqui, estrelado por Cláudia Mauro e Édio Nunes

Há 10 anos em cartaz e assistida por mais de 150 mil espectadores, A Vida Passou por Aqui acumula prêmios e indicações: vencedora do APTR 2016 de Melhor Texto; e indicada ao APTR de Melhor Atriz 2016; ao Cesgranrio 2016 de Melhor Texto e Melhor Atriz; e ao Bibi Ferreira 2024 de Melhor Dramaturgia Original.

 

A temporada da prestigiada obra em Brasília será no Teatro Royal Tulip dias 30 e 31 de maio, com sessões sábado, às 17h30 e às 20h, e domingo, às 19h30. Ingressos já estão à venda em https://bileto.sympla.com.br/event/118878/d/385343 e na Beline (113 Sul).

 

“A Vida Passou Por Aqui” é uma obra teatral que celebra, acima de tudo, a vida, a alegria e a força transformadora da amizade. A peça acompanha a relação profunda e duradoura entre Sílvia (Cláudia Mauro), professora e artista plástica dedicada à educação, aos projetos culturais e aos filhos, e Floriano (Édio Nunes), contínuo e faxineiro de hábitos simples, apaixonado por livros e dança.

 

Enquanto ela viveu grande parte da vida às voltas com crises no casamento, angústias e preocupações do dia a dia, ele sempre encarou a existência com leveza, bom humor e simplicidade.

 

Após quase cinco décadas de convivência, Silvia surge como uma mulher solitária, recuperando-se de um AVC. Floriano torna-se então seu único amigo ainda presente. Aos poucos, sua alegria de viver e seu senso de humor contagiam a amiga, devolvendo-lhe não apenas os movimentos, mas também a saúde emocional. Juntos, eles rememoram os altos e baixos de uma amizade que resistiu ao tempo.

 

Porque essa história importa

Em uma sociedade que frequentemente segrega pessoas por classe social, idade ou condições de saúde, “A Vida Passou Por Aqui” destaca-se por abordar, com sensibilidade e humor, a força dos vínculos humanos que transcendem essas barreiras.

 

A peça nos lembra que a amizade verdadeira pode florescer entre diferentes estratos sociais e que o cuidado, a presença e a leveza são elementos essenciais para a superação de adversidades como a solidão na velhice e as sequelas de doenças graves.

 

Mais do que um tributo à amizade, a obra convida o público a refletir sobre o papel do afeto e da memória na recuperação da dignidade e da alegria de viver — mostrando que, mesmo depois de quase 50 anos, ainda é possível recomeçar com a ajuda de quem realmente fica ao nosso lado.

 
Ficha técnica:

Texto: Cláudia Mauro | Direção: Alice Borges | Elenco: Claudia Mauro e Alice Borges | Cenário: Nello Marrese | Figurino: Ana Roque | Iluminação: Paulo César Medeiros | Trilha sonora e Pesquisa musical: Claudio Lins e Patricia Mauro | Supervisão de movimento: Paula Águas | Coach: Larissa Bracher | Técnico de luz: Valdeci Correia | Técnico de Palco: Antonio Matos | Produção executiva: Junior Godim | Direção de produção: Cláudia Mauro e Junior Godim | Assessoria de imprensa em Brasília: Território Comunicação | Produção em Brasília: DECA Produções | Patrocínio Local: Brasal e Ministério da Cultura, Governo do Brasil – do lado do povo brasileiro

 

 

SERVIÇO:

 

A Vida Passou por Aqui

Teatro Royal Tulip (SHTN Trecho 1)

Temporada: dias 30 e 31 de maio

Horários: sábado, às 17h30 e às 20h e domingo, às 19h30

Não será permitida a entrada após o início da sessão

Ingressos: a partir de R$ 25

Bilheteria: https://bileto.sympla.com.br/event/118878/d/385343  e na Belini (113 Sul), sem taxas.

Duração: 90 minutos
Classificação: não recomendada para menores de 10 anos

==> Foto: Site de Vendas