Espetáculo ‘O VENENO DO TEATRO’, com Osmar Prado e Maurício Machado na CAIXA Cultural

A montagem brasileira, a primeira no mundo com música ao vivo, arrebatou mais de 60 mil pessoas ao teatro. A pré-estreia da peça aconteceu justamente em Brasília com sessões esgotadas e apresentação extra, e quase 3 anos depois volta à Brasília depois de ter impactado plateias de norte a sul do país e aclamada também pela crítica.

 “O Veneno do Teatro”, protagonizado pelos experientes e premiados: Osmar Prado e Maurício Machado. Obra-prima do premiado autor espanhol Rodolf Sirera, um dos dramaturgos contemporâneos de maior renome na Europa, o texto é vencedor de mais de 30 prêmios internacionais por sua qualidade, cheio de suspense, é um trilher fascinante que mantém o espectador hipnotizado do início ao fim.

Os personagens estabelecem uma relação peculiar, desenvolvendo uma história eletrizante e repleta de reviravoltas, em que a intriga é mantida neste jogo perigoso e contundente, que desvenda também parte da curiosidade e fascínio que o público tem sobre o teatro e seu jogo. Tudo isso, ancorado pela arrebatadora performance da dupla de atores, duas gerações brilhantes de Artistas na excelência e brilho de suas artes: OSMAR PRADO, sem qualquer dúvida um dos maiores gigantes da história da cultura no Brasil, detentor de incontáveis prêmios por sua genialidade e entrega e MAURÍCIO MACHADO que com quase 40 anos ininterruptos dedicados ao ofício, é reconhecido e respeitado como um dos nomes mais versáteis dos palcos nacionais, e por enfileirar nominações e ganhar prêmios no Teatro brasileiro, tendo tráfego também pela TV e o Cinema.

O resultado desse encontro, é o que a crítica e público comumente pontuam: uma verdadeira "Master Class", uma ode ao Teatro, a qual o público perpassa por todas as emoções possíveis em "O Veneno do Teatro".

No espetáculo, um ambicioso e famoso ator chamado Gabriel De Beaumont (Maurício Machado) é convidado por um excêntrico e divertido Marquês (Osmar Prado) para interpretar uma peça teatral de sua autoria. No encontro, o Marquês, por meio de um jogo psicológico, passa a controlar o ator. E ele logo descobre que tudo não passa de uma armadilha para submetê-lo a um experimento cruel onde os limites de realidade e ficção se confundem. Depois de muitas surpresas, o Marquês revela-se um psicopata capaz de qualquer coisa para atingir seus objetivos.

Traduzido em vários idiomas, entre eles, inglês, francês, italiano, eslovaco, polonês, grego, português (de Portugal e do Brasil), croata, húngaro, búlgaro e japonês, a peça foi apresentada em países como: Espanha, Inglaterra, França, Venezuela, Polônia, Grécia, Porto Rico, Argentina, México, Estados Unidos e Japão. Vista por mais de 6 milhões de pessoas pelo mundo, colecionou prêmios por onde passou, confirmando seu sucesso, vitalidade e absoluta contemporaneidade. Sempre em cartaz em algum país desde então.

O texto original foi escrito na década de 70 após a ditadura de Franco e no início do processo democrático na Espanha. A história se passa na França, em 1784, na pré-revolução francesa. A montagem brasileira assume uma postura atemporal, inspirada na década de 20 em Paris, e é a primeira de todas as montagens já encenadas pelo mundo a apresentar música ao vivo, executada pelo violoncelista Matheus Vieira. A direção musical é de Guga Stroeter.

"Es una obra interesante, un juego dialéctico sobre ser y representar. Es una fábula moral, un thriller en torno a lo que es el arte”, diz o autor espanhol Rodolf Sirera.

“Em um momento com tantas adversidades, em que o homem apresenta sérios sinais de retrocesso e barbárie, a obra de Rodolf Sirera nos traz uma importante reflexão sobre civilidade, poder e até onde pode ir a crueldade do ser humano”, ressalta o diretor Eduardo Figueiredo.

Com mais de 160 apresentações em todo o Brasil, “O Veneno do Teatro” já foi encenado em capitais como: Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Vitória, Florianópolis, Goiânia, Porto Alegre, e em dezenas de cidades do interior do país. Cumpriu 4 temporadas respectivamente no Rio de Janeiro e São Paulo. Sempre com sucesso de público e crítica. Considerado pela Folha de São Paulo entre os 10 melhores espetáculos da temporada de 2024, em setembro daquele ano recebeu 14 indicações ao 23°Prêmio Cenym de Teatro Nacional. Entre eles, as categorias de melhor espetáculo do ano, de melhor ator (Osmar Prado) e de melhor ator coadjuvante (Maurício Machado).

 

“O Veneno do Teatro cria envolvente suspense com Osmar Prado e Maurício Machado em jogo afiado. Os dois atores criam um jogo sofisticado e surpreendente.”

Miguel Arcanjo_crítico / jornalista / jurado APCA/SP

 

“O texto de Sirera oferece dois grandes personagens, de perfis e estruturas diferentes, que são defendidos com garra pelos intérpretes.

O Veneno do Teatro, na concepção de Figueiredo, é uma peça de ideias, um daqueles espetáculos que deseja provocar o público com um texto que revela camadas inesperadas. A opção de levar ao palco a obra de Sirera prova a conexão de Figueiredo com o seu tempo na escolha dos projetos.”

Dirceu Alves Jr._jornalista, escritor e crítico de Teatro/SP

 

“O carisma de Osmar Prado é inigualável. Seu personagem é dúbio e possui uma fina camada de idiossincrasia. Sua paixão pelo teatro o leva ao limite da razão. A atuação de Maurício Machado vai crescendo numa espantosa velocidade e robustez. Entendemos, nesse momento, a escolha do parceiro. Dois gigantes, cada um de seu tempo.”

Eliana de Castro_crítica de Teatro/SP

 

“Luminosa performance de dois atores entregues convictamente a um irrestrito jogo dúplice.

Eduardo Figueiredo mostra autoridade cênica para nos sintonizar na trajetória histórica do espetáculo.”

Wagner Corrêa de Araújo_crítico de Teatro/RJ “

 

“Elegante montagem encenada por Eduardo Figueiredo. Seus personagens se engalfinham em cena como sir Laurence Olivier e Michael Caine. Cenário suntuoso de Kleber Montanheiro, iluminado de modo dionisíaco no desenho de luz de Paulo Denizot. O resultado é um louvor ao teatro, no espaço sagrado do palco.”

Rodrigo Fonseca_crítico de Teatro/RJ

 

“Os dois atores estão impecáveis. Há um entrosamento perfeito. Parece que atuam juntos há anos. Dominam o texto e o palco plenamente. Passam o texto com emoção, se doam de forma intensa no palco. Dois excelentes atores interpretando personagens com perfis e humanidades distintas.”

Alex Varela_historiador, autor e crítico de Teatro/RJ

 

“Osmar e Maurício, conseguem um resultado cênico genuíno, dão contemporaneidade ao texto, com interpretações que se confrontam e, ao mesmo tempo, se complementam, graças a capacidade de se comunicarem com o público, sacudindo a plateia para não somente testemunharem, mas participarem com o seu próprio voyeurismo venenoso. As atuações de Osmar e Maurício contribuem decisivamente para isso. Seremos atores da nossa própria vida ou continuaremos marionetes nas mãos de manipuladores e assassinos?”

Francis Ivanovich_jornalista, dramaturgo e cineasta, criador e diretor do Prêmio Nacional de Dramaturgia Flávio Migliaccio e editor geral do Notícias do Teatro/RJ

 

“O que mais impressiona, na altíssima qualidade do texto, é a capacidade de deixar a plateia em suspense, finalmente boquiaberta com a capacidade única de o teatro nos fazer acreditar.”

Cláudia Chaves_jornalista e crítica de Teatro/RJ “

 

"Um marco na temporada de SP em 2024."

(José Marcondes_jornalista da Folha de São Paulo)

 

O Autor

Rodolf Sirera é um dos dramaturgos de maior renome na Europa. Nascido em Valencia é formado em História e Filosofia. Participa desde o final da década de 60 do movimento do teatro independente. Além de autor, atua como crítico teatral em diferentes publicações (Cartelera Turia, La Marina, Destino, Serra d’Or, Primer Acto, etc.) e como roteirista para TV. Ao longo de sua carreira como autor já escreveu mais de 30 obras e ganhou diversos prêmios como Ciutat de Barcelona, Ciutat de València de la crítica, Ciutat deGranollers, Ciutat d’Alcoi, Premi Born de Teatre, Teatre Principal de Palma, Jaume Vidal Alcover. Suas obras já foram traduzidas para o inglês, francês, italiano, grego, português, entre outros idiomas.

 

O Diretor

Eduardo Figueiredo é diretor de teatro e mestre em teatro pela USP, encenador de diversos espetáculos e um dos principais produtores do atual teatro brasileiro. Ele é sócio da manhas & manias projetos culturais, e sócio e curador do Teatro J Safra, em São Paulo.

Em sua formação, teve oportunidade de trabalhar com grandes mestres e cias, entre eles: Eugênio Barba (Odin Teatret/Dinamarca), Carlos Cueva (EITALC/Cuba), La Outra Orilla (Alemanha), Living Theatre (USA) e Cia Yayachkani (Peru).

 

Entre os principais trabalhos, podemos citar: autor e diretor de “Só os Doentes do Coração Deveriam ser Atores”, com Antonio Petrin, e, em 2012, repetiu sua parceria em outro solo com o ator em “Ser Ator”. Em 2008, foi diretor de produção do 7º FIL - Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens.

É idealizador e diretor de um dos maiores fenômenos do teatro brasileiro: “Mulheres Alteradas”, adaptação do best-seller de Maitena, com elenco de estrelas composto por: Luiza Tomé, Mel Lisboa, Adriane Galisteu, Samara Felippo entre outros. Entre outros trabalhos, podemos citar: o premiado “Frida Y Diego” com dramaturgia de Maria Adelaide Amaral, com Leona Cavalli e José Rubens Chachá; em 2016, a obra de Goethe, “O Aprendiz de Feiticeiro”, primeira peça de teatro do premiado novelista Antônio Calmon, e em 2017, a comédia "Gatão de Meia-Idade", da obra de Miguel Paiva com Oscar Margini e Leona Cavalli no elenco.

Entre 2018 e 2019, foi diretor do espetáculo “Festa, a Comédia”, um solo cômico com o ator Maurício Machado dos dramaturgos Walcyr Carrasco, Alessandro Marson, Heloisa Perisse, Vicent Villari e Daniele Valente. Também foi diretor geral do show inédito “Casos e canções”, que reúne os mais diversos nomes e gerações através da música, com a atriz Eva Wilma e banda.

Foi diretor do premiado espetáculo “Um beijo em Franz Kafka”, de Sergio Roveri, com Anderson Di Rizzi e Maurício Machado no elenco. Em 2020, dirigiu a adaptação do livro “O Elogio da Loucura”, um ensaio escrito por Erasmo de Rotterdam em 1509 e publicado em 1511, com Leona Cavalli no elenco. Esses 2 últimos sucesso enorme em Brasília. Roteirizou e dirigiu o espetáculo musical “Toada do Bardo”, inspirado na obra de Shakespeare, com Maurício Machado e grande elenco e direção musical de Guga Stroeter.

Em 2021/2022, dirigiu a comédia “Procuro o homem de minha vida, marido já tive”, sucesso e público e crítica, da autora argentina Daniela Di Segni, com grande elenco: Totia Meireles, Leona Cavalli Grace Gianoukas e Maurício Machado, com dramaturgia de Claudia Valli. Participa como diretor do projeto em homenagem ao centenário de Cacilda Becker, “Cacilda, por ela mesma”, com Leona Cavalli e grande elenco promovido pelo Itaú Cultural.

Em 2023, dirigiu o espetáculo musical infantil “Hoje tem festa no Céu”, de Cintia Alves. Em 2024, dirigiu o sucesso de público e crítica “O Veneno do Teatro”, texto premiado em mais de 62 países do autor espanhol Rodolf Sirera, com Osmar Prado e Maurício Machado, que segue sendo montado.

Em 2027 prepara mais uma parceria com Leona Cavalli, o espetáculo “Shakespeare em Crise”, de Thelma Guedes. “Votemos: Vizinhos Alterados” Comédia de sucesso na Argentina e outros países agora no Brasil e o musical “Portinari do Brasil” Sobre a Vida e obra de Candido Portinari.

 

 

Os atores

Osmar Prado é um dos mais prestigiados atores brasileiros, tendo recebido vários prêmios, incluindo três APCA, um Prêmio Guarani, dois Prêmios Qualidade Brasil, e um Troféu Imprensa. Consagrado como um dos maiores atores do teatro e da teledramaturgia brasileira sendo um dos nomes mais recorrentes nas produções da TV Globo.

No cinema, se destacou no filme histórico Desmundo (2003), como Francisco de Albuquerque, pelo qual recebeu sua primeira indicação ao Prêmio Guarani de Melhor Ator Coadjuvante. Interpretou o presidente Getúlio Vargas no filme biográfico Olga (2004), recebendo elogios por sua atuação, que lhe rendeu o Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Ator Coadjuvante em Cinema. Em 10 Segundos para Vencer (2019), Osmar recebeu aclamação por sua atuação como o treinador Kid Jofre. Por esse papel, ele foi eleito Melhor Ator pelo Festival de Gramado e venceu o Prêmio Guarani de Melhor Ator Coadjuvante.

Em sua carreira se destacou diversas vezes por sua versatilidade na atuação. Entre seus papéis notáveis nesse período, incluem-se o dependente químico Lobato em O Clone (2001); o divertido Margarido em Chocolate com Pimenta (2003); o Pai na antológica minissérie Hoje É Dia de Maria (2005); o poderoso Cícero em Ciranda de Pedra (2008) e o coronel Epaminondas Napoleão em Meu Pedacinho de Chão (2014). Seu último trabalho de sucesso foi na novela “Pantanal”, como Velho do Rio (2022), todos na TV Globo.

 

Mauricio Machado em seus quase 40 anos de carreira acumula diversas indicações aos principais prêmios nacionais, e tendo sido dirigido por pelos principais nomes do país nas artes cênicas em mais de 30 montagens teatrais, onde na grande maioria protagonizou textos de importantes autores brasileiros e estrangeiros. Participou de vários curta metragens e na Televisão integrou o elenco de 6 novelas, com personagens de destaque em: ‘Alma Gêmea’, ‘Cama de Gato’, ‘Cordel Encantado’ e ‘A Lei do Amor’, todas na Rede Globo de Televisão. ‘Cidadão Brasileiro’ na Rede Record e Chiquititas’ no SBT. E à convite de Ingrid Guimarães, fez dupla com a atriz em quadro do ‘Fantástico’. Participou da série ‘O Outro Escritor’ para o Canal Futura. Participou dos longas ‘Magal, e os Formigas’ e ‘Mulheres Alteradas’, ambos coproduções da Globo Filmes.

É Sócio-Diretor e também Curador Artístico do Teatro J. Safra em SP. Em 2018 estreou seu segundo Solo, que celebrou seus 30 Anos de Carreira. ‘Festa, a Comédia’, em 10 temporadas só em SP, e em que interpretou 5 personagens, com textos escritos especialmente para Maurício por Walcyr Carrasco, Vincent Villari, Alessandro Marson, Heloísa Perissé/Sill Esteves e Daniele Valente, no mesmo ano encara o  desafio oposto de gênero e estilo teatral, e vive Franz Kafka em ‘Um Beijo em Franz Kafka’ texto escrito pelo premiado dramaturgo Sérgio Roveri, pelo qual Maurício foi eleito pela Academia de Artes do Brasil no Prêmio Cenym, como melhor Ator nacional no Teatro no Ano de 2019. Essas três ultimas montagens com direção de Eduardo Figueiredo. Com a chegada de uma pandemia mundial, foi pioneiro em estrear com toda rigorosa segurança um Musical, em Agosto de 2020, baseado nas obras de William Shakespeare, intitulado: "Toada do Bardo", com direção de Eduardo Figueiredo, totalmente online, em 6 apresentações ao vivo, diretamente do Teatro, e assistido por mais de 200 mil pessoas somente de suas casas. Em 2021 O projeto em homenagem ao centenário de Cacilda Becker “Cacilda, por ela mesma” com Leona Cavalli, Maurício Machado e grande elenco. Em 2022, dá vida aos sete homens do mega sucesso ‘Procuro o Homem da Minha Vida, Marido Já Tive’, do best- seller da argentina Daniela Di Segni, com versão Brasileira de Claudia Valli e direção de Eduardo Figueiredo. Em 2024 estreou ao lado de Osmar Prado “O veneno do Teatro” do premiado autor espanhol Rodolf Sirera e direção de Eduardo Figueiredo. O espetáculo segue em cartaz em 2026, pelo qual foi indicado ao Prêmio Cenym 2024, como melhor Ator Coadjuvante do Teatro Brasileiro

 

A PRODUTORA

A manhas & manias projetos culturais

Produtora completando  30 anos de experiência este ano em projetos culturais e eventos coorporativos, com vários espetáculos premiados no currículo, entre eles: “Em Nome do Pai”, com Cláudio Cavalcanti e Maurício Machado, com direção de Marcio Aurelio; “Só Os Doentes do Coração Deveriam Ser Atores” e “Ser Ator”, ambos solos com Antonio Petrin e direção de Eduardo Figueiredo; “O Mistério do Fantasma Apavorado”, adaptação da obra de Oscar Wilde por Walcyr Carrasco, com grande elenco: Bia Seidl, Petrônio Gontijo, Iara Jamra, Duda Mamberti, Maurício Machado. Esses espetáculos foram dirigidos por Eduardo Figueiredo.

 

“O Último Bolero”, com Francisco Cuoco, Adriana Lessa, Chico Tenreiro, com direção de Gracindo Jr.; “A Soma de Nós”, de David Stevens, com: Rogério Fróes, Maurício Machado, Mara Manzan, e participação em vídeo de Nicette Bruno e Ana Lucia Torre; “Cyrano”, espetáculo dirigido por Karen Acioly com Nívea Stelmann, Thierry Figueira, Tadeu Mello e Maurício Machado e supervisão de Bibi Ferreira. Em 2008, produção do 7 º FIL - Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens – com participação de mais de 25 espetáculos internacionais – tema: Ano da França no Brasil – SP/RJ. “As Traças da Paixão”, espetáculo de Alcides Nogueira, e direção de Marco Antonio Braz, com Lucélia Santos e Maurício Machado; “Avalon”, megaprodução no Teatro do Sesi da Paulista, com Lucélia Santos, Sabrina Petraglia, Caio Paduan e elenco de 15 atores. Além das comédias de sucesso: “Mulheres Alteradas”, da obra de Maitena, com adaptação de Andrea Maltarolli e direção de Eduardo Figueiredo, com Luiza Tomé, Mel Lisboa, Adriane Galisteu, Tânia Alves, Samara Felippo, Flavia Monteiro, entre outros; “100 Dicas para Arranjar Namorado”, com Daniele Valente e Christiano Cochrane e participação em off de Marília Gabriela e Antonio Petrin, e “Batalha de Arroz num Ringue para Dois”, de Mauro Rasi, com direção de Jacqueline Laurence, e Nívea Stelmann e Maurício Machado com participação em off de Miguel Falabella e Heloísa Périssé.

Também Maitena na adaptação para teatro de seu segundo livro, “Superadas”, com dramaturgia de Miguel Paiva, com Catarina Abdalla, Mel Lisboa, Raphael Viana e Flávia Guedes. “Frida Y Diego”, com dramaturgia de Maria Adelaide Amaral, com Leona Cavalli e José Rubens Chachá, com longas temporada de sucesso no RJ e SP e turnê pelo país. Da obra de Goethe, “O Aprendiz de Feiticeiro”, primeira peça de teatro do premiado novelista Antonio Calmon, com Maurício Machado, Ghilherme Lobo, Klara Castanho e Julio Oliveira. O premiado “Um Beijo em Franz Kafka”, de Sergio Roveri com Maurício Machado e Anderson Di Rizzi; e as comédias: “Gatão de Meia-Idade, a peça”, pela primeira vez no teatro, autoria de Miguel Paiva; ‘Festa, a Comédia”, um solo cômico com o ator Maurício Machado dos dramaturgos: Walcyr Carrasco, Alessandro Marson, Heloisa Perissé, Vicent Villari e Daniele Valente. Todos esses com direção de Eduardo Figueiredo.

O espetáculo musical “Toada do Bardo”, inspirado na obra de Shakespeare, com Maurício Machado e grande elenco, com direção musical de Guga Stroeter.  E o projeto em homenagem ao centenário de Cacilda Becker “Cacilda, por ela mesma” com Leona Cavalli, Maurício Machado e elenco. “Procuro o homem de minha vida, marido já tive” da autora argentina Daniela Di Segni com grande elenco: Totia Meireles, Grace Gianoukas, Leona Cavalli e Maurício Machado, sucesso de público e crítica. E a adaptação do livro “O Elogio da Loucura” um ensaio escrito por Erasmo de Rotterdam em 1509 e publicado em 1511, com Leona Cavalli interpretando a Loucura, todos com direção de Eduardo Figueiredo.

O musical infantil “Hoje tem festa no Ceú” de Cintia Alves. “O Veneno do Teatro”, texto premiado em mais de 62 países do autor catalão Rodolf Sirera, com Osmar Prado e Maurício Machado no elenco.

Para 2027 uma versão de “Shakespeare em crise”, por Thelma Guedes para o teatro, além de “Votemos: Vizinhos Alterados” Comédia de sucesso na Argentina e outros países agora no Brasil e o musical “Portinari do Brasil” Sobre a Vida e obra de Candido Portinari.

Há doze anos, a manhas & manias – projetos culturais é responsável pela gestão, administração e curadoria artística do Teatro J. Safra em São Paulo.

Também são coprodutores do longa da O2 filmes “Mulheres Alteradas”, da obra de Maitena, dirigido por Luiz Pinheiro, com: Deborah Secco, Alessandra Negrini, Monica Iozzi e Maria Casadevall, entre outros atores no elenco. E coprodutores do projeto “Cine Experience”, pioneiro em levar espetáculos de teatro para telas dos cinemas – primeiro espetáculo – “Gatão de Meia Idade”, de Miguel Paiva, com direção de Eduardo Figueiredo. Premiada cinco vezes com o “Hot Top Comunicação de Marketing”.

 

 

Ficha Técnica

O Veneno do Teatro

Texto: Rodolf Sirera

Tradução: Hugo Coelho

Direção: Eduardo Figueiredo

Elenco: Osmar Prado e Maurício Machado

Músico: Matheus Vieira

Direção Musical e Trilha: Guga Stroeter

Assistente de Direção Musical e Trilha: Pedro Pedrosa

Cenário e figurinos: Kleber Montanheiro

Desenho de Luz: Paulo Denizot

Desenho de som: Anderson Moura

Fotografias divulgação: Priscila Prade

Programação Visual: Raquel Alvarenga

Assistente de Direção: Gabriel Albuquerque

Camareira: Ângela Lima

Técnico de Som: Eduarda Abreu

Técnico de luz: Daniel Braz

Contrarregra: Pedro Lobo e Thiago Cavalcante

Cenotécnico: Evandro Carretero

Administrador: Paulo Paixão

Produção Executiva: Paulo Travassos

Assistente de Produção: Renan Correia

Financeiro: Thaiss Vasconcellos

Leis de Incentivo: Renata Vieira

Idealização e produção: manhas & manias projetos culturais

 

 

SERVIÇO:

 

O Veneno do Teatro

Local: CAIXA Cultural Brasília – Lotes 3/4, SBS Q. 4 BL A Lotes 3/4 Loja 1 - Asa Sul, Brasília - DF, 70092-900

Temporada: 27 de outubro a 08 de novembro de 2026
(não haverá sessões nos dias de 3 a 5/11)

Horário: Segunda a sábado às 20h e domingo às 19h

Ingressos: A partir de 24 de outubro, às 09h na bilheteria do teatro da CAIXA Cultural e às 13h pelo site bilheteriacultural.com.br
R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada, clientes CAIXA e casos previstos em lei).
Tempo de duração: 70 minutos

Classificação indicativa: 14 anos
Sessões com acessibilidade em libras: 30/10 e 06/11

Informações: (61) 3206 6456

Acesso para pessoas com deficiência


Oficina: Dramaturgia da Imagem

Eduardo Tadeu Figueiredo (diretor de teatro)

A oficina aborda o conceito da importância da concepção estética em uma encenação, a partir de experiências próprias em encenações como: Frida Y Diego e Um Beijo em Franz Kafka. Toda imagem tem uma “significação” – uma narrativa especifica – e nós temos dois pontos com narrativas distintas, com base na dramaturgia desses dois espetáculos. As referências vêm de pesquisas de grandes fotógrafos como: Tim Walker, Sebastião Salgado, David La Chapelle e Jan Saudek. Mas também na linguagem do polonês Tadeusz Kantor e da coreografa alemã Pina Bausch.

Oficina com Eduardo Figueiredo “Dramaturgia da Imagem”

Local: CAIXA Cultural Brasília - Sala Gente Arteira

Data e horário: 31 de outubro, sábado, das 11h às 13h
Local: Teatro

Duração: 120 minutos

Quantidade de participantes: 15 participantes em inscrição com a possibilidade de lista de espera

Público-alvo: Estudantes de teatro (atuação/direção), interessados em teatro e dramaturgia

Classificação indicativa para a atividade: 18 anos

Inscrições gratuitas na página do evento – site da CAIXA Cultural e no link na bio do @manhasemaniasprojetosculturais.

 

==> Foto: Instagram Caixa Cultural

 

 

"Mirar el bosque desde el bosque” apresenta a dimensão espiritual da Amazônia peruana

A floresta amazônica como território de vida, espiritualidade e conhecimento ancestral é o ponto de partida da exposição “Mirar el bosque desde el bosque”, que será inaugurada no dia 27 de outubro, no Instituto Cervantes de Brasília. Realizada pela Embaixada do Peru e pelo Instituto Cervantes, a mostra reúne reproduções das obras de dois artistas da região de Ucayali, na Amazônia peruana: Dimas Paredes e Shoyan Shëca. Por meio de linguagens e trajetórias distintas, os artistas apresentam uma visão da natureza que ultrapassa o mundo visível e incorpora seres espirituais, saberes transmitidos entre gerações e relações de respeito e reciprocidade com o ambiente natural.

Com curadoria de Gredna Landolt, a exposição propõe um olhar sobre a floresta a partir dos conhecimentos de quem nasceu e cresceu em estreita relação com ela. A fauna, a flora, os rios e as árvores aparecem nas pinturas não apenas como elementos de uma paisagem exuberante, mas como partes de um universo interligado, habitado também por espíritos guardiões e entidades que, segundo as tradições amazônicas representadas pelos artistas, contribuem para o equilíbrio da natureza. Nesse contexto, a mostra convida o público a refletir sobre outras formas de compreender o mundo natural e sobre a urgência de rever as relações entre os seres humanos e as demais espécies.

Dimas Paredes

Nascido em 1954, em Masisea, na região de Ucayali, Dimas Paredes vive e trabalha em Pucallpa, na Amazônia peruana. Discípulo do pintor vegetalista Pablo Amaringo, desenvolve uma produção inspirada nos conhecimentos ancestrais da floresta e em suas dimensões espirituais. Suas composições minuciosas retratam a riqueza da vegetação amazônica e seres protetores da natureza, revelando um universo em que plantas, animais e entidades espirituais coexistem. Participou de exposições internacionais, como “Amazonía Contemporánea”, em Madri, e suas obras integram a coleção permanente do Museu de Arte de Lima (MALI).

Shoyan Shëca

Shoyan Shëca, nome artístico de Roldán Pinedo, nasceu em 1968 na comunidade indígena de San Francisco, em Ucayali, e pertence ao povo Shipibo. Autodidata, utiliza a pintura como forma de preservar e transmitir a memória, os saberes e a identidade de seu povo. Suas obras retratam a fauna e a flora amazônicas, incorporando o kené, grafismo tradicional Shipibo, como expressão de sua dimensão cultural e espiritual. Participou de exposições internacionais em cidades como Paris e Madri, consolidando-se como uma das referências da arte indígena contemporânea peruana.

Ao aproximar as produções de Dimas Paredes e Shoyan Shëca, “Mirar el bosque desde el bosque” evidencia diferentes maneiras de interpretar e representar a Amazônia, unidas pelo respeito à natureza e pelo reconhecimento dos saberes ancestrais. A exposição ganha especial relevância diante dos desafios ambientais contemporâneos, ao apresentar uma visão de mundo na qual a sobrevivência humana está ligada ao equilíbrio de todo o ecossistema. Mais do que retratar a floresta, os artistas convidam o visitante a percebê-la como um universo vivo, complexo e repleto de significados.

 

SERVIÇO:

Exposição: Mirar el bosque desde el bosque
Realização: Embaixada do Peru e Instituto Cervantes de Brasília
Curadoria: Gredna Landolt
Abertura: 27 de outubro de 2026, às 18h30
Visitação: de 28 de outubro de 2026 a 20 de janeiro de 2027
Horários: de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h; aos sábados, das 9h às 12h
Local: Instituto Cervantes de Brasília
Endereço: SEPS 707/907, Lote D, Asa Sul, Brasília (DF)

Assessoria de Imprensa: Tátika Comunicação @tatikaturra

                                           Kátia Turra 61 992247294

==> Foto: Divulgação


Direção de Miguel Falabella, o espetáculo “Marrom, o Musical” chega a Brasília (6, 7 e 8/11)

Depois de emocionar mais de 80 mil pessoas em sua primeira montagem, passando por cidades como São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), São Luís (MA), Belém (PA) e João Pessoa (PB), “Marrom, o Musical” retorna aos palcos em uma nova temporada, reafirmando seu lugar como uma das grandes homenagens recentes à música popular brasileira.

 

Com patrocínio da BB Seguros e apresentação do Ministério da Cultura, o espetáculo estreia no dia 11 de setembro, no Teatro Claro+, em São Paulo, onde permanece em cartaz até 25 de outubro. Na sequência, a produção segue em turnê nacional por Curitiba (PR), Brasília (DF), Belo Horizonte (MG) e Aracajú (SE).

 

O espetáculo Marrom, O Musical, chega em Brasília para três únicas apresentações, dias 06, 07 e 08 de novembro no Ulysses Centro de Convenções.

 

Idealizado por Jô Santana, com texto e direção de Miguel Falabella, “Marrom, o Musical” celebra os 50 anos de carreira de Alcione em uma narrativa que mistura memória, cultura popular, emoção e música. Mais do que revisitar a trajetória da artista, o espetáculo mergulha nas raízes do Maranhão e na força simbólica do Bumba Meu Boi, expressão cultural profundamente ligada à identidade da cantora.

 

No palco, a montagem reúne 24 atores e atrizes, 06 músicos, mais de 300 figurinos e uma grande estrutura de produção, movimentando também a cadeia criativa e econômica das cidades por onde passa. Ao todo, são mais de 250 empregos diretos e indiretos gerados desde a concepção até o fim da turnê.

 

Parte importante da estética do espetáculo também nasce no Maranhão: quatro artistas maranhenses integram o elenco e boa parte dos figurinos foi bordada em São Luís, pela Cooperativa Cuxá, em parceria sociocultural promovida pelo Instituto Humanitas360.

Para Luciana Garrone, Gerente de Marketing Institucional e Mercadológico da Brasilseg, uma empresa BB Seguros, apoiar produções culturais que celebram grandes nomes da arte brasileira é uma forma de contribuir para a preservação da memória e da identidade nacional.

Segundo Miguel Falabella, o espetáculo nasceu da vontade de traduzir para os palcos não apenas a trajetória artística de Alcione, mas também a potência cultural que ela representa para o país.

 

“Contar a vida de Alcione é mergulhar nas raízes de uma das mais ricas culturas populares do Brasil, a maranhense”, destaca o diretor.

 

Encerrando a “Trilogia do Samba”, iniciada por Jô Santana com “Cartola – O Mundo é um Moinho” e seguida por “Dona Ivone Lara – Um Sorriso Negro”, o musical reafirma o teatro como espaço de celebração coletiva, emoção e pertencimento. Em quase duas horas de espetáculo, o público é conduzido por uma experiência que atravessa música, memória afetiva e brasilidade.

 

 

SERVIÇO:

 

“Marrom, o Musical” Um espetáculo de Miguel Falabella

 

Três únicas apresentações – 06, 07 e 08 de novembro de 2026

Local: Ulysses Centro de Convenções — Eixo Monumental, SDC, Lote 5, Brasília

Sessões:

Sexta-feira e sábado: 20h

Domingo: 18h

Ingressos: de R$ 25,00 a R$ 350,00 — Lounge Frente, Plateia VIP e Lounge Central: R$ 175,00 a R$ 350,00 · Plateia Especial I: R$ 100,00 a R$ 200,00 · Plateia Especial II: R$ 25,00 a R$ 50,00

Duração: 2h, com intervalo de 15 minutos

Classificação: Livre

Vendas online: https://bileto.sympla.com.br/event/125023/d/405451

 

==> Foto: Caio Galucci

 

 

Wêlson Nunes apresenta stand-up em Brasília nos dias 30 e 31 de outubro

O humorista Wêlson Nunes chega a Brasília para duas apresentações do espetáculo “Wêlson Nunes: patrocinado por Mike, C&Lá e Craro”, nos dias 30 e 31 de outubro. Vencedor do Prêmio Multishow de Humor 2025, o comediante sobe ao palco do Teatro da Caesb, em Águas Claras, na sexta-feira (30), às 21h, e do Teatro dos Bancários, na Asa Sul, no sábado (31), às 19h. Os ingressos estão disponíveis pela plataforma Ingresso Digital.

Com aproximadamente uma hora de duração, o espetáculo reúne histórias e observações bem-humoradas sobre a vida adulta, as relações familiares e as experiências de um nordestino que encontrou na comédia uma maneira própria de interpretar o cotidiano. O repertório inclui situações inspiradas em sua origem humilde e nas diferenças culturais que percebeu ao conhecer outras regiões do país.

 

Um dos pontos de partida para as histórias é o olhar de Wêlson sobre os cariocas, observados pela perspectiva de quem chegou de outra região do Brasil. As diferenças de comportamento, os desafios da vida adulta e as situações familiares dão forma a um stand-up que transita entre o humor observacional, familiar e gospel. Com classificação livre, a apresentação é voltada a públicos de diferentes idades.

 

Natural de Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco, Wêlson descobriu o interesse pelo palco ainda na infância. Em 2019, passou a se dedicar ao stand-up comedy, desenvolvendo um estilo que transita entre o humor observacional, familiar e gospel.

 

Ao longo da carreira, conquistou espaço no circuito nacional de comédia, com apresentações em diferentes cidades e participações em concursos de humor. Entre os reconhecimentos recebidos estão o primeiro lugar no Concurso de Novos Talentos da Casa da Comédia Carioca e o título de Humorista da Noite no Hillarius Comedy, em São Paulo. Em 2025, o artista alcançou um novo marco ao vencer o Prêmio Multishow de Humor, reconhecimento que ampliou sua projeção nacional.

 

 

SERVIÇO:


Wêlson Nunes: patrocinado por Mike, C&Lá e Craro

30 de outubro (sexta-feira)
Horário: 21h
Local: Teatro da Caesb — Águas Claras, Brasília/DF

31 de outubro de 2026 (sábado)
Horário: 19h
Local: Teatro dos Bancários — Asa Sul, Brasília/DF

Duração: Aproximadamente 60 minutos
Classificação indicativa: Livre

Ingressos para ambas as apresentações:

  • Inteira: R$ 140
  • Meia solidária: R$ 90
  • Meia-entrada: R$ 70

Vendas: Ingresso Digital
https://ingressodigital.com/evento/22003/welson-nunes-patrocinado-por-mike-c-la-e-craro

https://ingressodigital.com/evento/21963,22267/welson-nunes-patrocinado-por-mike-c-la-e-craro

==> Foto: Site de Vendas.


1º Festival de Xadrez com competições abertas a jogadores do Brasil e do exterior

O Pátio Brasil Shopping será palco, no dia 24 de outubro, do 1º Festival de Xadrez – Pátio Brasil Shopping, que reunirá enxadristas em duas modalidades: Xadrez Rápido e Xadrez Blitz. A organização estima a participação de mais de 100 competidores.

O festival tem entre seus objetivos promover o intercâmbio entre enxadristas e contribuir para a melhoria do nível técnico da modalidade no Distrito Federal, no Centro-Oeste e no Brasil. Os resultados das duas competições também serão informados à FIDE e à CBX para computação do rating, permitindo a atualização da pontuação dos participantes de acordo com os resultados obtidos nas partidas.

O torneio é aberto à atletas de todo o Brasil e também do exterior. Para se inscrever é necessário que o competidor seja cadastrado na CBX ou que tenha ID FIDE de outra federação. A participação é recomendada para crianças a partir dos seis anos.

A programação vai contar, ainda, com a presença de Mestres Nacionais, Mestres FIDE e Mestres Internacionais. Já está confirmada a participação do Mestre FIDE Luigy Lira, atual campeão brasileiro universitário de 2026 e morador de Brasília. 

Modalidades

No Xadrez Rápido, as partidas começam às 14h, com controle de tempo de 10 minutos mais cinco segundos de acréscimo por lance. Serão seis rodadas para competições com até 36 participantes e sete rodadas quando o número for superior a 36.

Já o Xadrez Blitz terá início às 19h30, com partidas de três minutos mais dois segundos de acréscimo por lance. Serão sete rodadas para torneios com até 30 participantes e nove rodadas acima desse número.

Premiação

  • Xadrez Rápido: R$ 2 mil
  • Xadrez Blitz: R$ 2 mil
  • Troféus: 1º ao 3º lugar na categoria Absoluto; campeã feminina; Juvenil até 20 anos; Under 15 e Under 12.
  • Medalhas: 4º ao 10º lugar na categoria Absoluto; melhores 50+ e 60+; 2ª e 3ª colocadas no feminino; 2ª e 3º colocados Under 12; 1º ao 3º colocados Under 10 e Under 8.

A premiação total em dinheiro será de R$ 4 mil, sendo R$ 2 mil para cada modalidade, além dos troféus e medalhas previstos no regulamento.

A iniciativa é organizada pelo árbitro da Federação Internacional de Xadrez (FIDE) e Mestre Nacional Westerley B. Campos, pelo Mestre Nacional Ivo Pereira de Arruda Filho, diretor do Centro-Oeste da Confederação Brasileira de Xadrez (CBX), e por José Augusto Oliveira, em parceria com o Pátio Brasil Shopping, a Federação Brasiliense de Xadrez e a Confederação Brasileira de Xadrez (CBX).

Inscrições e valores

As inscrições serão iniciadas em 5 de outubro.

Por modalidade:

  • 1º lote – até 11/10: R$ 35
  • 2º lote – de 12/10 a 18/10: R$ 50
  • 3º lote – de 19/10 a 24/10: R$ 60

Combo Rápido + Blitz:

  • 1º lote – até 11/10: R$ 60
  • 2º lote – de 12/10 a 18/10: R$ 80
  • 3º lote – de 19/10 a 24/10: R$ 100

Participantes com mais de 60 anos – por modalidade:

  • 1º lote: R$ 30
  • 2º lote: R$ 40
  • 3º lote: R$ 50

Participantes com mais de 60 anos – combo Rápido + Blitz:

  • 1º lote: R$ 40
  • 2º lote: R$ 50
  • 3º lote: R$ 60

A programação começa às 13h, com o congresso técnico do Rápido, seguido da abertura às 13h30 e início das partidas às 14h. A premiação do Rápido está prevista para aproximadamente 18h15. O congresso técnico do Blitz será às 19h15, com início das partidas às 19h30 e cerimônia de premiação ao término da competição.

 

SERVIÇO:

  • Evento: 1º Festival de Xadrez – Pátio Brasil Shopping
  • Data: 24 de outubro de 2026 (sábado)
  • Local: Pátio Brasil Shopping – SCS Q. 7, Bloco A, Asa Sul, Brasília/DF
  • Horário: a partir das 14h
  • Premiação: R$ 2 mil em cada modalidade, além de troféus e medalhas
  • Participação: aberta a enxadristas de todo o Brasil e do exterior, cadastrados na CBX ou com ID FIDE de outra federação

 ==> Foto: Divulgação

 

Grande Sertão Veredas encenado em trilogia no palco do Teatro Brasília Shopping - 23 a 25/10

O universo de João Guimarães Rosa ocupa o Teatro Brasília Shopping de 23 a 25 de outubro com a Trilogia Grande Sertão: Veredas, idealizada e protagonizada por Gilson de Barros, sob direção de Amir Haddad. Integrando a Mostra Teatral de Brasília, a temporada reúne “Riobaldo”, “No Meio do Redemunho” e “O Julgamento de Zé Bebelo”, com uma peça em cada dia. As sessões acontecem na sexta-feira e no sábado, às 20h, e no domingo, às 19h.

 

As três montagens percorrem diferentes momentos e questões do romance, compondo um painel cênico da obra de Rosa. Entre amores, dúvidas sobre a existência do diabo e conflitos entre justiça e violência, a trilogia encontra na palavra e no trabalho do ator os caminhos para aproximar o público do sertão narrado por Riobaldo. O trabalho de Gilson de Barros com a obra rendeu-lhe uma indicação ao Prêmio Shell Rio 2023.

 

Em “Riobaldo”, Barros narra uma trajetória atravessada pelos amores do ex-jagunço: Diadorim, companheiro de jagunçagem que guarda um segredo transformador; Nhorinhá, associada ao amor carnal e sem julgamentos; e Otacília, que representa a possibilidade de uma vida pacífica. Esses encontros revelam os afetos e as contradições que movem o personagem.

 

Já “No Meio do Redemunho” apresenta um Riobaldo envelhecido, agora fazendeiro, em diálogo direto com o público sobre a existência do diabo. A montagem articula contos populares do sertão e reflexões sobre o bem e o mal, explorando a riqueza da linguagem roseana e as inquietações de quem revisita a própria história.

 

Completando a trilogia, “O Julgamento de Zé Bebelo” encena o confronto entre a lei dos homens e a lei do sertão. Derrotado, o líder jagunço Zé Bebelo exige um julgamento em vez da execução sumária. Joca Ramiro, o “chefe dos chefes”, assume então o papel de juiz, instaurando um sistema de justiça em meio ao universo dos jagunços.

 

“Esta cena é um microcosmo da sociedade”, analisa Haddad. “Zé Bebelo, ao exigir seu direito a um julgamento, traz para o mundo violento dos jagunços um lampejo de civilização, mesmo que à sua maneira”. Barros, que interpreta vários personagens, acrescenta: “Há um momento em que Zé Bebelo diz 'Se vou morrer, quero morrer de direito'. Essa fala resume toda a complexidade moral que Rosa via no sertão”.

 

Os três espetáculos compartilham uma abordagem cênica minimalista, onde a palavra de Guimarães Rosa é a verdadeira protagonista. "Optamos por não poluir o texto com excessos visuais", explica Haddad. "A força está na linguagem Roseana - cada palavra é como um tijolo construindo esse universo único". A iluminação cuidadosa e o trabalho vocal meticuloso de Gilson de Barros completam o quadro, transportando o público para o sertão mítico criado por um dos maiores gênios da literatura brasileira.

 

Os artistas

Cofundador do Teatro Oficina nos anos 1950 e um dos nomes de referência do teatro brasileiro, Amir Haddad traz à trilogia sua experiência com a cena experimental e a investigação das possibilidades de encontro entre ator, texto e público.

 

Com mais de 40 anos de carreira, Gilson de Barros é formado pela UNIRIO e trabalhou com diretores como Augusto Boal e Domingos Oliveira. Na trilogia, sua dedicação à obra de Guimarães Rosa se traduz na interpretação de diferentes personagens e no trabalho com a musicalidade e os sentidos da linguagem do escritor.

 

A Mostra Teatral de Brasília é apresentada pelo Ministério da Cultura e Grupo Bali, via Lei Rouanet, com patrocínio da Paulo Octávio Investimentos e apoio do Brasília Shopping

 

Ficha técnica:

Recorte e atuação: Gilson de Barros | Direção: Amir Haddad | Cenário e direção de arte: José Dias | Cenário e figurinos: Karlla de Luca | Iluminação: Aurélio de Simoni | Programação visual: Guilherme Rocha, Mikey Vieira e Pedro Azamor | Técnico: Mikey Vieira e Pedro Azamor | Realização: Barros Produções Artísticas Ltda.

 

 

SERVIÇO:


Trilogia Grande Sertão: Veredas
Espetáculos: “Riobaldo”, “No Meio do Redemunho” e “O Julgamento de Zé Bebelo” — uma peça por dia

Mostra Teatral de Brasília
Local: Teatro Brasília Shopping
Endereço: SCN Quadra 05 — Asa Norte
Dias e horários: 23 e 24 de outubro de 2026, sexta-feira e sábado, às 20h; 25 de outubro, domingo, às 19h
Duração: 60 minutos
Ingressos: R$ 50,00 (meia) e R$ 100,00 (inteira)
Ingressos populares (sujeitos à lotação): R$ 20,00 (meia) e R$ 40,00 (inteira)
Vendas pela Sympla: https://www.sympla.com.br/produtor/estrellaculturaearte
Classificação indicativa: não recomendado para menores de 16 anos

Informações: https://www.instagram.com/teatrobrasiliashopping/

==> Foto: Site de Vendas