Embaixada da Espanha e Instituto Cervantes apresentam espetáculo gratuito

O espetáculo Candil: Lorca Sonoro , que será apresentado , no dia 4 de agosto, no Instituto Cervantes é uma homenagem à obra de Federico García Lorca, um dos maiores expoentes da literatura espanhola do século XX. Com entrada gratuita, a apresentação reúne os artistas uruguaios Sabrina Lastman e Luis Bravo em um concerto que aproxima poesia, música e performance, celebrando a riqueza da cultura hispânica.

Baseado em textos de Lorca, o repertório reúne obras em prosa e poesia, além de canções do cancioneiro popular compilado pelo poeta, musicadas por Sabrina Lastman. A apresentação combina arranjos para duas vozes, canto, saltério e trilhas gravadas, criando uma experiência sensorial que também conta com a colaboração da compositora uruguaia Juanita Fernández. Mais do que um recital, Candil: Lorca Sonoro propõe uma imersão no universo poético de Lorca, revelando a atualidade de sua obra e seu profundo diálogo com a tradição popular espanhola por meio de uma linguagem artística contemporânea.

Sobre os artistas

Sabrina Lastman (Uruguai) é vocalista, criadora, professora de voz e canto e docente do Método Feldenkrais de Educação Somática. Bacharel em Música pelo Departamento de Jazz da Jerusalem Academy of Music & Dance (Israel), formou-se também como professora no Feldenkrais Institute (Nova York) e é certificada em Somatic Voicework – The LoVetri Method, pela Shenandoah University (EUA). Ao longo da carreira, apresentou-se na Argentina, Estados Unidos, Israel, Polônia e Chile.

Luis Bravo (Uruguai) é poeta, performer, ensaísta, pesquisador de literatura, professor universitário e doutor em Letras pela Universidade de Notre Dame (EUA). Autor de dez livros de poesia, oito discos, dois CD-ROMs e um DVD, desenvolve uma obra de caráter multimídia em colaboração com músicos, bailarinos e videoartistas. Já participou de festivais e apresentações em diversos países da América, Europa e Ásia.

SERVIÇO:

Espetáculo “Candil: Lorca Sonoro”

Realização: Embaixada da Espanha e Instituto Cervantes

Artistas: Sabrina Lastman (Uruguai) e Luis Bravo (Uruguai)

Data: 4 de agosto de 2026 (terça-feira)

Horário: 19h

Local: Auditório do Instituto Cervantes – SEPS 707/907 Sul, Conjunto D, Brasília (DF)

Entrada: Gratuita, sujeita à lotação do auditório.

Classificação indicativa: Livre.

==> Foto: Divulgação

Teatro Caleidoscópio evoca Sócrates para abordar questões contemporâneas

Há mais de trinta anos dedicado à criação de espetáculos que articulam teatro, estética, filosofia e debate público, o Grupo-Teatro Caleidoscópio apresenta, em dois finais de semana de agosto, a sua nova montagem, Cicuta (ou Um tal de Sócrates). A peça acompanha o julgamento e a morte de Sócrates, apresentado não como monumento da filosofia, mas como um homem perigoso por ensinar jovens a pensar e a insinuar a existência de novos deuses.

 

Entre o tribunal, o oráculo e a prisão, o espetáculo atualiza o método socrático para o presente, confrontando o público com perguntas sobre obediência, educação, democracia e responsabilidade. “Em um momento eleitoral decisivo, é importante falar da importância do voto automático, do medo do outro e da influência da mídia, convidando especialmente os jovens eleitores a refletirem além dos clichês ideológicos”, diz o diretor e dramaturgo da peça, André Amahro.

 

Sem indicar posições políticas, a peça afirma o pensamento crítico como ato ético e lembra que, como dizia Sócrates, “uma vida sem exame não vale a pena ser vivida”. Tudo o que se sabe sobre ele foi escrito por Platão – filósofo que tinha intenção original de se tornar dramaturgo - e outros pensadores da época (século V a.c.).

 

A dramaturgia segue, principalmente, as fontes platônicas, como os quatro diálogos referentes ao julgamento e à morte de Sócrates, que funcionam como verdadeiras tragédias. “Considerando que a intenção original de Platão era ser dramaturgo – daí a história de Sócrates em diálogos, como uma peça de teatro –, é possível ver Sócrates como um herói trágico da mesma estatura que Édipo e Hamlet, por exemplo”, analisa Amahro.

 

O título Cicuta (ou Um tal de Sócrates) sintetiza as duas dimensões centrais do espetáculo. Cicuta remete ao desfecho trágico do filósofo, condenado à morte por envenenamento, por desafiar as certezas de seu tempo; Um tal de Sócrates aproxima essa figura monumental do homem comum, retirando-o do pedestal da História para colocá-lo diante do público de hoje.

 

Mais do que narrar a morte de um filósofo, a peça investiga por que uma sociedade decide silenciar quem faz perguntas incômodas. A cicuta torna-se, assim, menos um veneno e mais o símbolo do preço que o pensamento crítico frequentemente paga quando confronta o poder.

 

Feminismo singular

Estão na peça as atrizes Vanessa Di Farias (Sócrates), Sandra Regina (Meleto), Flavia Neiva (Anito) e Raquel Aló (Pitonisa), além do multi-instrumentista Elias Santos, responsável pela trilha original do espetáculo. Majoritariamente feminina, a composição do elenco surge como um acaso da própria configuração do grupo, mas revela uma camada conceitual potente do espetáculo: uma estética anti-gênero, na qual o corpo do ator é entendido como instrumento ficcional livre para a criação de personagens, para além de papéis fixados por identidade. Ao mesmo tempo, esse dado acidental ganha força política e poética ao apontar um lugar de feminismo singular, em que as personagens podem ser vistas como mulheres dizendo a outras mulheres o conteúdo filosófico da peça.

 

Essa escolha dialoga diretamente com a realidade eleitoral brasileira, na qual as mulheres são maioria absoluta do eleitorado — mais de 81,8 milhões de eleitoras, correspondendo a 52,47% do total, sendo cerca de 20 milhões na faixa etária entre 45 e 59 anos — reforçando a pertinência de um espetáculo que convoca reflexão crítica, ética e política a partir de vozes femininas em cena.

 

O Grupo-Teatro Caleidoscópio 

O Teatro Caleidoscópio é um projeto independente de pesquisa teatral fundado, desenvolvido e dirigido pelo ator e diretor André Amahro, que toma emprestadas as dinâmicas do caleidoscópio para orientar o trabalho do ator e da encenação. Nasceu em 1994, como projeto de extensão da Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, em Brasília, dando origem ao chamado Grupo Caleidoscópio. O projeto lhes rendeu um teatro de bolso, uma dissertação de Mestrado, três livros publicados, 25 espetáculos encenados, prêmios e indicações em festivais e o Prêmio Brasília 60 anos, conferido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF. Participou três vezes do Festival Internacional de Teatro Cena Contemporânea, em Brasília, e de mostras internacionais de teatro na França, Angola e Portugal. + em https://www.andreamahro.com/teatro-caleidoscopio 


Ficha Técnica:

Dramaturgia | André Amahro

Direção Geral | André Amahro 

Elenco | Vanessa Di Farias, Flavia Neiva, Sandra Regina e Raquel Aló.

Iluminação | Claudio Lago

Produção | Grupo Caleidoscópio

Direção de Arte e Fotografias | André Amahro e Claudio Lago

Trilha Sonora Original e Direção Musical | Elias Santos

Apoio | Sindilegis, NNC e Incentivo Cultural


 

SERVIÇO:

 

Cicuta, do Grupo-Teatro Caleidoscópio 

Local: Teatro Engrenagem

Endereço: SHCGN 708/709 Bloco B, entrada 30, subsolo

Temporada: de 31/7 a 9/8, sextas, às 20h, e sábados e domingos, às 18h

Ingressos: 60,00 (inteira) e 30,00 (meia entrada para estudantes, professores, 60 + e PCDs ou + 1 Kg de alimento não perecível)

Bilheteria: http://www.sympla.com.br/event__3500045

Classificação indicativa: não recomendado para menores de 14 anos

Duração: 60 min

Informações: (61) 99592-7107 (WhatsApp)

==> Foto: Divulgação

 

Moreno Veloso e Domenico Lancellotti brindam décadas de amizade e criação musical

Brasília recebe, no dia 1º de agosto, um encontro inédito entre Moreno Veloso e Domenico Lancellotti. Amigos desde a infância e parceiros em alguns dos projetos mais importantes da música brasileira contemporânea, os artistas apresentam, no Museu Nacional da República, um espetáculo concebido especialmente para o formato de duo. Em cena, violão, guitarra, percussões e vozes conduzem uma apresentação intimista que coloca a amizade e a criação musical no centro da experiência.

Ao longo de décadas, Moreno e Domenico construíram uma parceria que atravessa diferentes momentos da música brasileira. Juntos, participaram de projetos que se tornaram referência, como Mulheres que Dizem Sim, a série +2 (Kassin+2, Domenico+2 e Moreno+2), Orquestra Imperial, as bandas de Gal Costa e Partimpim, de Adriana Calcanhotto, além de espetáculos como Refavela e Gold Night Varsóvia.

Agora, essa trajetória ganha um novo capítulo. No palco, apenas os dois músicos e seus instrumentos. Violão, guitarra, percussões e vozes conduzem um espetáculo em que a simplicidade da formação amplia a força das composições e evidencia a conexão construída ao longo de décadas. Entre canções conhecidas, parcerias e interpretações, o repertório revela a liberdade criativa que sempre marcou o encontro entre os artistas.

O espetáculo integra a programação comemorativa dos 35 anos da Giral Projetos Culturais. Ao longo de mais de três décadas, a produtora vem contribuindo para ampliar a presença de grandes atrações nacionais e internacionais em Brasília, consolidando uma trajetória marcada pela diversidade artística e pela valorização da cultura. O encontro entre Moreno Veloso e Domenico Lancellotti reforça esse compromisso com uma curadoria voltada à música brasileira de excelência.

 

SERVIÇO:

Moreno Veloso e Domenico Lancelotti

Data: 01 de agosto (sábado)

Horário: 21:00 horas

Local: Museu Nacional da República - SCTS Lot 2 - Plano Piloto, Brasília - DF

Valores:

R$200,00 inteira

R$140,00 meia solidária

R$100,00 meia

Bilheteria: Ingresso Digital

Classificação: Livre

 

==> Foto: Divulgação

 

7ª Feira do Cordel Brasileiro na Caixa Cultural celebra tradição, palavra e invenção popular

A literatura de cordel, reconhecida desde setembro de 2018 como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), ocupa Brasília com a Feira do Cordel Brasileiro. Em sua 7ª edição, o encontro chega pela primeira vez à capital do país, transformando a CAIXA Cultural em território de encontros entre poesia, música, xilogravura, performance e pensamento contemporâneo sobre a cultura popular.


De 28 de julho a 02 de agosto, os candangos poderão vivenciar uma programação que atravessa exposições, oficinas, mesas, recitais, cantorias, lançamentos de livros, espetáculos e shows, reunindo nomes consagrados da tradição cordelista e novas vozes que mantêm a linguagem em permanente movimento. Idealizada por Klévisson Viana, Tesouro Vivo da Cultura do Ceará, e realizada pela AESTROFE – Associação de Escritores, Trovadores e Folheteiros do Estado do Ceará, a Feira do Cordel Brasileiro tem como objetivo promover o encontro entre gerações e linguagens da cultura popular. O evento conta com patrocínio da CAIXA.


Saiba mais sobre a programação

Nesta edição, a programação ocupa diferentes espaços da CAIXA Cultural Brasília, com exposição e espetáculo de bonecos no Espaço Pesquisador Jeová Franklin | Hall de Entrada; oficinas no Ateliê Jô Oliveira | Sala 1; palestras, mesas, exibições de filmes e lançamentos de livros no Auditório Mestre Azulão | Sala 2; e apresentações artísticas e Feira de Cordéis, Livros, Xilogravura e Artes afins no Palco Mestre Lucas Evangelista | Jardim das Esculturas. Toda a programação tem acesso gratuito e é livre para todas as idades.

  

No primeiro dia, o público é convidado a mergulhar na exposição “O Universo do Cordel de Jô Oliveira”, com curadoria de Klévisson Viana (CE) e apresentação de Bráulio Tavares (RJ), reafirmando a força da imagem e da ilustração na construção do imaginário cordelista. A mostra poderá ser visitada no Espaço Pesquisador Jeová Franklin | Hall de Entrada, durante todo o período do evento, das 9h às 21h.


De terça a quinta, das 14h às 16h, no Ateliê Jô Oliveira | Sala 1, oficinas de xilogravura, voz e verso e práticas de cordel aproximam o público dos processos de criação. São três oficinas: “Voz e Verso: no Ritmo do Cordel”, ministrada por Rouxinol do Rinaré (CE), na terça-feira (28/7), às 14h; Oficina “A Arte da Xilogravura”, conduzida por Mestre Francorli (CE), na quarta-feira (29/7), às 14h; Oficina “O Mundo Encantado do Cordel”, com Evaristo Geraldo (CE), na quinta-feira (30/7), às 14h; e Oficina “A Arte da Xilogravura”, ministrada por Mestre Francorli (CE), na sexta-feira (31/7), às 14h. As inscrições para as oficinas serão realizadas pelo site da CAIXA Cultural Brasília. 

 

Por onde passa, a Feira do Cordel Brasileiro amplia o debate sobre o presente e o futuro da literatura popular brasileira — incluindo discussões que atravessam temas contemporâneos como inteligência artificial e cultura tradicional. Em Brasília, o evento abordará os temas “Uso da IA: vantagem ou aniquilamento da cultura popular”, com participação de Bráulio Tavares (RJ), Jô Oliveira (PE) e Mestre Klévisson Viana (CE) com Mediação de Eduardo Macedo (CE), na sexta-feira (31/7), às 15h30; e “Cordel Brasileiro: a autêntica poesia do povo”, com Eduardo Macedo (CE) com Mediação de João Bosco Bezerra Bonfim (DF), no domingo (2/8), às 14h. Estas atividades vão contar com intérpretes de Libras.


De sábado a domingo,  01/08 e 02/08, o evento ocupará o Jardim das Esculturas, com uma feira de diversos artigos do universo cordelista e programação artística, com recitais, declamações, cantorias de repente, espetáculos de teatro popular e shows musicais, compondo uma experiência que conecta diferentes expressões da cultura nordestina e suas reverberações no Brasil central.


Brasília como território do cordel

Se a Feira do Cordel Brasileiro tem raízes profundamente nordestinas, sua passagem por Brasília reafirma a potência da capital como território de permanência e reinvenção da cultura popular. A cidade, marcada por fluxos migratórios desde sua fundação, abriga uma cena viva de artistas, poetas e brincantes que mantêm o cordel em circulação cotidiana.


Nomes do Distrito Federal na programação da Feira ajudam a desenhar esse mapa local da tradição, como Sabiá Canuto, Davi Mello, Keyane Dias, Kanarinha, Fernando Cheflera e Os Nelsons, além de artistas que dialogam com o repente, a poesia falada e as linguagens da cultura popular que se enraízam no Cerrado.


Para o idealizador e curador da Feira, Klévisson Viana, a edição em Brasília reforça o caráter expansivo do projeto e sua capacidade de diálogo com públicos diversos.


“A sétima Feira do Cordel Brasileiro está chegando em Brasília, uma cidade que tem fortes laços com a cultura nordestina desde a sua fundação. Acredito que uma Feira de Cordel realizada em Brasília será muito bem acolhida e aceita pelo público. Um público com raízes profundas com a cultura nordestina, onde a literatura de cordel, a cantoria de viola, o teatro de bonecos e todas as artes do universo da cultura popular têm grande aceitação. Tenho certeza de que será um evento muito bonito, um grande encontro de autores com leitores e ouvintes da cantoria”, afirma.


Após seis edições no Ceará, o evento amplia sua circulação, levando a literatura de cordel e suas múltiplas expressões para outros equipamentos da CAIXA Cultural em três capitais do país. Iniciou em maio em Salvador, aportou em Fortaleza no mês de junho e, depois de Brasília, encerra a itinerância em São Paulo, de 8 a 12 de outubro.


Confira a programação completa:


Dia 28 de julho (Terça-feira)


Espaço Pesquisador Jeová Franklin | Hall de Entrada

9h às 21h - Exposição “O Universo do Cordel de Jô Oliveira” com curadoria de Klévisson Viana (CE) e apresentação de Bráulio Tavares (RJ)

Ateliê Jô Oliveira | Sala 1

14h às 16h - Oficina “Voz e Verso: no Ritmo do Cordel” - Rouxinol do Rinaré (CE)

Auditório Mestre Azulão | Sala 2

15h30 às 17h - Mesa “A ilustração para capa de folhetos de cordel” - Jô Oliveira (PE) e Klévisson Viana (CE) com mediação de João Bosco Bezerra Bonfim (DF)


Dia 29 de julho (Quarta-feira)


Espaço Pesquisador Jeová Franklin | Hall de Entrada

9h às 21h - Exposição “O Universo do Cordel de Jô Oliveira” com curadoria de Klévisson Viana (CE) e apresentação de Bráulio Tavares (RJ)

Ateliê Jô Oliveira | Sala 1

14h às 16h - Oficina “A Arte da Xilogravura” - Mestre Francorli (CE)  

Auditório Mestre Azulão | Sala 2

15h30 às 17h - Cine Cordel - Exibição dos curtas de animação “A moça que dançou depois de morta” e “O coronel e o lobisomem” e bate-papo com o diretor Ítalo Cajueiro (PE)


Dia 30 de julho (Quinta-feira)


Espaço Pesquisador Jeová Franklin | Hall de Entrada

09h às 21h - Exposição “O Universo do Cordel de Jô Oliveira” com curadoria de Klévisson Viana (CE) e apresentação de Bráulio Tavares (RJ)

Ateliê Jô Oliveira | Sala 1

14h às 16h - Oficina “O Mundo Encantado do Cordel” - Evaristo Geraldo (CE)

Auditório Mestre Azulão | Sala 2

15h30 às 16h - Recital “Cordel Passarema” - Sabiá Canuto (DF), Davi Mello (DF), Keyane Dias (DF), Kanarinha (DF) e Fernando Cheflera (DF)

16h10 às 17h30 - Mesa “Desafios de um editor de folhetos de cordel” com Rouxinol do Rinaré (CE) e Klévisson Viana (CE), com mediação de Paulo de Tarso (CE) 

 

Dia 31 de julho (Sexta-feira)

  

Espaço Pesquisador Jeová Franklin | Hall de Entrada

9h às 21h - Exposição “O Universo do Cordel de Jô Oliveira” com curadoria de Klévisson Viana (CE) e apresentação de Bráulio Tavares (RJ)

Ateliê Jô Oliveira | Sala 1

14h às 16h - Oficina “A Arte da Xilogravura” - Mestre Francorli (CE)  

Auditório Mestre Azulão | Sala 2

15h30 às 17h - Mesa “Uso da IA: vantagem ou aniquilamento da cultura popular” - Bráulio Tavares (RJ), Jô Oliveira (PE) e Mestre Klévisson Viana (CE) com mediação de Eduardo Macedo (CE)


Palco Arraiá CAIXA (Estacionamento)

17h10 às 18h - Show “A Cantilena” - Adiel Luna (PE

18h10 às 19h - Espetáculo Os Brincantes” - Grupo Cultural Pé de Cerrado (DF)  


Dia 01 de agosto (Sábado)


Espaço Pesquisador Jeová Franklin | Hall de Entrada

9h às 21h - Exposição “O Universo do Cordel de Jô Oliveira” com curadoria de Klévisson Viana (CE) e apresentação de Bráulio Tavares (RJ)

Botando Boneco| Hall de Entrada

11h às 12h - Espetáculo “Exemplos de Bastião” - Grupo Mamulengos sem Fronteira (DF) 

Auditório Mestre Azulão | Sala 2

15h30 às 17h - Palestra “De Cordéis e Gravuras - O Multiverso de Jeová Franklin” - Beto Franklin (DF) com mediação de Paulo de Tarso (CE)

17h10 às 17h50 - Lançamentos dos livros “Cordéis do Diabo a Quatro” de Eduardo Macedo (CE) e “Grande Peleja de Cego Aderaldo com o Extraterrestre nas Terras de Quixadá” de Klévisson Viana (CE)

Palco Mestre Lucas Evangelista | Jardim das Esculturas

16h às 20h - Feira de Cordéis, Livros, Xilogravura e Artes afins

16h às 16h20 - Abertura - Participação do Mestre Klévisson Viana (CE) - (Tesouro Vivo da Cultura do Ceará, Curador da Feira), representante da CAIXA Cultural Brasília e artistas convidados: Mestre Jô Oliveira (PE), Beto Franklin (PE) e Mestre Evaristo Geraldo (CE)   

16h30 às 17h - Show “No Nordeste Imenso” - Meriele (DF)

17h10 às 18h - Cantoria de Repente - João Santana (DF) e Chico de Assis (RN)

18h10 às 19h - Show “Vozes do Nordeste” - Banda Atacama (DF) 

19h10 às 19h50 - Cantoria e Embolada - Guilherme Nobre (CE) e Pinto Branco (CE)  

20h às 20h45 - Show “A Rabeca Encantada” - Beto Brito (PB)  

 

Dia 02 de agosto (Domingo)


Espaço Pesquisador Jeová Franklin | Hall de Entrada

9h às 21h - Exposição “O Universo do Cordel de Jô Oliveira” com curadoria de Klévisson Viana (CE) e apresentação de Bráulio Tavares (RJ) 

Auditório Mestre Azulão | Sala 2

14h às 15h30 - Palestra “Cordel Brasileiro: a autêntica poesia do povo” - Eduardo Macedo (CE) com Mediação de João Bosco Bezerra Bonfim (DF)

Palco Mestre Lucas Evangelista | Jardim das Esculturas

16h às 20h - Feira de Cordéis, Livros, Xilogravura e Artes afins  

16h às 16h50 - Lançamento do Livro “Gênios Mirins em Cordel” - Beto Brito (PB)

18h10 às 19h - Cantoria de Repente - Os Nelsons (DF) 

17h40 às 18h30 - Show de Poesia - Adiel Luna (PE), Guilherme Nobre (CE) e Pinto Branco (CE)

20h10 às 21h - Show “Cordéis em Concerto” - Paola Tôrres (PE) e Allan Kardec (CE)


SERVIÇO:

 

[Vivência] 7ª Feira do Cordel Brasileiro

Local: CAIXA Cultural Brasília (SBS – Quadra 4 – Lotes 3/4)

Data: 28 de julho a 02 de agosto de 2026

Acesso gratuito

Classificação indicativa: Livre

Informações: (61) 3206-6456 – bilheteria | (61) 3206-9448 – recepção | site e Instagram da CAIXA Cultural: caixacultural.gov.br | @caixaculturalbrasilia

Patrocínio: CAIXA 

Acesso para pessoas com deficiência


Exposição “O Universo do Cordel de Jô Oliveira”

Local: Espaço Pesquisador Jeová Franklin | Hall de Entrada

Data/Horário: 28/07 a 2/08, das 9h às 21h


Oficinas

Local: Ateliê Jô Oliveira | Sala 1

Data/Horário: 28 a 31/07, das 14h às 16h

Inscrições gratuitas no site da CAIXA Cultural


Mesas e Palestras

Local: Auditório Mestre Azulão | Sala 2

Data/Horário: Dias 28 e 29/07 15h30 às 17h; 30/07, das 16h10 às 17h30; dia 31/07, das 15h30 às 17h; dia 02/08, das 14h às 15h30


Cine Cordel

Local: Auditório Mestre Azulão | Sala 2

Data/Horário: 29/07, das 15h30 às 17h


Feira de Cordéis, Livros, Xilogravura e Artes afins 

Local: Palco Mestre Lucas Evangelista | Jardim das Esculturas

Data/Horário: 31/07 a 02/08, das 16h às 20h


Assessoria de Imprensa La Pauta Comunicação 

Contato: Camila Muguruza (61) 981687402 | Naum Carlos (61) 98359-4906

[email protected]
Instagram e facebook: @lapautacomunicacao

 

==> Foto: Ilustração de Klévisson Viana

 

 

Brasília homenageia 190 anos de Carlos Gomes com concerto gratuito e repertório raro

Há 190 anos, em Campinas, São Paulo, nascia Antônio Carlos Gomes, um dos mais importantes compositores brasileiros e o primeiro artista do país a alcançar reconhecimento internacional no universo da música erudita. Para celebrar essa trajetória, o Coro e Orquestra da Casa da Cultura Brasília apresentam, no dia 26 de julho, às 17 horas, no Teatro de Arena do Guará, o concerto Tributo a Carlos Gomes – Concerto em homenagem aos 190 anos de nascimento do compositor. A apresentação tem entrada franca e classificação livre.

Apesar da importância de sua obra, Carlos Gomes ainda é pouco conhecido pelo grande público brasileiro. Muitos o associam apenas à abertura orquestral da ópera Il Guarany, que há décadas acompanha a abertura do programa A Voz do Brasil. No entanto, sua trajetória foi muito mais ampla: foi o compositor brasileiro mais famoso e respeitado na Europa em seu tempo, com obras apresentadas nos principais teatros do continente e grande reconhecimento no Teatro Alla Scala de Milão, considerado uma das maiores casas de ópera do mundo.

Nascido em 11 de julho de 1836, Carlos Gomes começou sua formação musical ainda criança, na banda organizada por seu pai, Manuel José Gomes, em Campinas. Desde cedo revelou talento extraordinário e, posteriormente, mudou-se para o Rio de Janeiro para estudar música e buscar novas oportunidades. Seu reconhecimento levou o imperador Dom Pedro II a conceder-lhe uma bolsa de estudos para aperfeiçoamento na Itália, onde construiu uma carreira internacional.

Foi em Milão que alcançou fama mundial com a ópera Il Guarany, inspirada no romance de José de Alencar. A obra, estreada em 1870 no Teatro Alla Scala, uniu a tradição da ópera italiana a elementos da cultura brasileira e projetou o nome de Carlos Gomes nos grandes palcos europeus. Na composição, o artista chegou a incorporar instrumentos de origem indígena, especialmente construídos na Itália sob sua orientação, buscando traduzir musicalmente aspectos da identidade brasileira.

Ao longo da carreira, Carlos Gomes escreveu outras importantes óperas, como Fosca, Salvator Rosa, Maria Tudor, Lo Schiavo e Condor, além do poema vocal-sinfônico Colombo. Sua produção recebeu elogios de grandes nomes da música de seu tempo, como Giuseppe Verdi, que reconheceu seu talento excepcional, e Franz Liszt, que destacou sua maturidade técnica, harmônica e orquestral.

O concerto em Brasília, que é realizado com recursos do FAC- Fundo de Apoio à Cultura da Secec- Secretaria de Cultura e Economia Criativa do GDF-, propõe justamente um reencontro com essa obra grandiosa, apresentando ao público um repertório pouco executado atualmente, mas de enorme riqueza musical. Para cantores e músicos de orquestra, interpretar Carlos Gomes representa um desafio artístico pela complexidade técnica de suas partituras e, ao mesmo tempo, uma oportunidade de valorizar um dos maiores patrimônios da música brasileira.

A programação será dividida em duas partes. A abertura ficará por conta de A Alvorada, trecho orquestral da ópera Lo Schiavo, cuja música descreve o nascimento do dia nos cenários brasileiros. Em seguida, serão apresentadas árias e duetos das óperas Fosca e Maria Tudor, além da conhecida canção Quem Sabe.

Na segunda parte, o público ouvirá a célebre abertura de Il Guarany, seguida por árias, duetos e trechos corais da ópera. O encerramento será com o Hino ao Novo Mundo, do poema vocal-sinfônico Colombo, reunindo solistas e coro em uma celebração à grandiosidade da criação de Carlos Gomes.

Participam do concerto os solistas Janette Dornellas, Roger Vieira, Sophia Dornellas, Edvan Moraes, Alane Faleiros, Jorge Bruno e Paulo Santos, acompanhados pelo Coro e Orquestra da Casa da Cultura Brasília, com participação especial do Coral Cantando no Chuveiro.

Reconhecida como uma das grandes vozes líricas de Brasília, a soprano Janette Dornellas tem carreira consolidada no cenário nacional, com apresentações nas principais casas de ópera do país. Em 2023, interpretou esse repertório de Carlos Gomes em La Paz, na Bolívia, em concerto realizado a convite da Embaixada do Brasil, ao lado de músicos bolivianos.

O tenor Roger Vieira integra a nova geração de cantores líricos do Distrito Federal e vem se destacando pela união entre qualidade vocal e presença cênica em óperas, musicais e produções teatrais. Completam o elenco a jovem soprano Sophia Dornellas, atualmente doutoranda em Ópera pela Universidade Columbia, nos Estados Unidos; o tenor e pianista Edvan Moraes, doutorando em Regência pela mesma instituição; o baixo Paulo Santos; a soprano Alane Faleiros; e o baixo Jorge Bruno.

A regência do espetáculo é do maestro Deyvison Miranda, titular do Madrigal de Brasília e professor da Escola de Música de Brasília. O maestro também está à frente do Coral da Câmara dos Deputados, Coral do Itamaraty, Coral da Controladoria-Geral da União e Coral Brasília, além de atuar como regente de óperas e projetos dedicados à valorização da música coral e sinfônica.

O concerto integra as ações de valorização da música brasileira e oferece ao público uma oportunidade especial de celebrar, ao ar livre, a obra de um compositor que colocou o Brasil no mapa mundial da música erudita.

 

SERVIÇO:

Tributo a Carlos Gomes – Concerto em homenagem aos 190 anos de nascimento do compositor

Data: 26 de julho de 2026 (domingo)
Horário: 17 horas
Local: Teatro de Arena do Guará (atrás da Casa da Cultura do Guará e ao lado da Feira do Guará)
Entrada: Franca
Classificação indicativa: Livre

Participação: Coro e Orquestra da Casa da Cultura Brasília, cantores solistas convidados e Coral Cantando no Chuveiro.

Sugestão ao público: leve sua cadeira de praia ou uma toalha e aproveite o pôr do sol em um concerto ao ar livre, em clima de piquenique, celebrando um dos maiores compositores da história da música brasileira.

Assessoria de Imprensa: Tátika Comunicação @tatikaturra

                                           Kátia Turra (61) 992247294

==> Foto: Divulgação

 

Luiz Fernando Guimarães comemora 50 anos de carreira com a comédia: "Baixa Sociedade"

Até onde você seria capaz de ir para conquistar ascensão social? É essa a pergunta que guia “Baixa Sociedade”. Na trama, Otávio (Luiz Fernando Guimarães) é um homem movido pela ambição e pelo desejo de reconhecimento, dinheiro e status. Entre mentiras e planos mirabolantes, ele transforma o cotidiano da família em uma tentativa permanente de escapar das limitações impostas pela realidade.

 

Baixa Sociedade cumpre temporada no Teatro Unip (913 Sul), de 30 de julho a 2 de agosto, com sessões de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 18h. Os ingressos já estão à venda em: https://bileto.sympla.com.br/event/123078, a partir de R$ 90,00. O espetáculo tem duração de 70 minutos e classificação 14 anos.

 

Ao lado do filho, Otavinho (Paulo Mathias Jr), o patriarca cria situações absurdas e cômicas para sustentar uma imagem de sucesso que, aos poucos, revela suas fragilidades, contradições e frustrações. “É um personagem muito humano, que tem seu lado ruim e seu lado bom, assim como todo mundo. Muita gente vai se identificar”, diz Luiz Fernando Guimarães.

 

Para Pedro Neschling, a força do texto está na permanência dos temas abordados por Juca de Oliveira: “Apesar de ser uma peça escrita nos anos 1970, a história ainda conversa muito com o Brasil de hoje, pois fala sobre a vontade de ascensão social, custe o que custar, e sobre o famoso jeitinho brasileiro, que não mudou em nada dos anos 1970 para cá”, revela.

 

Entre encontros inesperados, conflitos familiares e relações atravessadas por interesses e aparências, Baixa Sociedade, constrói um retrato ácido e bem-humorado sobre o desejo de pertencimento e os mecanismos sociais que moldam comportamentos.

 

Sinopse: O público acompanha a história de Otávio, um homem disposto a tudo para mudar de vida: mentir, fingir, inventar, acreditando que o sucesso depende apenas da aparência certa. A partir dessa trama, Juca de Oliveira constrói um retrato divertido e incômodo do brasileiro contemporâneo: aquele que sonha em subir, mas não percebe que o chão ainda está por fazer. Com humor afiado, “Baixa Sociedade” promete fazer o público rir, pensar e se reconhecer.

 

Ficha Técnica:

Texto: Juca De Oliveira | Direção: Pedro Neschling | Elenco: Luiz Fernando Guimarães, Paulo Mathias Jr,  Bruna Trindade e Debora Ozorio | Assistente de Direção: Paulo Mathias Jr | Cenografia: Mira Andrade | Iluminadora: Adriana Ortiz | Figurinos: Antônio Medeiros e Fernanda Albuquerque | Direção Musical: Rodrigo Marçal | SAC: Carinne Namba | Projeto Gráfico: Lucas Sancho | Assessoria de Imprensa: Prisma Colab | Assessoria de imprensa em Brasília: Território Comunicação | Comunicação e Marketing: Lucas Sancho | Gestão de Performance e Redes Sociais: Nucleus | Assistente Luiz Fernando Guimarães: Alécia Medeiros | Assistente de Interpretação Luiz Fernando Guimarães: Charlotte Cochrane | Fotografia: Leo Aversa | Assistente de Fotografia: João Oliveira | Produção Executiva: Xandy | Produção Geral: Miçairi Guimarães e Sandro Chaim | Realização: Magic Arts

 

 

SERVIÇO:

 

Baixa Sociedade, com Luiz Fernando Guimarães

Gênero: comédia

Local: Teatro UNIP

Endereço: SGAS 913 - Asa Sul

Temporada: de 30 de julho a 2 de agosto.

Horários: de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h

Não será permitida a entrada após o início do espetáculo.

Ingressos: a partir de R$ 90,00.

Bilheteria: https://bileto.sympla.com.br/event/123078

Duração: 70 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

 

O Teatro UNIP: https://www.teatrounip.com | https://www.facebook.com/TeatroUnip | @teatrounip. Bilheteria: apenas nos dias de apresentação, sábado e domingo das 14h até o início do espetáculo. Aceita todos os cartões de débito e crédito. Não aceita cheque. Ar-condicionado e acesso para cadeirantes. Estacionamento gratuito. Capacidade para 500 pessoas

==> Foto: Site de Vendas