O CCBB Brasília apresenta "Saudade" do grupo Os Geraldos, de São Paulo

O Centro Cultural do Banco do Brasil Brasília recebe, a partir de 25 de fevereiro, a temporada do espetáculo Saudade, do Grupo Os Geraldos, com concepção e direção de Douglas Novais, dramaturgia de Julia Cavalcanti e Paula Guerreiro, e direção musical de Everton Gennari. Saudade cumpre temporada até 8 de março, com sessões de quarta a domingo. Quartas e sextas, às 20h; sábados, às 17h e às 20h; e domingos, às 18h. As sessões de quinta-feira, às 20h, contam com acessibilidade em Libras e audiodescrição.

 

Inspirada no conto Pinguinho, de Viriato Correia, e nos escritos de Rubem Alves, a montagem articula os temas infância, morte e perda, ancorados em canções do imaginário coletivo, cantadas ao vivo por 13 intérpretes, que estruturam a cena e conduzem a narrativa. No vilarejo que ganha forma no palco, a saudade se manifesta como presença ativa — cantada, dita e corporificada — sustentando o encontro entre os atores e o público.

 

Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada) e estarão disponíveis para venda no site ccbb.com.br/brasilia e na bilheteria do CCBB Brasília. Informações: (61) 3108-7600 | ccbb.com.br/brasilia | Instagram.com/ccbbbrasilia | Facebook.com/ccbbbrasilia. A classificação indicativa é de 16 anos.

 

A temporada será acompanhada de atividades formativas gratuitas, que compartilham aspectos fundamentais da linguagem do grupo Os Geraldos. As oficinas acontecem nos dias 4, 5 e 6 de março, sempre das 10h às 13h: 4/3 (quarta): Voz em Ação e Corpo-Coro (1h30 cada); 5/3 (quinta): Corpo-Coro (1h30); e 6/3 (sexta): Orquestração do Exercício Cênico, seguida de bate-papo. Público-alvo: interessados a partir de 16 anos. As inscrições são realizadas por meio do formulário: https://forms.gle/JbixMC51vpBLQqBY8

 

Saudade se constrói na intersecção entre o teatro popular e uma pesquisa multicultural. Ainda em sua fase inicial de pesquisa, em 2024, a montagem foi aprovada — entre mais de 200 inscrições, de 24 países — na Convocatoria Iberoamericana de Residencias de Creación, do Programa Iberescena, que selecionou apenas dois projetos. Esse reconhecimento gerou o ponto de partida para uma Residência Internacional realizada junto ao Teatre Nu, num vilarejo próximo a Barcelona, na Espanha, seguindo depois para Itália, França e Inglaterra.

 

 "Lá apresentamos uma primeira versão do espetáculo em espanhol para um público que, no debate pós-espetáculo, parecia tão conectado à obra que foi como se, entre aquele vilarejo catalão e nosso Brasil profundo, não houvesse tanta diferença assim", conta o diretor Douglas Novais.

 

A música ao vivo, executada em cena por 13 intérpretes, ocupa papel central na construção da obra. Saudade se apoia em canções tradicionais em português, espanhol, francês, italiano e latim — repertórios populares e amplamente reconhecíveis, capazes de acionar referências afetivas e experiências inscritas no imaginário coletivo. Mais do que acompanhar a ação, a música organiza a progressão das cenas e cria um espaço de comunhão entre palco e plateia, no qual o canto coletivo atravessa línguas, territórios e gerações, reforçando a dimensão compartilhada da experiência cênica.

 

Visão crítica

O crítico e fotógrafo Bob Sousa, que assistiu a um ensaio aberto, descreveu a visualidade do espetáculo como "espinha dorsal da experiência cênica", destacando a integração entre imagem, som, palavra e corpo para construir um campo de memória compartilhada. Ele aponta a inspiração nas pinturas de Cândido Portinari, perceptível no olhar voltado ao homem comum e ao Brasil interiorano, e ressalta o coro como elemento central, que dissolve protagonismos e afirma o trabalho coletivo como escolha estética e ética.

 

Já o crítico de arte Rômulo Sobrinho descreve a experiência de assistir a Saudade como algo que "fala menos ao intelecto e mais à pele, à memória e ao afeto". Ele destaca a cenografia "minimalista sem ser fria, simbólica e sem excessos", onde os objetos funcionam "como gatilhos da memória afetiva do espectador". Sobre a trilha sonora, afirma que ela "atua como um personagem invisível, costurando emoções, preenchendo vazios e potencializando aquilo que não é dito em palavras". Para ele, ao final, "saímos do teatro com a sensação de que algo ficou ecoando, uma lembrança, um nome, um afeto".

 

Marcos Antônio Alexandre, doutor em Letras pela FALE-UFMG, por sua vez, relata ter vivenciado um "encontro profundo com minhas memórias e minhas saudades", transitando "do riso ao choro" e recuperando o "olhar das infâncias" sobre a perda. Ele elogia a direção musical de Everton Gennari, que faz o público se perguntar "Qual é o som do céu estrelado?", e a interpretação de todo o elenco, com especial menção a Gileade Batista como Pinguinho, "repleta de engenhosidade, espontaneidade, espiritualidade, leveza, dramaticidade e liderança". Alexandre conclui que a obra permite "retomar territórios e buscar diálogos com outras gerações".

 

Sinopse

Em um pequeno vilarejo, a morte, antes motivo de festa e brincadeiras infantis, transforma-se em um encontro íntimo com a fragilidade da vida e a força das memórias. Inspirado livremente no conto Pinguinho, de Viriato Correia, o espetáculo Saudade celebra a poesia das raízes de um povo, conectando o interior do Brasil a tantos outros cantos.

 

Os Geraldos — É um grupo de teatro formado por artistas, de 18 a 59 anos, que vêm de pequenas cidades do interior de São Paulo e de outros estados, trazendo consigo um olhar enraizado no Brasil profundo. Desde 2008, o grupo desenvolve um teatro popular que valoriza a relação direta com o público e combina pesquisa técnica com a vivência de quem conhece o país por dentro.

 

A estética do grupo desenvolve-se em três frentes principais: as Visualidades do Espetáculo, com um ateliê próprio responsável pela criação de figurinos, cenários e iluminação; a Expressividade Vocal, que investiga a palavra falada e cantada como matéria central da cena; e o Coro, entendido tanto como base estrutural da encenação quanto como um signo da ética do trabalho coletivo, de modo que a relação entre estética e ética se manifesta na cena e no processo de criação.

 

O grupo já passou por 105 cidades, em 24 estados brasileiros e 10 países. Além da circulação nacional e internacional, Os Geraldos administram o Teatro de Arte e Ofício (TAO), um espaço independente de 41 anos, que é sede para suas criações, formações e para o fortalecimento de uma cena teatral coletiva e acessível.

 

Acessibilidade CCBB

A ação Vem pro CCBB conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.

 

A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.

 

Horários da van, de quinta a domingo:

Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h

CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30

 

O CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

 

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.

 

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.

 

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

 

 

SERVIÇO:

 

Espetáculo Saudade

Local: Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília

Endereço: SCES Trecho 2 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves

Temporada: de 25 de fevereiro a 8 de março

Dias e horários: de 25 de fevereiro a 8 de março: quartas e sextas: 20h; quintas, às 20h (com acessibilidade em Libras e audiodescrição); sábados, às 17h e às 20h; e domingos, às 18h

Ingresso: R$ 30 (inteira), e R$ 15 (meia para estudantes, professores, profissionais da saúde, pessoa com deficiência e acompanhante, quando indispensável para locomoção, adultos maiores de 60 anos e clientes Ourocard), à venda no site www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília, a partir das 12h de 19 de fevereiro.

Capacidade do teatro: 327 lugares (sendo sete espaços para cadeirantes e três assentos para pessoas obesas)

Duração: 56 minutos

Classificação indicativa: não recomendado para menores de 16 anos

CCBB Brasília: aberto de terça a domingo, das 9h às 21h

Informações: fone: (61) 3108-7600 | e-mail: [email protected] | site/ bb.com.br/cultura | Instagram/ @ccbbbrasilia | Tiktok/@ccbbcultura  | YouTube/ Bancodobrasil

==> Foto: Stephanie Lauria

 

O Cordel da Bela e a Fera. Livre e de graça! Dias 21 e 28 de fevereiro!!

O espetáculo O Cordel da Bela e a Fera, adaptado do livro de Clara Rosa Cruz Gomes, é uma peça que busca mesclar a magia do conto de fadas em toda a sua glória misturada com uma atividade grande da cultura popular de nosso país.

 

Sendo a peça roteirizada em forma de cordel, seguindo a métrica e as rimas, e ainda música com ritmos populares nordestinos com músicas de ciranda e outras inéditas feitas especialmente para o espetáculo, a história permanece fiel às primeiras versões desse clássico, remetendo a Dama de Villeneuve e a Jeanne-Marie LePrince de Beaumont.

 

Numa vilazinha distante, um príncipe é transformado em fera por sua avareza. Enclausurado em seu castelo graças a sua nova aparência, ele recebe a visita de um comerciante que logo se torna seu prisioneiro ao tentar pegar uma rosa. A filha deste comerciante, porém, vem em seu retorno e aparece como a última esperança do príncipe transformado para retornar à sua forma original.

 

Ficha Técnica:

Direção Geral: Gabriel Neves | Direção Cênica: Oliver Oliveira | Direção Musical: Tiago "Black" Teixeira | Roteiro: Clara Rosa Cruz Gomes (dramaturgia original), adaptação de Gabriel Neves | Elenco: Elder de Paula, Gabriel Neves, Milo Castelo, Nayara Lima, Priscila Fragoso e Tiago "Black" Teixeira | Concepção de cenografia: Gabriel Neves | Cenografia: Gabriel Neves, João Azevedo, Mateus Paulino, Zuca Veloso | Sonoplastia: O grupo | Operação de som: Oliver Oliveira | Iluminação: Hirlan Kupfer | Operação de luz: Zuca Veloso | Figurino: Acervo do grupo | Fotografias: Hirlan Kupfer e Mari Mattos
Filmagem: Daniel Kuwae | Produção: Cantinho Produções

 

Mostra Teatral de Brasília é produzida pela Estrella Cultura e Arte e traz uma programação diversificada no Teatro Brasília Shopping. O projeto reúne espetáculos adultos, infantis e juvenis, com curadoria cuidadosa e ações de democratização cultural, incluindo ingressos gratuitos e acessíveis. Uma iniciativa que valoriza a arte, a formação de plateia e o impacto econômico, graças ao apoio essencial da Lei Rouanet.

 

 

SERVIÇO: 

 

O Cordel da Bela e a Fera

Local: Teatro Brasília Shopping (SCN, Q. 5, Bl. A – Térreo)
Temporada: sábados 21 e 28 de fevereiro, às 11h
Entrada gratuita sujeito a lotação do teatro (98 lugares)

Classificação: livre (recomendado para crianças a partir de 3 anos)

Mais informações: @teatrobrasiliashopping e @mostrateatraldebrasilia

 

Atenção: A retirada antecipada de ingressos não garante acesso ao evento. Recomendamos a chegada com antecedência. A entrada do público será liberada 20 minutos antes do início da apresentação, com prioridade para pessoas que apresentarem o ingresso. A partir de 10 minutos antes do início, caso haja disponibilidade, o acesso será liberado também para o público sem ingresso.

 

Mostra Teatral de Brasília é apresentada pelo Ministério da Cultura e Grupo Bali, via Lei Rouanet, com patrocínio da Paulo Octávio Investimentos e apoio do Brasília Shopping

 ==> Foto: Hirlan Kupfer e Mari Mattos

 

Iate Clube recebe o Brasília Tennis Open com destaques do tênis nacional e internacional

A cidade de Brasília (DF) está de volta ao calendário do circuito mundial de tênis entre os dias 1º e 8 de março para a disputa do Brasilia Tennis Open, competição nível ATP Challenger 75 com premiação total de US$ 107 mil (R$ 540 mil) e importantes pontos no ranking mundial da Associação dos Tenistas Profissionais. O evento terá transmissão das semifinais e da final pela CazéTV.

O evento ocorre nas quadras de saibro do Iate Clube de Brasília. O torneio terá o qualifying sendo jogado no domingo, 1º, e segunda-feira, 2 de março. A chave principal será jogada a partir de segunda, 2, com as finais no domingo, 8.

A lista oficial dos atletas foi divulgada esta semana e terá o atleta do top 100, o espanhol Carlos Taberner, o jovem talento paraguaio Adolfo Valejo, campeão em Itajaí (SC) e que é o 101º, outro jovem talento que vem despontando, o dinamarquês Elmer Moller, 121º, os portugueses Jaime Faria e Henrique Rocha.

Os brasileiros virão em peso com Thiago Monteiro, ex-top 65 do mundo, João Lucas Reis, pernambucano em ascensão, Gustavo Heide, que derrubou o top 40 mundial Gabriel Diallo na Copa Davis em Vancouver,  Felipe Meligeni e Pedro Boscardin.

O ex-top 20, o australiano Bernard Tomic, também se inscreveu na competição.

"É uma lista extremamente forte. Nossas expectativas são as melhores, tenho certeza que teremos grandes jogos nas quadras do Iate Clube de Brasília principalmente com os jogos dos brasileiros que estarão em peso para esse grande evento", destacou Eduardo Frick, diretor da competição.

Veja a lista oficial:

1 - Carlos Taberner (ESP) 100
2 - Adolfo Vallejo (PAR) 101
3 - Elmer Moller (DIN) 121
4 - Jaime Faria (POR) 148
5 - Henrique Rocha (POR) 165
6 - Gui Den Ouden (HOL)
7 - Juan Pablo Ficovich (ARG) 182
8 - Daniel Galán (COL) 187
9 - Bernard Tomic (AUS) 192
10 - Avaro Meza (EQU) 202
11 - João Lucas Reis (BRA) 207
12 - Thiago Monteiro (BRA) 209
13 - Juan Prado Angelo (BOL) 211
14 - Tristan Boyer (EUA) 216
15 - Gonzalo Bueno (PER) 218
16 - Dmitry Popko (CAZ) 226
17 - Lautaro Midon (ARG) 229
18 - Andrea Collarini (ARG) 233
19 - Felipe Meligeni (BRA) 234
20 - Pedro Boscardin (BRA) 253
21 - Gustavo Heide (BRA) 257

O Brasília Tennis Open conta com os patrocínios da ENGIE, Wilson, LIQUIDIZ, Confederação Sul-Americana de Tênis, a COSAT, e a Confederação Brasileira de Tênis  . O torneio é uma realização da EF Sports. Mais informações do evento através do instagram @efsports .

==> Foto: Luiz Candido/CBT

 

Camarote Circuit Club leva conforto premium ao MotoGP™ Brasil 2026, em Goiânia

Goiânia será o centro das atenções do esporte a motor entre os dias 20, 21 e 22 de março, quando receberá o MotoGP™ Grande Prêmio do Brasil 2026, no Autódromo Internacional de Goiânia. Para quem deseja vivenciar o evento além das arquibancadas, o Camarote Circuit Club se consolida como a principal experiência premium do fim de semana, unindo conforto e serviços exclusivos.

O Circuit Club se posiciona como um verdadeiro clube de experiências. O camarote oferece vista privilegiada da reta principal, open bar e open food premium, transmissão ao vivo das provas, ativações de marcas e ambientes cuidadosamente pensados para relacionamento, entretenimento e experiências de alto nível.

Durante os três dias de evento, o público terá acesso ao entretenimento contínuo que se estende para além das corridas. A experiência inclui ainda acesso VIP ao After Party Oficial do GP Brasil 2026, reforçando a proposta de integração entre esporte, música e lifestyle.

Idealizado pelos empresários Fabrício Amaral, Carlos Junior, Luciano Carrilho — conhecido como Boi — e Marcelo Matusa, o Camarote Circuit Club nasce da sólida experiência do grupo no setor de entretenimento e grandes eventos. A proposta é entregar um padrão de hospitalidade alinhado aos principais eventos internacionais, combinando emoção, velocidade, conforto e sofisticação.

Com capacidade limitada e atendimento personalizado, o Circuit Club promete ser o ponto de encontro de quem deseja viver o MotoGP™ Brasil 2026 de forma completa, com exclusividade e uma estrutura premium inédita no autódromo goiano.


SERVIÇO:
 
Camarote Circuit Club
Conforto premium ao MotoGP™ Brasil 2026, em Goiânia
Data: 20 a 22 de março de 2026
Local: Autódromo Internacional de Goiânia (GO)
Ingressos: www.circuitclub.com.br
Instagram: @circuitcluboficial

==> Foto: Instagram Oficial


Galinho de Brasília frevando rumo ao Hexa na segunda de Carnaval

O frevo vai tomar conta de Brasília mais uma vez. Na segunda, 16 de fevereiro, o tradicional Galinho de Brasília retorna às ruas com o tema “Galinho frevando rumo ao Hexa”, unindo a energia contagiante do ritmo pernambucano à paixão nacional pelo futebol em uma grande celebração popular e gratuita.

Criado por amigos pernambucanos inspirados no lendário Galo da Madrugada, o Galinho arrasta foliões há mais de 30 anos e se consolidou como um dos desfiles carnavalescos mais tradicionais da capital federal. A cada edição, o bloco transforma a cidade em um verdadeiro pedaço do Recife, com muito frevo, fantasias coloridas, sombrinhas rodopiando e um público diverso, formado por crianças, jovens, adultos e idosos.

A festa tem concentração no estacionamento da Matriz da Caixa, no Setor de Autarquias Sul, e começa pela manhã, às 9h, com o Pintinho de Brasília, versão infantil do bloco com banda especial para a criançada . À tarde, a partir das 15h, o cortejo do Galinho reúne músicos, passistas e foliões em um grande baile a céu aberto.

Trio elétrico, instrumentos de sopro, passistas e orquestra garantem o clima de folia. Entre as atrações que não podem faltar estão os passistas de frevo, o tradicional Trenzinho da Alegria com personagens e os bonecos gigantes, que ajudam a colorir o desfile e encantam foliões de todas as idades.

O cortejo conta ainda com a Orquestra do Galinho, sob a regência do maestro Fabiano Medeiros, da Orquestra Popular Marafreboi. Os músicos vêm, em sua maioria, de importantes polos de execução do frevo no país, preservando a tradição e a autenticidade do gênero. Afinal, para que o frevo seja executado em sua essência, não basta ler a partitura: é preciso sentir o ritmo pulsando no sangue.

Para o presidente do Galinho de Brasília, Romildo de Carvalho Junior, o tema deste ano reforça o espírito festivo e popular do bloco. “O Galinho é tradição no Carnaval de Brasília há mais de três décadas. Em 2026, a gente une o frevo à paixão nacional pelo futebol para convidar o público a celebrar com alegria, esperança e muito ritmo. É o Galinho frevando rumo ao hexa, como sempre fez: levando cultura, música e diversão para todas as idades”, afirma.
 
Pintinho de Brasília: a folia dos pequenos
Pensado especialmente para o público infantil, o Pintinho de Brasília abre a programação no sábado, das 9h às 12h, com o tema “Fazendo golaço e trazendo alegria”.

O espaço reúne crianças, famílias e educadores em uma manhã de muita música, brincadeiras e frevo, com a participação da Orquestra do Galinho e da banda infantil Cantaqui Cantacolá. A proposta é apresentar o carnaval de forma lúdica, segura e inclusiva, estimulando o contato das crianças com a cultura popular desde cedo.

Democrático e acolhedor, o bloco recebe foliões de todas as idades para celebrar a alegria do carnaval em um ambiente familiar e cheio de cores.

Todo o evento conta com ações de acessibilidade para garantir a inclusão de todos: espaço PCD, banheiros adaptados, abafadores de som e intérpretes de libras disponíveis durante o Pintinho e o Galinho. O projeto é realizado em parceria com a Rosa dos Ventos e a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.


SERVIÇO:

Galinho de Brasília 2026

Tema: Galinho frevando rumo ao Hexa
Data: segunda, 16 de fevereiro das 
15h às 22h

Pintinho de Brasília
Tema: Fazendo golaço e trazendo alegria
9h às 13h

Local: concentração no estacionamento da Matriz da Caixa, SAS quadras 03/04 
Classificação indicativa: livre
Acesso gratuito

==> Foto: Instagram Oficial

NEY MATOGROSSO VOLTA A BRASÍLIA COM A TURNÊ “BLOCO NA RUA” DIA 28 DE FEVEREIRO

Ícone da música brasileira, Ney Matogrosso retorna a Brasília com a aclamada turnê “Bloco na Rua” em única apresentação no dia 28 de fevereiro, no Ulysses Centro de Convenções.  Com sua presença hipnotizante e voz inconfundível, o artista leva ao palco um espetáculo vibrante, que une repertório ousado, figurinos marcantes e direção cênica impecável.

Com ingressos esgotados em diversas capitais brasileiras e também no exterior — incluindo apresentações nos Estados Unidos, Inglaterra e Portugal — a turnê é marcada pela força interpretativa de Ney e por uma atmosfera cênica que transforma o show em uma verdadeira experiência sensorial. Aos 84 anos, o artista reafirma sua posição como referência absoluta de vanguarda, liberdade e vitalidade.

Em 2025, Ney Matogrosso foi homenageado no cinema com a cinebiografia Homem com H. O filme, dirigido por Esmir Filho e estrelado por Jesuíta Barbosa, mergulhou na trajetória artística e pessoal de Ney, reafirmando sua importância como figura central na cultura brasileira. O espetáculo e o filme se complementam como retratos da ousadia, da liberdade e da força transformadora de um dos artistas mais singulares do país.


No repertório da turnê, clássicos como “Eu Quero é Botar Meu Bloco na Rua” (Sergio Sampaio), “A Maçã” (Raul Seixas), “Jardins da Babilônia” (Rita Lee/Lee Marcucci), além de releituras como “Como 2 e 2” (Caetano Veloso) e sucessos da parceria com Fagner, como “Postal de Amor” e “Ponta do Lápis”. Não faltam também momentos marcantes da carreira, como “Sangue Latino”, dos tempos de Secos & Molhados.

 

O visual impactante do espetáculo tem figurinos exclusivos de Marcos Paulo e cenografia assinada por Batman Zavarese, nomes que colaboram para a construção estética inconfundível que acompanha Ney ao longo de sua trajetória. A banda que o acompanha reúne músicos consagrados como Sacha Amback, Marcos Suzano, Felipe Roseno, Dunga, Mauricio Almeida, Aquiles Moraes e Everson Moraes.

 

Com seu estilo inclassificável e entrega cênica total, Ney Matogrosso mostra que estar no palco continua sendo seu estado natural — e que seu “Bloco” segue mais vivo, provocador e necessário do que nunca.

 

 

SERVIÇO:

 

NEY Matogrosso – “Bloco na Rua Tour 2026”

DATA: 28 de fevereiro (sábado)

HORÁRIO: 21h

LOCAL: Ulysses Centro de Convenções

ACESSO AO LOCAL: 19h

DURAÇÃO: Aproximadamente 1h30 de show

Classificação indicativa: 14 anos

 

SETORES E VALORES:

SUPERIOR EXTRA – ESGOTADO

SUPERIOR  ESGOTADO

SUPERIOR FRONTAL  ESGOTADO

ESPECIAL – R$ 280,00 (meia)

VIP  R$ 300,00 (meia)

VIP FRONTAL  R$ 320,00 (meia)

GOLD  R$ 400,00 (meia)

PREMIUM  R$ 460,00 (meia)

PREMIUM FRONTAL  R$ 500,00 (meia)


CAMAROTE HUMM – CHEF MARCELO PETRARCA – R$ 700,00 - Ingressos individuais

Serviço Premium com MESAS de 4 LUGARES e ASSENTOS MARCADOS, acesso exclusivo, climatizado e banheiros privativos.

Open Bar: Whisky 12 anos, Vinho, Espumante, Cerveja, Água de coco, Refrigerante, Suco e Água com e sem gás. Open Food: Coquetel volante, mesa de antepastos, mini empratados e sobremesa.

 

ESPAÇO BISTRÔ  R$ 2.000,00

Mesa numerada para 4 pessoas.

Incluso: 1 Whisky 12 anos, ou 1 espumante, ou 1 Garrafa de Vinho


Vendas Online: Bloco na Rua

 

==> Foto: Divulgação

CAIXA Cultural recebe o premiado musical “Bertoldo, o Tubarão que queria ser gente”

A CAIXA Cultural Brasília apresenta, de 5 a 13 de fevereiro, o musical “Bertoldo, O Tubarão Que Queria Ser Gente”, uma criação da Buia Teatro. Companhia amazonense reconhecida por representar o teatro de infâncias pelo Brasil e mundo afora. Com patrocínio da CAIXA e do Governo Federal, a montagem chega a Brasília para uma temporada especial de 10 sessões com entrada gratuita.

 

O espetáculo é uma fábula musical inspirada no texto “Se os Tubarões Fossem Homens”, de Bertolt Brecht, renomado autor do século XX, conhecido como o pai do teatro moderno. A peça propõe uma reflexão poética sobre empatia, poder e humanidade, sob o olhar curioso e sensível das crianças. A fábula, atual, divertida e contundente, fala de poder, manipulação e responsabilidade coletiva, sem subestimar a inteligência do público mirim.

 

Em cena, o encontro entre a força crítica de Brecht e a estética inventiva da Buia Teatro une música ao vivo, formas animadas e uma encenação de rara delicadeza visual. Com isso, “Bertoldo” convida o público a mergulhar em um universo simbólico e mostra que aprender é um processo útil e agradável e pode ser muito divertido.

 

Dirigido por Tércio Silva, o espetáculo nasceu de um processo colaborativo com crianças e tem trilha original em parceria com Gustavo Kurlat, um dos mais premiados compositores de músicas infantis no Brasil. O texto é da Christine Rohrig, considerada a “neta de Brecht” no Brasil.

 

A peça já percorreu grandes palcos do país, como as CAIXAS Culturais Curitiba, Rio de Janeiro e Fortaleza, o FIT Rio Preto e Festival de Teatro da Amazônia.

 

Sobre a Buia Teatro:

Fundada em 2015, em Manaus, por Tércio Silva e Maria Hagge, a Buia Teatro Company é uma das mais destacadas companhias brasileiras dedicadas ao teatro para as infâncias. Com sede própria no centro histórico da capital amazonense, desenvolve um trabalho autoral, comprometido com a escuta ativa das crianças, a experimentação estética e a valorização da cultura do Norte do Brasil.


Ao longo de sua trajetória, a companhia recebeu importantes reconhecimentos nacionais e internacionais, como o Prêmio Cenym de Melhor Grupo de Teatro do Brasil (2022), além de indicações e premiações pela APTR (Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro) e pelo CBTIJ/ASSITEJ Brasil. O grupo já se apresentou em países como Argentina, Turquia, Itália e França.

 

 


SERVIÇO:
 

Bertoldo, O Tubarão que Queria Ser Gente

Local: CAIXA Cultural Brasília - SBS – Quadra 4 – Lotes 3/4

Datas: de 5 a 13 de fevereiro de 2026

Horários: 5/2 (quinta), às 10h; 6/2 (sexta), às 10h e às 19h; 7/2 (sábado), às 10h e às 16h; 8/2 (domingo), às 10h; 10/2 (terça), às 10h; 11/2 (quarta), às 10h; 12/2 (quinta), às 19h; e 13/2 (sexta), às 19h

Duração: 55 minutos

Entrada gratuita: sessões de 5 a 8/02 - retirada a partir de 1 hora antes de cada sessão, na bilheteria do teatro; e sessões de 10 a 13/02 - retirada a partir das 13h do dia 9/02 no site Bilheteria Cultural

Classificação indicativa: livre

Capacidade: 407 lugares

Acesso para pessoas com deficiência

Estacionamento: gratuito aos finais de semana e feriados e de terça a sexta a partir das 18h
Mais informações: site da CAIXA Cultural

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

==> Foto: Face da Caixa Cultural

 

Bloco Marchinhas 60+ abre o Carnaval de Brasília com inclusão, tradição e concurso

Brasília já começa a entrar no ritmo do Carnaval com uma iniciativa que une memória afetiva, inclusão e muita irreverência. No dia 7 de fevereiro, a partir das 11h, o Bloco Marchinhas 60+ ocupa o Setor Bancário Sul, atrás da Galeria dos Estados, com o 48º Concurso de Marchinhas do Pacotão, reafirmando a força dessa tradição carnavalesca que atravessa gerações. A expectativa é reunir cerca de 500 foliões.

A proposta é celebrar as marchinhas clássicas e autorais, valorizando compositores, foliões de todas as idades e, especialmente, o público 60+, sem perder o espírito crítico e bem-humorado que marca a história do Carnaval brasiliense. As marchinhas selecionadas no concurso serão apresentadas ao público e cantadas no desfile oficial do bloco, que acontece em meados de fevereiro, já em clima de Carnaval de rua.

Idealizadora da iniciativa, Lucyane Vasconcelos destaca o caráter inédito e inclusivo do projeto.

“O Bloco Marchinhas 60+ nasce para valorizar a tradição das marchinhas carnavalescas e, ao mesmo tempo, ampliar o espaço de participação no Carnaval. É um projeto que acolhe todas as idades, promove o encontro entre gerações e mantém viva uma linguagem musical que faz parte da nossa história cultural”, afirma.

Além do concurso, o evento conta com a participação da Banda Podre do Pacotão, atração convidada é símbolo do Pacotão, um dos blocos mais tradicionais e irreverentes de Brasília. A presença da banda reforça o tom de sátira, crítica social e liberdade criativa que sempre marcou o Carnaval da capital.

Com tema livre, o concurso de marchinhas mantém apenas uma regra fundamental: a preservação do espírito carnavalesco, sem apologia a discursos de ódio ou exaltação a governantes de plantão. Cada participante poderá inscrever até duas marchinhas, enviadas em formato de áudio, vídeo ou letra.

A iniciativa é realizada pelo DF Folia, com apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e da Artise, e funciona como um verdadeiro esquenta oficial para o Carnaval de Brasília, reforçando a ocupação cultural do espaço público e a diversidade de expressões da festa.

O Bloco Marchinhas 60+ propõe um reencontro com a alegria simples do Carnaval: cantar junto, rir das próprias contradições, ocupar a rua e celebrar o tempo como aliado da festa. Entre confetes, críticas bem-humoradas e melodias que atravessam décadas, o bloco reafirma que o Carnaval de Brasília é plural, inclusivo e feito por gente de todas as idades — um convite aberto para quem acredita que alegria também é um ato coletivo.


SERVIÇO:

Bloco Marchinhas 60+ | 48º Concurso de Marchinhas do Pacotão
Data: 7 de fevereiro de 2026
Horário: A partir das 11h
Local: Setor Bancário Sul – atrás da Galeria dos Estados
Entrada: Gratuita
Atração: Banda Podre do Pacotão
Inscrições: até duas marchinhas por participante
Envio de material: [email protected] 

==> Foto: Divulgação

 

‘Rita Lee – Uma Autobiografia Musical’, chega a Brasília em 8 de fevereiro com Mel Lisboa

Estrelado por Mel Lisboa e dirigido por Márcio Macena e Débora Dubois, o musical “Rita Lee – Uma Autobiografia Musical” chega a Brasília em 8 de fevereiro, no Centro de Convenções Ulysses, após lotar temporadas em São Paulo e conquistar mais de 160 mil espectadores em pouco mais de um ano em cartaz. A superprodução, que fará uma turnê por 11 cidades em 2026, recria com humor, afeto e irreverência a trajetória da maior roqueira do país.


Com roteiro e pesquisa de Guilherme Samora e direção musical de Marco França e Márcio Guimarães, o espetáculo reúne um elenco que revisita personagens marcantes da música brasileira e da vida artística de Rita Lee. No palco, Bruno Fraga (Roberto de Carvalho), Fabiano Augusto (Ney Matogrosso), Tatiana Thomé (Censora Solange), Debora Reis (Hebe Camargo), Flávia Strongolli (Elis Regina), Yael Pecarovich (Gal Costa), Antonio Vanfill (Arnaldo Baptista e Charles Jones), Gustavo Rezende (Raul Seixas) e Roquildes Junior (Gilberto Gil) ajudam a reconstruir diferentes fases da artista, além dos atores Lui Vizotto e Priscila Esteves.

 

Mais do que uma encenação biográfica, o musical é uma celebração da força e da originalidade de Rita Lee — uma artista que atravessou gerações, desafiou padrões e transformou a cultura brasileira. Em cena, Mel Lisboa entrega uma performance vibrante, que transforma o teatro em uma grande celebração coletiva. Não é raro que o público cante, bata palmas e até dance durante o “bis” do espetáculo.

 

O resultado é um show teatral que mergulha na genialidade de Rita — cantora, compositora, multi-instrumentista, apresentadora, atriz, escritora e ativista — revelando suas muitas facetas e prestando homenagem a uma das maiores artistas do país.

 

Trajetória do espetáculo

Tudo começou quando Mel Lisboa pisou pela primeira vez em cena como Rita Lee, em 2014, no musical Rita Lee Mora ao Lado. Ela não poderia prever algumas coisas: primeiro, que seriam meses de casa cheia em um dos maiores teatros de São Paulo. Segundo, que a própria Rita Lee apareceria sem avisar, abençoaria sua performance e ainda voltaria para assistir ao espetáculo. Trabalho, aliás, que rendeu a Mel prêmios como melhor atriz e a colocou de vez entre os maiores nomes do teatro nacional, com uma frutífera e diversificada carreira. 

 

Desta vez, Mel conta a história de Rita com base no livro da cantora, lançado em 2016 e um dos maiores sucessos editoriais do Brasil. O livro narra os altos e baixos da carreira de Rita com uma honestidade escancarada, a ponto de ter sido apontado como “ensinamento à classe artística” pelo jornal O Estado de São Paulo.

 

A ideia do novo musical surgiu quando Mel gravou a versão em audiolivro, como Rita, em 2022.  O texto de Rita, numa narrativa envolvente e perfeita para um musical biográfico, conta do primeiro disco voador avistado por ela ao último porre. Sem se poupar, ela fala da infância e dos primeiros passos na vida artística; de Mutantes e de Tutti-Frutti; de sua prisão em 1976, na ditadura; do encontro de almas com Roberto de Carvalho; das músicas e dos discos clássicos; do ativismo pelos direitos dos animais; dos tropeços e das glórias.

 

A vida de Rita precisa ser contada e recontada. Sua existência transformou toda uma geração. E continua a conquistar fãs cada vez mais jovens. Rita não é ‘somente’ a roqueira maior. Ela compôs, cantou e popularizou o sexo do ponto de vista feminino em uma época em que isso era inimaginável. Ousou dizer o que queria e se tornou a artista mais censurada pela ditadura militar. Na época, foi presa grávida. Deu a volta por cima e conquistou uma legião de ‘ovelhas negras’. Se tornou a mulher que mais vendeu discos no país e a grande poetisa da MPB”, declara a Mel Lisboa.

 

Como diz Rita no livro, seu grande gol é ter feito um monte de gente feliz. E Mel, no palco como Rita, leva a sério essa missão: todas as vezes em que interpreta Rita, as pessoas se comportam como se estivessem num show. Cantando junto, batendo palma e, não raras as vezes, correndo para dançar na frente do palco no “bis” do espetáculo.

 

Ficha Técnica

Roteiro e Pesquisa: Guilherme Samora

Texto: Márcio Macena

Direção Geral: Débora Dubois e Márcio Macena

Direção Musical: Marco França e Marcio Guimarães

Coreografia: Tainara Cerqueira

Assistente de Coreografia: Priscila Borges

Figurinista: Carol Lobato e Giu Foti

Iluminação: Wagner Pinto

Elenco: Mel Lisboa, Bruno Fraga, Fabiano Augusto, Tatiana Thomé, Debora Reis, Flavia Strongolli, Yael Pecarovich, Antonio Vanfill, Gustavo Rezende, Roquildes Junior

Coordenação de Produção: Edinho Rodrigues

Realização: Brancalyone Produções

Produção Local: OH! Artes

 

 

SERVIÇO:

 

Rita Lee – Uma Autobiografia Musical

Dia: 8 de fevereiro de 2026 (domingo)

Local: Centro de Convenções Ulysses

Horários: 16:30 e 20:00 horas

Ingressos: Bilheteria Digital

 

Valores:

 

 

MEIA ENTRADA

FRONT STAGE PREMIUM

R$ 250,00*

PREMIUM

R$ 150,00*

GOLD

R$ 130,00*

VIP

R$ 110,00*

ESPECIAL

R$ 90,00*

SUPERIOR

R$ 70,00*

CAMAROTE ALL INCLUSIVE

R$ 400,00*

 

*Meia-entrada: estudantes, idosos acima de 60 anos, Pcd, professores da rede pública e funcionários públicos.

==> Foto: Divulgação