Profético! O verso da banda Lagum sobre 2026, ganha novo significado dez anos depois!!

Quando a Lagum ainda dava os primeiros passos, em 2016, uma frase do primeiro álbum parecia falar de um futuro muito distante: "faço planos para agosto de 2026". Na época, era só um verso sobre a ansiedade de quem sonhava em viver de música. Dez anos depois, agosto chegou com a banda consolidada, com três álbuns indicados ao Grammy Latino, vencedores de quatro prêmios Multishow e uma nova turnê pela frente: Lagum em Todo Lugar, produzida pela Live Nation.

E o ponto de partida para os shows não podia ser outra cidade senão Belo Horizonte, onde o grupo nasceu. A turnê vai percorrer dez cidades brasileiras entre o fim de 2026 e o início de 2027. Além da capital mineira, estão confirmadas apresentações no Rio de Janeiro, Brasília, Ribeirão Preto, Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba. As outras datas vão ser anunciadas em breve, incluindo o Nordeste.

Essa escolha também é simbólica. Há dez anos, a Lagum lançava, de forma totalmente independente, o álbum Seja o Que Eu Quiser, gravado em um pequeno estúdio em Belo Horizonte, sem imaginar tudo o que viria pela frente. Sem um plano de lançamento e ainda tentando encontrar seu espaço, os integrantes simplesmente colocaram suas músicas no mundo, sem saber onde aquilo tudo iria dar.

"Em maio de 2016, a gente simplesmente lançou o álbum no mundo. Não tinha planejamento, não fazia parte de uma cena consolidada, era tudo muito por conta própria. A gente só queria fazer acontecer", relembra o vocalista Pedro Calais.

Na época, o verso que citava agosto de 2026 não carregava uma promessa. Era apenas uma imagem criada para traduzir a inquietação de quem sonhava com o futuro. Hoje, Pedro se surpreende ao perceber que a data acabou ganhando um significado que ninguém esperava.

"Os planos para agosto de 2026 não existiam. Era só uma frase que rimava, uma metáfora para essa ansiedade de querer viver logo de música. É muito louco chegar nesse agosto e perceber que muito daquilo que a gente sonhou está acontecendo, e muito além do que a gente imaginava."

Outro detalhe ganhou um novo significado. A capa do primeiro álbum, criada artesanalmente pelo próprio cantor com uma forma de bolo, terra e objetos pessoais dos integrantes, tornou-se uma espécie de cápsula do tempo.

"Hoje eu olho para ela como uma cápsula do tempo. Na época, a gente não pensava nisso. Poderia ser que em agosto de 2026 eu fosse um publicitário e não um músico. Agora eu olho para aquele álbum e penso: 'caramba, a gente é fruto do sonho daqueles caras'."

A turnê abre uma nova fase da Lagum, misturando músicas que marcaram a trajetória da banda com o que o grupo está preparando daqui para a frente.

"Essa turnê é uma celebração da realização dos sonhos. É bonito perceber que aquilo que parecia tão distante virou realidade, mas também entender que ainda existem muitos lugares para chegar", afirma o guitarrista Jorge.

O conceito de Lagum em Todo Lugar começou a tomar forma antes mesmo da turnê. Nos últimos meses, a banda gravou live sessions em lugares inusitados e cenários emblemáticos do país. A primeira, no Bondinho do Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro, já foi lançada. As demais chegarão às plataformas em breve.

"A gente pretende que essa turnê viaje por todo o Brasil e, quem sabe, pelo mundo. Uma banda só é grande quando consegue tocar em todos os cantos. Esse é o momento mais importante da nossa trajetória: expandir a música da Lagum e chegar cada vez mais longe", completa Jorge.

Se hoje a banda percorre o país, o caminho foi construído passo a passo. Para Zani, guitarrista, a trajetória nunca aconteceu de forma repentina.

"A gente foi crescendo degrau por degrau. Nunca existiu um momento em que a Lagum deixou de ser uma banda local para virar uma banda nacional. As coisas foram acontecendo aos poucos, chegando na casa das pessoas, no ouvido delas, e continuam acontecendo até hoje."

Essa construção também se reflete na relação entre os integrantes.

"A nossa maior conquista foi chegar até aqui do jeito que chegamos. Continuamos amigos, fazemos o que amamos, temos um estúdio nosso e seguimos com vontade de fazer isso pelo resto da vida", resume Zani.

No palco, o público vai curtir um show inédito, pensado especialmente para esse novo momento. O repertório reflete todas as fases da carreira da Lagum, reúne os maiores sucessos da banda e reserva novas versões e surpresas para os fãs, além de um projeto de cenário, iluminação e direção concebido exclusivamente para a turnê.

"A gente sempre relembra toda a nossa história nos shows, mas, desta vez, estamos preparando um espetáculo completamente novo. Vai ter coisa que a galera nunca viu e a expectativa é justamente surpreender quem estiver com a gente nessa comemoração", adianta o baixista Chicão.

Se, há dez anos, agosto de 2026 existia apenas em um verso, hoje ele marca o início de uma nova fase.

"O tempo passou muito rápido. Tenho saudade da coragem e da inocência daqueles meninos, mas também uma gratidão enorme pela caminhada. A gente continua sonhando porque nunca ficou satisfeito. E espero que seja sempre assim", conclui Pedro.

Sobre a Lagum
Com três álbuns indicados ao Grammy Latino — Memórias (De Onde Eu Nunca Fui) (2022), Depois do Fim (2023) e LAGUM AO VIVO (2023) — a Lagum é uma banda mineira formada em 2014 por Pedro Calais (voz), Zani (Otavio Cardoso) e Jorge (Glauco Borges) nas guitarras, e Chico (Francisco Jardim) no baixo. Misturando rock, pop, reggae, indie e o que mais a criatividade permitir, a Lagum não se prende a rótulos. Sua liberdade estética é um reflexo da busca por identidade artística, resultando em um som que transita por gêneros com autenticidade e assinatura própria. 

O primeiro álbum, “Seja o Que Eu Quiser” (2016), apresentou ao público suas composições autorais e iniciou o caminho de uma carreira ascendente. Entre uma leva de singles, a faixa Deixa explodiu nas plataformas digitais e rádios, catapultando a banda ao cenário nacional. Em 2019, veio o segundo disco, “Coisas da Geração”, que ampliou o público com hits como Oi e os levou a turnês pelo Brasil e exterior. 

Em 2023, o EP “FIM” e o disco “Depois do Fim” marcaram uma nova fase do grupo, com experimentações sonoras, letras confessionais e um mergulho emocional profundo. O álbum alcançou o Top 50 do Spotify Brasil em menos de uma semana e trouxe visuais gravados em Belo Horizonte que expandem a experiência da obra. No mesmo ano, a banda lançou o projeto “LAGUM AO VIVO”, gravado para 8 mil pessoas no Espaço Unimed (SP), consolidando sua potência nos palcos. Reconhecida por shows grandiosos e viscerais, a Lagum entrega ao vivo uma experiência catártica e eletrizante. 

Em 2024, a banda lançou seu projeto de bloco de carnaval, Lagum na Avenida, levando em 2024 e 2025 mais de 200 mil foliões às ruas de Belo Horizonte. 

Em maio de 2025, a banda lançou seu mais novo álbum, “As Cores, as Curvas e as Dores do Mundo”, com 10 faixas inéditas que capturam a essência crua e vibrante das performances ao vivo. O disco propõe uma escuta que vai além do entretenimento: provoca, questiona e convida a enxergar beleza e contradição na vida urbana e cotidiana, num paralelo entre a realidade da rua e o mundo filtrado pelas telas. Depois do lançamento do novo disco, Lagum fez uma turnê por todas as regiões do Brasil e abriu todos os shows da banda Imagine Dragons na sua passagem pelo país. 


Sobre a Live Nation
Live Nation Entertainment (NYSE: LYV) é a principal empresa de entretenimento no mundo, composta por líderes do mercado global: Ticketmaster, Live Nation Concerts e Live Nation Sponsorship. Para mais informações, visite www.livenation.lat e www.livenationentertainment.com.


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SERVIÇO:

"Lagum em Todo Lugar"

Brasília

Data: 28 de novembro de 2026 (sábado)

Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães

Abertura dos portões: 19h

Horário do show: 21h

Endereço: SGAS I SGAS 913 - Asa Sul, Brasília - DF

Ingressos: a partir de R$ 90,00 (ver tabela completa)

Classificação: 16 anos. Menores de 05 a 15 anos, apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais.*

*Sujeito à alteração por Decisão Judicial


PREÇOS

SUPERIOR LOTE 1: R$ 90,00 meia-entrada, R$ 110,00 solidário e R$ 180,00 inteira
SUPERIOR LOTE 2: R$ 100,00 meia-entrada, R$ 120,00 solidário e R$ 200,00 inteira
ESPECIAL LOTE 1: R$ 100,00 meia-entrada, R$ 120,00 solidário e R$ 200,00 inteira
ESPECIAL LOTE 2: R$ 110,00 meia-entrada, R$ 130,00 solidário e R$ 220,00 inteira
VIP LOTE 1: R$ 110,00 meia-entrada, R$ 130,00 solidário e R$ 220,00 inteira
VIP LOTE 2: R$ 120,00 meia-entrada, R$ 140,00 solidário e R$ 240,00 inteira
GOLD: R$ 120,00 meia-entrada, R$ 140,00 solidário e R$ 240,00 inteira
PREMIUM LOTE 1: R$ 130,00 meia-entrada, R$ 150,00 solidário e R$ 260,00 inteira
PREMIUM LOTE 2: R$ 140,00 meia-entrada, R$ 160,00 solidário e R$ 280,00 inteira
FRONT PREMIUM LOTE 1: R$ 140,00 meia-entrada, R$ 160,00 solidário e R$ 280,00 inteira


BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA
Local: Arena Nilson Nelson
Endereço: SRPN - Plano Piloto, Brasília - DF (referência: entrada pelo estacionamento do Mercado Vírgula)


Ingressos Digitais
- Para este evento, também serão disponibilizados ingressos em formato digital.
- Para acessar o ingresso, será necessário ativá-lo no aplicativo Quentro.
- Faça login no aplicativo utilizando o mesmo e-mail informado na compra.
- Após a ativação, o ingresso ficará disponível no aplicativo Quentro.
- Recomendamos baixar e configurar o aplicativo Quentro antes de comparecer à bilheteria, para facilitar e agilizar o processo de compra.


Importante
- Meia-entrada: é obrigatória a apresentação do documento comprobatório no momento da compra e no acesso ao evento.
- App Quentro: recomendamos baixar e configurar o aplicativo antes de comparecer à bilheteria. Isso facilita a compra e o acesso ao ingresso digital.


VENDA PELA INTERNET – SUJEITO À COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA

O único canal de vendas oficial é o www.ticketmaster.com.br
Obs: não adquira ingressos em qualquer outra plataforma.

 

PARCELAMENTO
Clientes em geral - Parcelamento em até 3x sem juros; de 4 a 8x com juros
Clientes em geral podem comparar até 6 ingressos por CPF, sendo 2 meia-entrada


MEIA-ENTRADA
Todas informações no link: https://bit.ly/TicketMasterBrasil_MeiaEntrada

 

==> Foto: Site de Vendas

 

O Festival Fado traz Sara Correia e Camané a Brasília em novembro

Os bairros de Lisboa, suas histórias, personagens e a relação que mantêm com uma das expressões mais emblemáticas da cultura portuguesa dão o tom da nova edição do Festival Fado em Brasília. Com o tema “O Fado e os bairros de Lisboa”, o evento reúne, de 7 a 9 de novembro, música, cinema, exposição e reflexão sobre os territórios que ajudaram a construir e preservar a memória fadista. Entre os destaques estão os shows de Sara Correia, no dia 7, e Camané, no dia 8, ambos na Sala Martins Pena do Teatro Nacional Claudio Santoro.


Além dos shows, o Festival traz uma programação que amplia o olhar sobre o tema desta edição. A exposição “Os Bairros de Lisboa”, com curadoria do Museu do Fado, o filme “Do Bairro”, de Diogo Varela Silva, e uma palestra com Diogo Clemente abordam, por diferentes perspectivas, a relação entre o fado, a cidade e os bairros da capital portuguesa. As atividades integram a programação realizada também na Universidade de Brasília (UnB).


A programação musical começa no dia 7 de novembro, às 20h, com Sara Correia, um dos nomes da nova geração do fado português. A cantora apresenta na Sala Martins Pena um repertório que passa por seu trabalho mais recente, Tempestade, mantendo o diálogo entre a tradição do gênero e uma abordagem contemporânea que marca sua trajetória.


No dia 8 de novembro, também às 20h, é a vez de Camané, nome de trajetória consolidada no fado português, subir ao palco da Sala Martins Pena. Com uma carreira de décadas dedicada ao gênero, o cantor traz a Brasília um repertório que percorre diferentes momentos de sua produção musical.


A relação entre o fado e a cidade ganha outras perspectivas na exposição “Os Bairros de Lisboa”. Com curadoria do Museu do Fado, a mostra reúne imagens, personagens e referências ligadas aos bairros populares da capital portuguesa e à importância desses territórios na construção da memória fadista.


No dia 9 de novembro, a programação segue na Universidade de Brasília. Às 11h, o compositor, produtor e guitarrista Diogo Clemente conduz uma palestra sobre a relação do fado com as ruas e os bairros de Lisboa. Às 12h, será exibido “Do Bairro”, do cineasta português Diogo Varela Silva. O filme percorre Alfama e Mouraria, no centro histórico de Lisboa, acompanhando moradores, histórias e tradições e abordando as transformações dessas comunidades e sua relação com a memória local e o fado.


Sobre os artistas

Sara Correia cresceu em Lisboa cercada pelo universo do fado e começou ainda jovem a cantar nas casas tradicionais da cidade. Em 2018, lançou seu primeiro álbum, Sara Correia. Três anos depois, Do Coração recebeu indicação ao Grammy Latino. Com Tempestade, seu trabalho mais recente, a cantora dá continuidade a uma trajetória que vem ampliando sua presença dentro e fora de Portugal.


Camané teve contato com o fado ainda na infância e, aos 13 anos, venceu a Grande Noite do Fado de Lisboa, marco inicial de uma carreira que se consolidou nas décadas seguintes. A partir dos anos 1990, construiu uma extensa discografia e desenvolveu diferentes projetos e parcerias. Ao lado do pianista Mário Laginha, lançou Aqui está-se sossegado, trabalho indicado ao Grammy Latino.


Sobre o Festival Fado

Criado em Madrid, em 2011, ano em que o fado foi reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, o Festival Fado chega à 16ª edição. Neste ano, a programação passa por 11 cidades, levando a diferentes países artistas e atividades relacionadas ao fado e à cultura portuguesa. 

 


SERVIÇO:

 

Festival Fado Brasília 2026
7 a 9 de novembro

7 de novembro
20h – Sara Correia
Sala Martins Pena – Teatro Nacional Claudio Santoro

8 de novembro
20h – Camané
Sala Martins Pena – Teatro Nacional Claudio Santoro

9 de novembro – Universidade de Brasília (UnB)
11h – Palestra com Diogo Clemente
12h – Exibição do filme Do Bairro, de Diogo Varela Silva

 

==> Foto: Site de Vendas

 

 

Espetáculo ‘O VENENO DO TEATRO’, com Osmar Prado e Maurício Machado na CAIXA Cultural

A montagem brasileira, a primeira no mundo com música ao vivo, arrebatou mais de 60 mil pessoas ao teatro. A pré-estreia da peça aconteceu justamente em Brasília com sessões esgotadas e apresentação extra, e quase 3 anos depois volta à Brasília depois de ter impactado plateias de norte a sul do país e aclamada também pela crítica.

 “O Veneno do Teatro”, protagonizado pelos experientes e premiados: Osmar Prado e Maurício Machado. Obra-prima do premiado autor espanhol Rodolf Sirera, um dos dramaturgos contemporâneos de maior renome na Europa, o texto é vencedor de mais de 30 prêmios internacionais por sua qualidade, cheio de suspense, é um trilher fascinante que mantém o espectador hipnotizado do início ao fim.

Os personagens estabelecem uma relação peculiar, desenvolvendo uma história eletrizante e repleta de reviravoltas, em que a intriga é mantida neste jogo perigoso e contundente, que desvenda também parte da curiosidade e fascínio que o público tem sobre o teatro e seu jogo. Tudo isso, ancorado pela arrebatadora performance da dupla de atores, duas gerações brilhantes de Artistas na excelência e brilho de suas artes: OSMAR PRADO, sem qualquer dúvida um dos maiores gigantes da história da cultura no Brasil, detentor de incontáveis prêmios por sua genialidade e entrega e MAURÍCIO MACHADO que com quase 40 anos ininterruptos dedicados ao ofício, é reconhecido e respeitado como um dos nomes mais versáteis dos palcos nacionais, e por enfileirar nominações e ganhar prêmios no Teatro brasileiro, tendo tráfego também pela TV e o Cinema.

O resultado desse encontro, é o que a crítica e público comumente pontuam: uma verdadeira "Master Class", uma ode ao Teatro, a qual o público perpassa por todas as emoções possíveis em "O Veneno do Teatro".

No espetáculo, um ambicioso e famoso ator chamado Gabriel De Beaumont (Maurício Machado) é convidado por um excêntrico e divertido Marquês (Osmar Prado) para interpretar uma peça teatral de sua autoria. No encontro, o Marquês, por meio de um jogo psicológico, passa a controlar o ator. E ele logo descobre que tudo não passa de uma armadilha para submetê-lo a um experimento cruel onde os limites de realidade e ficção se confundem. Depois de muitas surpresas, o Marquês revela-se um psicopata capaz de qualquer coisa para atingir seus objetivos.

Traduzido em vários idiomas, entre eles, inglês, francês, italiano, eslovaco, polonês, grego, português (de Portugal e do Brasil), croata, húngaro, búlgaro e japonês, a peça foi apresentada em países como: Espanha, Inglaterra, França, Venezuela, Polônia, Grécia, Porto Rico, Argentina, México, Estados Unidos e Japão. Vista por mais de 6 milhões de pessoas pelo mundo, colecionou prêmios por onde passou, confirmando seu sucesso, vitalidade e absoluta contemporaneidade. Sempre em cartaz em algum país desde então.

O texto original foi escrito na década de 70 após a ditadura de Franco e no início do processo democrático na Espanha. A história se passa na França, em 1784, na pré-revolução francesa. A montagem brasileira assume uma postura atemporal, inspirada na década de 20 em Paris, e é a primeira de todas as montagens já encenadas pelo mundo a apresentar música ao vivo, executada pelo violoncelista Matheus Vieira. A direção musical é de Guga Stroeter.

"Es una obra interesante, un juego dialéctico sobre ser y representar. Es una fábula moral, un thriller en torno a lo que es el arte”, diz o autor espanhol Rodolf Sirera.

“Em um momento com tantas adversidades, em que o homem apresenta sérios sinais de retrocesso e barbárie, a obra de Rodolf Sirera nos traz uma importante reflexão sobre civilidade, poder e até onde pode ir a crueldade do ser humano”, ressalta o diretor Eduardo Figueiredo.

Com mais de 160 apresentações em todo o Brasil, “O Veneno do Teatro” já foi encenado em capitais como: Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Vitória, Florianópolis, Goiânia, Porto Alegre, e em dezenas de cidades do interior do país. Cumpriu 4 temporadas respectivamente no Rio de Janeiro e São Paulo. Sempre com sucesso de público e crítica. Considerado pela Folha de São Paulo entre os 10 melhores espetáculos da temporada de 2024, em setembro daquele ano recebeu 14 indicações ao 23°Prêmio Cenym de Teatro Nacional. Entre eles, as categorias de melhor espetáculo do ano, de melhor ator (Osmar Prado) e de melhor ator coadjuvante (Maurício Machado).

 

“O Veneno do Teatro cria envolvente suspense com Osmar Prado e Maurício Machado em jogo afiado. Os dois atores criam um jogo sofisticado e surpreendente.”

Miguel Arcanjo_crítico / jornalista / jurado APCA/SP

 

“O texto de Sirera oferece dois grandes personagens, de perfis e estruturas diferentes, que são defendidos com garra pelos intérpretes.

O Veneno do Teatro, na concepção de Figueiredo, é uma peça de ideias, um daqueles espetáculos que deseja provocar o público com um texto que revela camadas inesperadas. A opção de levar ao palco a obra de Sirera prova a conexão de Figueiredo com o seu tempo na escolha dos projetos.”

Dirceu Alves Jr._jornalista, escritor e crítico de Teatro/SP

 

“O carisma de Osmar Prado é inigualável. Seu personagem é dúbio e possui uma fina camada de idiossincrasia. Sua paixão pelo teatro o leva ao limite da razão. A atuação de Maurício Machado vai crescendo numa espantosa velocidade e robustez. Entendemos, nesse momento, a escolha do parceiro. Dois gigantes, cada um de seu tempo.”

Eliana de Castro_crítica de Teatro/SP

 

“Luminosa performance de dois atores entregues convictamente a um irrestrito jogo dúplice.

Eduardo Figueiredo mostra autoridade cênica para nos sintonizar na trajetória histórica do espetáculo.”

Wagner Corrêa de Araújo_crítico de Teatro/RJ “

 

“Elegante montagem encenada por Eduardo Figueiredo. Seus personagens se engalfinham em cena como sir Laurence Olivier e Michael Caine. Cenário suntuoso de Kleber Montanheiro, iluminado de modo dionisíaco no desenho de luz de Paulo Denizot. O resultado é um louvor ao teatro, no espaço sagrado do palco.”

Rodrigo Fonseca_crítico de Teatro/RJ

 

“Os dois atores estão impecáveis. Há um entrosamento perfeito. Parece que atuam juntos há anos. Dominam o texto e o palco plenamente. Passam o texto com emoção, se doam de forma intensa no palco. Dois excelentes atores interpretando personagens com perfis e humanidades distintas.”

Alex Varela_historiador, autor e crítico de Teatro/RJ

 

“Osmar e Maurício, conseguem um resultado cênico genuíno, dão contemporaneidade ao texto, com interpretações que se confrontam e, ao mesmo tempo, se complementam, graças a capacidade de se comunicarem com o público, sacudindo a plateia para não somente testemunharem, mas participarem com o seu próprio voyeurismo venenoso. As atuações de Osmar e Maurício contribuem decisivamente para isso. Seremos atores da nossa própria vida ou continuaremos marionetes nas mãos de manipuladores e assassinos?”

Francis Ivanovich_jornalista, dramaturgo e cineasta, criador e diretor do Prêmio Nacional de Dramaturgia Flávio Migliaccio e editor geral do Notícias do Teatro/RJ

 

“O que mais impressiona, na altíssima qualidade do texto, é a capacidade de deixar a plateia em suspense, finalmente boquiaberta com a capacidade única de o teatro nos fazer acreditar.”

Cláudia Chaves_jornalista e crítica de Teatro/RJ “

 

"Um marco na temporada de SP em 2024."

(José Marcondes_jornalista da Folha de São Paulo)

 

O Autor

Rodolf Sirera é um dos dramaturgos de maior renome na Europa. Nascido em Valencia é formado em História e Filosofia. Participa desde o final da década de 60 do movimento do teatro independente. Além de autor, atua como crítico teatral em diferentes publicações (Cartelera Turia, La Marina, Destino, Serra d’Or, Primer Acto, etc.) e como roteirista para TV. Ao longo de sua carreira como autor já escreveu mais de 30 obras e ganhou diversos prêmios como Ciutat de Barcelona, Ciutat de València de la crítica, Ciutat deGranollers, Ciutat d’Alcoi, Premi Born de Teatre, Teatre Principal de Palma, Jaume Vidal Alcover. Suas obras já foram traduzidas para o inglês, francês, italiano, grego, português, entre outros idiomas.

 

O Diretor

Eduardo Figueiredo é diretor de teatro e mestre em teatro pela USP, encenador de diversos espetáculos e um dos principais produtores do atual teatro brasileiro. Ele é sócio da manhas & manias projetos culturais, e sócio e curador do Teatro J Safra, em São Paulo.

Em sua formação, teve oportunidade de trabalhar com grandes mestres e cias, entre eles: Eugênio Barba (Odin Teatret/Dinamarca), Carlos Cueva (EITALC/Cuba), La Outra Orilla (Alemanha), Living Theatre (USA) e Cia Yayachkani (Peru).

 

Entre os principais trabalhos, podemos citar: autor e diretor de “Só os Doentes do Coração Deveriam ser Atores”, com Antonio Petrin, e, em 2012, repetiu sua parceria em outro solo com o ator em “Ser Ator”. Em 2008, foi diretor de produção do 7º FIL - Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens.

É idealizador e diretor de um dos maiores fenômenos do teatro brasileiro: “Mulheres Alteradas”, adaptação do best-seller de Maitena, com elenco de estrelas composto por: Luiza Tomé, Mel Lisboa, Adriane Galisteu, Samara Felippo entre outros. Entre outros trabalhos, podemos citar: o premiado “Frida Y Diego” com dramaturgia de Maria Adelaide Amaral, com Leona Cavalli e José Rubens Chachá; em 2016, a obra de Goethe, “O Aprendiz de Feiticeiro”, primeira peça de teatro do premiado novelista Antônio Calmon, e em 2017, a comédia "Gatão de Meia-Idade", da obra de Miguel Paiva com Oscar Margini e Leona Cavalli no elenco.

Entre 2018 e 2019, foi diretor do espetáculo “Festa, a Comédia”, um solo cômico com o ator Maurício Machado dos dramaturgos Walcyr Carrasco, Alessandro Marson, Heloisa Perisse, Vicent Villari e Daniele Valente. Também foi diretor geral do show inédito “Casos e canções”, que reúne os mais diversos nomes e gerações através da música, com a atriz Eva Wilma e banda.

Foi diretor do premiado espetáculo “Um beijo em Franz Kafka”, de Sergio Roveri, com Anderson Di Rizzi e Maurício Machado no elenco. Em 2020, dirigiu a adaptação do livro “O Elogio da Loucura”, um ensaio escrito por Erasmo de Rotterdam em 1509 e publicado em 1511, com Leona Cavalli no elenco. Esses 2 últimos sucesso enorme em Brasília. Roteirizou e dirigiu o espetáculo musical “Toada do Bardo”, inspirado na obra de Shakespeare, com Maurício Machado e grande elenco e direção musical de Guga Stroeter.

Em 2021/2022, dirigiu a comédia “Procuro o homem de minha vida, marido já tive”, sucesso e público e crítica, da autora argentina Daniela Di Segni, com grande elenco: Totia Meireles, Leona Cavalli Grace Gianoukas e Maurício Machado, com dramaturgia de Claudia Valli. Participa como diretor do projeto em homenagem ao centenário de Cacilda Becker, “Cacilda, por ela mesma”, com Leona Cavalli e grande elenco promovido pelo Itaú Cultural.

Em 2023, dirigiu o espetáculo musical infantil “Hoje tem festa no Céu”, de Cintia Alves. Em 2024, dirigiu o sucesso de público e crítica “O Veneno do Teatro”, texto premiado em mais de 62 países do autor espanhol Rodolf Sirera, com Osmar Prado e Maurício Machado, que segue sendo montado.

Em 2027 prepara mais uma parceria com Leona Cavalli, o espetáculo “Shakespeare em Crise”, de Thelma Guedes. “Votemos: Vizinhos Alterados” Comédia de sucesso na Argentina e outros países agora no Brasil e o musical “Portinari do Brasil” Sobre a Vida e obra de Candido Portinari.

 

 

Os atores

Osmar Prado é um dos mais prestigiados atores brasileiros, tendo recebido vários prêmios, incluindo três APCA, um Prêmio Guarani, dois Prêmios Qualidade Brasil, e um Troféu Imprensa. Consagrado como um dos maiores atores do teatro e da teledramaturgia brasileira sendo um dos nomes mais recorrentes nas produções da TV Globo.

No cinema, se destacou no filme histórico Desmundo (2003), como Francisco de Albuquerque, pelo qual recebeu sua primeira indicação ao Prêmio Guarani de Melhor Ator Coadjuvante. Interpretou o presidente Getúlio Vargas no filme biográfico Olga (2004), recebendo elogios por sua atuação, que lhe rendeu o Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Ator Coadjuvante em Cinema. Em 10 Segundos para Vencer (2019), Osmar recebeu aclamação por sua atuação como o treinador Kid Jofre. Por esse papel, ele foi eleito Melhor Ator pelo Festival de Gramado e venceu o Prêmio Guarani de Melhor Ator Coadjuvante.

Em sua carreira se destacou diversas vezes por sua versatilidade na atuação. Entre seus papéis notáveis nesse período, incluem-se o dependente químico Lobato em O Clone (2001); o divertido Margarido em Chocolate com Pimenta (2003); o Pai na antológica minissérie Hoje É Dia de Maria (2005); o poderoso Cícero em Ciranda de Pedra (2008) e o coronel Epaminondas Napoleão em Meu Pedacinho de Chão (2014). Seu último trabalho de sucesso foi na novela “Pantanal”, como Velho do Rio (2022), todos na TV Globo.

 

Mauricio Machado em seus quase 40 anos de carreira acumula diversas indicações aos principais prêmios nacionais, e tendo sido dirigido por pelos principais nomes do país nas artes cênicas em mais de 30 montagens teatrais, onde na grande maioria protagonizou textos de importantes autores brasileiros e estrangeiros. Participou de vários curta metragens e na Televisão integrou o elenco de 6 novelas, com personagens de destaque em: ‘Alma Gêmea’, ‘Cama de Gato’, ‘Cordel Encantado’ e ‘A Lei do Amor’, todas na Rede Globo de Televisão. ‘Cidadão Brasileiro’ na Rede Record e Chiquititas’ no SBT. E à convite de Ingrid Guimarães, fez dupla com a atriz em quadro do ‘Fantástico’. Participou da série ‘O Outro Escritor’ para o Canal Futura. Participou dos longas ‘Magal, e os Formigas’ e ‘Mulheres Alteradas’, ambos coproduções da Globo Filmes.

É Sócio-Diretor e também Curador Artístico do Teatro J. Safra em SP. Em 2018 estreou seu segundo Solo, que celebrou seus 30 Anos de Carreira. ‘Festa, a Comédia’, em 10 temporadas só em SP, e em que interpretou 5 personagens, com textos escritos especialmente para Maurício por Walcyr Carrasco, Vincent Villari, Alessandro Marson, Heloísa Perissé/Sill Esteves e Daniele Valente, no mesmo ano encara o  desafio oposto de gênero e estilo teatral, e vive Franz Kafka em ‘Um Beijo em Franz Kafka’ texto escrito pelo premiado dramaturgo Sérgio Roveri, pelo qual Maurício foi eleito pela Academia de Artes do Brasil no Prêmio Cenym, como melhor Ator nacional no Teatro no Ano de 2019. Essas três ultimas montagens com direção de Eduardo Figueiredo. Com a chegada de uma pandemia mundial, foi pioneiro em estrear com toda rigorosa segurança um Musical, em Agosto de 2020, baseado nas obras de William Shakespeare, intitulado: "Toada do Bardo", com direção de Eduardo Figueiredo, totalmente online, em 6 apresentações ao vivo, diretamente do Teatro, e assistido por mais de 200 mil pessoas somente de suas casas. Em 2021 O projeto em homenagem ao centenário de Cacilda Becker “Cacilda, por ela mesma” com Leona Cavalli, Maurício Machado e grande elenco. Em 2022, dá vida aos sete homens do mega sucesso ‘Procuro o Homem da Minha Vida, Marido Já Tive’, do best- seller da argentina Daniela Di Segni, com versão Brasileira de Claudia Valli e direção de Eduardo Figueiredo. Em 2024 estreou ao lado de Osmar Prado “O veneno do Teatro” do premiado autor espanhol Rodolf Sirera e direção de Eduardo Figueiredo. O espetáculo segue em cartaz em 2026, pelo qual foi indicado ao Prêmio Cenym 2024, como melhor Ator Coadjuvante do Teatro Brasileiro

 

A PRODUTORA

A manhas & manias projetos culturais

Produtora completando  30 anos de experiência este ano em projetos culturais e eventos coorporativos, com vários espetáculos premiados no currículo, entre eles: “Em Nome do Pai”, com Cláudio Cavalcanti e Maurício Machado, com direção de Marcio Aurelio; “Só Os Doentes do Coração Deveriam Ser Atores” e “Ser Ator”, ambos solos com Antonio Petrin e direção de Eduardo Figueiredo; “O Mistério do Fantasma Apavorado”, adaptação da obra de Oscar Wilde por Walcyr Carrasco, com grande elenco: Bia Seidl, Petrônio Gontijo, Iara Jamra, Duda Mamberti, Maurício Machado. Esses espetáculos foram dirigidos por Eduardo Figueiredo.

 

“O Último Bolero”, com Francisco Cuoco, Adriana Lessa, Chico Tenreiro, com direção de Gracindo Jr.; “A Soma de Nós”, de David Stevens, com: Rogério Fróes, Maurício Machado, Mara Manzan, e participação em vídeo de Nicette Bruno e Ana Lucia Torre; “Cyrano”, espetáculo dirigido por Karen Acioly com Nívea Stelmann, Thierry Figueira, Tadeu Mello e Maurício Machado e supervisão de Bibi Ferreira. Em 2008, produção do 7 º FIL - Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens – com participação de mais de 25 espetáculos internacionais – tema: Ano da França no Brasil – SP/RJ. “As Traças da Paixão”, espetáculo de Alcides Nogueira, e direção de Marco Antonio Braz, com Lucélia Santos e Maurício Machado; “Avalon”, megaprodução no Teatro do Sesi da Paulista, com Lucélia Santos, Sabrina Petraglia, Caio Paduan e elenco de 15 atores. Além das comédias de sucesso: “Mulheres Alteradas”, da obra de Maitena, com adaptação de Andrea Maltarolli e direção de Eduardo Figueiredo, com Luiza Tomé, Mel Lisboa, Adriane Galisteu, Tânia Alves, Samara Felippo, Flavia Monteiro, entre outros; “100 Dicas para Arranjar Namorado”, com Daniele Valente e Christiano Cochrane e participação em off de Marília Gabriela e Antonio Petrin, e “Batalha de Arroz num Ringue para Dois”, de Mauro Rasi, com direção de Jacqueline Laurence, e Nívea Stelmann e Maurício Machado com participação em off de Miguel Falabella e Heloísa Périssé.

Também Maitena na adaptação para teatro de seu segundo livro, “Superadas”, com dramaturgia de Miguel Paiva, com Catarina Abdalla, Mel Lisboa, Raphael Viana e Flávia Guedes. “Frida Y Diego”, com dramaturgia de Maria Adelaide Amaral, com Leona Cavalli e José Rubens Chachá, com longas temporada de sucesso no RJ e SP e turnê pelo país. Da obra de Goethe, “O Aprendiz de Feiticeiro”, primeira peça de teatro do premiado novelista Antonio Calmon, com Maurício Machado, Ghilherme Lobo, Klara Castanho e Julio Oliveira. O premiado “Um Beijo em Franz Kafka”, de Sergio Roveri com Maurício Machado e Anderson Di Rizzi; e as comédias: “Gatão de Meia-Idade, a peça”, pela primeira vez no teatro, autoria de Miguel Paiva; ‘Festa, a Comédia”, um solo cômico com o ator Maurício Machado dos dramaturgos: Walcyr Carrasco, Alessandro Marson, Heloisa Perissé, Vicent Villari e Daniele Valente. Todos esses com direção de Eduardo Figueiredo.

O espetáculo musical “Toada do Bardo”, inspirado na obra de Shakespeare, com Maurício Machado e grande elenco, com direção musical de Guga Stroeter.  E o projeto em homenagem ao centenário de Cacilda Becker “Cacilda, por ela mesma” com Leona Cavalli, Maurício Machado e elenco. “Procuro o homem de minha vida, marido já tive” da autora argentina Daniela Di Segni com grande elenco: Totia Meireles, Grace Gianoukas, Leona Cavalli e Maurício Machado, sucesso de público e crítica. E a adaptação do livro “O Elogio da Loucura” um ensaio escrito por Erasmo de Rotterdam em 1509 e publicado em 1511, com Leona Cavalli interpretando a Loucura, todos com direção de Eduardo Figueiredo.

O musical infantil “Hoje tem festa no Ceú” de Cintia Alves. “O Veneno do Teatro”, texto premiado em mais de 62 países do autor catalão Rodolf Sirera, com Osmar Prado e Maurício Machado no elenco.

Para 2027 uma versão de “Shakespeare em crise”, por Thelma Guedes para o teatro, além de “Votemos: Vizinhos Alterados” Comédia de sucesso na Argentina e outros países agora no Brasil e o musical “Portinari do Brasil” Sobre a Vida e obra de Candido Portinari.

Há doze anos, a manhas & manias – projetos culturais é responsável pela gestão, administração e curadoria artística do Teatro J. Safra em São Paulo.

Também são coprodutores do longa da O2 filmes “Mulheres Alteradas”, da obra de Maitena, dirigido por Luiz Pinheiro, com: Deborah Secco, Alessandra Negrini, Monica Iozzi e Maria Casadevall, entre outros atores no elenco. E coprodutores do projeto “Cine Experience”, pioneiro em levar espetáculos de teatro para telas dos cinemas – primeiro espetáculo – “Gatão de Meia Idade”, de Miguel Paiva, com direção de Eduardo Figueiredo. Premiada cinco vezes com o “Hot Top Comunicação de Marketing”.

 

 

Ficha Técnica

O Veneno do Teatro

Texto: Rodolf Sirera

Tradução: Hugo Coelho

Direção: Eduardo Figueiredo

Elenco: Osmar Prado e Maurício Machado

Músico: Matheus Vieira

Direção Musical e Trilha: Guga Stroeter

Assistente de Direção Musical e Trilha: Pedro Pedrosa

Cenário e figurinos: Kleber Montanheiro

Desenho de Luz: Paulo Denizot

Desenho de som: Anderson Moura

Fotografias divulgação: Priscila Prade

Programação Visual: Raquel Alvarenga

Assistente de Direção: Gabriel Albuquerque

Camareira: Ângela Lima

Técnico de Som: Eduarda Abreu

Técnico de luz: Daniel Braz

Contrarregra: Pedro Lobo e Thiago Cavalcante

Cenotécnico: Evandro Carretero

Administrador: Paulo Paixão

Produção Executiva: Paulo Travassos

Assistente de Produção: Renan Correia

Financeiro: Thaiss Vasconcellos

Leis de Incentivo: Renata Vieira

Idealização e produção: manhas & manias projetos culturais

 

 

SERVIÇO:

 

O Veneno do Teatro

Local: CAIXA Cultural Brasília – Lotes 3/4, SBS Q. 4 BL A Lotes 3/4 Loja 1 - Asa Sul, Brasília - DF, 70092-900

Temporada: 27 de outubro a 08 de novembro de 2026
(não haverá sessões nos dias de 3 a 5/11)

Horário: Segunda a sábado às 20h e domingo às 19h

Ingressos: A partir de 24 de outubro, às 09h na bilheteria do teatro da CAIXA Cultural e às 13h pelo site bilheteriacultural.com.br
R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada, clientes CAIXA e casos previstos em lei).
Tempo de duração: 70 minutos

Classificação indicativa: 14 anos
Sessões com acessibilidade em libras: 30/10 e 06/11

Informações: (61) 3206 6456

Acesso para pessoas com deficiência


Oficina: Dramaturgia da Imagem

Eduardo Tadeu Figueiredo (diretor de teatro)

A oficina aborda o conceito da importância da concepção estética em uma encenação, a partir de experiências próprias em encenações como: Frida Y Diego e Um Beijo em Franz Kafka. Toda imagem tem uma “significação” – uma narrativa especifica – e nós temos dois pontos com narrativas distintas, com base na dramaturgia desses dois espetáculos. As referências vêm de pesquisas de grandes fotógrafos como: Tim Walker, Sebastião Salgado, David La Chapelle e Jan Saudek. Mas também na linguagem do polonês Tadeusz Kantor e da coreografa alemã Pina Bausch.

Oficina com Eduardo Figueiredo “Dramaturgia da Imagem”

Local: CAIXA Cultural Brasília - Sala Gente Arteira

Data e horário: 31 de outubro, sábado, das 11h às 13h
Local: Teatro

Duração: 120 minutos

Quantidade de participantes: 15 participantes em inscrição com a possibilidade de lista de espera

Público-alvo: Estudantes de teatro (atuação/direção), interessados em teatro e dramaturgia

Classificação indicativa para a atividade: 18 anos

Inscrições gratuitas na página do evento – site da CAIXA Cultural e no link na bio do @manhasemaniasprojetosculturais.

 

==> Foto: Instagram Caixa Cultural