A montagem
brasileira, a primeira no mundo com música ao vivo, arrebatou mais de 60 mil
pessoas ao teatro. A pré-estreia da peça aconteceu justamente em Brasília com
sessões esgotadas e apresentação extra, e quase 3 anos depois volta à Brasília
depois de ter impactado plateias de norte a sul do país e aclamada também pela
crítica.
“O Veneno do Teatro”, protagonizado
pelos experientes e premiados: Osmar Prado e Maurício Machado.
Obra-prima do premiado autor espanhol Rodolf Sirera, um dos dramaturgos
contemporâneos de maior renome na Europa, o texto é vencedor de mais de 30
prêmios internacionais por sua qualidade, cheio de suspense, é um trilher
fascinante que mantém o espectador hipnotizado do início ao fim.
Os personagens estabelecem uma relação peculiar, desenvolvendo uma história
eletrizante e repleta de reviravoltas, em que a intriga é mantida neste jogo
perigoso e contundente, que desvenda também parte da curiosidade e fascínio que
o público tem sobre o teatro e seu jogo. Tudo isso, ancorado pela arrebatadora
performance da dupla de atores, duas gerações brilhantes de Artistas na
excelência e brilho de suas artes: OSMAR PRADO, sem qualquer dúvida um dos
maiores gigantes da história da cultura no Brasil, detentor de incontáveis
prêmios por sua genialidade e entrega e MAURÍCIO MACHADO que com quase 40 anos
ininterruptos dedicados ao ofício, é reconhecido e respeitado como um dos nomes
mais versáteis dos palcos nacionais, e por enfileirar nominações e ganhar
prêmios no Teatro brasileiro, tendo tráfego também pela TV e o Cinema.
O resultado
desse encontro, é o que a crítica e público comumente pontuam: uma verdadeira
"Master Class", uma ode ao Teatro, a qual o público perpassa por
todas as emoções possíveis em "O Veneno do Teatro".
No espetáculo,
um ambicioso e famoso ator chamado Gabriel De Beaumont (Maurício Machado)
é convidado por um excêntrico e divertido Marquês (Osmar Prado) para
interpretar uma peça teatral de sua autoria. No encontro, o Marquês, por meio
de um jogo psicológico, passa a controlar o ator. E ele logo descobre que tudo
não passa de uma armadilha para submetê-lo a um experimento cruel onde os
limites de realidade e ficção se confundem. Depois de muitas surpresas, o
Marquês revela-se um psicopata capaz de qualquer coisa para atingir seus
objetivos.
Traduzido em
vários idiomas, entre eles, inglês, francês, italiano, eslovaco, polonês,
grego, português (de Portugal e do Brasil), croata, húngaro, búlgaro e japonês,
a peça foi apresentada em países como: Espanha, Inglaterra, França, Venezuela,
Polônia, Grécia, Porto Rico, Argentina, México, Estados Unidos e Japão. Vista
por mais de 6 milhões de pessoas pelo mundo, colecionou prêmios por onde
passou, confirmando seu sucesso, vitalidade e absoluta contemporaneidade.
Sempre em cartaz em algum país desde então.
O texto
original foi escrito na década de 70 após a ditadura de Franco e no início do
processo democrático na Espanha. A história se passa na França, em 1784, na
pré-revolução francesa. A montagem brasileira assume uma postura atemporal,
inspirada na década de 20 em Paris, e é a primeira de todas as montagens já
encenadas pelo mundo a apresentar música ao vivo, executada pelo violoncelista
Matheus Vieira. A direção musical é de Guga Stroeter.
"Es una obra interesante, un juego dialéctico sobre ser y
representar. Es una fábula moral, un thriller en torno a lo que es el arte”,
diz o autor espanhol Rodolf Sirera.
“Em um momento com tantas adversidades, em que o homem apresenta sérios
sinais de retrocesso e barbárie, a obra de Rodolf Sirera nos traz uma
importante reflexão sobre civilidade, poder e até onde pode ir a crueldade do
ser humano”, ressalta o diretor Eduardo Figueiredo.
Com mais de 160
apresentações em todo o Brasil, “O Veneno do Teatro” já foi encenado em capitais como: Belém, Belo
Horizonte, Brasília, Curitiba, Vitória, Florianópolis, Goiânia, Porto Alegre, e
em dezenas de cidades do interior do país. Cumpriu 4 temporadas respectivamente
no Rio de Janeiro e São Paulo. Sempre com sucesso de público e crítica.
Considerado pela Folha de São Paulo entre os 10 melhores espetáculos da
temporada de 2024, em setembro daquele ano recebeu 14 indicações ao 23°Prêmio
Cenym de Teatro Nacional. Entre eles, as categorias de melhor espetáculo do
ano, de melhor ator (Osmar Prado) e de melhor ator coadjuvante (Maurício
Machado).
“O
Veneno do Teatro cria envolvente suspense com Osmar Prado e Maurício Machado em
jogo afiado. Os dois atores criam um jogo sofisticado e surpreendente.”
Miguel Arcanjo_crítico / jornalista / jurado APCA/SP
“O texto de Sirera oferece dois grandes personagens, de perfis e
estruturas diferentes, que são defendidos com garra pelos intérpretes.
O Veneno do Teatro, na concepção de Figueiredo, é uma peça de ideias, um
daqueles espetáculos que deseja provocar o público com um texto que revela
camadas inesperadas. A opção de levar ao palco a obra de Sirera prova a conexão
de Figueiredo com o seu tempo na escolha dos projetos.”
Dirceu Alves Jr._jornalista, escritor e crítico de Teatro/SP
“O carisma de Osmar Prado é inigualável. Seu personagem é dúbio e possui
uma fina camada de idiossincrasia. Sua paixão pelo teatro o leva ao limite da
razão. A atuação de Maurício Machado vai crescendo numa espantosa velocidade e
robustez. Entendemos, nesse momento, a escolha do parceiro. Dois gigantes, cada
um de seu tempo.”
Eliana de Castro_crítica de Teatro/SP
“Luminosa performance de dois atores entregues convictamente a um
irrestrito jogo dúplice.
Eduardo Figueiredo mostra autoridade cênica para nos sintonizar na
trajetória histórica do espetáculo.”
Wagner Corrêa de Araújo_crítico de Teatro/RJ “
“Elegante montagem encenada por Eduardo Figueiredo. Seus personagens se
engalfinham em cena como sir Laurence Olivier e Michael Caine. Cenário suntuoso
de Kleber Montanheiro, iluminado de modo dionisíaco no desenho de luz de Paulo
Denizot. O resultado é um louvor ao teatro, no espaço sagrado do palco.”
Rodrigo Fonseca_crítico de Teatro/RJ
“Os dois atores estão impecáveis. Há um entrosamento perfeito. Parece que
atuam juntos há anos. Dominam o texto e o palco plenamente. Passam o texto com
emoção, se doam de forma intensa no palco. Dois excelentes atores interpretando
personagens com perfis e humanidades distintas.”
Alex Varela_historiador, autor e crítico de Teatro/RJ
“Osmar e Maurício, conseguem um resultado cênico genuíno, dão
contemporaneidade ao texto, com interpretações que se confrontam e, ao mesmo
tempo, se complementam, graças a capacidade de se comunicarem com o público,
sacudindo a plateia para não somente testemunharem, mas participarem com o seu
próprio voyeurismo venenoso. As atuações de Osmar e Maurício contribuem
decisivamente para isso. Seremos atores da nossa própria vida ou continuaremos
marionetes nas mãos de manipuladores e assassinos?”
Francis Ivanovich_jornalista, dramaturgo e cineasta, criador e diretor do
Prêmio Nacional de Dramaturgia Flávio Migliaccio e editor geral do Notícias do
Teatro/RJ
“O que mais impressiona, na altíssima qualidade do texto, é a capacidade
de deixar a plateia em suspense, finalmente boquiaberta com a capacidade única
de o teatro nos fazer acreditar.”
Cláudia Chaves_jornalista e crítica de Teatro/RJ “
"Um marco na temporada de SP em 2024."
(José Marcondes_jornalista da Folha de São Paulo)
O Autor
Rodolf Sirera é um dos dramaturgos de maior renome na Europa. Nascido em
Valencia é formado em História e Filosofia. Participa desde o final da década
de 60 do movimento do teatro independente. Além de autor, atua como crítico
teatral em diferentes publicações (Cartelera Turia, La Marina, Destino, Serra
d’Or, Primer Acto, etc.) e como roteirista para TV. Ao longo de sua carreira
como autor já escreveu mais de 30 obras e ganhou diversos prêmios como Ciutat
de Barcelona, Ciutat de València de la crítica, Ciutat deGranollers, Ciutat
d’Alcoi, Premi Born de Teatre, Teatre Principal de Palma, Jaume Vidal Alcover.
Suas obras já foram traduzidas para o inglês, francês, italiano, grego,
português, entre outros idiomas.
O Diretor
Eduardo
Figueiredo é diretor de teatro e mestre em teatro pela USP,
encenador de diversos espetáculos e um dos principais produtores do atual
teatro brasileiro. Ele é sócio da manhas & manias projetos culturais, e
sócio e curador do Teatro J Safra, em São Paulo.
Em sua
formação, teve oportunidade de trabalhar com grandes mestres e cias, entre
eles: Eugênio Barba (Odin Teatret/Dinamarca), Carlos Cueva (EITALC/Cuba), La
Outra Orilla (Alemanha), Living Theatre (USA) e Cia Yayachkani (Peru).
Entre os
principais trabalhos, podemos citar: autor e diretor de “Só os Doentes do
Coração Deveriam ser Atores”, com Antonio Petrin, e, em 2012, repetiu sua
parceria em outro solo com o ator em “Ser Ator”. Em 2008, foi diretor de
produção do 7º FIL - Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens.
É idealizador e
diretor de um dos maiores fenômenos do teatro brasileiro: “Mulheres Alteradas”,
adaptação do best-seller de Maitena, com elenco de estrelas composto por: Luiza
Tomé, Mel Lisboa, Adriane Galisteu, Samara Felippo entre outros. Entre outros
trabalhos, podemos citar: o premiado “Frida Y Diego” com dramaturgia de Maria
Adelaide Amaral, com Leona Cavalli e José Rubens Chachá; em 2016, a obra de
Goethe, “O Aprendiz de Feiticeiro”, primeira peça de teatro do premiado
novelista Antônio Calmon, e em 2017, a comédia "Gatão de Meia-Idade",
da obra de Miguel Paiva com Oscar Margini e Leona Cavalli no elenco.
Entre 2018 e
2019, foi diretor do espetáculo “Festa, a Comédia”, um solo cômico com o ator
Maurício Machado dos dramaturgos Walcyr Carrasco, Alessandro Marson, Heloisa
Perisse, Vicent Villari e Daniele Valente. Também foi diretor geral do show
inédito “Casos e canções”, que reúne os mais diversos nomes e gerações através
da música, com a atriz Eva Wilma e banda.
Foi diretor do
premiado espetáculo “Um beijo em Franz Kafka”, de Sergio Roveri, com Anderson
Di Rizzi e Maurício Machado no elenco. Em 2020, dirigiu a adaptação do livro “O
Elogio da Loucura”, um ensaio escrito por Erasmo de Rotterdam em 1509 e
publicado em 1511, com Leona Cavalli no elenco. Esses 2 últimos sucesso enorme
em Brasília. Roteirizou e dirigiu o espetáculo musical “Toada do Bardo”,
inspirado na obra de Shakespeare, com Maurício Machado e grande elenco e
direção musical de Guga Stroeter.
Em 2021/2022,
dirigiu a comédia “Procuro o homem de minha vida, marido já tive”, sucesso e
público e crítica, da autora argentina Daniela Di Segni, com grande elenco:
Totia Meireles, Leona Cavalli Grace Gianoukas e Maurício Machado, com
dramaturgia de Claudia Valli. Participa como diretor do projeto em homenagem ao
centenário de Cacilda Becker, “Cacilda, por ela mesma”, com Leona Cavalli e
grande elenco promovido pelo Itaú Cultural.
Em 2023,
dirigiu o espetáculo musical infantil “Hoje tem festa no Céu”, de Cintia Alves.
Em 2024, dirigiu o sucesso de público e crítica “O Veneno do Teatro”, texto
premiado em mais de 62 países do autor espanhol Rodolf Sirera, com Osmar Prado
e Maurício Machado, que segue sendo montado.
Em 2027 prepara
mais uma parceria com Leona Cavalli, o espetáculo “Shakespeare em Crise”, de
Thelma Guedes. “Votemos: Vizinhos Alterados” Comédia de sucesso na Argentina e
outros países agora no Brasil e o musical “Portinari do Brasil” Sobre a Vida e
obra de Candido Portinari.
Os atores
Osmar Prado é um dos mais prestigiados atores brasileiros, tendo recebido
vários prêmios, incluindo três APCA, um Prêmio Guarani, dois Prêmios Qualidade
Brasil, e um Troféu Imprensa. Consagrado como um dos maiores atores do teatro e
da teledramaturgia brasileira sendo um dos nomes mais recorrentes nas produções
da TV Globo.
No cinema, se
destacou no filme histórico Desmundo (2003), como Francisco de Albuquerque,
pelo qual recebeu sua primeira indicação ao Prêmio Guarani de Melhor Ator
Coadjuvante. Interpretou o presidente Getúlio Vargas no filme biográfico Olga
(2004), recebendo elogios por sua atuação, que lhe rendeu o Prêmio Qualidade
Brasil de Melhor Ator Coadjuvante em Cinema. Em 10 Segundos para Vencer (2019),
Osmar recebeu aclamação por sua atuação como o treinador Kid Jofre. Por esse
papel, ele foi eleito Melhor Ator pelo Festival de Gramado e venceu o Prêmio
Guarani de Melhor Ator Coadjuvante.
Em sua carreira
se destacou diversas vezes por sua versatilidade na atuação. Entre seus papéis
notáveis nesse período, incluem-se o dependente químico Lobato em O Clone
(2001); o divertido Margarido em Chocolate com Pimenta (2003); o Pai na
antológica minissérie Hoje É Dia de Maria (2005); o poderoso Cícero em Ciranda
de Pedra (2008) e o coronel Epaminondas Napoleão em Meu Pedacinho de Chão
(2014). Seu último trabalho de sucesso foi na novela “Pantanal”, como Velho do
Rio (2022), todos na TV Globo.
Mauricio
Machado em seus quase 40 anos de carreira acumula diversas
indicações aos principais prêmios nacionais, e tendo sido dirigido por pelos
principais nomes do país nas artes cênicas em mais de 30 montagens teatrais,
onde na grande maioria protagonizou textos de importantes autores brasileiros e
estrangeiros. Participou de vários curta metragens e na Televisão integrou o
elenco de 6 novelas, com personagens de destaque em: ‘Alma Gêmea’, ‘Cama de
Gato’, ‘Cordel Encantado’ e ‘A Lei do Amor’, todas na Rede Globo de Televisão.
‘Cidadão Brasileiro’ na Rede Record e Chiquititas’ no SBT. E à convite de
Ingrid Guimarães, fez dupla com a atriz em quadro do ‘Fantástico’. Participou
da série ‘O Outro Escritor’ para o Canal Futura. Participou dos longas ‘Magal,
e os Formigas’ e ‘Mulheres Alteradas’, ambos coproduções da Globo Filmes.
É Sócio-Diretor
e também Curador Artístico do Teatro J. Safra em SP. Em 2018 estreou seu
segundo Solo, que celebrou seus 30 Anos de Carreira. ‘Festa, a Comédia’, em 10
temporadas só em SP, e em que interpretou 5 personagens, com textos escritos
especialmente para Maurício por Walcyr Carrasco, Vincent Villari, Alessandro
Marson, Heloísa Perissé/Sill Esteves e Daniele Valente, no mesmo ano encara
o desafio oposto de gênero e estilo
teatral, e vive Franz Kafka em ‘Um Beijo em Franz Kafka’ texto escrito pelo
premiado dramaturgo Sérgio Roveri, pelo qual Maurício foi eleito pela Academia
de Artes do Brasil no Prêmio Cenym, como melhor Ator nacional no Teatro no Ano
de 2019. Essas três ultimas montagens com direção de Eduardo Figueiredo. Com a
chegada de uma pandemia mundial, foi pioneiro em estrear com toda rigorosa
segurança um Musical, em Agosto de 2020, baseado nas obras de William
Shakespeare, intitulado: "Toada do Bardo", com direção de Eduardo
Figueiredo, totalmente online, em 6 apresentações ao vivo, diretamente do
Teatro, e assistido por mais de 200 mil pessoas somente de suas casas. Em 2021
O projeto em homenagem ao centenário de Cacilda Becker “Cacilda, por ela mesma”
com Leona Cavalli, Maurício Machado e grande elenco. Em 2022, dá vida aos sete
homens do mega sucesso ‘Procuro o Homem da Minha Vida, Marido Já Tive’, do best-
seller da argentina Daniela Di Segni, com versão Brasileira de Claudia Valli e
direção de Eduardo Figueiredo. Em 2024 estreou ao lado de Osmar Prado “O veneno
do Teatro” do premiado autor espanhol Rodolf Sirera e direção de Eduardo
Figueiredo. O espetáculo segue em cartaz em 2026, pelo qual foi indicado ao
Prêmio Cenym 2024, como melhor Ator Coadjuvante do Teatro Brasileiro
A PRODUTORA
A manhas &
manias projetos culturais
Produtora
completando 30 anos de experiência este
ano em projetos culturais e eventos coorporativos, com vários espetáculos
premiados no currículo, entre eles: “Em Nome do Pai”, com Cláudio Cavalcanti e
Maurício Machado, com direção de Marcio Aurelio; “Só Os Doentes do Coração
Deveriam Ser Atores” e “Ser Ator”, ambos solos com Antonio Petrin e direção de
Eduardo Figueiredo; “O Mistério do Fantasma Apavorado”, adaptação da obra de
Oscar Wilde por Walcyr Carrasco, com grande elenco: Bia Seidl, Petrônio
Gontijo, Iara Jamra, Duda Mamberti, Maurício Machado. Esses espetáculos foram
dirigidos por Eduardo Figueiredo.
“O Último
Bolero”, com Francisco Cuoco, Adriana Lessa, Chico Tenreiro, com direção de
Gracindo Jr.; “A Soma de Nós”, de David Stevens, com: Rogério Fróes, Maurício
Machado, Mara Manzan, e participação em vídeo de Nicette Bruno e Ana Lucia
Torre; “Cyrano”, espetáculo dirigido por Karen Acioly com Nívea Stelmann,
Thierry Figueira, Tadeu Mello e Maurício Machado e supervisão de Bibi Ferreira.
Em 2008, produção do 7 º FIL - Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens
– com participação de mais de 25 espetáculos internacionais – tema: Ano da
França no Brasil – SP/RJ. “As Traças da Paixão”, espetáculo de Alcides
Nogueira, e direção de Marco Antonio Braz, com Lucélia Santos e Maurício
Machado; “Avalon”, megaprodução no Teatro do Sesi da Paulista, com Lucélia
Santos, Sabrina Petraglia, Caio Paduan e elenco de 15 atores. Além das comédias
de sucesso: “Mulheres Alteradas”, da obra de Maitena, com adaptação de Andrea
Maltarolli e direção de Eduardo Figueiredo, com Luiza Tomé, Mel Lisboa, Adriane
Galisteu, Tânia Alves, Samara Felippo, Flavia Monteiro, entre outros; “100
Dicas para Arranjar Namorado”, com Daniele Valente e Christiano Cochrane e
participação em off de Marília Gabriela e Antonio Petrin, e “Batalha de Arroz
num Ringue para Dois”, de Mauro Rasi, com direção de Jacqueline Laurence, e
Nívea Stelmann e Maurício Machado com participação em off de Miguel Falabella e
Heloísa Périssé.
Também Maitena
na adaptação para teatro de seu segundo livro, “Superadas”, com dramaturgia de
Miguel Paiva, com Catarina Abdalla, Mel Lisboa, Raphael Viana e Flávia Guedes.
“Frida Y Diego”, com dramaturgia de Maria Adelaide Amaral, com Leona Cavalli e
José Rubens Chachá, com longas temporada de sucesso no RJ e SP e turnê pelo
país. Da obra de Goethe, “O Aprendiz de Feiticeiro”, primeira peça de teatro do
premiado novelista Antonio Calmon, com Maurício Machado, Ghilherme Lobo, Klara
Castanho e Julio Oliveira. O premiado “Um Beijo em Franz Kafka”, de Sergio
Roveri com Maurício Machado e Anderson Di Rizzi; e as comédias: “Gatão de
Meia-Idade, a peça”, pela primeira vez no teatro, autoria de Miguel Paiva;
‘Festa, a Comédia”, um solo cômico com o ator Maurício Machado dos dramaturgos:
Walcyr Carrasco, Alessandro Marson, Heloisa Perissé, Vicent Villari e Daniele
Valente. Todos esses com direção de Eduardo Figueiredo.
O espetáculo
musical “Toada do Bardo”, inspirado na obra de Shakespeare, com Maurício
Machado e grande elenco, com direção musical de Guga Stroeter. E o projeto em homenagem ao centenário de
Cacilda Becker “Cacilda, por ela mesma” com Leona Cavalli, Maurício Machado e
elenco. “Procuro o homem de minha vida, marido já tive” da autora argentina
Daniela Di Segni com grande elenco: Totia Meireles, Grace Gianoukas, Leona
Cavalli e Maurício Machado, sucesso de público e crítica. E a adaptação do
livro “O Elogio da Loucura” um ensaio escrito por Erasmo de Rotterdam em 1509 e
publicado em 1511, com Leona Cavalli interpretando a Loucura, todos com direção
de Eduardo Figueiredo.
O musical
infantil “Hoje tem festa no Ceú” de Cintia Alves. “O Veneno do Teatro”, texto
premiado em mais de 62 países do autor catalão Rodolf Sirera, com Osmar Prado e
Maurício Machado no elenco.
Para 2027 uma
versão de “Shakespeare em crise”, por Thelma Guedes para o teatro, além de
“Votemos: Vizinhos Alterados” Comédia de sucesso na Argentina e outros países
agora no Brasil e o musical “Portinari do Brasil” Sobre a Vida e obra de
Candido Portinari.
Há doze anos, a
manhas & manias – projetos culturais é responsável pela gestão,
administração e curadoria artística do Teatro J. Safra em São Paulo.
Também são
coprodutores do longa da O2 filmes “Mulheres Alteradas”, da obra de Maitena,
dirigido por Luiz Pinheiro, com: Deborah Secco, Alessandra Negrini, Monica
Iozzi e Maria Casadevall, entre outros atores no elenco. E coprodutores do
projeto “Cine Experience”, pioneiro em levar espetáculos de teatro para telas
dos cinemas – primeiro espetáculo – “Gatão de Meia Idade”, de Miguel Paiva, com
direção de Eduardo Figueiredo. Premiada cinco vezes com o “Hot Top Comunicação
de Marketing”.
Ficha Técnica
O Veneno do Teatro
Texto:
Rodolf Sirera
Tradução: Hugo
Coelho
Direção: Eduardo
Figueiredo
Elenco: Osmar
Prado e Maurício Machado
Músico: Matheus
Vieira
Direção Musical e Trilha: Guga Stroeter
Assistente de Direção Musical e Trilha: Pedro Pedrosa
Cenário e figurinos: Kleber Montanheiro
Desenho de Luz: Paulo Denizot
Desenho de som: Anderson Moura
Fotografias divulgação: Priscila Prade
Programação Visual: Raquel Alvarenga
Assistente de Direção: Gabriel Albuquerque
Camareira: Ângela
Lima
Técnico de Som: Eduarda Abreu
Técnico de luz: Daniel Braz
Contrarregra: Pedro
Lobo e Thiago Cavalcante
Cenotécnico: Evandro
Carretero
Administrador: Paulo Paixão
Produção Executiva: Paulo Travassos
Assistente de Produção: Renan Correia
Financeiro: Thaiss
Vasconcellos
Leis de Incentivo: Renata Vieira
Idealização e produção: manhas & manias projetos culturais
SERVIÇO:
O Veneno do
Teatro
Local: CAIXA Cultural
Brasília – Lotes 3/4, SBS Q. 4 BL A Lotes 3/4 Loja 1 - Asa Sul, Brasília - DF,
70092-900
Temporada: 27 de outubro
a 08 de novembro de 2026
(não haverá sessões nos dias de 3 a 5/11)
Horário: Segunda a
sábado às 20h e domingo às 19h
Ingressos: A partir de 24
de outubro, às 09h na bilheteria do teatro da CAIXA Cultural e às 13h pelo site
bilheteriacultural.com.br
R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada, clientes CAIXA e casos previstos
em lei).
Tempo de duração: 70 minutos
Classificação
indicativa: 14 anos
Sessões com acessibilidade em libras: 30/10 e 06/11
Informações: (61) 3206 6456
Acesso para
pessoas com deficiência
Oficina:
Dramaturgia da Imagem
Eduardo Tadeu Figueiredo (diretor de teatro)
A oficina aborda o conceito da
importância da concepção estética em uma encenação, a partir de experiências
próprias em encenações como: Frida Y Diego e Um Beijo em Franz Kafka. Toda
imagem tem uma “significação” – uma narrativa especifica – e nós temos dois
pontos com narrativas distintas, com base na dramaturgia desses dois
espetáculos. As referências vêm de pesquisas de grandes fotógrafos como: Tim
Walker, Sebastião Salgado, David La Chapelle e Jan Saudek. Mas também na
linguagem do polonês Tadeusz Kantor e da coreografa
alemã Pina Bausch.
Oficina com Eduardo Figueiredo
“Dramaturgia da Imagem”
Local: CAIXA Cultural Brasília - Sala
Gente Arteira
Data e horário: 31 de outubro, sábado, das 11h às 13h
Local: Teatro
Duração: 120 minutos
Quantidade de participantes: 15 participantes em inscrição com a possibilidade de lista de
espera
Público-alvo: Estudantes de
teatro (atuação/direção), interessados em teatro e dramaturgia
Classificação indicativa para a atividade: 18 anos
Inscrições gratuitas na página do evento – site da CAIXA Cultural
e no link na bio do @manhasemaniasprojetosculturais.
==> Foto: Instagram Caixa Cultural