A CAIXA Cultural Brasília apresenta em seu Jardim das Esculturas o show IVAN LINS 80 anos

Um dos maiores nomes da música brasileira, Ivan Lins celebra seus 80 anos de vida e 55 anos de carreira em um espetáculo com entrada gratuita no Jardim das Esculturas da CAIXA Cultural dia 19 de setembro. O show percorre sua trajetória artística por meio de um roteiro afetivo, construído a partir de memórias, encontros, parcerias e das canções que marcaram diferentes gerações. A programação também inclui uma oficina de música com Nema Antunes e apresentação de abertura com a DJ Karla Testa.

 

Longe de uma retrospectiva convencional, o espetáculo propõe uma narrativa musical que revela diferentes fases da carreira do compositor, reunindo sucessos consagrados, obras emblemáticas e canções menos conhecidas pelo grande público, escolhidas pelo próprio artista por sua relevância afetiva e artística.

 

Autor de uma das obras mais importantes da música popular brasileira, Ivan Lins consolidou uma carreira reconhecida nacional e internacionalmente. Desde sua estreia no 5º Festival Internacional da Canção, em 1970, quando apresentou O Amor é o Meu País, até o sucesso de Madalena, eternizada na voz de Elis Regina, sua produção tornou-se referência pela sofisticação melódica, riqueza harmônica e profundidade poética.

 

Ao longo de mais de cinco décadas, construiu uma sólida parceria com o letrista Vítor Martins, responsável por clássicos como Começar de NovoAbre-AlasAos Nossos Filhos e Somos Todos Iguais Esta Noite. Suas composições também ganharam enorme projeção por meio de trilhas de novelas e interpretações de artistas como Simone, Gal Costa, Nana Caymmi, Fafá de Belém, Zizi Possi, Leny Andrade, Emilio Santiago e tantos outros.

 

O reconhecimento ultrapassou as fronteiras brasileiras. Produzido por Quincy Jones e gravado por nomes como George Benson, Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan, Barbra Streisand, Sting, Jorge Drexler e Carlos do Carmo, Ivan Lins tornou-se um dos compositores brasileiros de maior projeção internacional.

 

No palco, o repertório reúne clássicos como MadalenaVitoriosaLembra de MimIluminadosLua Soberana e Começar de Novo, ao lado de obras que revelam outras facetas de sua criação.

 

Organizado em blocos temáticos, o espetáculo percorre diferentes dimensões de sua obra. O romantismo aparece em canções como O Amor é o Meu PaísIluminados e Ai, Ai, Ai, Ai, Ai. Os relacionamentos humanos são revisitados em músicas como Saindo de Mim e A Noite.

 

A reflexão social e política, característica marcante de sua produção, ganha espaço com Aos Nossos FilhosCartomante e a inédita Meninos de Gaza, composta em parceria com Simone Guimarães, reafirmando a permanente atualidade de sua obra.

 

O espetáculo também presta homenagem aos parceiros que marcaram sua trajetória, especialmente Ronaldo Monteiro de Souza e Vítor Martins. Em um momento dedicado às influências da música do interior brasileiro, surgem canções como Guarde nos OlhosBandeira do Divino e Olhos pra Te Ver, reafirmando a diversidade estética presente em sua produção.

 

Outro bloco destaca sua relação com o samba por meio das parcerias com Paulo César Pinheiro, Celso Viáfora e Chico Buarque, reunindo canções como Porta EntreabertaEmoldurada e Sou Eu.

 

A direção artística é assinada por Claudio Lins, ator, cantor e filho de Ivan, que propõe uma encenação discreta e sensível, centrada na força das canções e na relação afetiva construída entre artista e público ao longo de décadas. A direção de produção reúne João Lins, empresário e filho do artista, e Carlos Costa, parceiro de longa trajetória profissional. A direção musical é do próprio Ivan Lins, em colaboração com a banda que o acompanha há muitos anos, preservando a identidade sonora que caracteriza sua obra.

 

Mais do que uma comemoração de aniversário, IVAN LINS 80 anos percorre uma trajetória artística que atravessa gerações, reafirmando a importância de um compositor cuja música permanece atual, emocionante e profundamente conectada à cultura brasileira. Um espetáculo que convida o público a revisitar memórias, descobrir novas leituras de obras consagradas e comemorar um dos maiores patrimônios da música popular do país.

 

Abertura do show com a DJ Karla Testa

A programação terá abertura com Karla Testa, DJ e produtora música com 12 anos de carreira e uma trajetória de destaque. Reconhecida por sua energia e conexão contagiante com o público, Karla dialoga com a Tropicália e a música brasileira contemporânea, conectando o clássico e o atual para criar uma experiência musical única. Eleita DJ do Ano de 2023 pelo Prêmio Profissionais da Música (PPM) e embaixadora do Women’s Music Event (WME). Sua apresentação vai preparar o público para a noite de música brasileira, transformando a abertura do espetáculo em uma verdadeira celebração à cultura nacional.

 

Oficina Ritmo, Groove, Improvisação, Conjunto e Timbragem, com Nema Antunes, no Teatro da CAIXA Cultural, dia 19 de setembro, às 14h

Com suas raízes fincadas na Música Brasileira e uma visão aberta às diversas manifestações da música africana, do jazz e da música mundial, Nema Antunes apresenta uma oficina dedicada ao estudo da música a partir da prática, da experiência de palco e da vivência de estúdio. Embora tenha o contrabaixo como instrumento de referência, a oficina é aberta a músicos de diferentes instrumentos e níveis de experiência. A proposta é explorar a relação entre ritmo, groove, improvisação, dinâmica de conjunto, sonoridade e interação entre os músicos. Vagas limitadas e inscrições pelo site CAIXA Cultural www.caixacultural.gov.br

 

 

SERVIÇO:

 

Ivan Lins 80 anos 

Local: Jardim das Esculturas – CAIXA Cultural Brasília
Endereço: SBS – Quadra 4 – Lotes 3/4

Data: 19 de setembro de 2026 (sábado)

Horário: 18h

Classificação indicativa: 14 anos

Acessibilidade: espaço com acesso para pessoas com deficiência.

Entrada: franca, sem a necessidade da retirada de ingressos

Informações: (61) 3206-9448 | (61) 3206-9449 | www.caixacultural.gov.br

Patrocínio: CAIXA 

 

==> Foto: Instagram Caixa Cultura

 

 

Estreia "O Começo do Fim", comédia dramática com Isabel Fillardis e Well Aguiar

O que acontece depois do fim? Esse é o ponto de partida de uma narrativa sensível e contemporânea que fala de rupturas, recomeços e transformações dos vínculos humanos. Com direção de Rubens Camelo, supervisão artística de Amir Haddad e dramaturgia de Denise Crispun, a peça cumpre temporada de quatro sessões no Teatro Royal Tulip dias 19 e 20 de setembro.

 

Com humor refinado e densidade emocional, O Começo do Fim acompanha um casal atravessando as delicadas transformações do amor, enquanto tenta reconstruir a própria vida e diante dos desafios da guarda compartilhada do filho, Pedro. Entre afeto e tensões emocionais, o espetáculo percorre temas como saúde mental, relações inter-raciais e racismo estrutural, propondo uma reflexão sobre os vínculos familiares, especialmente quando há laços que nunca se rompem por completo.

 

Alternando passado e presente, a dramaturgia transforma a encenação, que valoriza o texto e a força cênica do elenco, em um espelho humano e conduz o público por diálogos intensos, silêncios e memórias, revelando as fragilidades após o fim de uma relação.

 

“A peça não fala apenas sobre separação, mas sobre o que se transforma dentro da gente quando um vínculo muda de forma. É sobre aprender a lidar com o que permanece.”, comenta Isabel Fillardis. Para Well Aguiar, “fala sobre algo que todos nós, em algum momento, vamos atravessar. Não é só sobre separação, é sobre amadurecimento.”, complementa.

 

A temporada em Brasília dá início à circulação nacional do espetáculo, com patrocínio da BB Seguros e Brasilcap, via Lei Rouanet do Ministério da Cultura, e depois segue para São Paulo e outras capitais com agenda ainda a ser confirmada. A peça estreou em abril deste ano com uma temporada de grande sucesso no Teatro Fashion Mall no Rio de Janeiro.

 

Uma montagem ecoeficiente

Certificado pelo Instituto IPCEAT como o primeiro espetáculo ecoeficiente do Brasil, O Começo do Fim reúne cenário e figurinos desenvolvidos a partir de princípios sustentáveis, concebidos por Isabel Fillardis em parceria com a estilista indígena W’e’ena Tikuna, propondo uma leitura urbana da ancestralidade amazônica e reafirmando a sustentabilidade como linguagem estética da obra.

 

A Brasilcap

Desde 1995, a Brasilcap já distribuiu mais de R$ 2,5 bilhões em prêmios, contemplando aproximadamente 700 mil títulos de capitalização. Atualmente, a companhia conta com mais de 3,4 milhões de clientes e um portfólio diversificado de soluções de capitalização. Referência no mercado, a Brasilcap entende que seu papel vai além dos negócios, contribuindo para a transformação da sociedade por meio do incentivo a projetos socioambientais, educacionais, esportivos e de valorização da cultura brasileira, utilizando as leis de incentivo e iniciativas próprias.

 

A BB Seguros

A BB Seguros é um grupo empresarial que atua nos segmentos de seguros, previdência aberta, títulos de capitalização e planos odontológicos. Com foco em soluções inovadoras e sustentáveis, o grupo desenvolve produtos e serviços voltados à proteção e ao bem-estar de seus clientes, oferecendo mais tranquilidade para o presente e segurança para o futuro. A companhia investe em cultura e esporte por acreditar que o desenvolvimento do talento brasileiro impulsiona conquistas coletivas, contribuindo para uma sociedade mais criativa, inclusiva e próspera.

 

Ficha técnica

Texto: Denise Crispun; Direção: Rubens Camelo; Supervisão artística: Amir Haddad; Assistência de direção: Ron Duarte; Elenco: Isabel Fillardis e Well Aguiar; Participação em off: Antônio Caramelo; Iluminação: Paulo Denizot; Cenografia: Janaína Wendling; Trilha sonora: Muato; Figurino: W’e’ena Tikuna e Isabel Fillardis; Costureira: Suzana Fragoso; Cenotécnico: Revetrio Soares; Assessoria de imprensa: Vagner Marins – Marins Comunicação; Assessoria de imprensa em Brasília: Rodrigo Machado – Território Comunicação; Social mídia: Samuel Nahas; Designer gráfico: Hugo Rezende; Fotos de divulgação: Margot Sant’Anna; Vídeos de divulgação: Marcelo Ribeiro - RIB Art Produções; Visagismo (Fotos): Muca de Souza; Produção executiva: Milca Luna; Coordenação de produção: Well Aguiar e Isabel Fillardis; Idealização: Well Aguiar e Isabel Fillardis; Realização: WA Pontes Produções Artísticas. 

 

 

SERVIÇO:

 

[Comédia dramática] O Começo do Fim

Local: Teatro Royal Tulip - Hotel Royal Tulip Alvorada

Endereço: SHTN Trecho 1, Conjunto 1B, Bloco C

Temporada: dias 19 e 20 de setembro de 2026
Horários: sábado, às 20h30 e sessão extra às 18h; domingo, às 18h30 e extra às 16h

Ingressos: a partir de R$ 20

Bilheteria: https://bileto.sympla.com.br/event/123670/d/399280 e no teatro apenas em dias de apresentação
Duração: 70 minutos
Lotação: 500 lugares
Classificação indicativa: não recomendado para menores de 12 anos

Patrocínio: BB Seguros

==> Foto: Site de Vendas

 

Whindersson Nunes chega ao DF com “Isso não é um culto definitivamente”, nos dias 19 e 20/09

O que idosos, física, sexo, sotaques brasileiros, o significado das palavras e o inconsciente coletivo podem ter em comum? Whindersson Nunes parte de questões como essas para construir o humor de “Isso não é um culto definitivamente”, espetáculo que chega ao Distrito Federal para duas apresentações: dia 19 de setembro, às 20h, no Teatro Católica, em Taguatinga, e dia 20, também às 20h, na Sala Master do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília.


No show, o humorista transforma uma inquietação bastante comum, a busca por entender quem somos e por que fazemos determinadas escolhas, em ponto de partida para observar comportamentos, relações e situações do cotidiano. Entre uma pergunta e outra, Whindersson passeia por assuntos aparentemente distantes, da física ao universo, das diferenças entre as pessoas aos muitos sotaques do Brasil.


A provocação começa na maneira como cada um reage ao mundo. Por que duas pessoas que fazem escolhas semelhantes podem chegar a resultados tão diferentes? Quanto existe de acaso e quanto pode haver de destino? E por que determinadas experiências parecem, de alguma forma, familiares mesmo quando são vividas pela primeira vez?


É nesse percurso que entra também o inconsciente coletivo, uma das ideias que aparecem em meio às reflexões e histórias levadas ao palco. Whindersson parte de experiências pessoais e observações sobre a vida para falar de idosos, relações, sexo, Brasil, palavras e seus significados ao longo do tempo, além de questões sobre física e universo.


Tudo isso passa pelo olhar bem-humorado do artista, que alterna questionamentos existenciais e situações do cotidiano. E, em meio às provocações, ainda promete algumas dicas para quem busca levar a vida com um pouco mais de tranquilidade — afinal, como diz a própria apresentação do espetáculo, “você merece”.

 


SERVIÇO:


Whindersson Nunes – “Isso não é um culto definitivamente”
Vendas: Ingresso Digital
Classificação indicativa: 16 anos

Duração: aproximadamente 120 minutos 

 

TAGUATINGA
Data: 19 de setembro (sábado)
Horário: 20h
Local: Teatro Católica (
QS 7, Lote 01 – Taguatinga)
Ingressos – Plateia:
R$ 120 – meia-entrada
R$ 160 – solidário
R$ 240 – inteira

 

BRASÍLIA
Data: 20 de setembro (domingo)
Horário: 20h
Local: Sala Master – Centro de Convenções Ulysses Guimarães
Ingressos:
Plateia Superior – R$ 100 (meia), R$ 140 (solidário) e R$ 200 (inteira)
Plateia Especial – R$ 120 (meia), R$ 160 (solidário) e R$ 240 (inteira)
Plateia VIP – R$ 140 (meia), R$ 180 (solidário) e R$ 280 (inteira)
Plateia Gold – R$ 160 (meia), R$ 200 (solidário) e R$ 320 (inteira)
Plateia Premium – R$ 180 (meia), R$ 220 (solidário) e R$ 360 (inteira)
Lounge – R$ 200 (meia), R$ 240 (solidário) e R$ 400 (inteira)

 

==> Foto: Site de Vendas

 

 

Falcão fará show gratuito na 43ª edição do ArteFato em Brasília

A irreverência e originalidade do cantor, compositor, apresentador, ator, escritor, desenhista e pensador popular Falcão poderão ser conferidas na 43ª edição do ArteFato.  Falcão estará na capital federal em única apresentação no dia 16 de setembro, às 20h, no Teatro dos Bancários (314/315 Sul). Ingressos gratuitos mediante retirada no Sympla a partir do dia 14 de setembro. Livre para todos os públicos.

O multiartista, nascido em Pereiro, no interior do Ceará, carrega na alma e no estilo a força cultural do Nordeste e a leveza de um humor inteligente que levanta os ânimos de qualquer plateia.

 

Falcão não mede muitas palavras. Ele provoca, diverte, critica, levanta questões sociais e encanta com seu estilo brega e estética criativa. Alguns de seus primeiros hits, ainda nos anos 1990, foram “I’m not dog no”, “Holiday foi muito” e “Black people car”. Sua ousadia o levou a vender mais de cinco milhões de cópias físicas em uma época sem redes sociais e sem streamings.

 

O hit do momento é “Coração de frango”: “Mas quando eu me aproximei da barraquinha,/ Vi que outro segurava a sua mão,/ E o ciúme que atravessou meu peito,/ Me deu a sensação./ De um coração de frango/ Perfurado pelo espeto do ciúme”. E é exatamente com este humor satírico e lúdico, unido a muito carisma, que Falcão consegue dialogar com todas as gerações, de crianças a jovens e adultos de todas as idades.

 

O show será aberto por Thiago Borges & Eric Star. Thiago, bancário da Caixa há 24 anos, sempre conciliou a vida profissional com a música, sua grande paixão. Aos 15 Anos, inspirado pela dupla João Paulo & Daniel, começou a aprender violão e descobriu o prazer de cantar. Desde então, a música se tornou uma companhia para a vida toda. Em reuniões familiares e com amigos, sempre tem a companhia do músico Eric Star.

 

 

SERVIÇO:

 

ArteFato – 43ª edição

Local: Teatro dos Bancários (314/15 Sul)

Endereço: EQS 314/315 BL A, Brasília

Dia e horário: 16 de setembro de 2026, quarta-feira, às 20h

Ingressos: entrada franca, com retirada pelo Sympla a partir de 14 de setembro, sujeito a lotação

Classificação indicativa: livre para todos os públicos

==> Foto: Divulgação


Moraes Moreira: musical recria a musicalidade de um dos grandes gênios da música brasileira

O universo de Moraes Moreira chega aos palcos em uma montagem que aposta na diversidade que marcou os “50 anos” de carreira do compositor e gênio baiano. Em cena, o espetáculo Moraes Musical Moreira reúne 19 artistas no palco, dividindo a atenção entre atores, cantores, músicos e multiartistas, a fim de percorrer uma trajetória que não é medida pelo óbvio; mas que mergulha no sonho de um flamenguista do sertão de Ituaçu (BA) até encontrar a mistura do frevo, choro, samba, rock, baião e poesia.


Percorrendo quatro cidades no Brasil em sua primeira temporada, o espetáculo não poderia deixar de estrear no DNA baiano de Moraes, em Salvador, no Teatro Castro Alves – local onde já se apresentou junto à Davi Moraes, seu filho. A estreia nacional celebra a permanência de uma obra que continua atravessando gerações, com o musical seguindo para as ruas de Recife, no Teatro Luiz Mendonça; Brasília, na Sala Martins Pena do Teatro Nacional Cláudio Santoro; e Rio de Janeiro, no Teatro Carlos Gomes.


Moraes, pra mim, é o plural que alcança plurais e se torna um artista singular, único. Dos auto-falantes pras avenidas, sua obra não pertence a uma época, ela se encaixa em qualquer tempo e deixa e recebe um tanto de cada geração que o escuta", lembra o ator, músico e pesquisador, Rodrigo Sestrem. 


Dando vida a diferentes facetas de Moraes Moreira, o poeta e compositor baiano Rodrigo Sestrem interpreta um Moraes cheio de identidade, bagagem e ideias para compartilhar com o público, como quem ocupa a praça para celebrar a palavra, a música e o encontro. Na sequência, o ator Cris Meirelles encarna um Moraes em busca da inspiração, movido pelo desejo de criar e pelo encontro com a música. 


“Moraes Vaqueiro do Som é alguém que na narrativa é guiado pela escuta dos sons e silêncios do mundo. Alguém que já sentia o invisível som divino  e em seu peito, tudo isso ia guardando. O sino, o cantador que ia passando, a festa da igreja e a feira inteira, a música na praça e a padroeira,com o povo na rua, se alegrando”. E, para mim, é um presente, como intérprete, poder ir vivendo as metamorfoses que essa escuta proporcionou, até chegar a um artista maduro, com uma obra tão rica e que percebe que o lugar da sua música é a rua, que seu público é o povo. Como artista, também me vejo muito mobilizado por isso: uma paixão pela música e de ser um artista popular", diz o ator e multiartista brasileiro, Cris Meirelles


Entre o real e o fantástico, a Musa Música, interpretada por Júlia Tizumba, surge como uma presença que conduz e provoca Moraes em sua busca pela inspiração. Ao seu redor, o Bloco do Prazer ganha corpo, movimento e novas possibilidades a cada cena, conduzido pelo ritmo cênico e eletrizante de Diana Ramos, Kadu Veiga, Luisa Muricy, Mano Leone, Nana Nevez, Ofámirô, Rapha Gouveia, Sabiá, Saulo Ilogoní e Marcos Lopes


“A Musa Música é uma personagem apaixonante, instigante e desafiadora, pois é intangível, abstrata e está em todo lugar. Em nossa narrativa, ela é a força que inspira e conduz Moraes em suas criações e em sua passagem de cantor para cantador. Me senti muito honrada e agradecida pela confiança da diretora Ana Paula Bouzas para que eu desempenhasse esse papel.  Como a música brasileira tem sua base fundamental nas matrizes africanas, acredito que faz todo o sentido que a Musa Música seja uma mulher negra. A imagem das mulheres negras, em um país racista e machista como o Brasil, não é comumente associada ao lugar de musas inspiradoras, de mulheres dignas de serem admiradas a este ponto. E assim a arte cumpre também o papel de ressignificar a vida e recriar realidades, trazendo as mulheres negras, que são pilares da sociedade, para o lugar de reconhecimento, merecimento e protagonismo que durante tanto tempo nos foi negado”, destaca a atriz e cantora Júlia Tizumba


As coreografias síncronas, as interpretações, a entrega, a dança e a alegria dão palco para um espetáculo que sabe entregar leveza, riso e dança ao passo que faz um “Chame Gente” para cantar clássicos e poesias, além da discografia de mais de 40 álbuns de estúdio do cantor. 


Com direção de Ana Paula Bouzas, o núcleo de direção brinca com a efervescência artística de Moraes Moreira, enquanto traduz para dentro dos palcos as cenas, os movimentos, as pausas, e o alinhamento com os instrumentos, da sanfona à guitarra e a mistura de ritmos, do rock ao baião. 


Sempre tivemos o desejo de que Moraes e sua obra chegassem ao palco a partir de palavras que nos pareciam muito presentes nesta conexão: brasilidade, diversidade, liberdade, paixão e poesia. Foi dessa forma que vivemos o processo de criação. Elenco e banda ali, em encantamento, paixão, obstinação, disponibilidade, vivacidade, deixando que tais palavras inspirassem e produzissem a corporalidade e a atmosfera do nosso musical popular brasileiro, destaca Ana Paula Bouzas. 


O espetáculo conta ainda com Jaya Batista (Diretor Assistente), José Raimundo (Diretor Técnico), a dupla Jai Bispo e Isis Carla (Direção Coreográfica); João Meirelles e Ronei Jorge (Direção Musical) e Renata Mota como Diretora de Arte e Cenógrafa. Com dramaturgia assinada por Fábio Espírito Santo e coordenação de Produção Artística assinada por Fernanda Cardonski, os elementos que dão vida à peça, como o figurino, ficou a cargo de Alexandre Guimarães e Diana Moreira, além dos nomes como Gotham (Visagismo), Adriana Ortiz (Iluminadora) e Victor Vaughan (Designer de Som), que integram a line técnica. A Coordenação Geral do projeto é assinada por Fernanda Bezerra - Maré Produções Artísticas.

A preparação para dar vida a personagens ligados à trajetória de Moraes Moreira exigiu uma imersão no universo artístico do cantor, compositor e poeta. “Trago uma dica: ouçam Moraes Moreira. Se deixem conduzir pelos timbres, arranjos, ritmos, poesia presentes na obra de Moraes Moreira e transforme essa imersão sonora em corpo dançante que brinca. Pensar o trabalho de movimento desse projeto é considerar a brasilidade pulsante da obra de Moraes Moreira e é também se deixar tocar pela paixão da equipe que vem conduzindo o projeto. A obra de Moraes é marcada pela diversidade. Ele soube misturar samba, frevo, baião, rock, fez o chão da Praça o território da alegria, do povo, do corpo brincante, e é a partir dessas pistas que buscamos a presença que está em cena”, comenta o Diretor de Coreografia, Jai Bispo, que faz dupla com Isis Carla. 

Outro destaque é a banda formada por Mistro, Tarcísio Santos, Indira Dourado, Antenor Cardoso e Fredinho, com regência da baixista Carla Suzart e assistente de Direção Musical. As vozes do elenco que formam o Bloco do Prazer, de Cris Meirelles e Rodrigo Sestrem como Moraes Moreira, além da musa Júlia Tizumba, se entrelaçam à energia dos ritmos da banda, com partituras mais serenas até o “chora guitarra” na hora do rock and roll


Inspirado na linguagem do cordel e embalado pelos sucessos de Moraes Moreira, o espetáculo ‘Moraes Musical Moreira’ transforma o palco em um encontro entre o real e o fantástico, sem perder o foco da música do Poeta-Cantador e do Vaqueiro do Som, ou melhor, das múltiplas faces do artista que ganhou o Brasil e o mundo. 


O espetáculo Moraes Musical Moreira é apresentado pelo Ministério da Cultura e pela BB Seguros, com produção da Maré Produções Culturais e patrocínio da BB Seguros. Projeto realizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).


Ficha técnica do elenco:

Direção — Ana Paula Bouzas

Coordenadora Geral e Idealização — Fernanda Bezerra

Texto  — Fábio Espírito Santo

Diretor Assistente — Jaya Batista

Diretor Técnico — José Raimundo 

Coordenadora de Produção Artística — Fernanda Cardonski

Direção Coreográfica — Jai Bispo e Isis Carla

Direção Musical — João Meirelles e Ronei Jorge

Diretora de Arte e Cenógrafa — Renata Mota

Figurinistas — Alexandre Guimarães e Diana Moreira

Visagista — Gotham

Iluminadora — Adriana Ortiz

Designer de Som — Victor Vaughan

Coordenação de Comunicação — Claudio Lima (Bacana Comunicação)

Elenco:

Rodrigo Sestrem

Cris Meirelles

Júlia Tizumba

Diana Ramos

Kadu Veiga

Luisa Muricy

Mano Leone

Nana Nevez

Ofámirô

Rapha Gouveia

Sabiá

Saulo Ilogoní
Marcos Lopes

Banda:

Carla Suzart - Assistente de Direção Musical

Mistro

Tarcísio Santos

Indira Dourado

Antenor Cardoso

Fredinho


[Turnê nacional do ‘Moraes Musical Moreira’]


  • SALVADOR

Sessão para convidados: 13 de agosto, quinta-feira, às 20h;

Quando: 14 a 30 de agosto, de sexta a domingo;

Dias de espetáculo: dias 14, 15 e 16 de agosto (semana 1);  dias 21, 22 e 23 de agosto (semana 2); e dias 28, 29 e 30 de agosto (semana 3); 

Horários: sexta às 20h; sábado e domingo às 17h. Excepcionalmente no dia 30 de agosto (domingo), a sessão inicia às 11h;

Onde: Teatro Castro Alves (TCA), Praça Dois de Julho, Campo Grande, Salvador (BA);

Ingressos: a partir de R$ 25,00; 

Observação: Excepcionalmente no dia 30 de agosto, domingo, o valor é de R$ 1;

Clientes BB Seguros: 45% de desconto sobre o valor da inteira utilizando o cupom BBSEGUROSMORAESMUSICAL;

Clientes Banco do Brasil: 20% de desconto no pagamento com cartões Banco do Brasil;

Descontos não cumulativos.


  • RECIFE


Quando: 4 a 6 de setembro, de sexta a domingo;

Onde: Teatro Luiz Mendonça, Av. Boa Viagem, Boa Viagem, Recife (PE);
Horários: sexta às 20h, sábado às 20h, e domingo às 16h e 20h; 

Ingressos: a partir de R$ 25,00;

Clientes BB Seguros: 45% de desconto sobre o valor da inteira utilizando o cupom BBSEGUROSMORAESMUSICAL;

Clientes Banco do Brasil: 20% de desconto no pagamento com cartões Banco do Brasil;

Descontos não cumulativos.


  • BRASÍLIA


Quando: 24 a 26 de setembro, de quinta a sábado;

Onde: Sala Martins Pena, do Teatro Nacional Cláudio Santoro, SCTN - Plano Piloto, Brasília;

Ingressos: a partir de R$ 25,00;

Clientes BB Seguros: 45% de desconto sobre o valor da inteira utilizando o cupom BBSEGUROSMORAESMUSICAL;

Clientes Banco do Brasil: 20% de desconto no pagamento com cartões Banco do Brasil;

Descontos não cumulativos.


  • RIO DE JANEIRO

Quando: 5 a 29 de novembro;
Horários: quintas e sextas-feiras, às 19h, e aos sábados e domingos, às 17h;

Onde: Teatro Carlos Gomes, Praça Tiradentes, s/n°, Centro, Rio de Janeiro (RJ);

Ingressos: a partir de R$ 25,00;

Clientes BB Seguros: 45% de desconto sobre o valor da inteira utilizando o cupom BBSEGUROSMORAESMUSICAL;

Clientes Banco do Brasil: 20% de desconto no pagamento com cartões Banco do Brasil;

Descontos não cumulativos.

 

==> Foto: Caio Lírio