Circuito Orla Livre: competições de skate e natação convidam o público a prestigiar

Brasília recebe, ao longo do mês de junho, o Circuito Orla Livre, projeto que une esporte, lazer e ocupação dos espaços públicos em uma programação gratuita voltada à democratização do acesso à cidade. A iniciativa promove campeonatos de skate e uma competição de natação em águas abertas em diferentes pontos do Distrito Federal, como a Praça do Povo, o Setor Bancário Sul, o Deck Sul e a Orla do Lago Paranoá. As inscrições estarão abertas até o dia 03/06 através do link forms.gle/ydxgHkpxCVRMwbZw5.

Realizado pelo Instituto No Setor, o projeto nasce com a proposta de estimular o uso coletivo e democrático de espaços tradicionalmente marcados por disputas urbanas e desigualdades de acesso. A programação prevê três etapas de campeonato de skate, nos dias 7, 14 e 21 de junho, além de uma competição de natação no Lago Paranoá, no dia 28 de junho.

As inscrições para as etapas de skate já estão abertas pelo perfil oficial do projeto no Instagram, enquanto as inscrições para a competição de natação serão divulgadas posteriormente.

Além do impacto social e urbano, o projeto também busca fortalecer a cultura esportiva da capital. Para Francisco “Chiquinho” Pessanha, referência da cena do skate no DF e presidente da Associação de Skate da Capital (ASC DF), iniciativas como essa ajudam a ampliar o acesso ao esporte e movimentar toda a cadeia cultural ligada à modalidade.

“Brasília tem uma cultura do skate muito forte e um número enorme de praticantes. Então é importante fomentar esse tipo de evento, ainda mais com inscrições gratuitas, porque conseguimos alcançar pessoas de várias regiões do Distrito Federal e fortalecer tanto a prática esportiva quanto o mercado e a cultura do skate”, afirma.

O Circuito Orla Livre pretende beneficiar diretamente cerca de 300 participantes a partir dos 12 anos, incluindo atletas amadores, iniciantes e público interessado em práticas esportivas e lazer. O projeto também prevê comissão técnica qualificada, arbitragem especializada, regulamentos específicos por modalidade e kits de participação para os inscritos.

Os participantes receberão camiseta oficial, sacochila, viseira, squeeze, kit lanche e medalha de participação, além de itens voltados às modalidades esportivas realizadas durante o circuito.

Entre os objetivos centrais da iniciativa estão a promoção do acesso democrático ao esporte, a formação cidadã, o incentivo a hábitos saudáveis e o estímulo ao bem-estar físico e psicológico.

Segundo Rafael Reis, diretor-presidente do Instituto No Setor, o Circuito Orla Livre dialoga diretamente com debates sobre direito à cidade e acesso aos espaços públicos no Distrito Federal. “O projeto traz muito essa perspectiva de ocupar o lago, que tem uma simbologia no imaginário de quem é de Brasília como cartão-postal, mas que para grande parte da população ainda é um espaço distante. O Circuito Orla Livre fala sobre democratizar o acesso à cidade, disputar esse imaginário e construir uma Brasília onde as pessoas possam ocupar os espaços para além do trabalho”, afirma.

Rafael destaca ainda que o projeto se conecta ao histórico de luta pela democratização da Orla do Lago Paranoá e pela valorização dos espaços públicos do Plano Piloto. “O Setor Comercial Sul e o Lago Paranoá têm uma simbologia muito forte porque podem ser espaços de encontro de todo o Distrito Federal. A gente quer defender o direito à cidade aqui, enfrentar a aporofobia aqui e garantir que o trabalhador que vem ao Plano Piloto apenas para trabalhar também possa usufruir da cidade, praticar esporte, ter lazer e ocupar os espaços públicos”, completa.

Programação:
07/06 — Etapa 1 do Campeonato de Skate — Praça do Povo — 8h às 20h
14/06 — Etapa 2 do Campeonato de Skate — Setor Bancário Sul — 8h às 20h
21/06 — Final do Campeonato de Skate — Deck Sul — 8h às 20h
28/06 — Competição de Natação — Orla do Lago Paranoá — 7h às 16h

==> Foto: Instagram Oficial

 

Espetáculo “Livro-me” com Fábio Lins, está em cartaz na Mostra Teatral de Brasília

Brasília recebe, no dia 6 de junho (sábado), às 20h, o aclamado espetáculo solo Livro-me, com o ator, diretor, escritor e comediante Fábio Lins. A apresentação integra a programação da Mostra Teatral de Brasília, no Teatro Brasília Shopping, e celebra duas décadas de trajetória do artista, que compartilha com o público sua grande paixão: os livros.

 

Com mais de 3.100 espectadores e 62 apresentações realizadas no Brasil e em Portugal, “Livro-me” é um convite afetivo e poético ao universo da leitura. O espetáculo já passou por festivais literários, centros culturais, bibliotecas e teatros, incluindo a Festa Literária da Biblioteca Pública do Paraná, a Caixa Cultural de Curitiba, o Sesc Paraná, e uma bem-sucedida circulação internacional por Serpa, Beja e Lisboa, em Portugal.

 

Sinopse

Em “Livro-me”, o público acompanha a trajetória de Dalton, um jovem perdido em seus sentimentos, salvo de um linchamento por um livro. Seu salvador, Haroldo, apresenta o universo das letras ao rapaz, e sua antiga biblioteca se torna um refúgio. Por meio das palavras lidas, Dalton revisita memórias marcantes da infância – como a morte de sua cachorra e as atitudes de seu pai – e encontra nos livros a chave para transitar entre a juventude e a maturidade, ressignificando sua própria história.

 

A peça mostra, de forma lúdica, a origem da escrita e o nascimento do livro, proporcionando um primeiro contato com autores brasileiros e estrangeiros de diversos períodos. Mais de 131 escritores são citados, entre eles: Jorge Amado, Jorge Luis Borges, Carl Sagan, Cecília Meireles, Manoel de Barros, Eduardo Galeano, Marcia Tiburi, Leda Cartum, José Saramago e Millôr Fernandes.

 

Linguagens e diversidade teatral

O solo reúne uma diversidade de linguagens: teatro de sombras, teatro de máscaras, mímica, comédia, música e poesia slam, conduzindo os espectadores em uma jornada envolvente e poética. “Livro-me” é, nas palavras do próprio artista, “uma cutucada em leitores não ativos e um lembrete do grande privilégio que é saber ler”.

 

Sobre Fábio Lins

Com 26 anos de carreira como ator e 20 como escritor, Fábio Lins já atuou em seis países e quatro festivais internacionais (Holanda, Angola, Portugal, Moçambique, Argentina e Colômbia). Foi premiado como melhor ator no Festival Nacional Curta Teatro Sesi e como melhor roteiro de curta-metragem pelo programa Melhores em Cena (RPC). Tem dois livros publicados e, como professor e diretor de teatro, formou mais de 1.200 estudantes. Também é comediante e fundador do Espaço da Comédia e da Escola da Comédia, com projetos de inclusão e desenvolvimento pessoal.

 

Sobre a Mostra Teatral de Brasília

A Mostra Teatral de Brasília é produzida pela Estrella Cultura e Arte e traz uma programação diversificada no Teatro Brasília Shopping, com espetáculos adultos, infantis e juvenis. Com curadoria cuidadosa e ações de democratização cultural – incluindo ingressos gratuitos e acessíveis –, a iniciativa valoriza a arte, a formação de plateia e o impacto econômico, graças ao apoio essencial da Lei Rouanet.

 

Ficha técnica:

Concepção, roteiro e atuação: Fábio Lins

Trilha sonora original: Edith de Camargo

 

 

SERVIÇO:

 

Livro-me, com Fábio Lins (www.youtube.com/watch?v=Eevj_zWa0xc

Local: Teatro Brasília Shopping (SCN, Q. 5, Bl. A – Térreo)

Data: 6 de junho (sábado), às 20h e às 21h30

Ingressos: R$ 40 (inteira); e R$ 20 (meia), ingresso popular (20% da lotação); e R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia), o restante

Ingressos no Sympla: Fábio Lins

Duração: 60 minutos

Classificação indicativa: 12 anos

Realização: Apresentado pelo Ministério da Cultura e Grupo Bali, via Lei Rouanet, com patrocínio da Paulo Octávio Investimentos e apoio do Brasília Shopping.

==> Foto: Site de Vendas

 

Espetáculo une arte circense, teatro e música gospel em uma experiência imersiva e inédita

Real Circo estreia “Reino”, o inovador espetáculo de circo cristão que une grandes números circenses, teatro e um musical gospel 100% ao vivo em uma experiência inédita para toda a família. Pela primeira vez, um espetáculo de circo cristão chega à capital federal unindo fé, arte, música ao vivo e emoção para toda a família.

As apresentações acontecem nos dias 4, 5, 6 e 7 de junho, na tenda do Real Circo, instalada na Arena Nilson Nelson, em Brasília. Uma experiência inédita, emocionante e histórica chega a Brasília.

Inspirado na temática do Reino de Deus e em profundas reflexões sobre identidade, propósito e transformação, o espetáculo apresenta uma narrativa original conduzida pelo carismático personagem Reizinho, um rei-palhaço que vive cercado por aplausos, luzes e performances grandiosas, mas que embarca em uma jornada de descoberta sobre o verdadeiro significado do Reino.

A superprodução reúne números tradicionais circenses, teatro, performances cênicas e um grande musical ao vivo com sucessos da música gospel, além de cenários imersivos, efeitos visuais e uma atmosfera cinematográfica.

Com uma proposta inovadora, o Reino se destaca por transformar o picadeiro em palco para uma experiência sensível, emocionante e reflexiva, conectando entretenimento, arte e espiritualidade em uma linguagem acessível para públicos de todas as idades.

O espetáculo foi desenvolvido especialmente para proporcionar momentos de emoção, encantamento e conexão familiar, apresentando uma alternativa inédita no cenário cultural da capital federal.

Segundo a produção do espetáculo, a proposta é oferecer ao público uma experiência que vai além do entretenimento: “Reino é um espetáculo sobre o coração humano. Sobre as máscaras que usamos, os reinos que construímos dentro de nós e a busca por algo eterno. Queremos emocionar famílias inteiras através da arte, da música e da mensagem do Reino de Deus.”

Prepare-se para viver o Reino.


SERVIÇO:

Real Circo - Reino

Dias: 4, 5, 6 e 7 de junho

Local: Estacionamento da Arena BRB Nilson Nelson

Valores: a partir de R$ 35,00

Ingressos: Online pelo site www.realcirco.com.br ou na bilheteria física do circo, sem taxas.

==> Foto: Divulgação

 

A Vida Passou por Aqui, estrelado por Cláudia Mauro e Édio Nunes

Há 10 anos em cartaz e assistida por mais de 150 mil espectadores, A Vida Passou por Aqui acumula prêmios e indicações: vencedora do APTR 2016 de Melhor Texto; e indicada ao APTR de Melhor Atriz 2016; ao Cesgranrio 2016 de Melhor Texto e Melhor Atriz; e ao Bibi Ferreira 2024 de Melhor Dramaturgia Original.

 

A temporada da prestigiada obra em Brasília será no Teatro Royal Tulip dias 30 e 31 de maio, com sessões sábado, às 17h30 e às 20h, e domingo, às 19h30. Ingressos já estão à venda em https://bileto.sympla.com.br/event/118878/d/385343 e na Beline (113 Sul).

 

“A Vida Passou Por Aqui” é uma obra teatral que celebra, acima de tudo, a vida, a alegria e a força transformadora da amizade. A peça acompanha a relação profunda e duradoura entre Sílvia (Cláudia Mauro), professora e artista plástica dedicada à educação, aos projetos culturais e aos filhos, e Floriano (Édio Nunes), contínuo e faxineiro de hábitos simples, apaixonado por livros e dança.

 

Enquanto ela viveu grande parte da vida às voltas com crises no casamento, angústias e preocupações do dia a dia, ele sempre encarou a existência com leveza, bom humor e simplicidade.

 

Após quase cinco décadas de convivência, Silvia surge como uma mulher solitária, recuperando-se de um AVC. Floriano torna-se então seu único amigo ainda presente. Aos poucos, sua alegria de viver e seu senso de humor contagiam a amiga, devolvendo-lhe não apenas os movimentos, mas também a saúde emocional. Juntos, eles rememoram os altos e baixos de uma amizade que resistiu ao tempo.

 

Porque essa história importa

Em uma sociedade que frequentemente segrega pessoas por classe social, idade ou condições de saúde, “A Vida Passou Por Aqui” destaca-se por abordar, com sensibilidade e humor, a força dos vínculos humanos que transcendem essas barreiras.

 

A peça nos lembra que a amizade verdadeira pode florescer entre diferentes estratos sociais e que o cuidado, a presença e a leveza são elementos essenciais para a superação de adversidades como a solidão na velhice e as sequelas de doenças graves.

 

Mais do que um tributo à amizade, a obra convida o público a refletir sobre o papel do afeto e da memória na recuperação da dignidade e da alegria de viver — mostrando que, mesmo depois de quase 50 anos, ainda é possível recomeçar com a ajuda de quem realmente fica ao nosso lado.

 
Ficha técnica:

Texto: Cláudia Mauro | Direção: Alice Borges | Elenco: Claudia Mauro e Alice Borges | Cenário: Nello Marrese | Figurino: Ana Roque | Iluminação: Paulo César Medeiros | Trilha sonora e Pesquisa musical: Claudio Lins e Patricia Mauro | Supervisão de movimento: Paula Águas | Coach: Larissa Bracher | Técnico de luz: Valdeci Correia | Técnico de Palco: Antonio Matos | Produção executiva: Junior Godim | Direção de produção: Cláudia Mauro e Junior Godim | Assessoria de imprensa em Brasília: Território Comunicação | Produção em Brasília: DECA Produções | Patrocínio Local: Brasal e Ministério da Cultura, Governo do Brasil – do lado do povo brasileiro

 

 

SERVIÇO:

 

A Vida Passou por Aqui

Teatro Royal Tulip (SHTN Trecho 1)

Temporada: dias 30 e 31 de maio

Horários: sábado, às 17h30 e às 20h e domingo, às 19h30

Não será permitida a entrada após o início da sessão

Ingressos: a partir de R$ 25

Bilheteria: https://bileto.sympla.com.br/event/118878/d/385343  e na Belini (113 Sul), sem taxas.

Duração: 90 minutos
Classificação: não recomendada para menores de 10 anos

==> Foto: Site de Vendas

 

Samba do Degradê ocupa as quintas-feiras do Na Seis, na W3 Norte

Desde 2022, o Na Seis – Comida de Bar vem transformando a vida noturna da W3 Norte. A proposta é oferecer um ambiente agradável, com comida e drinks de qualidade, além de muita música. Reforçando a programação cultural do bar, esta semana começa mais um projeto, com grandes nomes do samba do Distrito Federal.

Toda quinta-feira, o Na Seis apresenta o Samba do Degradê, encontro de samba raiz comandado pelas vozes de Kris Maciel e Teresa Lopes e pelo cavaquinho de Márcio Marinho, que antecipa alguns detalhes desse encontro de gigantes da música brasiliense. O nome da roda representa a mistura de vozes, ritmos e gerações; a transição de cores da pele; e a identidade brasileira.

“Fizemos o repertório com muito carinho, tanto com clássicos do samba quanto com sambas mais contemporâneos, além de algumas músicas autorais. Também incluímos choro e algumas músicas instrumentais nesse projeto”, revela Marinho, que também fala da oportunidade de trabalhar ao lado de Kris e Teresa. “Dividir esse som com elas é uma honra, um sonho. Será um prazer levar esse som para o Na Seis, um lugar bem democrático. Fazer um som na W3 Norte vai ser épico.”

O Samba do Degradê acontecerá todas as quintas-feiras, a partir das 18h, complementando a rica programação cultural do Na Seis, que já conta com Breno Alves, às sextas-feiras, e Carol Nogueira, aos sábados.

Rodízio volante

Enquanto a música rola, o público tem à disposição um cardápio assinado pelo chef André Amorim, com petiscos e refeições feitos com um dos cortes bovinos mais saborosos: o cupim.

“O Na Seis é referência em cupim em Brasília. Temos várias especialidades, desde coxinha de cupim e empanada de cupim até pratos para compartilhar. Nosso cupim é assado por 12 horas a 160 graus, o que resulta em uma textura diferenciada, podendo ser cortado com a colher”, explica o chef.

O atendimento também é outro diferencial do Na Seis. Os pratos podem ser pedidos diretamente com um dos garçons do estabelecimento, pelo autoatendimento por meio de QR Code ou pelo rodízio volante, modalidade em que os garçons circulam pelo salão oferecendo opções variadas diretamente à mesa. O bar também oferece variadas opções de drinks, cervejas e bebidas sem álcool. O cardápio completo pode ser conferido aqui.

Na Seis

O Na Seis – Comida de Bar foi inaugurado em novembro de 2022, na 706 Norte. O ambiente é despretensioso, repleto de calor humano e informalidade. Com um balcão acolhedor e mesas ao ar livre, o espaço é democrático, aberto a todos que buscam boa comida e cerveja gelada. No coração do cardápio, está a especialidade da casa: petiscos na parrilla.

Além de satisfazer os paladares, o Na Seis também nutre a alma. A cada dia, uma agenda cultural diversificada aguarda os frequentadores, proporcionando música ao vivo, apresentações de artistas locais e eventos temáticos. Os fundadores do bar — Flávio, do Victrola Vinil Bar; Jomilton Júnior, do Birimbau Brasil; e Maurício, do Armazém do Silveira —, três veteranos da culinária e da boemia brasiliense, uniram seus talentos para criar um espaço que valoriza a cultura local e cria memórias inesquecíveis.

O Na Seis não é apenas um lugar para comer e beber, mas um espaço onde a comunidade se conecta, celebra e se enriquece culturalmente, em plena W3 Norte — região estigmatizada, mas com alto potencial para revolucionar a vida cultural da capital do país, com comércio, lazer e entretenimento.

“A localização é um dos destaques do nosso bar. Ficamos às margens da W3 Norte, com vagas de estacionamento e em cima da praça da 706 Norte, onde as mesas ficam ao ar livre. Nas proximidades, temos um supermercado 24 horas e outros estabelecimentos que tornam esse trecho da avenida mais movimentado e seguro. A ideia é proporcionar tudo de que o frequentador precisa: acessibilidade, comida e bebida boas, conforto e música”, assinala Jomilton. 

SERVIÇO:

Samba do Degradê

Quando: todas as quintas-feiras, a partir das 18h

Onde: Na Seis – Comida de Bar — SCLRN 706, Bloco B, Loja 3, Asa Norte

==> Foto: Divulgação

 

FESTIVAL MÊS DA FOTOGRAFIA ABRE CONVOCATÓRIA PARA EXPOSIÇÃO COLETIVA DA EDIÇÃO 2026

Com o tema “Retratos de um Brasil Plural: Origem, Território e Diversidade”, o festival propõe uma reflexão sobre as múltiplas identidades que compõem o país, incentivando trabalhos que revelem narrativas ainda pouco discutidas, que questionem desigualdades e apresentem novos olhares sobre o território brasileiro. A curadoria é assinada por Denise Camargo, artista visual e pesquisadora, que busca propostas com consistência estética e conceitual, além de abordagens inovadoras e críticas.

A convocatória contempla quatro categorias: Ensaio, voltada a séries fotográficas com narrativa estruturada; Fotografia Individual, para imagens únicas; Jovens Fotógrafos, destinada a participantes entre 16 e 25 anos; e Fotografia Inclusiva, exclusiva para pessoas com deficiência. Ao todo, serão selecionadas 60 obras para compor a exposição coletiva, uma das principais ações do festival desde 2012.

Aberta a profissionais e amadores, a seleção aceita diferentes linguagens e estéticas dentro da fotografia documental, excetuando trabalhos produzidos com inteligência artificial. O processo seletivo será realizado em etapas, com avaliação baseada na coerência com o tema, qualidade técnica e estética, originalidade e diversidade de narrativas e territórios, garantindo também anonimato dos participantes nas fases iniciais.

O Festival Mês da Fotografia incentiva especialmente a participação de artistas de grupos historicamente sub-representados, como pessoas negras, indígenas, quilombolas, LGBTQIA+, mulheres, jovens e pessoas com deficiência, reforçando seu compromisso com a inclusão e a democratização do acesso à cultura.

Os artistas selecionados terão suas obras exibidas durante o festival, ampliando sua visibilidade no cenário nacional e internacional. O resultado será divulgado até o dia 30 de junho de 2026, no site e nas redes sociais do evento.

O Festival Mês da Fotografia 2026 conta com patrocínio da Neoenergia e do Instituto Neoenergia, por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal, e é realizado pela Lente Cultural, com produção da Photo Agência e IDEIA Prática.

Mais informações e inscrições estão disponíveis no site oficial https://www.festivalmesdafotografia  ou no instagram @festivalmesdafotografia.

Assessoria de Imprensa: Tátika Comunicação e Produção/ @tatikaturra/ Kátia Turra (61) 992247294

==> Foto: Instagram Oficial


Os Gilsons se apresentam em Brasília no dia 04 de junho, com a nova turnê

Os Gilsons iniciam um novo capítulo de sua trajetória com uma turnê mundial que passa por mais de 30 cidades no Brasil e no exterior, incluindo países como Dinamarca, Alemanha, Espanha, França, Nova Zelândia, Austrália e Portugal. Em Brasília, o trio formado por José Gil, Francisco Gil e João Gil se apresenta em 4 de junho, no Ulysses Centro de Convenções. Os ingressos já estão disponíveis na Bilheteria Digital.

O show reúne as canções do novo álbum e os sucessos que marcaram a trajetória do grupo, em uma apresentação que evidencia a mistura de MPB, pop, samba e influências contemporâneas que define a sonoridade dos Gilsons.

Desde a estreia, em 2018, os Gilsons vêm consolidando seu espaço no cenário musical brasileiro ao combinar referências da MPB com sonoridades contemporâneas. O trio conquistou o público com canções como “Várias Queixas”, “Love Love”, “Devagarinho” e “Deixa Fluir”, que ajudaram a construir uma identidade musical marcada pela mistura de influências e pela forte presença melódica.

O álbum de estreia, Pra Gente Acordar, rendeu indicações a importantes premiações, como o Grammy Latino, o Prêmio Multishow e o Prêmio da Música Brasileira, além de garantir presença em grandes festivais, entre eles Rock in Rio, Lollapalooza e Coala Festival.

Após colecionar shows esgotados no Brasil e em países como Argentina, Uruguai, Estados Unidos, Inglaterra, Espanha, Alemanha, Holanda e Irlanda, o trio chega a 2026 com um novo trabalho e uma turnê que amplia ainda mais sua presença internacional.

O show reúne as novas canções do álbum recém-lançado e os sucessos que marcaram a trajetória do grupo, em uma apresentação que destaca a mistura de MPB, pop, samba e influências contemporâneas que define a sonoridade dos Gilsons.

 

SERVIÇO:


Gilsons – Tour 2026
Brasília:
4 de junho (quinta-feira)

Horário: 21h30
Local: Ulysses Centro de Convenções  

Classificação Indicativa: 14 anos
Informações: @ohartes / (61) 3554-4005 / WhatsApp: (61) 98141-1990

Ingressos:

 

 

VALOR MEIA ENTRADA

SUPERIOR LATERAL

R$ 69,00

SUPERIOR

R$ 89,00

ESPECIAL

R$ 119,00

VIP

R$ 139,00

GOLD

R$ 149,00

PREMIUM

R$ 189,00

FRONT

R$ 239,00

ESPAÇO BISTRÔ (Open bar)

R$ 350,00

*Meia-entrada: estudantes, idosos acima de 60 anos, Pcd, professores da rede pública e funcionários públicos

 

==> Foto: Instagram Oficial


Aclamado musical ‘ELZA’ chega a Brasília para apresentações no Teatro da CAIXA Cultural

A trajetória de Elza Soares é sinônimo de resistência e reinvenção. As múltiplas facetas apresentadas ao longo de sua majestosa carreira foram o ponto de partida para o musical “Elza”, que estreou em julho de 2018 no Rio de Janeiro e passou por 15 cidades. Agora, após imenso sucesso popular e a aprovação irrestrita da homenageada, fará apresentações de Brasília no Teatro da CAIXA Cultural. De 27 a 31 de maio, Janamô, Josy.Anne, Júlia Sanchez, Julia Tizumba, Sara Chaves, Sara Hana e a atriz convidada Naruna Costa sobem ao palco para celebrar a memória de Elza Soares.

 

Em cena, as atrizes se dividem ao viver Elza Soares em suas mais diversas fases e interpretam outros personagens, como os familiares e amigos da cantora, além de personalidades marcantes, como Ary Barroso (1903-1964), apresentador do programa onde se apresentou pela primeira vez, e Garrincha (1933-1983), que protagonizou com ela um notório relacionamento.

 

Naruna Costa terá sua estreia nessa temporada do projeto e terá papel de destaque no espetáculo consagrando sua trajetória como atriz, cantora, diretora artística e diretora musical. Naruna é vencedora do prêmio Shell 2024 na categoria de Melhor Diretora Musical. Ao longo de sua carreira, já foi indicada e ganhou diversos prêmios como o de Melhor Diretora no Prêmio APCA e Aplauso Brasil e Melhor Atriz nos prêmios CPT e APCA e VI FBCI Festival Brasileiro de Cinema Internacional.

 

Com texto de Vinícius Calderoni e direção de Duda Maia, o espetáculo tem a direção musical de Larissa Luz. Além disso, o maestro Letieres Leite (in memoriam), da Orquestra Rumpilezz, foi o responsável pelos novos arranjos para clássicos do repertório da cantora, tais como Lama, O Meu Guri, A Carne e Se Acaso Você Chegasse.

 

Ainda que muitos dos conhecidos episódios da vida da homenageada estejam no palco, a estrutura de ELZA foge do formato convencional das biografias musicais. Se os personagens podem ser vividos por várias atrizes ao mesmo tempo, a estrutura do texto também não é necessariamente cronológica. Da mesma forma que músicas recentes (A Mulher do Fim do Mundo), e emblemáticas (A Carne e Maria da Vila Matilde), se embaralham aos sucessos das mais de seis décadas de carreira da cantora, como Se Acaso Você Chegasse, Lama, Malandro, Lata D’Água e Cadeira Vazia.

 

Marcada por uma série de tragédias pessoais – a morte dos filhos e de Garrincha, a violência doméstica e a intolerância –, a jornada de Elza é contada com alegria. “A Elza me disse: ‘sou muito alegre, viva, debochada. Não vai me fazer um musical triste, tem que ter alegria’. Isso foi ótimo, achei importante fazer o espetáculo a partir deste encontro, pois assim me deu base para saber como Elza se via e como ela gostaria de ser retratada”, conta Vinicius Calderoni, que leu e assistiu a infindáveis entrevistas que a cantora deu ao longo da vida e também pesquisou a obra de pensadoras negras, como Angela Davis e Conceição Evaristo, cujos fragmentos de textos aparecem na peça.

 

O espetáculo foi desenvolvido ao longo de um período em que Elza se encontra no auge de uma carreira marcada por reviravoltas e renascimentos. Ao lançar seus últimos dois discos, A Mulher do Fim do Mundo (2015) e Deus é Mulher (2018), a cantora não somente ampliou ainda mais seu repertório e sua base de fãs, como conquistou, mais uma vez, a crítica internacional, e se consolidou como uma das principais vozes da mulher negra brasileira.

 

Vinícius Calderoni, autor do texto, chama a atenção para a coletividade presente em todo o processo de criação da montagem. Após ter escrito as primeiras páginas, ele começou a frequentar os ensaios e estabeleceu um rico intercâmbio com Duda Maia e as sete atrizes. ‘Hoje poderia dizer que elas são coautoras e colaboradoras do texto. São sete atrizes negras e múltiplas, como a Elza é. Diante da responsabilidade enorme, eu estabeleci limites de fala para mim, por exemplo, em relação a alguns temas. Limitei a minha voz e disse que não escreveria nada, queria os relatos delas e as opiniões. Pedi a colaboração delas, das experiências vividas por uma mulher negra. Do mesmo jeito que a Duda propôs muitas coisas, as atrizes também tiveram este espaço’, conta o dramaturgo.

 

Tal processo colaborativo se estendeu para a música, com a participação ativa das atrizes e das musicistas nos ensaios com os diretores musicais, e o maestro Letieres Leite, que liderou algumas oficinas com o grupo no período dos ensaios. O processo gerou ainda duas canções inéditas que estão na peça: Ogum, de Pedro Luís, e Rap da Vila Vintém, de Larissa Luz.

 

 

Sobre a equipe de criação e produção

A estreia de ELZA marca o encontro da dramaturgia de Vinícius Calderoni com a direção de Duda Maia, dois nomes que se destacaram no recente panorama teatral brasileiro. Pela direção de Auê (2016), estrelado pela Cia. Barca dos Corações Partidos, ela conquistou os prêmios Shell, Cesgranrio e Botequim Cultural de Melhor Direção, além dos prêmios APTR e Cesgranrio de Melhor Espetáculo e o Bibi Ferreira de Melhor Musical Nacional. Enquanto isso, Vinicius já ganhou o Prêmio Shell de Melhor Autor por Ãrrã (2015), o APCA por Os Arqueólogos (2016) e coleciona outras indicações e troféus por espetáculos da companhia Empório de Teatro Sortido, que lidera ao lado de Rafael Gomes.

 

Em paralelo à carreira de escritor, Vinícius é também ator e músico – ele integra a banda 5 a Seco e tem dois discos lançados. A experiência musical foi determinante no processo de criação do texto. Já Duda trouxe todo o seu trabalho corporal para o desenvolvimento da linguagem da encenação.

 

A sintonia entre Duda e Larissa Luz foi determinada por uma característica fundamental: a escuta e a participação das intérpretes. ‘Foi um processo de ensaios muito vivo, em que partimos do princípio de que a voz não é nossa, é das atrizes. Fizemos este trabalho para elas e a partir de propostas delas também. Precisamos olhar para o grupo, para a troca’, conta Duda, ressaltando que tudo só foi possível graças à parceria com a Sarau.

 

Nos últimos anos, a Sarau foi responsável por montagens tais como As Centenárias, Nossa História com Chico Buarque, Azira´i, A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa, Jacksons do Pandeiro, Gonzagão – A Lenda, Ópera do Malandro, Auê e Suassuna – O Auto do Reino do Sol, da Cia. Barca dos Corações Partido, e Gota D’Água [a seco]. Sempre comprometida com a cultura nacional em seus mais variados aspectos, a produtora também assina a direção do Festival TOCA que trouxe a canção brasileira para o centro da discussão, através de shows gratuitos, oficinas e debates.

 

Ficha técnica

Direção: Duda Maia | Texto: Vinícius Calderoni | Direção musical e arranjos vocais: Larissa Luz | Arranjos: Letieres Leite | Idealização e direção de produção: Andréa Alves | Diretora de projetos: Leila Maria Moreno | Elenco: Janamô, Josy.Anne, Júlia Sanchez, Julia Tizumba, Sara Chaves, Sara Hana. Atriz convidada: Naruna Costa | Musicistas: Lorena Martins, Ana MaGa, Marfa Kurakina e Cris Ariel | Diretora assistente: Ana Carbatti | Produção musical e codireção musical: Danillo Panda | Design de som: Gabriel D'Angelo | Cenário: André Cortez | Figurinos: Kika Lopes e Rocio Moure | Iluminação: Renato Machado | Visagismo: Uirandê de Holanda | Coordenadora de produção: Hannah Jacques | Produtora executiva: Cissa Moreira  

 

 

SERVIÇO:

 

Musical “Elza”

De 27 a 31 de maio de 2026
De quarta à sexta, às 20h, sábado, às 16h e às 20h, e domingo, às 19h.
Sessão acessível em Libras no sábado 30/5 às 16h.

Ingresso: R$ 30,00 / R$ 15,00 (meia entrada conforme legislação vigente e clientes CAIXA)

Site de vendas: bilheteriacultural.com.br
Ingressos à venda a partir de 23 de maio: às 9h, na bilheteria do teatro; às 13h, no site bilheteriacultural.com.br

Bilheteria: terça a sexta e domingo, das 13h às 21h, sábados das 9h às 21h.

CAIXA Cultural Brasília (SBS Q. 4, Lotes 3/4 - Asa Sul)

Informações: (61) 3206-9448 | caixacultural.gov.br | @caixaculturalbrasilia

Estacionamento gratuito aos finais de semana e feriados, e de terça a sexta a partir das 18h.

Classificação etária: 14 anos.

Duração: 150 minutos.

==> Foto: Marcelo Rodolfo