CAIXA CULTURAL RECEBE A PEÇA INFANTO-JUVENIL “MALALA, A MENINA QUE QUERIA IR PARA A ESCOLA”

O elogiado musical infanto-juvenil “Malala, a menina que queria ir para a escola” é a primeira adaptação teatral do livro-reportagem da premiada escritora e jornalista Adriana Carranca. Idealizado pela atriz Tatiana Quadros, com direção de Renato Carrera e adaptação de Rafael Souza-Ribeiro, a obra narra a viagem de Adriana ao Paquistão, dias depois do atentado à vida de Malala por membros do Talibã, por defender o direito de meninas à educação.

Com trajetória expressiva, o espetáculo estreou em outubro de 2018, no Teatro Sesc Ginástico – Rio de Janeiro. Após sessões para escolas cumpriu temporada no Teatro Oi Casa Grande, também no Rio. Em fevereiro, de 2019, seguiu para o Centro Cultural João Nogueira, ainda no Rio. Na sequência participou do Festival de Curitiba com sessões esgotadas. Fez curtas temporadas em Vitória no Espírito Santo e em Uberlândia, Minas Gerais, todas com sessões extras. Mais de 30 mil espectadores já assistiram ao espetáculo.

A temporada brasiliense do espetáculo acontece nos dias 13, 14 e 15 de dezembro, sempre às 17h, no Teatro da CAIXA Cultural Brasília, com ingressos populares a R$ 8 (a meia).

Uma casa que vira escola - O espetáculo, narrado por oito atores e um músico, é localizado num quintal mágico brasileiro onde tudo se transforma: peteca vira caneta, balão vira abóbora, tijolo vira cadeira. Com coreografias, projeção e percussão ao vivo, os atores se dividem em diversos personagens. “Revisitamos nossas brincadeiras de quintal para encontrar a Malala que existe dentro de cada um de nós. Criança ou adulto. Um papel e uma caneta podem mudar o mundo e eles estão em nossas mãos”, afirma o diretor Renato Carrera, que pontua: “‘Transformação’, esta foi a palavra que tomei como norte para a encenação".

Para a cantora e compositora Adriana Calcanhotto, autora da trilha sonora do espetáculo, “foi uma alegria ter sido lembrada para escrever canções para a peça porque acompanho a trajetória de Malala desde sempre, com muita admiração por sua coragem e inteligência. Vejo a influência que ela exerce em Oxford e no mundo todo e acho linda a relação com seu pai, que fortalece aos dois e à luta de ambos por um mundo melhor. Gostei de compor pensando em Malala porque, no fundo, quando crescer quero ser igual a ela”, se diverte.

A obra literária - Adriana Carranca, desbravadora e inquieta, atravessa meio mundo para descobrir o que aconteceu com a menina Malala Yousafzai e porque ela estava sendo perseguida. Era uma missão perigosa, pois a terra natal de Malala, um vale de extraordinária beleza no interior do Paquistão, havia se tornado um território proibido para jornalistas. Vestida como as mulheres do Vale do Swat, a jornalista circula pelas ruas da cidade, se hospeda na casa de moradores locais, conhece as amigas de Malala, sua escola e até mesmo a casa onde morava. “Ficou claro para mim que esta era uma história inspiradora para os pequenos, por Malala ser apenas uma menina, uma jovem de uma zona tribal que acreditou nos seus sonhos. Por ser uma história de amor à escola, aos professores e aos livros”, comenta Adriana Carranca. Adriana Carranca publicou o livro- reportagem em 2015, que foi vencedor do Prêmio FNLIJ, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil nas categorias Escritora Revelação e Livro Informativo. A obra também foi recomendada pela FNLIJ para adoção nas escolas. Lançado em Portugal e em todos os países da América Latina, em breve o livro ganhará uma tradução para o alemão, turco e urdu. “Eu queria muito que as crianças brasileiras também acreditassem que é possível mudar o mundo”, acentua Adriana.

Ficha Técnica:
“Malala, a menina que queria ir para a escola”, de Adriana Carranca
Adaptação: Rafael Souza-Ribeiro
Direção: Renato Carrera
Canções Originais: Adriana Calcanhotto
Elenco: Adassa Martins, Dulce Penna, Fernanda Sal, Ivson Rainero, José Karini, Hugo Germano, Patrícia Garcia, Joana Cabral, Tatiana Quadros e o músico Adriano Sampaio, com percussão original.
Assistente de Direção: Joana Cabral
Cenário: Daniel de Jesus
Figurino: Flavio Souza
Iluminação: Alessandro Boschini
Direção Musical: Lúcio Zandonadi
Direção de Movimento e Coreografia: Sueli Guerra
Preparação Corporal: Edgy Pegoretti
Projeções e Videoinstalação: VJ Vigas
Preparação Vocal: Danielly Souza
Desenho de Som: João Gabriel Mattos
Ilustração: Bruna Assis Brasil
Programação Visual: Daniel de Jesus
Fotos de Divulgação: Ricardo Borges
Mídias Sociais: Ana Righi
Produção Executiva: Beta Schneider
Gestão Financeira e Gerência de Projeto: Natalia Simonete
Direção de Produção: Alessandra Reis
Idealização: Tatiana Quadros


SERVIÇO:

Espetáculo: Malala, a menina que queria ir para a escola
Gênero: Teatro infanto-juvenil
Local: Teatro da CAIXA Cultural Brasília
Endereço: SBS Quadra 4, Lotes 3/4 - Edifício Anexo da Matriz
Dias e horários: de 13 a 15 de dezembro de 2019, às 17h.
Ingressos: R$ 18,00 (meia-entrada para estudantes, professores, maiores de 60 anos, funcionários CAIXA e clientes CAIXA).
Duração: 80 minutos
Classificação indicativa: Livre
Capacidade do teatro: 406 lugares (8 para cadeirantes)
Acesso para pessoas com deficiência
Informações: (61) 3206-6456 – 3206-9448
Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

==> Foto: Face Oficial

Ex-Titãs Paulo Miklos retorna a Brasília neste sábado para show inédito na Blitz

Ele está de volta à capital. O ex-vocalista dos Titãs Paulo Miklos, em carreira solo desde 2016, vem a Brasília neste sábado (14), às 21h, para um show inédito na Blitz (904 Sul), a partir das 22h. Os ingressos estão à venda, e custam a partir de R$ 40 (meia-entrada), podendo ser adquiridos pelo site www.sympla.com.br.

No repertório, Miklos traz canções do álbum A gente mora no agora, que marcou o início da carreiro solo, com canções como Estou pronto, País elétrico e Vou te encontrar, além de um mix de músicas de sua antiga banda. Durante o show, o cantor também apresenta trabalhos feitos em parcerias com músicos como Vou te encontrar, uma composição do também ex-Titãs Nando Reis, Vigia, uma parceria dele com o baiano Russo Passapusso, vocalista da banda Baiana System, além de Aluga-se, música de Raul Seixas que também foi regravada pelos Titãs.

Carreira em alta
Paulo Miklos é um artista por completo. Além de cantor, compositor, instrumentista e apresentador, ele também se aventurou como ator, onde recentemente deu vida a Jurandir, em o Sétimo Guardião, novela das nove da TV Globo.

Sobre a Blitz
Com uma programação de segunda a sábado, a casa tem capacidade para receber 700 pessoas, e aposta na variedade dos gêneros musicais para conquistar o público. Nas segundas a Blitz vai receber shows de chorinho; às terças, forró; quartas, pagode e samba; quinta, rock e pop rock; sexta-feira, sertanejo; e aos sábados uma programação surpresa.


SERVIÇO:

Blitz - Paulo Miklos
Onde: Blitz - 904 Sul (dentro do Clube da ASCEB)
Sábado, 14 de dezembro, às 21h
Ingressos: a partir de R$ 40 (primeiro lote).
Ponto de Vendas: http://www.sympla.com.br
Não recomendado para menores de 18 anos

==> Foto: Divulgação

PAULO GUSTAVO VEM A BRASÍLIA - DIA 15/12 - COM SHOW MUSICAL COM A SUA MÃE, DÉA LUCIA

A estreia de ‘Minha Mãe é Uma Peça’ (2004) é um divisor de águas na carreira de Paulo Gustavo. O espetáculo o tornou conhecido nacionalmente e, após o início em um pequeno teatro, segue em cartaz até hoje em grandes casas para milhares de espectadores. Sua versão cinematográfica rendeu dois filmes e o recorde de 15 milhões de ingressos vendidos. Não é segredo que a personagem e o texto foram inspirados em sua mãe, Dona Déa Lucia, que também conquistou seus fãs com pequenas participações em projetos do filho.

Para celebrar esta relação tão especial, Paulo Gustavo e Déa Lucia estarão juntos em cena a partir de 6 de abril, quando se inicia a turnê nacional de ‘Filho da Mãe’, show musical em que os dois vão cantar e contar as – divertidas, é claro – histórias de tantos anos de convivência. Com direito a uma super banda e direção musical de Zé Ricardo, o show nasceu da vontade de Paulo Gustavo resgatar o passado de Déa, que teve uma carreira de cantora até o início dos anos 2000, quando formou um grupo responsável por animar festas de casamento, eventos, bailes e até serestas. ‘Ela sempre quis ser cantora. Quando precisava nos sustentar, trabalhava em colégios durante o dia e cantava à noite, mas nunca fez um show assim, em teatro, com produção, cenário e banda. Quis dar este presente e fazer esta homenagem para ela’, conta o ator, que preparou uma superprodução para o primeiro encontro entre eles no palco.

A ficha técnica de peso conta com cenografia de Zé Carratu, iluminação de Marcos Olívio e figurino de Felipe Veloso. Ao longo do processo de ensaios, a dupla se dedicou a uma extensa preparação que inclui sessões de fonoaudiologia e muitas horas por dia com Zé Ricardo e a banda, quando se envolviam na concepção dos arranjos e na formatação do roteiro.

Acompanhados por André Siqueira (percussão) Claudio Costa (guitarra), Marcelo Linhares (baixo), Mauricio Piassarollo (teclado) e Wallace Santos (bateria), Paulo e Déa vão desfiar um repertório que remete à memória afetiva de ambos, além de alguns hits mais atuais. ‘Quem foi crooner sabe cantar de tudo e gosta de cantar de tudo. Vai ter espaço para muita coisa no show além das canções mais antigas. Tem bossa nova, mas também tem axé, samba e até funk’, enumera Déa, que ressalta a alegria de ter um desafio desse tamanho aos 72 anos.

Dividido por blocos temáticos, o show começa com standards de Bossa Nova, como ‘O Barquinho’ e ‘Lobo Bobo’, entre outras lembranças afetivas do passado musical deles, como ‘Faceira’, canção de Ary Barroso que Paulo gostava de ouvir a mãe cantarolar na infância. Entre uma brincadeira e outra, eles prepararam um set em que vão interpretar hits de boate, cada um de sua época. É quando se misturam sucessos de Wanderléa (‘Pare o Casamento’) com Anitta (‘Bang’) e Preta Gil (‘Sinais de Fogo’).

A ideia é que Déa e Paulo se divirtam no palco tanto quanto a plateia. O humor e a alegria – traços fundamentais na personalidade dela e inquestionável herança genética deixada para ele – dão o tom de toda a apresentação. Seja nas versões bem humoradas das canções, em duetos, nos cacos ou nas histórias que costuram todo o roteiro musical, a ordem é fazer a festa. ‘Ele acha que vou ficar sem graça com as brincadeiras, mas vou deixá-lo louco no palco’, promete Déa Lucia.

Ficha Técnica:
Com: Paulo Gustavo e Déa Lucia
Direção Musical: Zé Ricardo
Supervisão Geral: Susana Garcia
Cenário: Zé Carratu
Iluminação: Marcos Olívio
Figurino: Felipe Veloso
Preparação Vocal: Fátima Regina
Videografismo: Arthur Carratu
Design gráfico: Ana França
Assessoria de Comunicação: Factoria Comunicação
Produção: Claudio Tizo
Produção em Brasília: DECA Produções
Músicos: André Siqueira (percussão) Claudio Costa (guitarra), Marcelo Linhares (baixo), Mauricio Piassarollo (teclado), Wallace Santos (bateria)

Sobre a banda e o diretor musical:
Zé Ricardo: Cantor, compositor, instrumentista, diretor musical e curador artístico. É criador e diretor artístico do Palco Sunset do Rock in Rio desde 2008 e está à frente do palco em vários países do mundo, como Portugal, Espanha e Estados Unidos. Também é criador e diretor artístico do novo palco do Festival, o Espaço Favela. No teatro assinou a trilha sonora original de alguma das maiores bilheterias nacionais, como ‘Cócegas’, ‘220 volts’, ‘Hiperativo’, ‘Online’ e ‘Minha mãe é uma peça’. Também é autor de trilhas sonoras de algumas das maiorias bilheterias do cinema nacional: ‘Loucas pra casar’, ‘To Ryca’, ‘Minha mãe é uma peça 2’, ‘Farofeiros’ e ‘De pernas pro ar’.

André Siqueira: Percussionista formado pela Escola de Música Villa-Lobos, já gravou e acompanhou artistas como Carlos Lyra, Carol Saboya, Ivan Lins, Sandra de Sá, Baden Powell, Teresa Cristina, Glória Gaynor, Fafá de Belém, Blitz, Mart’nália, Martinho da Vila, Simone, entre outros.

Claudio Costa: Guitarrista e violonista com mais de 20 anos de atuação, já gravou e acompanhou artistas como Sandra de Sá, Marcelo D2, Toni Garrido, Mart’nália, Zé Ricardo entre outros. Também participou da gravação do Acústico MTV –Marcelo D2, Banda do Palco Sunset – Rock in Rio Brasil e Lisboa.

Marcelo Linhares: Baixista autodidata, já tocou e gravou com Emilio Santiago, Maria Rita, Cláudio Zoli, Ed Mota, Zé Ricardo e Davi Moraes.

Maurício Piassarollo: Pianista e arranjador, Diretor Musical do Padre Fabio de Melo, já tocou no Rock in Rio em várias edições, Musica Boa ao vivo temporada 1 e com Toni Garrido, Sandra de Sá, Victor Brooks, Mart’nália. Compositor de trilhas de filmes nacionais de sucesso, como ‘Minha mãe é uma peça 2’, ‘De pernas pro ar 3’, ‘To Ryca’, entre outros.

Wallace Santos: Baterista, já tocou com Sandra de Sá, Maria Rita, Padre Fabio de Melo, Zé Ricardo, Claudio Zoli, Davi Moraes, tendo tocado também no Rock in Rio em várias edições.


SERVIÇO:

Paulo Gustavo e Déa Lucia em "Filho da Mãe"
Dia 15 de dezembro
Domingo às 17h 
Abertura dos portões 16h
Centro de Convenções Ulysses Guimarães - Auditório Master

Ingressos: (valores de meia entrada*)
SETOR PREMIUM: R$180,00
SETOR GOLD: R$ 150,00
SETOR VIP: R$120,00
SETOR ESPECIAL: R$90,00
SETOR SUPERIOR: R$ 70,00 
*Meia entrada: Estudantes, idosos, professores, deficientes físicos e doadores de 1kg de alimento e Clientes BRB pagam meia entrada
Pontos de Vendas: Belini 113 sul e loja Bilheteria Digital do Conjunto Nacional (sem taxas e em dinheiro), nas lojas bilheteria digital na central de ingressos do Brasília Shopping e Pátio Brasil ou com cartões pelo site bilheteriadigital.com

Lotação do teatro: 2.800 lugares
Duração: 90 minutos
Classificação indicativa: 14 anos
Telefone para informações: 3542 5154

==> Foto: Site Bilheteria Digital

Pela primeira vez, Natal será celebrado no Parque da Cidade com 10 dias de festa

Em 1978, o Parque da Cidade Sarah Kubitschek era fundado na nova capital. Ao longo dos 41 anos de história, tornou-se parte do dia a dia de várias gerações de brasilienses. Agora, pela primeira vez, a magia de fim de ano vai ocupar os tradicionais espaços para tornar o Parque ainda mais memorável durante o Natal Monumental. Em uma área de 5.000 m2, os mais de 245 mil pixels de LED vão iluminar dois dos locais mais icônicos do Parque, a Praça Eduardo & Mônica e o Lago do Pedalinho, entre 15 de dezembro e 6 de janeiro.

Realizado com apoio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, com produção da Associação Amigos do Futuro e F2, o evento tem como madrinha a primeira dama do DF, Mayara Noronha.

“O Natal Monumental é um evento que já faz parte do calendário das famílias de Brasília. É uma felicidade saber que este ano ele amplia o seu alcance social, chegando a muito mais pessoas. Iniciativas como esta sempre terão o meu apoio. Brasília é privilegiada por receber um evento que oferece cultura, entretenimento e o espírito natalino a todas as famílias, e de forma gratuita”, comemora a primeira-dama Mayara Noronha.

A inauguração será no próximo domingo, 15 de dezembro, às 18h30, com shows e uma grande queima de fogos. O complexo terá atividades durante 23 dias, de segunda a sexta-feira, com Cantatas de Natal todos os dias, às 18h30. Já aos sábados e domingos, o Natal Monumental vai promover apresentações teatrais, atividades infantis e oficinas de sustentabilidade durante todo o dia.

Experiências Natalinas
O Natal Monumental vai proporcionar uma grande experiência natalina ao público de Brasília. No Lago do Pedalinho, uma árvore flutuante de 20 metros é uma das surpresas. Já nos gramados, uma Vila de Luz Encantada será montada com 70 árvores de LED entre ipês, pinheiros, willows, coqueiros e palmeiras, que vão colorir e contrastar com a vegetação do Parque. As luzes serão acesas diariamente das 18h30 às 2h.

Os atrativos não param por aí. Quem for ao Natal Monumental também vai poder saber mais sobre as histórias dos 60 natais de Brasília, apresentados pela figura de Juscelino Kubitschek em um personagem exclusivo. Além disso, um túnel de 1.200 m² vai encantar crianças, jovens e adultos com as cantatas de Natal, apresentações teatrais e atividades infantis, além das oficinas de sustentabilidade.

Ao fim do projeto, a Praça Eduardo & Mônica será revitalizada e entregue para a população como um dos grandes marcos do Natal e merecida memória da história cultural de Brasília.

Expectativa
O Natal Monumental no Parque da Cidade será um dos maiores da história de Brasília no que se refere a visitação, com uma expectativa de receber 30 mil pessoas diariamente, com programação especialmente destinada às famílias.

Solidariedade
No dia 24 de dezembro, a Associação Amigos do Futuro, com apoio do Banco de Alimentos da Ceasa, vai promover o Natal Social, um dia inteiro dedicado a atividades e atendimento para a comunidade carente, além de arrecadar alimentos, roupas e brinquedos que serão doados para 500 famílias carentes e para o Lar dos Velhinhos.

Segunda edição do Natal Monumental
Realizado pela primeira vez em 2017, na Torre de TV, o Natal Monumental foi um grande sucesso entre os brasilienses. O evento reuniu, em quatro dias, mais de 121 mil pessoas, com shows de bandas como Os Paralamas do Sucesso e Scalene, apresentações de teatro, atividades interativas para as crianças, além de um grande evento solidário que arrecadou mais de 5,5 toneladas de alimentos, que foram doados para instituições carentes do DF.


SERVIÇO:

Natal Monumental - Parque da Cidade
Onde: Ao lado da Praça Eduardo & Mônica e do Pedalinho do Lago; próximo as saídas do Sudoeste e da Asa Sul.
Quando: 15 de dezembro a 6 de janeiro de 2020.
As luzes serão acesas diariamente das 18h30 às 2h;
Atrações: cantadas de Natal, apresentações teatrais, storytelling e oficinas de solidariedade;
Entrada gratuita

==> Foto: Divulgação

Festival São Batuque celebra culturas de Matrizes Africanas no Conic

O DF é a casa do São Batuque. O Festival celebra, há mais de uma década, expressões populares de matrizes indígenas e africanas e ocupa espaços públicos da capital federal com o pulsar de tambores. Esta décima segunda edição do evento, um dos mais tradicionais da cidade, acontece no dia 14/12, com extensa programação gratuita, traz diversas apresentações musicais com base percussiva. A festa começa a partir das 20h, na Praça Zumbi dos Palmares e de lá segue para a Birosca, ambas no Conic.

Como de costume o São Batuque homenageia seus guias e protetores. E, como informa a organização do evento, na edição de 2019 é a vez de dois orixás guerreiros: Iansã e Ogum. “O festejo apresenta, anualmente, um recorte não somente artístico, mas também político, de uma infinidade de manifestações criadas pela mescla de muitos saberes e terreiros do DF e do Brasil”, afirma Stéffanie Oliveira, coordenadora geral do Festival e diretora do Instituto Candango de Culturas Populares. 

Encontros - Para abrir a programação, as baianas do Grupo Oyá Bagan, tradicional território cultural do DF, em Cortejo, farão a Lavagem Simbólica do Festival.

“Vamos fazer uma participação cultural através da Lavagem, esse ritual simbólico que com a pureza da água traz harmonia, paz, tranquilidade e união entre os povos da terra. Acredito que o São Batuque reafirma a nossa tradição religiosa e dá visibilidade ao povo negro, de terreiro e periférico, isso é muito importante”, ressalta Miriam Santos, Ekedi e presidente do Ilê Axé Oyá Bagan.

O grupo Seu Estrelo, responsável pela criação de ritmo, mitos e personagens genuinamente brasilienses, ou melhor, cerratenses, é parte dessa festa anual e chega com o Samba Pisado, ritmo com fortes influências do Maracatu, que dá o tom da brincadeira e envolve o público.

“Vamos levar a Sambada ao Festival e teremos uma participação que - para nós - está sendo uma felicidade: a de Mestre Nico.  O São Batuque tem muito esse lugar de junção, vejo que o Festival alcançou essa utopia da brasilidade, da união dos batuqueiros, de um Brasil que tem diferenças, mas que é formado pela junção”, destaca Tico Magalhães, capitão do Grupo.

A noite também tem a presença percussiva da Orquestra Alada Trovão da Mata, apresentação de capoeira do Grupo Matilha, além da participação do DJ Rafael Pops e da DJ Odara. Para complementar essa mescla de batuques e ritmos, diretamente de São Paulo, o Grupo Coco de Oyá faz show e convida a cantora Shaira, de Brasília, para mais uma confluência de estilos e referências.

O Festival integra o Circuito Candango de Culturas, projeto idealizado pelo Instituto Candango de Culturas Populares, fomentado pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal e produzido pela Rosa dos Ventos Produções. O objetivo é promover territórios culturais do DF, além de valorizar expressões culturais. 

O Batuque dos Tambores - Muito mais que um instrumento de percussão, os tambores, utilizados desde os tempos mais antigos da humanidade, são expressões da arte na religiosidade e na espiritualidade de diferentes povos e culturas.  De acordo com Centro de Estudos da Cultura Ancestral Brasileira (Cecab), “o homem pré-histórico acreditava que a pele de sua caça esticada em troncos de árvores reproduzia o choro do animal morto. E foi com esse sentimento de gratidão que passou a consagrar a morte de sua caça. Pode-se dizer que esse foi um dos princípios da manifestação religiosa do homem e a origem dos tambores”. 

Confira a programação completa: 
- Cortejo Afro com Grupo Oyá Bagan (DF) e Bando Matilha Capoeira (DF) – Lavagem Simbólica do São Batuque
- Orquestra Alada Trovão da Mata (DF)
- Coco de Oyá (SP) convida Shaira (DF)
- Grupo Seu Estrelo (DF) e Mestre Nico (PE)
- DJ Odara (SP) e DJ Pops (DF)  


SERVIÇO:

12º. Festival São Batuque – 2019 
Data: 14 de dezembro
Horário: a partir das 20h
Local: começa na Praça Zumbi dos Palmares e segue para Birosca, ambas no Conic
Entrada Franca
Classificação: Livre
Ingressos: https://www.sympla.com.br/festival-sao-batuque__735119 
Imprensa – La Pauta Comunicação: 61 98168-7402 (Camila Muguruza)
Facebook: https://www.facebook.com/saobatuque/ 
Instagram: www.instagram.com/saobatuque/ 

==> Foto: Face do Evento

O Novo Espetáculo do Comediante Paulinho Serra estréia em Brasilia dia 14 de Dezembro

Paulinho Serra gosta de improvisar. Desde as apresentações do grupo Deznecessários, que comandou nos anos 2000 com outros nomes do humor nacional, até em programas de rádio e TV, sempre houve espaços para cacos e comentários ácidos e engraçados. Por isso, cada sessão do stand-up ‘Paulinho Serra em pedaços’, é um espetáculo original, que comprova a versatilidade do ator. “Há muito improviso com a plateia. Gosto de reservar os primeiros 10, 15 minutos do espetáculo para comentar o factual e ter essa interação com o público. Também deixo filmar, fotografar, levantar. No espetáculo, pode tudo desde que com respeito”, explica Paulinho, que desde 2012 apresenta turnê pelo país, levou a produção até ao Japão, mas fez apenas uma curtíssima temporada no Rio de Janeiro.

Ator do seriado Chapa Quente da TV Globo, ex-VJ da MTV (onde apresentou programas como Comédia MTV e Quinta Categoria) e fundador do canal Amada Foca (sucesso no Youtube e redes sociais), Paulinho traça sua trajetória artística em seu espetáculo-solo, começando pela infância pobre em Bangu, sua ida para São Paulo, sua afirmação como humorista e a criação dou bem-sucedido Traficante Gay, personagem pelo qual ele até hoje é reconhecido nas ruas. “Para o bem e para o mal! Há alguns momentos constrangedores em que o público me confunde mesmo com o personagem. No espetáculo, a plateia pede sempre”, admite.

Paulinho Serra
Paulo José Serra do Carmo, 38 anos, é um carioca expoente na nova geração do humor nacional. Ator, humorista e radialista, conquistou notoriedade no teatro de humor ao integrar o grupo Deznecessários nos anos 2000, juntamente com Marcelo Marrom, Rodrigo Capella, Maíra Charken, Miá Mello e Tatá Werneck, mas foi em 2010, quando ingressou no time da MTV (emissora onde ficou por quatro anos apresentando programas como o Comédia MTV, Trolalá, Quinta Categoria), que Paulinho Serra ganhou popularidade em todo o país. Trabalhou na Rádio Jovem Pan, no Programa Pânico. O ator é considerado um talento do teatro e da televisão brasileira, sendo um dos pioneiros a montar, produzir e atuar em stand-up comedy país afora. Atualmente, Paulinho Serra faz parte do elenco fundador do canal Amada Foca (presente no youtube e redes sociais), que produz vídeos temáticos de humor com milhares de acessos, e está no elenco do novo programa humorístico da TV Globo, o Chapa Quente e também no multishow , A pergunta que não quer calar que tem estreia no primeiro semestre de 2016.


SERVIÇO:

Paulinho Serra em pedaços
Teatro Royal Tulip
Dia 14 de dezembro (sábado) às 21 horas
Ingressos: R$80,00 (inteira) e R$40,00 (meia)
Pontos de Vendas: Belini (113 Sul) ou Na Bilheteria Digital
Classificação: 14 anos
Informações: 3522 9521
Meia: amparo legal e doadores de 01 kg de alimento

==> Foto: Divulgação

Vamos Comprar um Poeta

Inspirado em livro homônimo de Afonso Cruz, o musical infantojuvenil Vamos Comprar um Poeta estreia 12 de dezembro de 2019, no Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília, onde segue em cartaz até dia 22 e retorna em janeiro do ano que vem, com temporada de 2 a 12 de janeiro.

A peça tem direção de Duda Maia, adaptação de Clarice Lissovsky, direção musical de Ricco Viana e elenco formado por Letícia Medella, Luan Vieira e Sergio Kauffmann.

O musical narra a chegada de um poeta à casa de uma família comum. Nesse lar, moram um pai, que só pensa em ganhar dinheiro; uma mãe, que organiza todos os dias os trabalhos domésticos; uma menina esperta e curiosa que gosta de entender o significado das coisas; e um menino, que adora fazer contas.

O Poeta ensina os pequenos a observar borboletas, compor os próprios poemas e a dar abraços. A montagem cria uma divertida reflexão sobre a nossa capacidade de invenção, a amizade e a despedida, misturando música, poesia e dança.

Vamos Comprar um Poeta é a última parte da trilogia Três Histórias de Amor para Crianças, composta também pelos premiados musicais A Gaiola e Contos Partidos de Amor, este último cumpriu temporada bem sucedida no CCBB Brasília em setembro do ano passado. A trilogia tem como objetivo principal criar um diálogo entre crianças e adultos por meio de histórias que tratam dos afetos humanos.

“Esse texto é um manifesto lúdico, dedicado ao artista que habita em cada ser humano, especialmente nas crianças. É uma maneira de poder falar com poesia e delicadeza sobre a importância da arte na vida das pessoas. Dirigir Vamos Comprar Um Poeta no cenário atual é realizar uma relevante homenagem à cultura”, celebra a diretora Duda Maia.

Sobre a trilogia: Em 2014, a Camaleão Produções Culturais, empresa da diretora Duda Maia, e a Palavra Z Produções Culturais, do produtor Bruno Mariozz, criaram uma parceria com o objetivo de realizar trabalhos significativos destinados ao público infantojuvenil. O desenvolvimento da trilogia tem como objetivo principal abordar conteúdos e temas que estão presentes no dia a dia das crianças e dos pais. E, com isso, estimular o diálogo entre adultos e crianças. Inspirado no livro homônimo de Adriana Falcão, o musical A Gaiola estreou em 2016, no Rio de Janeiro, e ganhou os prêmios CBTIJ, Botequim Cultural e Zilka Sallaberry, além de ter passado pelas quatro unidades do CCBB, ter feito cinco temporadas cariocas, de ter participado de vários festivais e de ter sido apresentado em Cabo Verde e Portugal. A peça conta a história de um passarinho que cai na varanda de uma menina e, enquanto ela cuida dele, os dois se apaixonam. Quando o passarinho fica curado e eles têm que se despedir, resolvem aprisioná-lo em uma gaiola. A partir desse dia, surgem as alegrias e os questionamentos de “ficar preso”. Já Contos Partidos de Amor é inspirado em contos e poemas de Machado de Assis e escrito por Eduardo Rios. O espetáculo estreou em 2018 e ganhou o Prêmio Zilka Sallaberry nas categorias de melhores direção e figurino. Também circulou pelas quatro unidades do CCBB e foi encenado em festivais em Portugal, nas cidades de Fundão e Setubal. O musical conta a história de quatro pessoinhas amorosas e ciumentas que revelam ao público suas verdades sobre as relações humanas por meio de diálogos bem-humorados, dança e música.

Ficha técnica:
Texto original: Afonso Cruz
Direção: Duda Maia
Adaptação: Clarice Lissovsky
Diretora Assistente: Juliana Linhares
Intérpretes Criadores: Letícia Medella, Luan Vieira, Sergio Kauffmann
Direção Musical e Trilha Original: Ricco Viana
Letras das canções: Clarice Lissovsky, Juliana Linhares e Ricco Viana
Preparação Vocal: Agnes Moço
Cenário: André Cortez
Figurino: Kika Lopes
Iluminação: Renato Machado
Desenho de Som: Vitor Osório
Programação Visual: Patricia Clarkson
Direção de Produção: Bruno Mariozz
Produção: Palavra Z Produções Culturais

Sinopse:
Uma menina esperta e curiosa que gosta de entender o sentido das coisas. Um menino que adora fazer contas. Um pai que só pensa em lucrar e uma mãe que organiza todos os dias os trabalhos domésticos. O que acontece quando um Poeta chega para morar com essa família? Observar borboletas, criar poemas e aprender a dar abraços são algumas pérolas da nossa história. Um musical infantojuvenil que fala de invenção, amizade e despedida.

Sobre a diretora:
Duda Maia é formada pela Escola de Dança Angel Vianna. Foi professora de corpo do Curso Profissionalizante de Atores da CAL (1998-2008). De 1996 a 2006, foi diretora e coreógrafa da Trupe do Passo. Entre 2012 e 2014, recebeu o prêmio Zilka Sallaberry de Melhor Direção, ao lado de Lucio Mauro Filho, com o infantil “Uma Peça como Eu Gosto”. Dirigiu “Clementina, Cadê Você?”, musical inspirado na vida de Clementina de Jesus; e “A Dona da História”, de João Falcão. Dirigiu o musical “AUÊ”, do grupo Barca dos Corações Partidos. Sucesso de público e de crítica, “AUÊ” recebeu importantes prêmios de artes cênicas: Shell (Melhor Direção), Cesgranrio (Melhor Direção, Melhor Direção Musical e o Melhor Espetáculo), Botequim Cultural (cinco categorias, incluindo Melhor Direção e Melhor Espetáculo). A peça foi indicada ao Prêmio APCA de Melhor Direção. Duda Maia foi indicada aos prêmios Bibi Ferreira e Prêmio Reverência de Teatro Musical, na categoria Melhor Direção. Em 2016, dirigiu o musical “A Gaiola”, vencedor dos principais prêmios de teatro infantojuvenil, incluindo Melhor Espetáculo e Melhor Direção: sete categorias no Prêmio CBTIJ; cinco categorias no Prêmio Botequim Cultural e três categorias no Prêmio Zilka Sallaberry. Duda ganhou o prêmio de Melhor Direção por “Contos Partidos de Amor”. Duda dirigiu “O Tempo Não Dá Tempo”, espetáculo itinerante em homenagem aos 90 anos de Angel Vianna, no OI Futuro Flamengo e Itaú Cultural. Dirigiu o musical ELZA, em homenagem à cantora Elza Soares, e com ele ganhou os seguintes prêmios de Melhor Direção: Cesgranrio, Reverência, Bibi Ferreira e Botequim Cultural. Atualmente é diretora artística do novo show de Elza Soares “Planeta Fome”, atualmente em turnê pelo Brasil.  


SERVIÇO:

Vamos Comprar um Poeta
Local: Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
Endereço: SCES, Trecho 02, lote 22.
Temporadas: de 12 a 22 de dezembro de 2019; e de 2 a 12 de janeiro de 2020
Sessões: de quinta a domingo, sempre às 16h.
Sessão acessível dia 20 de dezembro com tradução em LIBRAS. Estarão reservados 130 ingressos gratuitos para o público surdo.
Ingresso solidário: ONGs, instituições públicas de ensino, deficientes e grupos assistenciais podem procurar o CCBB para reserva (gratuita) de ingressos.
Capacidade: 327 lugares – sendo 3 para obesos, 3 para pessoas mobilidade reduzida e 10 para cadeirantes.
Duração: 60 min.
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia para clientes BB com pagamento com Ourocard, estudantes, crianças até 12 anos, professores, maiores de 60 anos, pessoas com deficiência e acompanhantes e casos previstos em Lei). À venda na bilheteria do CCBB, de terça a domingo das 9h às 21h, a partir de 30/11, ou no site eventim.com.br.
Classificação indicativa: Livre para todos os públicos (indicado para maiores de 5 anos).
Informações: (61) 3108-7600 ou ccbbdf@bb.com.br

==> Foto: Renato Mangolin

GUNS N’ ROSES COVER EM BRASÍLIA

O Guns N’ Roses, um dos mais emblemáticos grupos de rock de todos os tempos, tem no Brasil uma versão tributo de prestígio internacional: Guns N’ Roses Cover Brazil. E, neste fim de ano, fãs da banda e apreciadores do bom rock’n roll, terão a oportunidade de conferir, em Brasília, a performance da formação que está completando 19 anos de estrada. Com gostinho de presente de Natal antecipado, o show acontecerá em 13 de dezembro, no UK Music Hall.

A apresentação, de aproximadamente três horas de duração, tem no repertório os maiores hits da banda legendária. Sweet Child O’ Mine, Patience, Don’t Cry, November Rain e Welcome to the Jungle, estão entre as interpretações que levam o público ao delírio. Impressiona a similaridade entre as bandas original e cover, desde a execução das músicas, passando pela caracterização e, claro, a performance dos integrantes.

O Grupo chega a Brasília depois de 81 apresentações ao longo do ano, realizadas nos estados de São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Tocantins, Acre, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Sergipe, Pernambuco, Alagoas e, também, no Paraguai. Daqui, ainda segue para Goiás e São Paulo, encerrando a temporada 2019 com show em Uberaba, Minas Gerais.

“Nosso objetivo é levar o melhor do Guns N’ Roses para os fãs. Como fã absoluta que também é, a Guns N’ Roses Cover Brazil vem fazendo esse trabalho com toda seriedade, qualidade e respeito. Sabemos o quando o público ‘Gunner’ é exigente”, afirma Nel Loki, vocalista e líder da banda.

“Negociamos meses atrás para conseguir fechar a atração. Tamanha procura demonstra que, mesmo tendo o Guns N’ Roses vivido seu auge nos anos 90, a banda entrou para a história.”, comenta Gustavo Gazeta, proprietário da casa noturna.

Sobre a Guns N’ Roses Cover Brazil
A banda Guns N’ Roses Cover Brazil vem mostrando em performance ao vivo toda a genialidade do Guns N’ Roses desde 1991, quando surgiu sua primeira formação. No mesmo ano a banda foi contratada pela gravadora Geffen, gravadora do Guns N’ Roses, para fazer o show de lançamento dos CD’S Use Your Illusion, em plena Avenida Paulista.

Em fevereiro de 2012 a banda fez sua primeira apresentação internacional, um grande show em Buenos Aires, na Argentina. Em 2018 voltou às terras portenhas para mais três apresentações, incluindo, além de Buenos Aires, Lujan e Quilmes. Também na Argentina, se apresentou em Puerto Iguazu e algumas cidades do Paraguai, incluindo Assunção e Ciudad Del Este.


Mídia
Por sua trajetória, foi destaque na mídia, em programas como Domingão do Faustão (Globo), Fantástico (Globo), A Grande Chance (Band), Cante se Puder (SBT) e Escolinha do Detonar (MTV). Em 2013, no dia internacional do Rock, a banda foi convidada a participar da comemoração da MTV, fazendo um pocket show em frente ao prédio da emissora.


SERVIÇO:

Guns N’ Roses Cover Brazil
UK Music Hall (SCLS 411, Bloco B)
13 de dezembro
21 horas
Ingressos:
Bilheteria- R$30
Com nome na lista pelo site www.ukmusichall.com- R$15
Classificação indicativa: 18 anos

==> Foto: Divulgação