Udi Grudi e músicos fazem apresentação com os instrumentos da exposição DiVerSom

Além de interagir com as esculturas sonoras criadas pelo Circo Teatro Udi Grudi e aprender na prática mais sobre Som e Música, os visitantes da exposição DiVerSom terão a oportunidade de ver os instrumentos, concebidos pelo grupo e produzidos a partir de materiais alternativos e reciclados, sendo tocados por instrumentistas da cena musical da cidade e por seus próprios criadores. Essa Jam Session acontece a partir das 17h do dia 2 de julho, na área externa do CCBB Brasília, próximo à Galeria 3. Além de improvisos, os músicos prometem tocar clássicos do Blues e canções populares como Maria Bonita, Blue Moon e Jardineira.

Entre os instrumentos da insólita banda estarão: o PanCorde, um conjunto de tubos de PVC alinhados na sequência dos botões de um acordeom que emitem um interessante som ao serem tampados com uma baqueta especial; o Baron, construído com garrafas pet afinadas com ar comprimido; a Aslatinha, instrumento de latas onde placas são a fonte de vibração; e o Espectrofon, instrumento de tubos afinados na série harmônica.

A apresentação acontece no mesmo local da exposição DiVerSom, em que os visitantes são convidados a interagir em um espaço multimídia que proporciona a vivência de uma série de experiências sensoriais e lúdicas, ampliando seu conhecimento sobre o Som e sua capacidade de apreciação da Música. Por meio de maquetes, modelos cenográficos, surpreendentes experimentos práticos, vídeo-animações e instrumentos musicais, a exposição facilita o entendimento de alguns conceitos da Física e Fisiologia quanto à produção, propagação e percepção do som, bem como aspectos da História da Música.

Já o Parque Sonoro DiVerSom é uma instalação ao ar livre onde os visitantes podem interagir com esculturas sonoras. São recriações de brinquedos e brincadeiras existentes e instrumentos musicais de grandes dimensões nos quais as crianças e adultos podem pular, correr, se pendurar, subir e experimentar até cansar.

A exposição e o parque sensorial sonoro são o aprofundamento e o amadurecimento do trabalho de pesquisa cenográfica de Luciano Porto e de criação de instrumentos musicais de Márcio Vieira, ambos integrantes do Circo Teatro Udi Grudi. O trabalho do grupo é hoje referência nacional sobre a mescla de linguagens e, desde a montagem do premiado espetáculo O Cano em 1998, a companhia pesquisa a interação do som e da cena.

SERVIÇO:
Local: Galeria 3 e Jardins do CCBB Brasília
Endereço: SCES Trecho 2 – Brasília/DF
Data: 02 de julho, 17 horas
Exposição: A22 de julho de 2016
Visitação: De quarta a segunda, das 9h às 21h
Ingresso: Entrada franca
Informações: 61 3108-7600.
Classificação indicativa: Livre

==> Foto: Arthur Gouveia

Arigatô! Japão é o país homenageado do 20º Sarau Chatô

Uma festa de cores, sons, referências e tradições seculares! A 20ª edição do Sarau Chatô celebra a cultura japonesa e a riqueza de um país expoente nas artes, nas técnicas artesanais, na expressão corporal e outras manifestações, como a cerâmica e a culinária. Será uma noite multicultural com música, dança, gastronomia e artesanato, já que a festa também brinda o Sergipe, estado que guarda em sua história traços de costumes portugueses e africanos. Com o folclore nordestino à flor da pele, uma quadrilha sergipana colorida e animada, vinda diretamente de Aracajú, não vai deixar ninguém parado.

O Sarau Chatô será no dia 30 de junho, a partir das 19h, no Hípica Hall. O evento é promovido pela Fundação Assis Chateaubriand e tem o patrocínio da Petrobras. O diretor cultural da Fundação, Márcio Cotrim, não esconde a empolgação com a festa. “Exaltar a riqueza cultural do Japão e de Sergipe é um desafio. São dois mundos à parte. Mas o que podemos garantir é que a 20ª edição do Sarau será um presente para Brasília. Uma noite que promete mexer com nossos sentidos”, adianta.

Do oriente para o Sarau
O grupo de percussão Ryukyu Koku Matsuri Daiko fará ecoar a beleza sonora dos sons propagados no Japão quando o assunto é o taiko. Instrumento de percussão cuja superfície é confeccionada com pele de animal, o taiko (grande tambor, em japonês) é tocado com a mão ou com o uso de uma baqueta e exige do músico tanto a habilidade rítmica quanto o preparo físico para sustentar batidas homogêneas. O taiko era utilizado durante as guerras para motivar os samurais, ajudar a marcar o passo na marcha ou intimidar a tropa adversária. Atualmente, a tradicional melodia dos tambores japoneses, o Wadaiko, é uma das expressões culturais mais presentes nos festivais japoneses, levando animação e alegria ao público de todas as idades.

Alysson Takaki, um sansei de voz marcante, também dará o tom da noite nipo-brasileira. O cantor e compositor promete fazer um tributo à cultura dos avós. “As tradições, a disciplina e a delicadeza da herança cultural que trago dos meus ancestrais sempre me provocou artisticamente. É um povo emotivo e melancólico, sensações que fascinam qualquer artista”, detalha. Takaki cantará músicas japonesas e promete também muitas canções brasileiras para a festa.

O Nordeste é aqui!

A tradicional quadrilha junina sergipana Xodó da Vila desembarca no Sarau com um espetáculo de dança que homenageia um dos maiores escultores do Nordeste, o Mestre Vitalino. O tema é Pai de Barro – Rei Criador, o sopro divino transforma os bonecos em quadrilheiros juninos, com um repertório musical autêntico, baseado no grupo Banda de Pau e Corda e Santana, o Cantador. “A história é retratada no espaço do Museu do Mestre Vitalino, no Auto do Moura, em Caruarú-Pernambuco, na qual idealizamos que suas imagens, por meio do sopro do deus do barro, tomam vida se transformam em quadrilheiros juninos. É como em um sonho”, detalha o marcador do Xodó da Vila, Elói Filho. Os trajes, segundo ele, foram criados e baseados na historicidade temática. “Sem muitos adereços e com foco nas tradições juninas do contemporâneo, nos apresentamos com alguns mecanismos técnicos, como sonorização para utilização vocal de músicos, instrumentos e encenação do casamento caipira”, acrescenta o condutor do grupo de mais de 50 componentes.

Além da quadrilha, o Sarau recebe o Grupo Cultural Pé de Cerrado. Já tradicional na região Centro-Oeste, a formação dessa trupe ocorreu por encomenda: os artistas foram convocados para fazer a trilha sonora de uma peça de Ariano Suassuna, na Faculdade Dulcina de Moraes. Há 17 anos, esses multi-instrumentistas pesquisam a cultura popular brasileira. Os espetáculos do Pé de Cerrado são marcados pelo ecletismo de ritmos da cultura brasileira e de diversas expressões artísticas de raiz. “Para o Sarau vamos apresentar o Viva São João, um show voltado às raízes da cultura das festas juninas: quadrilha, bumba meu boi, coco, baião, xote, frevo, xaxado com uma boa uma pitada de humor”, promete o músico e produtor Pablo Ravi, integrante do grupo. Interativa, dançante e divertida, a apresentação é composta por ritmos e músicas que se popularizaram graças ao mestre Luiz Gonzaga.

Cheiros, cores e sabores
E como a gastronomia também é um traço forte das culturas japonesa e nordestina, pratos doces e salgados poderão ser apreciados na festa. Do lado oriental, delícias como Yakisoba, Guioza, sobremesas e bebidas tradicionais. Do lado tropical, as gostosuras juninas que aquecem o inverno brasiliense. A pedida é deixar a festa ainda mais gostosa.

O projeto - Iniciado em dezembro de 2011, o projeto denominado Sarau Chatô consiste em uma série de eventos multiculturais gratuitos que reúnem no mesmo espaço as mais variadas manifestações artísticas, como música, dança, teatro, artes plásticas e cinema. A cada edição, são homenageados um estado brasileiro e um país com embaixada em Brasília. A realização é da Fundação Assis Chateaubriand e o patrocínio, da Petrobras.

27 anos de história – Instituída em fevereiro de 1989, a Fundação Assis Chateaubriand (FAC) é uma entidade sem fins lucrativos que atua nas áreas de cultura, educação, esporte, saúde e turismo. Seus programas, projetos e ações oferecem oportunidades que utilizam o poder do conhecimento para contribuir com o desenvolvimento social e humano de comunidades localizadas prioritariamente nas regiões onde os Diários Associados estão presentes. Por acreditar que uma sociedade melhor é feita com a participação de todos, a FAC trabalha em parceria com organizações públicas, privadas e do terceiro setor.

SERVIÇO
20º Sarau Chatô
Data: 30 de junho
Horário: 19h
Local: Hípica Hall - Setor Hípico Sul, Área Especial, lote 8 (ao lado da Sociedade Hípica de Brasília – próximo ao Zoológico de Brasília)
Entrada: Gratuita mediante doação de 1kg de alimento não perecível.
Classificação indicativa: Livre
Informações: 3214-1379/3214-1380

==> Foto: Divulgação

EXPOSIÇÃO "PANORAMA VERA SABINO" CHEGA À CAIXA CULTURAL BRASÍLIA

Interseção entre pintura e poesia marca a exposição Panorama Vera Sabino, em cartaz a partir de 29 de junho na CAIXA Cultural Brasília. Em representações figurativas, Sabino homenageia a colônia e os imigrantes do país em temas como natureza, feminino e religião, aliando a literatura ao seu trabalho com a inspiração nos poemas sulistas registrados ao lado de cada obra da mostra. A abertura será no dia 28 de junho, às 19h, com a apresentação Uno de voz e violão do cantor Felipe Barão. A exposição, que reúne 40 obras da artista, fica em cartaz até 4 de setembro, nas Galerias Piccola I e II.

Dividida em quatro mundos do universo mítico-mágico da artista – O Feminino, Os Santos, As Flores e O Bruxólico –, a exposição conta com obras do acervo da artista, de colecionadores particulares e de instituições públicas, sendo algumas inéditas. Em Os Santos a artista apresenta telas sobre religiosidade e sua devoção ao divino e ao espiritual; já O Bruxólico representa uma viagem ao mundo da magia e da inspiração no folclore de Santa Catarina; em O Feminino, Vera retrata a mulher sob seu olhar particular; e As Flores reúne quadros feitos especialmente para esta mostra e que retratam a natureza de Brasília, onde a artista morou quando jovem.

A exposição representa íntimo diálogo com a literatura por meio de poemas de Semy Braga, marido da artista, e textos da escritora Michelline Barros, que assina, ao lado de Antonio Fasanaro, a curadoria da exposição. De forma afetiva e particular, a mostra é um apanhado representativo dos 50 anos de atividade da artista e conta, ainda, com o vídeo documentário A ilha em mim, da cineasta Suélen Ramos Vieira Vale, sobre a trajetória de Vera Sabino.

Artista:
De temática figurativa e bastante colorida, a obra de Vera Sabino exibe técnica e traço inconfundíveis que normalmente fazem menção à cultura de sua cidade natal, Florianópolis (SC). Com peças em acrílico sobre Eucatex e cores vivas em uma paleta singular, a artista retrata raízes da cidade: sua colonização, fé, folclore, magia e a natureza do local, onde santos, mulheres, flores e as lendas da ilha compõem uma bela viagem. Na intimidade de seu quarto e atelier, de janelas amplas e rodeado pela Mata Atlântica, Vera produz suas obras sobre uma grande e confortável cama.

Serviço
Exposição Panorama Vera Sabino
Local: Galerias Piccola I e II da CAIXA Cultural Brasília (SBS Quadra 4 Lotes 3/4)
Abertura: 28 de junho de 2016, às 19h
Visitação: de 29 de junho a 4 de setembro de 2016; de terça-feira a domingo, das 9h às 21h
Classificação Indicativa: não recomendado para menores de 12 anos
Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

==> Foto: Renato Gama

Dia Nacional do Químico reconhece as conquistas do profissional

Para homenagear os profissionais que, entre diversas funções, propiciam a fabricação de qualidade de medicamentos e alimentos e promovem a minimização dos impactos ambientais, a Editora Unesp destaca uma seleção de livros sobre o assunto. Confira:

 

Uvas e vinhos: Química, bioquímica e microbiologia

Organizadores: Roberto da Silva, Ellen Silva Lago-Vanzela, Milla Alves Baffi | 200 páginas | R$ 50,00
Ganhador do Gourmand World Cookbook Awards 2016 - 1º lugar no “Best Wine Book for Professional in Brazil” e 2º lugar no "The Best of the World" do mesmo prêmio. É uma obra produzida por professores e pesquisadores de diferentes instituições de ensino, nacionais e internacionais, que pretende transmitir a estudantes e profissionais da área de enologia conhecimentos em língua portuguesa sobre a vitivinicultura. Nesse sentido, este livro foi organizado de modo didático e escrito com estilo acessível, porém com a profundidade analítica exigida pelo conhecimento científico.

Rochas magmáticas: Conceitos fundamentais e classificação modal, química, termodinâmica e tectônica

Autor: Eberhard Wernick | 656 páginas | R$ 112,00
Importante obra de referência em área ainda carente de publicações especializadas, este livro enfoca a classificação das rochas magmáticas, estudando seu conteúdo mineral e sua composição química. A seguir, refere-se à atividade química de alguns elementos do magma, principalmente o silício e o sódio. Por último, vincula a ocorrência das diferentes rochas magmáticas e os diversos ambientes tectônicos definidos pela teoria das placas. Indicado a estudantes de Geologia, Geografia e Ecologia, destina-se, também, àqueles que se interessam pelas ciências naturais, com conhecimentos básicos de mineralogia, química e geologia. O autor aborda os aspectos mineralógicos, químicos, termodinâmicos e tectônicos e recupera constantemente as noções básicas, oferecendo uma visão geral e a integração dos tópicos estudados. 

Substâncias húmicas aquáticas: Interação com espécies metálicas

Autor: Julio Cesar Rocha e André Henrique Rosa | 126 páginas | R$ 35,00
Ao constituir a maior parte da matéria orgânica de solos e sedimentos, as substâncias húmicas (SH) são materiais amplamente distribuídos pelo planeta. Ocorrem em quase todos os ambientes, do terrestre ao aquático, e, por se originarem da degradação biológica de resíduos animais e vegetais e da atividade sintética de microrganismos, possuem propriedades diferenciadas, sendo importantes condicionantes das características físicas, químicas e biológicas dos locais em que se inserem. 

Geoquímica do urânio aplicada a águas minerais 

Autor: Daniel Marcos Bonotto e Ene Gloria Da Silveira| 154 páginas | R$ 28,00
A obra apresenta resultados de estudos realizados nas estâncias hidrominerais das cidades paulistas Águas de Lindoia e Águas de Prata, que têm no turismo e na industrialização e comercialização de águas minerais suas principais atividades econômicas. No entanto, ainda é escasso o conhecimento disponível sobre a radioatividade dessas águas, mesmo que já em 1928 Águas de Lindoia tenha recebido a visita de madame Curie, na época em que se iniciavam os estudos sobre a radiatividade das águas minerais no Brasil.

O mesmo e o não-mesmo

Autor: Roald Hoffman | 344 páginas | R$ 62,00
Situada no cruzamento entre as ciências físicas e biológicas, a química não trata do infinitesimal ou do monumental, nem trata diretamente da vida. Por isso, às vezes é considerada sem graça, como costumam ser aquelas coisas a meio caminho. Mas, como demonstra o Prêmio Nobel Roald Hoffmann, os seres humanos existem justamente nesse meio de caminho, onde há um mundo molecular complexo e agitado, como as emoções dos supostamente desapaixonados cientistas que o exploram. Em O mesmo e o não-mesmo, Hoffmann faz pela química o que Stephen Hawking fez pela cosmologia: esclareceu uma ciência que para muitos estava cercada de mistério.

Radioatividade nas águas: Da Inglaterra ao Guarani

Autor: Daniel Marcos Bonotto | 251 páginas | R$ 48,00
Importante para o estudo da qualidade das águas, considerando que a radioatividade é um parâmetro que não pode ser descartado quando se busca uma apropriada gestão dos recursos hídricos, esta obra aborda a evolução hidroquímica regional no Aquífero Guarani (Aquífero Gigante do Mercosul), uma das maiores reservas mundiais de água subterrânea compartilhada. Apresenta as potencialidades e limitações do uso hidrogeoquímico dos isótopos de urânio nas águas subterrâneas da Bacia Sedimentar do Paraná e do Maciço Alcalino de Poços de Caldas. O Aquífero foi pesquisado especificamente quanto ao comportamento geoquímico do urânio e de alguns de seus descendentes, na natureza e sob condições controladas de laboratório. Os resultados podem subsidiar um melhor conhecimento dos mecanismos de transporte de urânio, importante constituinte do resíduo de transurânicos. Aborda também os mecanismos de enriquecimento de 234U em águas subterrâneas de Aquífero Cárstico, a dissolução de urânio em granitos e solos e mecanismos de transferência de 222Rn para as águas.

O fim das certezas – 2ª edição: Tempo, caos e as leis da natureza

Autor: Ilya Prigogine | 208 páginas | R$ 46,00
As questões estudadas neste livro – O universo é regido por leis deterministas? Qual é o papel do nosso tempo? – foram formuladas pelos pré-socráticos na aurora do pensamento ocidental. Elas nos acompanham já há 2 mil anos. Hoje, os desenvolvimentos da Física e das matemáticas do caos e da instabilidade abrem um novo capítulo nessa longa história. Atualmente percebemos esses problemas sob um novo ângulo. Podemos, a partir de agora, evitar as contradições do passado.

As leis do caos

Autor: Ilya Prigogine | 110 páginas | R$ 28,00
A palavra caos, desde a Bíblia, é relacionada a tudo aquilo que é instável, desordenado e imprevisível. Prêmio Nobel de Química de 1977, o autor questiona esse conceito. Ao associá-lo a noções de probabilidade e de irreversibilidade, trabalha com descrições estatísticas que reconsideram o conceito de caos, gerando uma nova coerência, que permite o desenvolvimento de uma teoria quântica em que a aparente desordem na relação entre a natureza e o tempo não anuncia o Apocalipse.

==> Foto: Divulgação

JOGO DE CENA TERÁ CLIMA DE FESTA JUNINA NESTE MÊS NA CAIXA CULTURAL BRASÍLIA

Neste mês o Jogo de Cena fará uma legítima festa junina na CAIXA Cultural Brasília. Inspirado nas festas de Santo Anônio, São João e São Pedro, o projeto apresenta um arraial cultural no dia 29 de junho, às 20h, comandado pelos apresentadores Welder Rodrigues & Ricardo Pipo, caracterizados como dupla caipira. Os ingressos custam R$ 20 e R$ 10 (meia), e começam a ser vendidos neste sábado (25), na bilheteria do Teatro da CAIXA.

O clima junino estará na trilha sonora do DJ Chuchu e em atrações como a premiada banda folclórica Chinelo de Couro. Com direção de Rômulo Mendes, será apresentado um trecho do espetáculo Meu precioso cabaré. O Grupo de Teatro Celeiro das Antas apresenta um trecho de Domingo sem chuva, com direção de José Regino; e o Studio Sá Pateia traz uma coreografia do espetáculo Era uma vez, sob direção de Samantha Lemes.

A Companhia Ensaios apresenta um trecho da peça-campanha em combate à violência contra a mulher Gaslight, com direção de Marcello D’Lucas. Será exibido o filme Doce de Goiabada, que tem direção de Fernanda Rocha. E o artista plástico Rodrigo Koshino pintará um quadro durante o evento.

Sobre o Jogo de Cena:
Criado em 1985, o evento mensal genuinamente brasiliense é um projeto que completou 30 anos em 2015 e divulga a arte produzida em Brasília. Na CAIXA Cultural Brasília há 16 anos, funciona como espaço vitrine para o movimento cultural da cidade. Dividido em quadros, segue o modelo de um programa de auditório aberto à apresentação das mais diversas manifestações e estilos artísticos, fazendo com que cada uma de suas edições seja única. Cada roteiro é criado a partir das inscrições para os diversos quadros e das apresentações de artistas locais. 


Serviço

Jogo de Cena Junino
Local: Teatro da CAIXA Cultural Brasília (SBS Quadra 4 Lotes 3/4)
Dias: 29 de junho de 2016
Hora: quarta-feira, às 20h

Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia) | à venda a partir de 25 de junho
Meia-entrada: estudantes, professores, funcionários e clientes CAIXA, pessoas acima de 60 anos e doadores de agasalho.
Bilheteria: de terça a sexta e domingo, das 13h às 21h, e sábado, das 9h às 21h. Contato: (61) 3206-6456

Classificação Indicativa: não recomendado para menores de 14 anos
Duração: 120 minutos
Capacidade: 406 lugares (8 para cadeirantes) | Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Patrocínio: CAIXA e Governo Federal 

==> Foto: Divulgação

Alameda traz atrações infantis gratuitas neste fim de semana (25 e 26/06)

A programação deste fim de semana do Teatrinho do Alameda Shopping contará com a presença do Palhaço Bené, no sábado (25) e O Mistério da Feiurinha, domingo (26), a partir das 16h. O projeto gratuito com atrações voltadas ao público infantil é realizado pelo mall há mais de dez anos.

No sábado (25), as crianças conhecerão o mundo mágico do circo com a apresentação do Palhaço Bené. O Palhaço surge cheio de truques na manga leva ao palco fantasia e diversão. Bené convida a plateia para entrar em cena e desfrutar das habilidades circenses, o ajudando a executar truques com a maestria que apenas ele domina. O Palhaço Bené terá um show de variedades com habilidades como malabarista, equilibrista (monociclo girafa e rola-bola) e acrobata.

O Mistério de Feiurinha é a atração do domingo (26). Adaptação da Cia Néia e Nando apresentará de forma interativa e lúdica, a aventura de seis princesas dos contos de fadas: Cinderela, Rapunzel, Bela Adormecida, Branca de Neve, Bela e Chapeuzinho Vermelho. Apesar das diferenças e da mudança de vida, todas unem-se para tentar investigar o desaparecimento da princesa Feiurinha. Temerosas de que também possam desaparecer. As ex-donzelas arriscam-se no mundo real para saberem do paradeiro da princesa.

SERVIÇO
O quê: Programação Infantil do Alameda Shopping.
Quando: Sábados e domingos, às 16h.
Onde: Alameda Shopping - CSB 2 Lotes 1/4, s/n - Taguatinga Sul, Brasília
Quanto: Entrada franca

==> Foto: Paky Produções

ORQUESTRA DE VIOLÕES NO CLUBE DO CHORO

Certo dia um violonista e professor da Escola de Música de Brasília decidiu reunir seus alunos para experimentar e pesquisar as possibilidades do violão. O ano era 1991. A idéia de Jaime Ernest Dias teve, logo de início, apoio de outro mestre das cordas, Paulo André Tavares. Sob a batuta dos dois, um único instrumento se multiplicou em inúmeras vozes, encontrou as harmonias tantas da mistura de ritmos e estilos e fez surgir uma nova linguagem. A disciplina música de câmara/formação de conjuntos da EMB foi o berço da Orquestra de Violões de Brasília.

O Grupo cresceu, rompeu os limites da sala de aula, da escola e se consagrou como parte da história musical da cidade. Em doze anos de estrada, a Orquestra aprendeu bem mais que o Samba de uma Nota Só, revisitando Tom Jobim, Pixinguinha, Beatles, Piazzolla e também Telemann, Ravel, Villa-Lobos e vários outros.

Das influências renascentistas ao encontro com o contemporâneo, a Orquestra está sempre renovando o repertório, compondo peças próprias e buscando outros sons. O Grupo já teve várias formações, mas sempre preservando a estrutura de quatro naipes, e agora conta com o talento de 18 violonistas. Um time afinado com as várias tendências do universo instrumental e que faz da paixão pela música o alicerce de um trabalho que já rendeu bons frutos.

O PRIMEIRO DISCO

Em agosto de 1997, o Auditório do Memorial Juscelino Kubitschek foi palco de um esforço de três madrugadas intensas de trabalho: nascia o álbum “Contrastes”, resultado de seis anos de pesquisas e andanças pelos palcos, não só brasilienses.O CD independente, lançado em setembro de 1998, revela a versatilidade de várias impressões musicais fundidas na mais completa harmonia vinda de dezesseis violões.

No encontro do erudito com o popular, de tempos tão distantes e tão próximos, “Contrastes” vai das danças Renascentistas de Michael Praetorius ao choro irreverente de Pixinguinha. Traz ainda composições próprias e até o recado caboclo de um José Melo, músico-poeta da Orquestra, que dá nova roupagem ao clássico sertanejo “Tristeza do Jeca”.

São dezoito faixas com arranjos muito bem cuidados. Talento reconhecido pelo público e pela crítica especializada. Na edição de junho de 2001, a revista “Guitar Player” (Brasil) analisa o trabalho da Orquestra:

“... Em "Contrastes", da Orquestra de Violões de Brasília, ouve-se música elaborada com competência...”.

A apresentação acontece dia 25 de Junho de 2016 – sábado a partir das 21:00 horas. Ingressos: R$ 15,00 (meia) e R$30,00 (inteira)

Informações: Tel.: 3224.0599. Ingressos: Clube do Choro de Brasília – SDC BLOCO “G” - Funcionamento da bilheteria: 2ª a 6ª feira: 10:00 às 22:00 horas. Sábado a partir de 19:00 as 21:30 horas, ou através do site: www.clubedochoro.com.br

O Clube do Choro de Brasília fica entre a Torre de TV, o Centro de Convenções e o Planetário.
Não recomendado para menores de 14 anos

==> Foto: José Varella

Aniversário de Habermas resgata sua importância em diversas áreas

Com 87 anos a serem completados no dia 18 de junho, o nome de Jürgen Habermas ocupa lugar de destaque entre os grandes pensadores contemporâneos. Seus conceitos de esfera pública e ação comunicativa alicerçam os diagnósticos críticos da sociedade atual; sua obra científica é parte do cânone de, ao menos, duas áreas do conhecimento: a filosofia e as ciências sociais; suas intervenções como intelectual público pautam as principais questões políticas tanto alemãs quanto europeias há 50 anos. Enfim, é um autor fundamental para a compreensão da vida pública nas sociedades democráticas, para o reconhecimento de seus potenciais de emancipação e dos obstáculos à sua consolidação.

Como colocam os responsáveis pela Coleção Habermas, da Editora Unesp, ele faz parte do restrito grupo de pensadores capazes não só de “criar passagens entre as áreas mais especializadas das ciências humanas e da filosofia”, que já é algo raro, mas também de “reconstruir a fundo as contribuições de cada uma delas, rearticulá-las com um propósito sistemático e, ao mesmo tempo, fazer jus à suas especificidades”.

Para os leitores brasileiros, textos importantes não traduzidos e a falta de padronização terminológica nas traduções existentes traziam algumas dificuldades para uma apreciação adequada de todos esses aspectos da obra habermasiana. Assim, incluindo quase que a integralidade dos quarenta volumes publicados na Alemanha pela Suhrkamp Verlag Berlim, a Coleção Habermas abre caminho para o aprofundamento de uma das obras mais instigantes e inovadoras da atualidade. Os títulos já lançados são:

Textos e contextos

Autor: Jürgen Habermas | 344 páginas | R$ 74,00
Jürgen Habermas discorre, nesta obra escrita nos anos 1990, sobre a produção de oito teóricos que o influenciaram de alguma maneira: Charles S. Peirce,Edmund Husserl, Martin Heidegger, Ludwig Wittgenstein, Max Horkheimer, Georg Simmel, Alexander Mitscherlich e Alfred Schmidt. Em especial, o autor procura tecer os vínculos da produção desses pensadores com os seus contextos históricos. O que o filósofo alemão discute é o quanto um determinado conteúdo argumentativo é capaz de transcender o tempo no qual surgiu e, portanto, aspirar à universalidade. Habermas convida o leitor a questionar se todos os pensadores ficam marcados pelos seus respectivos contextos históricos e a refletir sobre o que significa ser marcado de forma especial. Além dos ensaios sobre os oito teóricos, a obra apresenta dois outros artigos, que, nas palavras de Habermas, “tematizam os próprios contextos”: “A sociologia na República de Weimar” e “Sobre o desenvolvimento das ciências sociais e das ciências humanas na República Federal da Alemanha”.

A nova obscuridade

Autor: Jürgen Habermas | 392 páginas | R$ 70,00
Um dos principais eixos temáticos desta coletânea diz respeito ao neoconservadorismo. O assunto abre e perpassa todos os textos aqui reunidos, que remetem ainda a diferentes aspectos da defesa de Habermas da continuidade do projeto de modernidade. Sem abandonar a dimensão teórica, o filósofo, conhecido por seu engajamento político, coloca-se como “contemporâneo político” e assume posições sobre questões públicas candentes ainda hoje – escrita em 1985, a obra reflete sobre problemas e tensões de uma década crucial para a sobrevivência e maturação do projeto democrático não apenas na Alemanha. 

Técnica e ciência como "ideologia"


Autor: Jürgen Habermas | 208 páginas | R$ 44,00
Jürgen Habermas discute a tese de Herbert Marcuse sobre a instrumentalização da técnica. Ao mesmo tempo, aponta já para futuros desenvolvimentos no seu pensamento, sobretudo em torno do agir comunicativo. 


 

Na esteira da tecnocracia

Autor: Jürgen Habermas | 264 páginas | R$ 58,00
Os 14 ensaios que constituem esta obra, a 12ª da série Pequenos escritos políticos, contribuem para o reconhecimento de Jürgen Habermas como intelectual público no Brasil. No país, a maior parte de suas análises da conjuntura social e política e avaliações sobre o estado da democracia na Europa ou no mundo permanecem praticamente desconhecidas do público, principalmente por estarem disponíveis apenas em alemão.

Conhecimento e interesse


Autor: Jürgen Habermas | 528 páginas | R$ 80,00
Esta obra, a mais filosófica e importante de Jürgen Habermas do ponto de vista da epistemologia, discute o entrelaçamento entre razão prática e razão pura e mostra a importância das definições do conhecimento, levantando questões sobre os fatores que o definem.  


 

Mudança estrutural da esfera pública

Autor: Jürgen Habermas | 568 páginas | R$ 88,00
Jürgen Habermas examina neste livro o “complexo” que segundo ele descansa sob a expressão “esfera pública”. Para ele, pode-se esperar, ao compreender tal conceito e submetê-lo a esclarecimento sociológico, apreender de modo sistemático a própria sociedade. “A esfera pública”, diz o filósofo, “continua a ser um princípio organizador de nossa ordem política”.

Teoria e práxis


Autor: Jürgen Habermas | 728 páginas | R$ 98,00
As investigações reunidas neste volume, orientadas predominantemente de um ponto de vista histórico, destinam-se a desenvolver uma teoria crítica da sociedade projetada com um propósito prático e a delimitar seu status diante de teorias de outra proveniência.  


 

Fé e saber

Autor: Jürgen Habermas | 88 páginas | R$ 19,00
Segundo volume da Coleção Habermas, este texto reproduz um discurso do filósofo proferido aproximadamente um mês depois do 11 de setembro de 2001. Embora circunstancial, é de grande importância no conjunto da obra do filósofo que, ao retomar o clássico tema fé e saber, adota uma nova expressão – “pós-secular” – imprimindo mudanças em sua teoria da modernidade, presente em suas obras posteriores.


Sobre a constituição da Europa

Autor: Jürgen Habermas | 192 páginas | R$ 40,00
A explosão das ilusões neoliberais promoveu a concepção de que os mercados financeiros, principalmente os sistemas funcionais que perpassam as fronteiras nacionais, criam situações problemáticas na sociedade mundial que os Estados individuais – ou as coalizões de Estados – não conseguem mais dominar. A política como tal, a política no singular, é desafiada em certa medida por tal necessidade de regulamentação: a comunidade internacional dos Estados tem de progredir para uma comunidade cosmopolita de Estados e dos cidadãos do mundo, levando adiante a juridificação democrática do poder político.  


Filosofia, racionalidade, democracia: Os debates Rorty & Habermas 

Filosofia, racionalidade, democracia
Organizador: José Crisostomo de Souza | 270 páginas | R$ 52,00
Rorty e Habermas estão entre os mais importantes intelectuais e filósofos e são, provavelmente, aqueles que têm maior público, dentro e fora das universidades. Entrevistas e artigos seus aparecem em jornais e revistas de grande circulação, e seus livros são traduzidos e publicados pelo mundo afora. Neste livro, Habermas e Rorty debatem e dialogam, entre si, sobre suas concepções mais gerais e, em especial, sobre filosofia, cultura, razão e política, num confronto que envolve posições de outros importantes pensadores, de ontem e de hoje, como Apel e os "pós-modernos" franceses, como Dewey e Wittgenstein, como Heidegger e Nietzsche, como Hegel e Kant. Suas concepções tratam de levar em conta os desenvolvimentos mais recentes da filosofia, em relação a temas como valores, linguagem, verdade e conhecimento. 

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Concerto Brasília Sopro Sinfônica

O Projeto Musica e Cidadania convida todos para o Concerto da Brasília Sopro Sinfônica nesse domingo, 26 de junho de 2016, as 18:30 no Teatro da Escola de Música de Brasília.

Sob a regência de Fernando Morais o concerto contará com a participação do Saxofonista Carlos Gontijo e do Quarteto Brasília Sax.

No programa obras de Fernando Morais, John Williams, Robert Smith, Samuel Hazo, Alfred Reed e Satoshi Yogisawa.

Programa imperdível para os amantes da boa música instrumental!

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Arraiá do Congresso terá show de Wagner Simão, neste sábado (25/06)

É difícil achar um brasiliense que não seja louco por uma festa junina, por isso junho é um dos meses mais queridos da capital federal. No próximo sábado, 25, o Congress Hall (Clube do Congresso) entra no clima e promove uma festa junina pra lá de animada, a partir das 18h, com o cantor Wagner Simão.

Pra animar a mistura, Simão preparou um repertório pra lá de animado. Além de Piseiro, sua música de trabalho, e os hits Tio Patinhas e É Hoje, já conhecidos da galera, ele levará ao público grandes hinos do sertanejo. De Bruno e Marrone a Jorge e Mateus, passando por Gustavo Lima e outros nomes do gênero.

E não para por aí! A turnê do cantor conta com efeitos visuais, interação via Instagram e outras novidades que vão fazer do Arraiá do Congresso uma festança de São João daquelas. Além de Wagner, se apresentam ainda as bandas Alma Djem, Bicho de Pé e outras atrações. 

SERVIÇO - Arraiá do Congresso com Wagner Simão
Quando: 25 de junho, a partir das 18h
Onde: Congress Hall - Clube do Congresso
Ingressos: R$ 30 (meia) | R$ 60 (inteira)
Vendas: Bilheteria Digital, Stand da UnB (ICC Norte), Group Skateboard (Aguás Claras), Lojas Bilheteria Digital do Pátio Brasil, Brasília Shopping, Alameda Shopping e Liberty Mall.
Mais informações: (61) 99276-1000 / 98213-3838
Classificação indicativa: 16 anos

==> Foto: Bruno Fioravanti