Os bastidores do teatro num espetáculo ácido

Após o anúncio dos ganhadores de uma importante premiação teatral, um casal de atores recebe em sua casa os vencedores da noite para um encontro que tem tudo pra ser inesquecível. A peça "Virginia não mora aqui" mostra um jovem casal de artistas sendo ultrajado por um diretor presunçoso e sua esposa descontrolada, num jogo de ironias e alfinetadas que dita o ritmo da peça.
Num clima de dominação e recalque, atores veteranos fazem com que os recém premiados jovens conheçam o lado hostil da cena teatral brasileira (e, por que não dizer brasiliense?). Com algo de filme clássico norte americano e pitadas de ironia sobre o metiê artístico da atualidade, o espetáculo assume algo que muitos grupos e companhias teatrais tentariam evitar... Dessa vez, o público alvo da peça são os próprios artistas da cidade.
MAIS ESPETÁCULOS
Durante os finais de semana de outubro, a inédita "Virgínia não mora aqui" dividirá a pauta do Espaço Cena Brasília com outros dois espetáculos dirigidos por Diego de León: "Admirável Mundo Cão" e "Os Beatniks em 'A Gaivota". As três obras fazem parte da Mostra Peças Vira-Latas, um projeto idealizado pelo próprio De León e que foi pensado como uma alternativa de produção teatral independente e de guerrilha.
"Teatro de Guerrilha" é como, carinhosamente, os artistas teatrais definem um trabalho feito de forma independente, sem nenhum tipo de patrocinador ou apoiador financeiro. A cada dia, atores e diretores têm se reunido em projetos que não contam com nenhum tipo de subsídio, pois há outro caminho de produção cultural quando não há participação em editais públicos ou apoio de instituições privadas.
Além do caráter ousado da produção das três peças, o conteúdo dos espetáculos também conta sobre indivíduos "vira-latas": sujeitos sem pedigree, que afrontam a vida de frente e se recusam a se render. A mostra é uma oportunidade de oferecer ao público bons espetáculos produzidos por artistas da cidade... Artistas que nem sempre podem apresentar seus trabalhos por falta de perspectiva financeira, mas que continuam produzindo peças de qualidade e com embasamentos teóricos e estéticos, alimentando o fluxo da produção cultural independente do DF.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DA MOSTRA:

"Admirável Mundo Cão"
-Quintas e Sextas, 21 horas
(06, 07, 13, 14, 20, 21, 27 e 28 de outubro)
A peça conta a história de duas amigas que se conhecem num setor de comercio brasiliense. Uma passa os dias atrás de um balcão vendendo sorvete de iogurte e a outra se desdobra nas funções de vendedora, caixa e gerente de uma loja de sapatos ortopédicos. É durante a “hora do cigarro” que as duas acabam se conhecendo, se afeiçoando e colocando em prática a ideia de um dia se tornarem estrelas do rock. No elenco, Karinne Ribeiro e Elisa Carneiro.

"Os Beatniks em 'A Gaivota'"
- Sábados e Domingos, às 18 horas
(08, 09, 15, 16, 22, 23, 29 e 30 de outubro)
Em uma releitura do clássico russo "A Gaivota", de Anton Tchekhov, um grupo de atores, sem cenário e sem figurino, tenta montar uma peça clássica russa, brincando com a realidade e a ficção, misturando ambos e confundido personagens com atores. Em suma, uma mistura de Tchekhov com Shakespeare, Pirandello e comédias chapolinescas. No elenco, Alexandra Medeiros, Diego de Leon, Tati Ramos e Xiquito Maciel.

"Virgínia não mora aqui"
- Sábados e Domingos, às 21 horas
(08, 09, 15, 16, 22, 23, 29 e 30 de outubro)
O espetáculo inédito tem no elenco Alexandra Medeiros, Diego de Leon, Josuel Junior e Tati Ramos.

SERVIÇO:
Local: Espaço Cena Brasília - 205 Norte
Classificação Indicativa das três peças: 14 anos
Ingressos: R$20,00 (meia-entrada para cada espetáculo, com doação de alimentos não perecíveis)
Informações: 61 99963-0211

==> Foto: Felipe Madruga

Coleção de Extensão Universitária ganha mais sete livros digitais gratuitos

O Programa de Publicações Digitais da Extensão Universitária é uma iniciativa conjunta da Pró-reitoria de Extensão Universitária da Unesp (Proex) e da Fundação Editora da Unesp (FEU), voltada à disseminação digital da produção acadêmica na extensão universitária para a sociedade, desenvolvidas pelos docentes e pesquisadores em conjunto com graduandos, pós-graduandos, pós-graduados, servidores técnico-administrativos da Universidade Estadual Paulista e da comunidade externa. Os livros são publicados pelo selo Cultura Acadêmica, da FEU, em formato digital e disponibilizados para download gratuito.

Segundo o diretor-presidente da Fundação Editora da Unesp, Jézio Gutierre, os livros digitais da Editora Unesp já atingiram 50 milhões de acessos e 20 milhões de downloads. "Os livros digitais acadêmicos têm dois diferenciais: ampla acessibilidade (é possível ler em qualquer lugar do mundo a qualquer momento) e imediatismo (podem ser lidos assim que são liberados no site). Isso permite que tenhamos leitores de mais de 20 países, o que vem motivando pesquisadores internacionais a buscarem entender as razões desse sucesso", disse. "Ressalte-se ainda que os livros lançados na Coleção passam pelo crivo de um Conselho Editorial, o que garante a sua qualidade acadêmica." 

Confira os títulos lançados:

A Extensão Universitária em Comunicação para a Formação da Cidadania
Organizado por Eliza Bachega Casadei (Bauru/FAAC)

Educação ambiental e valores na escola: buscando espaços, investindo em novos tempos
Organizado por Dalva Maria Bianchini Bonotto e Maria Bernadete Sarti da Silva Carvalho (Rio Claro/IB)

Escola do Meio Ambiente: Com Vida
Autoras Elizabeth Moreira dos Santos Schimdt e Eliana Maria Nicolini Gabriel (Botucatu/FMVZ)

O que vamos fazer depois do trabalho? Reflexões sobre a preparação para a aposentadoria
Organizado por José Luiz Riani,  Amarilis Maria Muscari Riani Costa e Gilson Fuzaro Jr. (Rio Claro/IB)

O Tecido da Rede-Sans: Histórico, Narrativas e Reflexões
Organizado por Maria Rita Marques de Oliveira,  Carla Maria Vieira e Lilian Fernanda Galesi (Botucatu/IB)

==> Foto: Divulgação

Grupo promove “cantinho da fofura” para estimular adoção de filhotes de gatos

Já imaginou um ambiente no qual você pode ficar em meio a vários filhotinhos de gatos? É esse o conceito do “cantinho da fofura”, que será montado neste sábado (1º), a partir das 9h, na Pupila Experiências Criativas (SHIGS 705, bloco A, casa 35, Asa Sul, Brasília). O objetivo é estimular a adoção dos animais por meio da interação com o público. No sábado - com uma turma das 14 às 17h- e domingo - com turma das 9 às 12h-, será ministrado também um curso de maxi-crochê, que vai ensinar a produção de camas para gatos e terá toda a renda doada para o Clube do Gato, uma ONG dedicada à proteção de gatos e outros animais domésticos.

O curso “Maxi Crochê sem Agulhas”, ensina um tipo de técnica feita sem agulhas, na qual o inscrito sai do curso levando uma cama para gatos produzida durante a aula, que tem duração de três horas. Para se inscrever, o investimento é de R$ 300. O material utilizado é o fio de malha, que é ecologicamente correto, feito de resíduo da indústria têxtil. A responsável pelas aulas é a designer Nat Petry, que desenvolve trabalhos de criação e execução de roupas e decoração priorizando o consumo e a produção conscientes.

Liberdade em linhas e pontos
Outro curso oferecido pela Pupila é o Bordado Livre, no próximo dia 3. A proposta do Clube do Bordado, que comanda as aulas, é que qualquer tipo de projeto pode ser transformado em uma superfície bordada e o bordadeiro é limitado apenas pela imaginação. A aula é realizada das 14h30 às 17h30, com investimento de R$ 280, com material incluso.

Clube do Gato
O Clube do Gato é uma ONG de ação voluntária dedicada a proteção de gatos e outros animais domésticos, sensibilização e educação de assuntos relacionados aos animais e à adoção responsável. A organização está em atividade desde 2012 no Distrito Federal. Desde então, foram 426 animais doados, todos vacinados, vermifugados, castrados, testados, encaminhados e acompanhados no novo lar.

O núcleo do Clube do Gato de Brasília é composto por cinco voluntárias e possui uma rede de parceiros que apoiam o trabalho, formada por veterinários, pet shops, indústrias de produtos para animais e pessoas que fornecem lar temporário ou financiam os animais resgatados.


SERVIÇO

- Adoção de filhotes do Clube do Gato
Sábado (1º), das 9 às 17h. Gratuito.

- Curso de Maxi Crochê Sem Agulhas
Sábado (1º), das 14 às 17h. Domingo, das 9 às 12h. Investimento: R$ 300

- Curso Bordado Livre
Segunda (3), das 14h30 às 17h30
Investimento: R$ 280

Atividades realizadas na Pupila Experiências Criativas SHIGS 705, bloco A, casa 35, Asa Sul, Brasília
Informações: (61) 98153-9049 (Vanessa)

==> Foto: Divulgação

BEATRIZ AZEVEDO LANÇA O DISCO “ANTROPOPHAGIA” NA CAIXA CULTURAL BRASÍLIA

A CAIXA Cultura Brasília apresenta, de 30 de setembro a 2 de outubro, o show “antroPOPhagia”, da cantora Beatriz Azevedo. Inspirado na antropofagia da cultura brasileira, o evento mostra uma sonoridade contemporânea e faz referências ao modernismo de nomes como Caetano Veloso e Oswald de Andrade. Os ingressos custam R$ 20 e R$ 10 (meia) e podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro da CAIXA.

O repertório da artista é baseado em seu primeiro disco, “antroPOPhagia”, gravado ao vivo em Nova York, contendo parcerias com Angelo Ursini (“Toda Sorte”), Vinícius Cantuária (“Alegria”) e Zélia Duncan (“Muda Musa”), além de composições para poemas de Hilda Hilst, Raul Bopp (“Coco de Pagu”) e Oswald de Andrade (“Erro de Português” e “Relicário”), além Cole Porter (“What is This Thing Called Love”) e “Insensatez” (Tom Jobim e Vinicius de Moraes, com arranjo original de Bia).

No palco, Beatriz tem a companhia dos amigos Moreno Veloso e Vinícius Cantuária, que participam com canções e poesias da própria autora, além da banda formada pelos músicos Cristóvão Bastos (piano), Jorge Helder (contrabaixo), Angelo Ursini (sopros), Maurício Calmon (Bateria) e Miguel Jorge (guitarra).

Aproveitando a oportunidade, a compositora, poetisa e performer, lancará durante a curta temporada na CAIXA Cultura Brasília, o livro “Antropofagia – Palimpsesto Selvagem”, parte integrante do projeto multidisciplinar da artista que, além do CD “antroPOPhagia”, inclui também um filme documentário e uma série para TV, com entrevistas de grandes nomes do movimento ou por ele influenciados, como Augusto de Campos, José Celso Martinez Correa, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Marcia Tiburi e José Miguel Wisnik.

O livro coloca em cena reflexões contemporâneas a partir da antropofagia em perspectiva plural, abarcando desde o ritual Tupinambá antes da chegada dos colonizadores europeus em 1500, passando pela eclosão do movimento antropofágico durante o modernismo no século XX, o tropicalismo na década de 60, o mangue beat na década de 90, até as primeiras décadas do século XXI.


Serviço: 

Show: AntroPOPhagia
Local: Teatro da CAIXA Cultural Brasília (SBS Quadra 4 Lotes 3/4) 
Dias: 30 de setembro a 2 de outubro (sexta-feira, sábado e domingo) 
Hora: Sexta-feira e sábado, às 20h; domingo, às 19h
Duração: 80 minutos
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia)
Meia-entrada: Estudantes, professores, funcionários e clientes CAIXA, pessoas acima de 60 anos e doadores de brinquedo.
Bilheteria: de terça a sexta e domingo, das 13h às 21h, e sábado, das 9h às 21h. Contato: (61) 3206-6456
Capacidade: 406 lugares (8 para cadeirantes) | Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 12 anos
Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

==> Foto: Leo Fontes

IZABELLA ROCHA NO CLUBE DO CHORO DE BRASÍLIA

A carreira de Izabella Rocha começou com o Natiruts, a principal banda de reggae do Brasil. Foi uma das fundadoras do grupo nascido em 1996 e atuou nele por dez anos, gravando cinco discos inéditos. Em seguida, saiu em busca de suas raízes musicais e pessoais. Fundou o grupo InNatura em 2007, com o qual gravou três discos autorais até 2014.

Ao se tornar mãe, Izabella entrou em contato profundo com o > feminino. Passou a ter mais consciência de seu corpo e da função acolhedora e nutridora que uma mãe pode ter. “Foi um renascimento: a maternidade me transformou”, afirma. Percebeu também a ligação entre o feminino e a natureza do planeta Terra, um verdadeiro útero para toda a vida como a conhecemos. Essa é a base de seu novo trabalho, o primeiro solo da cantora.

Um álbum autoral que nasce em 2016 para dar vazão à musicalidade variada de Izabella Rocha e celebrar seus 20 anos de carreira.

A cantora explora novos terrenos, passeando pela música pop, o indie experimental e o jazz, sem nunca perder o tom brasileiro. Izabella estava decidida que esse primeiro álbum solo que celebra 20 anos de carreira teria todo o ecletismo de suas influências. Não seria nada fácil misturar Sade, Billie Holiday, Erykah Badu, Carmen Miranda, Rita Lee, Baby Consuelo, Elis Regina, Nancy Sinatra, Nina Simone, Thievery Corporation, Morcheeba e AC/DC.

A apresentação acontece dia 01 de Outubro de 2016 – sábado a partir das 21:00 horas. Ingressos: R$ 15,00 (meia) e R$30,00 (inteira)

Informações: Tel.: 3224.0599. Ingressos: Clube do Choro de Brasília – SDC BLOCO “G” - Funcionamento da bilheteria: 2ª a 6ª feira: 10:00 às 22:00 horas. Sábado a partir de 19:00 as 21:30 horas, ou através do site: www.clubedochoro.com.br

O Clube do Choro de Brasília fica entre a Torre de TV, o Centro de Convenções e o Planetário.
Não recomendado para menores de 14 anos

==> Foto: Daniel Basil

O RAPPA, apresenta sua nova turnê no dia 08 de outubro, em Brasília

Show de lançamento será apresentado no dia 8 de outubro, no Ginásio Nilson Nelson; além d’O Rappa, evento reunirá a banda Onze:20, o rapper RAPadura Xique-Chico, uma vila de Food Truck e feira alternativa

Quase dois anos longe dos palcos da Capital Federal, O Rappa, uma das maiores bandas do pop rock nacional , apresenta em Brasília, show inédito da turnê do álbum ‘Acústico Oficina Francisco Brennand’, em 8 de outubro, na área externa do Ginásio Nilson Nelson.

Além d’O Rappa, o evento produzido pela Oh, Artes! oferecerá ao público linep up de destaque, como a banda revelação de reggae e pop rock Onze:20, o rapper RAPadura Xique-Chico, apresentando seu rap e hip-hop singular, repleto de elementos nordestinos; e uma estrutura confortável e funcional, composta por uma vila de Food Trucks, feira alternativa e ótima notícia para os fãs: as três atrações irão fazer seus shows completos.

O Rappa apresentará em Brasília o álbum ‘Acústico Oficina Francisco Brennand’, recém-lançado e gravado em Recife, que registra a versatilidade do grupo, atestada pelo vocalista Falcão que faz questão de avisar: “É um acústico diferente, pra cima”.

O público pode esperar clássicos da banda como “Pescador de Ilusões”, “Anjos (Pra Quem Tem Fé)”, “Reza Vela” e “Linha Vermelha”, dentre vários outros. O Rappa apresentará também as inéditas “Uma Vida Só” e “Sentimento”, que já estão entre as tocadas nas rádios de todo o país, juntas, estas duas canções tem mais de 5 milhões de visualizações no YouTube.

Em clima de festival, o espetáculo O Rappa ‘Acústico Oficina Francisco Brennand’ é um dos eventos mais esperados do ano. Corra e compre seu ingresso! 


SERVIÇO:

O Rappa em Brasília! Show de lançamento do novo disco
Shows completos: Onze: 20 e RAPadura Xique-Chico
Data: 08 de outubro (sábado)
Horário: abertura dos portões às 21h. Horário dos shows: a definir
Local: Área Externa do Nilson Nelson. Não perca!

Ingressos*:
Pista -  R$ 50,00
Frente Palco - R$ 70,00
Camarote Open Bar – 2º lote - R$120,00

*Valores dos ingressos sujeitos à alterações sem aviso prévio.
*Valores referentes a meia entrada

Pontos de Venda:
Bilheteria Digital (Alameda Shopping, Brasília Shopping, Pátio Brasil, Liberty Mall)
Free Corner (304 Sul, Brasília Shopping, Gilberto Salomão, Sudoeste)
Koni (109 norte, 206 sul, Águas Claras, Taguatinga Shopping)
Mormaii (Brasília Shopping, Conjunto Nacional, Pátio Brasil, Pontão)
Bilheteria Fácil (Formosa)

Informações: (61) 3554-4005
Classificação indicativa: Camarote: 18 anos / Outras áreas: 16 anos

==> Foto: Guto Costa

156 anos sem Schopenhauer

Há 156 anos, em 21 de setembro de 1860, em Frankfurt, a humanidade perdia um de seus mais célebres filósofos. Arthur Schopenhauer, que distinguiu-se ao optar por uma visão pessimista da vida e ao enfatizar a vontade, à custa do intelecto, em seu retrato da constituição mental do homem.

Com sua profunda melancolia e entusiasmo sublime, este paradoxal autor cantou com tristeza as misérias da existência humana, mas louvou como ninguém as belezas da música e da arte.
Por ocasião da passagem do aniversário de sua morte e para proporcionar acesso às suas contribuições, a Editora Unesp oferece 20% desconto nas obras de e sobre o pensador. Confira a seleção abaixo:
Autor: Arthur Schopenhauer | Páginas: 696 | De R$ 108,00 por R$ 86,40
Com tradução revisada, o primeiro tomo de O mundo como vontade e como representação, obra magna de Schopenhauer, é a mais completa edição em língua portuguesa deste grande clássico da filosofia alemã. Imprescindível para o vislumbre do horizonte em que se movem as chamadas filosofias do impulso, com reflexões sobre o irracional e o inconsciente. A crítica do irracional neste tratado também passa pela crítica da razão.


Autor: Arthur Schopenhauer | Páginas: 824 | De R$ 132,00 por R$ 105,60
O livro pode ser entendido como uma nova forma que Schopenhauer encontrou para expor suas ideias filosóficas, aproximando a metafísica da psicologia. Esses “suplementos”, como o autor os denominava, não constituem tão somente uma revisão madura do texto da juventude, mas uma outra obra escrita desde a mesma estrutura, em que aprofunda a noção de representação de que a existência objetiva das coisas depende do ser que as representa. Assim, Schopenhauer aprofunda sua tese com respeito à relação entre o racional e o intuitivo, afirmando que “a pura vontade irracional cega e inconsciente” é primária, e a razão, secundária, um mero momento dessa vontade em sua “manifestação cosmológica”

==> Foto: Divulgação

“A História do Balão Vermelho” o grupo de teatro Celeiro das Antas

O espetáculo conta a aventura de um Balão Vermelho, inseguro e inquieto, que desconhece que pode voar. Com toda sua pureza e ingenuidade, parte em busca da realização de um sonho e faz com que sua própria história aconteça.

“A História do Balão Vermelho” teve a sua estreia em outubro de 1991, de lá até hoje foram cinco montagens seguindo sempre a concepção original, com elencos diferentes, e uma montagem solo, várias temporadas e infinitas apresentações. Foi esse espetáculo que deu origem ao Grupo de Teatro Celeiro das Antas. Para comemorar os vinte cindo anos desta história e de existência do grupo, trazemos a cena essa mais nova versão desta peça emocionante.

FICHA TÉCNICA
Argumento: Zé Regino e Hueber Francisco
Texto: Elizete Gomes
Direção: Zé Regino
Elenco e Bonecos: Zé Regino e Michele Santini
Iluminação, Figurinos e Cenografia: Zé Regino
Trilha Sonora: João Veloso
Gênero: Teatro Infantil
Produção: Marcela Regina
Fotos: Rui Rodrigues
Duração: 50 min

SERVIÇO
Local: Funate – Sala Plínio Marcos
Data: 01 e 02 de outubro
Hora: Sábados e Domingos às 17h
Entrada Franca
Informações: (61) 98334-7617

==> Foto: Divulgação

No teatro SESC Garagem, a Cia de Impoviso "E agora?" estreia o "VARIÁVEL"

Partindo dos jogos básicos de Improviso já pautados por Keith Johnstone, Viola Spolin e outros teóricos de Improviso, o grupo de atores-improvisadores que compõe a Cia. de Improviso E Agora?, une os conhecimentos dramatúrgicos outrora adquiridos em experiências com o teatro convencional aos modelos inovadores do teatro improvisado. Toda esta construção acontece diante do público e com a intervenção do mesmo.

Os atores-improvisadores investem na relação das personagens, em uma construção motivada pelo público, tornando visível a participação ativa dos espectadores. Assim, a premissa brechtiniana da quebra da quarta parede é levada a um nível de implosão profunda pois, no momento em que a motivação da dramaturgia advém também do público, este passa a não somente dialogar com os questionamentos suscitados na história contada mas também a se tornar responsável por aquilo que é contado. A mediação com o público é feita pelo próprio elenco, uma vez que a sinergia existente entre eles, elenco e plateia, é a mesma. Quando ambos são responsáveis pela história, não cabe elencar alguém que não fizesse parte da construção dramatúrgica para mediar a construção do enredo. O campo delimitado para o diálogo direto sobre a dramaturgia é o espaço da VARIÁVEL.

VARIÁVEL, portanto, encara o desafio de levantar histórias de longa duração com um enredo entendível e variado, dando oportunidade para que a plateia participe ativamente da construção do enredo. Entendendo que o processo brechtiniano, da forma com que foi brilhantemente concebido, pode levar o espectador a seu momento singular de catarse ao presenciar e participar do espetáculo convencional, a inclusão da plateia como parte definidora do norte assumido pela história eleva a catarse dos espectadores. Fica claramente entendido, então, que a cena possui uma causa e poderá gerar efeitos definitivos no enredo de acordo com a escolha feita durante as proposições das variáveis. A relação de causa e efeito torna cúmplices ator-improvisador e espectador. O primeiro é o gerador da causa, que soube captar de imediato as provocações anteriores para criar a cena. O segundo é o definidor do efeito, pois acompanhou a criação do enredo e possui gabarito necessário para determinação da sequência do enredo.

RELEASE DO ESPETÁCULO:
Um dos grandes prazeres de um ator é a variabilidade que ele assume em cada espetáculo e um dos grandes desafios do improvisador é não saber o quão variável de si ele será no palco. E, mesmo não sabendo, ele se joga. Escolha uma história, qualquer história. Pense na primeira vez que a ouviu. E se você pudesse escolher para onde a história iria, ela teria o mesmo final?

A Cia. de Improviso E Agora? formada por Daniel Obregon, Edson Duavy e Félix Saab com direção de produção de Ana Paula Martins, apresenta VARIÁVEL - Improviso long-form.

FICHA TÉCNICA:
Direção: Edson Duavy.
Elenco: Daniel Obregon, Edson Duavy e Félix Saab.
Improvisadoras Convidadas: Cíntia Portella e Renata Bittencourt.
Músico: Mateus Ferrari.
Iluminadora: Tainá Palitot.
Fotos de Divulgação: Karina Santiago.
Registro Fotográfico: Diego Bresani.
Filmagem: Orbeat Filmes.
Designer Gráfico: Daniel Obregon.
Assessor de Imprensa: Rodrigo Machado.
Direção de Produção: Ana Paula Martins.
Apoio: Trabalho de Mesa.
Realização: Cia E Agora?.

SERVIÇO:
Data: 30 de setembro e 1º e 2 de outubro de 2016.
Horário: Sexta e sábado às 21h e domingo às 20h.
Local: Teatro SESC Garagem - 913 Sul.
Valor: R$ 20,00 (Meia).
Classificação indicativa: 14 anos.
Duração: 70 minutos.
Informações: 9.9997-5969

==> Foto: Karina Santiago

A Bruxinha que Era Boa

Considerada a maior autora de teatro infantil do país, Maria Clara Machado escreveu quase 30 peças destinadas aos pequenos. A criançada de Brasília poderá curtir uma delas no Teatro Brasília Shopping com a Cia Néia e Nando em A Bruxinha que Era Boa. A trupe sobe ao palco, de 1º a 30 de outubro, sempre aos sábados e domingos, às 16h, para apresentar uma história fascinante e deixar um recado importante ao público: nunca julgar uma pessoa sem realmente conhecê-la.

Sabe por quê? Até no mundo das bruxas é possível existir alguém que pode não ser o que parece. Na história de Maria Clara Machado, há uma feiticeira que não entende nada de feitiçaria nem tem uma enorme verruga no nariz, exibe cabelos dourados e, o melhor, é cheia de boas intenções. Hummmmm... Não seria uma fada disfarçada? Não, pois fadas não gostam de voar em vassouras, e essa é a maior diversão de Ângela, uma bruxinha muito diferente de todas as outras que frequentam a famosa escola de maldades. Ângela é A Bruxinha que Era Boa, um espetáculo adaptado e dirigido por Néia Paz. “A peça é uma desconstrução da figura das temidas bruxas, mostrando que não precisa ter medo desse faz de conta e que sempre pode existir bondade no meio da maldade”, detalha Néia.

E um belo dia, a classe da Bruxa Instrutora está para ser rigorosamente avaliada por sua ruindade suprema, o bruxo Tribufú III. A bruxa mais malvada receberá como prêmio uma super vassoura à jato. Ângela ficará muito triste, pois parece que ser boazinha não será vantagem para conquistar a tão sonhada vassoura. Mas, não é que um jovem pastor chamado Pedrinho pode provar-lhe o contrário... “A criançada vai se divertir ao descobrir o que acontece e curtir muito os figurinos e cenários, que são bem lúdicos e completamente emergidos no universo infantil”, completa a diretora do espetáculo.

Néia e Nando – A renomada trupe da capital se apresenta nos palcos do Brasília Shopping com garantia de sucesso e divertidos espetáculos. Com mais de 15 anos de atuação, a companhia forma um dos mais prestigiados grupos teatrais da cidade.

Ficha Técnica:
Elenco: Néia Paz, Matheus Duarte, Mayara Moreto, Maria Rita Mamede, Lis Wheber, João Pedro Fraim, Helena Prestes, Maria Eduarda Castro.
Direção: Néia Paz
Adaptação: Néia Paz
Cenografia: Nando VIllardo
Figurino: Lucinda Silva
Maquiagem: Alessandra Campos e Lua Rodrigues

Serviço:
A Bruxinha que Era Boa
Néia e Nando Cia. Teatral
Local: Teatro Brasília Shopping
Data: 1 a 30 de outubro - Sábados e domingos às 16h.
Ingressos: R$50 (Inteira) R$25 (Meia), Cortesia para clientes Mais Brasília Kids (Sujeito a lotação)
Censura: livre
Mais informações para o público: (61) 2109-2122

==> Foto:Divulgação

Forró Ispilicute 10 Anos . Etapa Itaúnas com Trio Marrom: 30/09 . 20h . Cota Mil Iate Clube

O Forró Ispilicute traz neste mês de setembro mais uma etapa de comemoração pelos seus 10 anos e celebra Itaúnas, o paraíso do forró pé de serra. E como novidade,  traz de volta o desconto de 50% no ingresso até às 22h *. 

Corisco, Zé Luiz e Barbosa, este trio que é história viva do forró pé de serra e tem como objetivo enriquecer o repertório do forró com músicas alegres, envolventes e dançantes, já dividiu o palco com Luiz Gonzaga e Dominguinhos e com muito amor, humildade e simplicidade, mostra seu trabalho e cativa o público em mais uma noite de viagem à Itaúnas no Forró Ispilicute!
Forró Ispilicute 10 anos
Desde 2006 trazendo cultura, música e muita dança para as noites de sexta em Brasília, o Forró Ispilicute apresenta uma atração diferente a cada edição e ainda o som do DJ LÊU forró pé de serra, a aula de forró gratuita às 20h30, condições especiais para comemorações , comes e bebes do Bar do JK, serviço de chapelaria, estacionamento interno com segurança e toda estrutura oferecida pelo Cota Mil Iate Clube.

Forró Ispilicute, o melhor do forró pé de serra está aqui!

Serviço:
Circuito 10 Anos de Forró Ispilicute
Etapa Itaúnas
Dia: Sexta- feira . 16/09
Hora: 20h
Local: Cota Mil Iate Clube (SCES Trecho 02 )

Show: Trio Marrom
DJ LÊU - Forró pé de serra
Aula gratuita de forró com a Academia Alex Gomes

Ingressos (somente em dinheiro):
R$ 20 meia entrada  ( até 22h, vestindo camiseta Ispilicute ou conforme legislação: estudantes, professores, idosos, pessoas com deficiência e vigilantes) 
R$ 40 a inteira  
R$ 30* (lista amiga)
*Desconto Amigo: enviar nome e email até 17h de sexta para cris.ispilicute@gmail.com
Desconto Válido para todo o mês de setembro.

Estacionamento interno: preço único de R$ 5,00 (somente em dinheiro)
 
Mais informações: www.forroispilicute.com.br / Zagne Produções & Eventos 8442-3155
Classificação Indicativa: 18 anos| Aceitamos todos os cartões apenas no bar


==> Foto: Toque de Anjo Produções

"A CIDADE ONDE ENVELHEÇO", vence o 49º Festival de Brasília. Veja outras premiações

Premiado com o Troféu Candango de melhor filme e R$ 100 mil, o longa-metragem A cidade onde envelheço foi o grande vencedor do 49º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, que terminou na noite dessa terça-feira (27), em solenidade no Cine Brasília (106/107 Sul). Em nome da diretora, Marilia Rocha, o produtor João Matos agradeceu a todos e falou sobre o processo colaborativo do filme, que “foi intenso e rendeu belos frutos”.

Na categoria curtas e médias-metragens, venceu a animação Quando os dias eram eternos, de Marcus Vinicius Vasconcelos. “É a primeira vez que uma animação ganha esse prêmio, e isso se deve ao trabalho de muitos artistas talentosos que abriram os caminhos”, elogiou o diretor. “Está na hora de ter um longa de animação na mostra competitiva.”

Ainda pela mostra competitiva, o prêmio especial do júri ficou com o longa Martírio. “Se a situação está ruim para nós, imaginem para os índios”, refletiu o diretor Vincent Carelli sobre a temática abordada. “Espero que esse filme seja um alerta para refletirmos que esse genocídio tem de acabar.”

A cerimônia de encerramento começou às 19h30, com a apresentação da Orquestra Popular Marafreboi, que misturou ritmos pernambucanos — como o frevo e o maracatu — em interpretação de Praiera, de Chico Science. No final, por volta das 23h30, o grupo voltou a tocar no foyer do Cine Brasília.

Homenagens no encerramento do 49º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

Em iniciativa inédita, foi entregue hoje a medalha Paulo Emilio Salles Gomes, título dado a figuras de destaque na crítica e na difusão do cinema brasileiro. O prêmio leva o nome do cineasta responsável pela criação do Festival de Brasília, que completaria um século de vida neste ano. O secretário de Cultura, Guilherme Reis, entregou a medalha ao crítico de cinema e ator Jean-Claude Bernardet e aproveitou para elogiar esta edição do evento. “Há mais de meio século esse festival se reafirma como local de discussão do cinema brasileiro. É uma enorme alegria chegarmos ao dia de hoje”, comemorou.

O cineasta francês foi ovacionado de pé pela plateia e agradeceu a todos pelo momento. “Essa medalha resume minha vida. Paulo Emilio influenciou minha vida desde o nosso primeiro encontro”, emocionou-se o homenageado. “O festival foi a grande força da resistência no cinema, durante anos. De certa forma, neste, ele retoma sua vocação original: cultural e política”, destacou Bernadet. “A única dificuldade ao te escolher será eleger alguém com tantos méritos para entregar a próxima”, brincou o curador do festival, Eduardo Valente.

Antes da premiação — que distribuiu um total de R$ 340 mil aos vencedores —, o público assistiu ao longa-metragem pernambucano Baile perfumado (1996), dos diretores Lírio Ferreira e Paulo Caldas, que encerrou a 49ª edição do festival. A escolha do filme marca o aniversário de 20 anos da conquista do primeiro lugar da produção na categoria mais importante da mostra competitiva em solo brasiliense, no 29º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, em 1996.

“Fico muito feliz que essa obra tenha contribuído para a forma estética com a qual as novas gerações pensam o cinema”, disse Lírio Ferreira, ao apresentar o filme no palco do Cine Brasília. O diretor pernambucano agradeceu a toda a equipe e à curadoria do festival pela escolha. “É muito bom reviver agora uma sessão histórica. Há 20 anos éramos jovens inquietos querendo mudar o mundo, espero que não percamos essa inquietude.”

O diretor Paulo Caldas definiu o festival como “sala de parto” da obra e declarou-se emocionado por vê-la novamente exibida na tela do Cine Brasília. “É lindo saber que o filme continua vivo, com frescor e com amor”, resumiu.

Mostra Brasília no 49º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

Os 12 diretores brasilienses que concorreram na Mostra Brasília receberam Troféus Câmara Legislativa em 13 categorias, além do prêmio do júri popular, totalizando R$ 200 mil.

Obras da competitiva também receberam premiações oferecidas pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema, pela Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo, pelo Canal Brasil, pelo Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro, pela Fundação CineMemória e pelo jornal Correio Braziliense.

Escolhas do público do 49º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

O resultado da votação do júri popular, registrada ao longo das mostras por meio de cédulas, também foi divulgado na noite de encerramento. As produções mais bem avaliadas pelos espectadores na mostra competitiva foram os filmes Martírio, na categoria longa-metragem, e Procura-se Irenice, representando os curtas e médias-metragens. Os vencedores receberam R$ 40 mil e R$ 10 mil, respectivamente.

Já na Mostra Brasília, o público elegeu como favoritos o longa-metragem Cora Coralina – todas as vidas e o curta-metragem Das raízes às pontas. O primeiro recebeu R$ 20 mil; e o segundo, R$ 10 mil. “Com certeza este é o festival mais importante que poderíamos ganhar”, ressaltou a diretora do curta premiado, em agradecimento ao público. “Foram vocês que nos proporcionaram esse momento”, completou Flora Egécia.

O melhor ator, Edu Moraes, pelo filme A repartição do tempo, disse que foi uma honra ganhar em casa. “Favoreçam e prestigiem a cultura de Brasília”, pediu. Os prêmios de melhor roteiro e direção ficaram com Vladimir Carvalho, pelo longa-metragem Cícero Dias, o compadre de Picasso. “Estou muito feliz em passar por aqui novamente, depois de vivenciar esse festival de todas as maneiras”, disse o cineasta, que lembrou ter subido no palco do Cine Brasília pela primeira vez há exatos 46 anos.

Reprises dos melhores filmes

Nesta quarta-feira (28), os dois longas-metragens vencedores nos júris oficiais serão exibidos gratuitamente no Cine Brasília. As transmissões serão às 19 horas, para o campeão da Mostra Brasília (Catadores de história), e às 21 horas, para o melhor filme da mostra competitiva (A cidade onde envelheço).

Programação do último dia do Festival de Brasília

As atividades no Kubitschek Plaza Hotel (Setor Hoteleiro Norte, Quadra 2, Bloco E) também foram encerradas nesta terça-feira (27). Às 10 horas, a equipe do filme Beduíno, de Júlio Bressane, participou de debate com mediação do curador do festival, Eduardo Valente. Em seguida, a cineasta Maria do Rosário Caetano mediou a conversa com as equipes de Os cuidados que se tem com o cuidado que os outros devem ter consigo mesmos, de Gustavo Vinagre, e Deserto, de Guilherme Weber.

À tarde, o hotel recebeu o 3º Encontro Regional do Audiovisual, que contou com a presença de diretores, atores e produtores culturais do setor. Entre os temas debatidos estavam os fundamentos da organização audiovisual nas regiões e o histórico da descentralização e a necessidade da criação de uma entidade macrorregional para a categoria.

No Cine Brasília, a mostra Cinema Agora! levou ao público a produção paranaense Não me fale sobre recomeços, de Arthur Tuoto, seguida da paulistana Pedro Osmar, prá liberdade que se conquista, de Eduardo Consonni e Rodrigo T. Marques. As exibições foram seguidas de debates no foyer do cinema.

Premiados no 49º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro



==> Foto: Pedro Ventura / Agência Brasília