Banda brasiliense Stoyca critica sociedade com letras poéticas

Dia 30 de maio, a banda Stoyca, apresenta em Brasília o seu primeiro disco “Ninguém Estava Aqui”. O show será a partir das 20h, no Feitiço Mineiro (306 Norte). O couvert custa R$ 15. Não recomendado para menores de 18 anos.

“Ninguém Estava Aqui” foi lançado no final de 2016, mas as músicas trazem dilemas que permeiam a sociedade há anos e por isso, ganham um tom atemporal. Violência em geral e em especial a violência contra a mulher, a força do entretenimento utilizado pelos meios de comunicação, o engarrafamento diário das vias e a velocidade em que as coisas se modificam são alguns dos temas abordados nas letras de Jorge Verlindo, o bandleader da banda.

Cheias de poesias, as dez músicas que estão no álbum, podem pegar desprevenidos os ouvintes mais desavisados, que podem não perceber o quão profundas são as canções. Em “Bruxa Cega”, segunda música do disco, Jorge canta: “Se fosse um ou dois apenas/quebrando suas pernas em vários pedaços na televisão/e achando bom/se fosse uma ou duas penas/mas não a vida inteira fatiado/como peixe de supermercado/só achando bom”.

“Sinto em todo o álbum tem uma violência contida que o permeia. Ele é um estudo sobre as deformações que a gente sofre diariamente e algumas delas vêm da violência. ‘Bruxa Cega’ é sobre um transe que nos faz engolir o que os meios transmitem sem nos questionarmos, e essa violência é apenas parte disso. Ela é acima de tudo a própria forma como tudo pode virar um show e de repente esquecermos o que importa”, explica Jorge.

A crítica à sociedade também fez com que a banda criasse um site interativo, onde a pessoa ouve as canções do álbum após responder uma pergunta que tem duas opções de resposta. A cada questão respondida, as pessoas são levadas para a música seguinte e todo processo vai de acordo com o humor da pessoa. Para testar acesse: ninguemestavaaqui.com. br.

Em meio a discussão feminista e da violência contra a mulher, Jorge abre os olhos para a causa com a música “Voltinteira”.

“Eu acho que quase todo mundo no Brasil se preocupa de alguma forma com segurança hoje. Uma coisa que eu sinto é que a gente anda meio desautorizado a falar de coisas críticas no dia-a-dia, e isso escoa um pouco na música. A rede social construiu uma carapaça de felicidade e satisfação que eu sinto meio questionáveis. Acho que temos sorte de viver numa época em que as violências são sistematicamente confrontadas, e que a mulher se posiciona como protagonista nesse processo. Mas me assombra o volume de violência e de opressão que ainda acontece. Acho que todo mundo que ama alguém sente uma angústia na distância, no risco, e essa música é meio que um anseio de reencontro”, conta Jorge.

Com influências de artistas como Paulinho da Viola, Lenine, Portishead, Massive Attack e Radiohead, a Stoyca lança um olhar moderno à música nacional com uma atmosfera densa, mas traz suavidade em suas músicas, com bases eletrônicas; e um pé na MPB e no indie rock internacional. Este é um dos contrapontos que fazem sua obra tão interessante.

Stoyca é Jorge Verlindo (guitarra e voz), Walter Cruz (teclado), Arthur Lôbo (baixo) e Kelton Gomes (guitarra) e Caio Fonseca (Bateria), com a participação especial do baterista Thiago Cunha da banda Passo Largo, que eventualmente também participa dos shows.

“Ninguém Estava Aqui” teve produção da banda Soca e de Felipe Vieira, mixagem de Kelton Gomes, edição de Valério Xavier.

Escute “Ninguém Estava Aqui” nas principais plataformas de streaming: Spotify, Deezer, Apple Music, Soundcloud. Ou adquira o formato físico no site oficial da banda.

Mais sobre Stoyca
Com três anos de existência, a banda lançou um EP homônimo em 2015 e o álbum “Ninguém Estava Aqui” em 2016. Vindas de um contraponto, as canções trazem as inquietações e fantasmas que atormentam a cabeça de Jorge Verlindo, que lidera a banda e é responsável por todas as composições.



Serviço:

Stoyca no Feitiço Mineiro
Data: 30/05/2017
Horário: a partir das 20h (show às 21h30)
Local: Feitiço Mineiro (SCLN 306 Bloco B lojas 45/51 - Asa Norte, Brasília - DF, 70745-520)
Couvert: R$ 15
Não recomendado para menores de 18 anos
Mais informações: (61) 3272-3032

==> Foto: Breno Galtier

Celeiro das Antas apresenta uma comédia de Shakeaspeare - Sonho de Uma Noite de Verão

Sonho de Uma Noite de Verão é uma comédia que aborda os encontros e desencontros de quatro histórias de amor que se desenrolam em meio a equívocos, gerando situações cômicas. Quatro atores do Grupo de Teatro Celeiro das Antas se desdobram em cena contando, cantando e descrevendo trajetórias que dão vida ao universo lúdico e mágico dos casais apaixonados. O espetáculo está em cartaz de 3 a 11 de junho, sempre aos sábados às 20h e domingo às 19h, no Teatro Brasília Shopping.

Os preparativos do casamento do Duque de Atenas com a rainha das amazonas; Lisandro que ama Hérmia, que ama Lisandro e é amada por Demétrio, que é amado por Helena. Depois, Demétrio ama Helena, que ama Demétrio e é amada por Lisandro, que é amado por Hérmia. Essas tantas histórias se cruzam tendo como ambientes um palácio, a casa de um artesão e uma floresta. José Regino, diretor do espetáculo, revela que a estética escolhida pelo grupo para trazer ao palco as metáforas dos universos abordados nessa comédia se vale do corpo do ator como matéria prima. “É esse material humano que entrelaça os dilemas e as delícias das personagens shakespearianas de Sonho de Uma Noite de Verão”, observa.

O diretor acrescenta que é a primeira vez que o Celeiro das Antas faz uma montagem dentro da estética do Teatro Físico, que pode se utilizar de texto, mas o corpo dos artistas e seus movimentos no espaço são a essência do que está em cena. “O pesquisador Victor Seixas define que o Teatro Físico é extremamente visual. A gestualidade/movimentação é o elemento primordial, colaborando ou, às vezes, substituindo a dramaturgia textual, o cenário ou elementos cênicos”, aponta Regino.

O texto do espetáculo em cartaz no Teatro Brasília Shopping é 100% de Shakespeare. O grupo fez alguns cortes para a história ser contada em 90 minutos, porém, teve o cuidado de fazer sem perder a poética Shakespeariana, preservando a riqueza das relações humanas contida no material. A trilha também é original e executada ao vivo. “O texto de Shakespeare narra com tanta clareza, que as falas das personagens indicam e descrevem o ambiente em que as histórias acontecem. O cenário, as personagens, a música, tudo ganha vida pelos corpos dos quatro atores”, adianta o diretor. O elenco foi preparado com técnicas de mímica corporal dramática, de circo e de treinamento de palhaço.


Ficha Técnica:
Texto: William Shakespeare
Direção: José Regino
Elenco: Elisa Carneiro, Felix Saab, Kelly Costty e Marcos Davi
Músicas: João Veloso e Grupo
Iluminação: Zizi Antunes e José Regino
Figurinos: O Grupo
Duração: 90 min.
Classificação indicativa: 12 anos
Realização: Grupo de Teatro Celeiro das Antas
Produção: Marcela Regina (61) 98334-7617

SERVIÇO
Local: Teatro Brasília Shopping
Data: 03, 04, 10 e 11 de junho
Horário: Sábados às 20h, e Domingo às 19h
Ingressos: R$ 40 (Inteira) e R$ 20 (Meia)
Venda: Na bilheteria do teatro sempre 2h antes do espetáculo.
Classificação indicativa: 12 anos
Mais informações para o público: (61) 2109-2122 e www.brasiliashopping.com.br

==> Foto: Divulgação

ARTE ABORÍGENE AUSTRALIANA CHEGA À CAIXA CULTURAL BRASÍLIA

A exposição O Tempo Dos Sonhos: Arte Aborígene Contemporânea da Austrália chega à CAIXA Cultural Brasília na próxima quarta-feira (31). A mostra conta com mais de 60 obras de artistas renomados que ressaltam a arte dos povos indígenas da Austrália dos últimos 45 anos. As obras podem ser vistas até 16 de julho e a entrada é franca.

A mostra reúne os artistas aborígenes de maior reconhecimento internacional, como Rover Thomas (1926-1998), com suas paisagens de cor ocre que mudaram a percepção paisagística australiana, e Emily Kame Kngwarray (1910-1996), considerada pela crítica como uma das maiores pintoras expressionistas do século XX. Selecionadas por importância histórica, as obras possuem uma linguagem contemporânea retratando o despertar da comercialização da arte aborígene contemporânea na década de 1970 até o presente.

Compõem o acervo obras de arte da Coo-ee Art Gallery, a galeria mais antiga e respeitada em arte aborígene da Oceania. Peças de coleções privadas e instituições governamentais também atravessaram o oceano exclusivamente para esta exposição. Além de pinturas, esculturas e litografia, o público também vai apreciar as bark paintings, pinturas sobre entrecasca de eucalipto típica do norte tropical da Austrália. Essa é uma das formas de expressão artística mais antiga do mundo, com mais de 40 mil anos.

O brasiliense Clay D´Paula assina a curadoria com os australianos Adrian Newstead e Djon Mundine. Ele ressalta que essa coleção é um presente aos brasileiros. “Em um acervo de mais de três mil obras, selecionamos aquelas mais significativas. Muitas já foram publicadas em inúmeros catálogos de arte, citadas em teses de dourado e exibidas em várias instituições de importância na Austrália, Europa e Estados Unidos”, completa D´Paula.

As obras já passaram por São Paulo, Fortaleza e Rio de Janeiro, sempre com a presença de um artista local convidado para participar com uma obra comissionada. Em Brasília, o artista Glênio Lima é o convidado da mostra. Além de ter laços fortes com a arte Yanomami brasileira e com a arte dos povos Mixteca do México, ele pesquisa a arte aborígene para a criação da sua obra que vai compor a exposição na capital.

A arte aborígene
A arte Aborígene da Austrália movimenta cerca de 200 milhões de dólares por ano naquele país. Estima-se que hoje mais de 7 mil artistas indígenas vivam de sua prática artística. Os artistas aborígenes pintam os seus sonhos, recontando histórias que são atemporais a fim de mantê-las vivas e repassá-las a futuras gerações.


SERVIÇO:

Exposição: O Tempo dos Sonhos – Arte Aborígene Contemporânea da Austrália
Local: Galerias Piccola I e II da CAIXA Cultural Brasília (SBS Quadra 4 Lotes 3/4)
Abertura: 30 de maio, às 19h
Visitação: de 31 de maio a 16 de julho
Horários: de terça-feira a domingo, das 9h às 21h
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Entrada franca
Informações: (61) 3206-9448 e (61) 3206-9449
Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

==> Foto: Emmanuelle Bernard

Arraiá do CCBB Brasília - Dias 10 e 11 de junho

Já está se tornando uma tradição: em junho, o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília abre suas portas para uma das mais animadas festas juninas da capital brasileira. Durante um final de semana, da manhã à noite, os espaços do CCBB são tomados por atrações para todas as idades, com brincadeiras, teatro, quadrilha e, sobretudo, muita música. O ARRAIÁ DO CCBB em 2017 vai fazer UMA HOMENAGEM À CULTURA POPULAR, nos dias 10 e 11 de junho, com direito a shows de Xangai (e seu repertório composto de canções nordestinas de raiz popular) e Mariana Aydar (com um repertório especialmente criado para o evento). O conselho é garantir logo o ingresso, que será vendido a R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia-entrada, válida para idosos, estudantes, portadores de necessidades especiais, professores da rede pública de ensino e clientes do Banco do Brasil).

O ARRAIÁ DO CCBB – UMA HOMENAGEM À CULTURA POPULAR vai contar com a participação de nomes que são referência quando o assunto é o saber tradicional, como o mestre Chico Simões e seu Mamulengo Presepada, o marcador de quadrilha Claudecir Martins (que há 25 anos coordena a já consagrada Sibobiá a Gente Pimba, de Samambaia) e a dupla de repentistas Chico de Assis e João Santana. O evento ainda vai promover aulas de forró, com o professor Michel Gomes, e várias brincadeiras.

O ARRAIÁ DO CCBB é uma realização do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília, com produção do Instituto Bem Cultural.

O ARRAIAL
O ARRAIÁ DO CCBB tem cenografia inspirada nas pequenas cidades do interior do país. A ideia é criar um ambiente que leve o visitante a entrar em contato com as raízes culturais do povo brasileiro. Na rua interna de acesso ao CCBB, estarão montadas barracas para jogos e brincadeiras e outras para a venda de quitutes típicos das festas juninas do Brasil. Um palco vai acolher as apresentações musicais.

Como num parque de diversões, estruturas convidam o visitante a se integrar a atividades como pescaria, jogo de argolas, bola na lata, tiro ao alvo com espingardas de pressão e muito mais. E há convite também para se mexer muito, com a corrida do ovo na colher, corrida de saco, trenzinho para crianças, pula-pula, dentre vários outros jogos.

No campo da culinária, vão estar à venda pastéis, pão de queijo, escondidinho, churrasquinho, carne de sol, paçoca, canjica, curau, pamonha, arroz doce e todas as delícias que compõem o paladar das festas juninas brasileiras. Usando o Correio Elegante, muita gente vai poder fazer galanteios e escrever poemas. E um varal com literatura de cordel convida o público a conhecer o trabalho do cordelista e repentista João Santana. Diversão garantida para toda a família!


PROGRAMAÇÃO

Dias 10 e 11 de junho

11h - Abertura da entrada do público
11h30 - Início das brincadeiras
16h - Quadrilha infantil
16h45 - Teatro de bonecos com Mamulengo Presepada
17h15 - Primeira aula de forró
17h30 - Passeio dos repentistas pela praça de alimentação
18h - Apresentação dos repentistas no palco
18h30 - Segunda aula de forró
19h - Quadrilha adulta
20h - Término das brincadeiras
20h30 às 21h45 - Show nacional

- dia 10 - Xangai e trio
- dia 11 - Mariana Aydar e banda

23h – Encerramento

ARTISTAS
- Apresentador: Chico Simões e seus bonecos
- Teatro de bonecos: Grupo de Teatro Mamulengo Presepada
- Marcador de Quadrilha: Claudecir Martins (quadrilha "Sibobiá a Gente Pimba")
- Repentistas: Chico de Assis e João Santana
- Cordelista: João Santana
- Professor de dança: Michel Gomes
- Show nacional dia 10/06 - Xangai e trio
- Show nacional dia 11/06 - Mariana Aydar e banda

SHOWS E APRESENTAÇÕES

XANGAI - Nascido no interior da Bahia, é um dos mais consagrados intérpretes da música popular brasileira, tendo uma carreira consolidada ao longo de décadas de atuação musical no Brasil e no exterior. Estabeleceu parcerias em musicas antológicas com compositores como Geraldo Azevedo, Renato Teixeira, Elomar, Vital Farias e Juraildes da Cruz, entre outros. No ano de 1976, gravou seu primeiro disco, Acontecivento, com destaque para as músicas Asa Branca, Forró de Surubim e Esta Mata Serenou. De lá pra cá, gravou mais de 20 discos como Parceria Malunga (1980), Qué Que Tu Tem Canário (1981), Mutirão da Vida (1984); Cantoria 1 (1984) com Geraldo Azevedo, Vital Farias e Elomar, Cantoria 2 (1985) com Geraldo Azevedo, Vital Farias e Elomar; Xangai canta (1986), Aguaterra, ao vivo com Renato Teixeira (1996), Um Abraço Pra Ti, Pequenina (1998), Brasileirança (2002) e Xangai (2016). Em seu repertório passeiam canções em ritmos como xote, baião, forró, coco, repente, canções românticas, óperas e árias sertanejas. Mantém uma personalidade cultural única, forte e bem decidida. Em 2016, atuou na novela Velho Chico, da Rede Globo, como o cantador Avelino.

MARIANA AYDAR – Nascida em São Paulo, filha do cantor e compositor Mário Manga (do grupo Premeditando o Breque) e da produtora musical Bia Aydar, cresceu em ambientes musicais. Estreou profissionalmente aos 20 anos, fazendo backing vocal de Miltinho Edilberto, cujo repertório era composto de forró. Também foi este o ritmo que marcou o estilo de sua primeira banda, Caruá, que durou três anos. Estudou em Boston, morou em Paris, aprendeu a tocar violoncelo, violão e canto. Em 2007, foi indicada ao Prêmio de Revelação da VMN (Video Music Brasil) do canal MTV. Lançou Kavita 1, seu disco de estreia em 2006. Seguiram-se Peixes, Pássaros, Pessoas (2009), Cavaleiro Selvagem Aqui Te Sigo (2011) e Pedaço Duma Asa (2015). Apaixonada pelos ritmos nordestinos, idealizou e produziu o documentário Dominguinhos, de 2014, ao lado de Eduardo Nazarian e Joaquim Castro. Para o show em Brasília, no ARRAIAL CCBB, Mariana Aydar promete um repertório composto de músicas calcadas na nordestinidade, com influências como o coco.

CHICO SIMÕES – Ator, diretor, dramaturgo, criou o Mamulengo Presepada no início da década de 1980, depois de ter viajado pelo Nordeste brasileiro, ao lado do amigo Carlinhos do Babau (criador do famoso grupo Carroça de Mamulengos). Juntos, eles trabalharam e interagiram com mestres da cultura popular e tradicional. Depois, Chico Simões estudou com diretores de teatro como Ilo Krugli (criador do célebre grupo Ventoforte), Amir Haddad (criador do antológico Tá na Rua), Eugenio Barba (idealizador e diretor do Odin Theatret, da Dinamarca), dentre outros. Hoje, são mais de 30 anos de estrada, mais de 2.500 apresentações, 25 países e vários prêmios, como o Prêmio Betinho (1994), Prêmio Economia Criativa (2011) e Prêmio Mazzaropi – Mestres da Cultura Popular (2012).

MAMULENGO PRESEPADA – O ROMANCE DO VAQUEIRO BENEDITO - Espetáculo de Teatro de Mamulengos que conta a história do amor proibido de Benedito e Margarida. Como ela está grávida, eles fogem com o Boi Estrela para a cidade, onde enfrentarão as dificuldades naturais da vida e a perseguição do terrível Capitão João Redondo. Os personagens são bonecos bem brasileiros, como Zé da Sanfona, Rosinha do Bole-bole, Palhaço da Vitória e Janeiro-Vem-Janeiro-Vai. Outros têm parentesco com a Commedia Dell’Arte, como o Doutor-Mané-Vou-Lá-Hoje e Briguelinha. Há ainda os mitológicos, como a Alma da Defunta Sem Vergonha, José Lusbel Tufá e o Jaraguá, ou animais simbólicos, como a Cobra Grande Carpina, o Boi Estrela, o Urubu Limpa Mundo e o Passarinho Boa Nova. Muitos mais podem entrar, ao sabor dos improvisos e da comunicação direta com o público. Duração: 50 min

CHICO DE ASSIS E JOÃO SANTANA – Dupla de Repente, formada há 16 anos, pelo potiguar Chico de Assis e pelo brasiliense João Santana, que é também autor de cordel. Ao som das violas nordestinas, a dupla aborda, em suas músicas, temas atuais e declama poemas de teor socioambiental, conta histórias engraçadas de matutos e causos que brincam com a maneira de ser do sertanejo. Chico e João unem a poesia do Repente a ritmos como coco, xote, xaxado, forró e o cancioneiro popular nordestino. A dupla já lançou dois CDs – Repente na Capital e Cantando as Coisas da Vida – e recebeu o prêmio de melhor dupla da modalidade, no Festival Nacional de Viola – Voa Viola, em 2012. Ambos desenvolvem um trabalho sobre folhetos de cordel e atuam como arte-educadores. Junto ao Projeto Repente na Escola, em 2004, os músicos levaram a arte do Repente a mais de 20 mil alunos de escolas públicas do Distrito Federal. Ainda ministram oficinas de Repente e Cordel. Seu trabalho se estende à conscientização da necessidade de respeitar e preservar o meio ambiente.

CLAUDECIR MARTINS – Um dos fundadores e coordenador da quadrilha Sibobiá a Gente Pimba, que completou 25 anos de atividade em Samambaia. Claudemir assumiu a função de coordenador da quadrilha em 1992, com apenas 12 anos de idade e desde então, o grupo já viajou por vários estados brasileiros. Claudemir Martins é responsável por fazer a marcação que guia os participantes em movimentos tradicionais das quadrilhas, como balancê, cumprimento às damas e aos cavalheiros, túnel e caminho da roça.

MICHEL GOMES – Professor, coreógrafo, bailarino e personal dancer, trabalha com dança e produção cultural há 12 anos. Já promoveu e atuou em bailes, workshops, festivais, congressos, palestras, aulas e mostras de dança em Brasília e em outros estados brasileiros. Como dançarino, foi proprietário de duas academias, em Fortaleza e em Brasília.


SERVIÇO

Arraiá do CCBB Brasília
Data: 10 e 11 de junho de 2017
Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
Horário: de 11h às 23h
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia-entrada válida para idosos, estudantes, portadores de necessidades especiais, professores da rede pública de ensino e clientes do Banco do Brasil).

==> Foto: Divulgação

Espetáculo "Ainda Moro com Mamãe" da Cia G7 - Últimas Semanas no teatro Marista

A "síndrome do canguru" caiu na antena cômica do G7. Hoje em dia, cada vez mais pessoas ainda moram com a mamãe. Seja por motivos financeiros, falta de parceiro ou até para ajudar os pais. O tema atual serviu como inspiração para “Ainda Moro com Mamãe”, a primeira comédia musical do G7. Trata-se do maior desafio que a trupe já enfrentou em dezesseis anos de carreira e mais de trinta espetáculos apresentados em todo país.

Sinopse da peça
Fernando nasceu após onze meses de gestação. E desde então morou com a mãe até os trinta e cinco anos. Mamãe, que sempre foi solteira, decide assumir um relacionamento inesperado. Fernando, que nunca conheceu seu pai, precisa finalmente sair de casa. Mas será que ele vai conseguir?

O musical teve arranjos e direção de Paulo Santos, do grupo vocal SETBLACK, e a produção das músicas ficou a cargo de Mariano Júnior, do estúdio HERTZ. A trama dança entre músicas autorais do G7 e paródias de musicais famosos como O Rei Leão, Alladin e o Fantasma da Ópera. Dentre as autorais, o estilo que prevalece é o jazz, porém com a alma brasileira. Em “Dr. Mário” os atores Felipe Gracindo e Rodolfo Cordón irão sapatear. Felipe, campeão do Prêmio Multishow de Humor 2016, também voa pendurado em um lustre. Outros hits de autoria da trupe são “Ainda Moro Com Mamãe”, “Mãe Só Tem Uma” e “Se For de Uber”.

“Ainda Moro Com Mamãe”, a comédia musical mais esperada do ano, estreia dia 12/05 (avant-première) no Teatro Maristão. Ou seja, o público poderá levar a mãe ao teatro no dia das mães para ver uma peça em sua homenagem. O G7 se programou para possibilitar essa oportunidade única para Brasília, uma experiência de amor e muitas risadas. Garanta já o seu lugar na nova comédia musical feita para quem é mãe, mas para quem é filho da mãe também.

Ficha Técnica
Elenco: Benetti Mendes, Felipe Gracindo, Frederico Braga e Rodolfo Cordón.
Direção, produção e realização: Cia de Comédia G7
Composição das músicas e paródias: Cia. de Comédia G7
Arranjos e Direção Musical: Paulo Santos
Produção Musical: Mariano Júnior
Fotográfia: Kazuo Okubo
Produtor: Marco Wanderlei
Direção de palco: Giovani Santos
Assistente de palco: Jefferson Landim
Iluminação: Gilmar Silveira
Sonoplastia: Taigo Matos
Administrativo e Imprensa: Francinete Mariano
Administrativo: Leilane Feliciano
Apoio de Produção: Antônio Neto e Antônio Rodrigues


SERVIÇO:

Ainda Moro Com Minha Mãe
Local: Teatro Maristão, 615 Sul - Brasília - DF.

27/05 - Sábado 19:00 e 21:30 hs
28/05 - Domingo 18:00 e 20:30 hs

10/06 - Sábado 19:00 e 21:30 hs
11/06 - Domingo 20:30 hs

Local: CAESB – Av. Sibipiruna - Águas Claras/DF.
03/06 – Sábado 19:00 e 21:30 hs
04/06 – Domingo 20:30 hs

Ingressos Antecipados: A partir de R$ 30,00 a meia entrada (Sujeito a alteração sem aviso prévio)
Meia Entrada: Estudantes, Professores e demais casos previstos em Lei, e doadores de 1kg de alimento ou 1 livro.
60% de desconto - Correio Braziliense e Interlife.

Pontos de Venda:
Bilheteria do Teatro nos dias do espetáculo a partir de 14hs.
Up Grade - 415 Sul - Brasília - DF (Sem Taxas, somente dinheiro )
Pela internet - site g7comedia.com
FNAC - Park Shopping (sem taxas)

Duração: 80 minutos.
Classificação indicativa: 12 anos
Produção G7: 61 99351-1369
Mais informações no site: www.g7comedia.com

==> Foto: Kazuo Okubo

PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO CCBB BRASÍLIA PARA O MÊS DE JUNHO

O CCBB convida todos para o seu Arraiá nos dias 10 e 11 de junho, com programação que inclui atrações musicais, dança, barraquinhas, brincadeiras e comidas típicas, a participação de toda família está garantida. No dia 23 os jardins do CCBB recebem a 13ª edição da festa Uma Noite no Museu-Edição Europa e promete agitar o público com nomes de peso do cenário eletrônico. Entre os dias 15 e 25 de junho, o espetáculo Estudo para Missa para Clarice chega a Brasília para surpreender o público em uma peça que congrega arte e religião em um único acontecimento.

CCBB BRASÍLIA TEM ALTERAÇÃO NOS DIAS DE FUNCIONAMENTO

A partir de 05 de junho o CCBB fechará às segundas-feiras.
O funcionamento do CCBB Brasília passará por alteração a partir de junho de 2017. Atualmente o Centro Cultural abre de quarta a segunda, das 9h às 21h, e fecha às terças-feiras. A partir de 05 de junho o CCBB funcionará de terça a domingo e fechará às segundas-feiras. A alteração nos dias de abertura e fechamento ao público ocorreu em função da necessidade de se ajustar a manutenção interna do Centro.
Não haverá alteração nos horários de funcionamento. As galerias abrem de 9h às 21h, com entrada limitada até 20h30. Já o Bistrô Bom Demais funciona de 9h30 às 22h00, o Café Teatro das 9h às 21h, o Café do Museu das 9h às 19h e o estacionamento abre às 8h e fecha às 21h ou após o encerramento do último evento.

Exposição

Erwin Wurm – O Corpo é a Casa
Erwin Wurm apresenta uma série de trabalhos que discutem o corpo humano não apenas a partir do físico, mas também de suas camadas psicológicas e espirituais. Suas obras utilizam um deslocamento de elementos do cotidiano para o campo da arte, reconfigurando objetos familiares como casas, carros, roupas e alimentos para um contexto inesperado, engraçado e ao mesmo tempo crítico em relação à sociedade contemporânea. Esses elementos inanimados ganham vida orgânica – uma residência obesa, um vaso sanitário magro, uma salsicha cheia de personalidade, um carro acima do peso. Esses objetos transviados falam sobre eles próprios, mas falam ainda mais sobre cada um de nós. O corpo e o comportamento humano estão também em discussão em suas “Esculturas de Um Minuto”. Nelas, o público é convidado a seguir instruções para que se torne, ele mesmo, uma escultura do artista durante 60 segundos, numa espécie de performance não planejada.
Patrocínio: Banco do Brasil
Serviço
Temporada: 21 de abril a 26 de junho de 2017
Local: Centro Cultural Banco do Brasil
(SCES, Trecho 2, Brasília/DF, tel.: 61 3108-7600)
Galeria I, II e Pavilhão de Vidro
Classificação indicativa: Livre
Entrada Franca
Assessoria de imprensa Brasília
Tato Comunicação-(61) 3263.8916 / 3263.5597
Jaque Dias-(61) 99988.9618/Cíntia Rogner-(61) 99213.9013/Silvia Pacheco-(61) 9 98933-5207


Museu Banco do Brasil – Acervos do Brasil
Inaugurado em outubro de 2016, o Museu BB - Acervos do Brasil se torna um importante espaço no cenário cultural de Brasília. Ao traduzir a importância de apresentar ao público momentos históricos da economia brasileira e reunir importantes obras de arte de diferentes épocas do país, o visitante é surpreendido com a reunião inédita de quadros, esculturas e também de itens que contam a história da economia brasileira. Após pesquisas e um verdadeiro garimpo por dependências de todo o país, foram trazidas 76 obras de artistas como Di Cavalcanti, Tomie Ohtake, Carlos Scliar, Athos Bulcão e Burle Marx, além de itens ligados ao exercício da atividade bancária, como documentos de valor histórico, moedas, equipamentos, objetos e mobiliário. O espaço de mais de 6 mil m² conta com um elegante hall para recepcionar seus visitantes, incluindo um charmoso café onde as pessoas poderão terminar sua visita apreciando a vista de um dos pontos turísticos mais emblemáticos de Brasília.
Serviço
Museu Banco do Brasil – Acervos do Brasil
Exposição permanente
Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília – Primeiro andar
SCES, Trecho 02, lote 22 - CEP: 70200-002 | Brasília (DF)
Tel.: (61) 3108-7600
Funcionamento: de terça a domingo, das 9h às 19h
Entrada gratuita
Classificação indicativa: livre
Informações para imprensa: Michele-lira@bb.com.br

Cinema

MOSTRA DE CINEMA URUGUAIO
A Embaixada do Uruguai no Brasil e o Centro Cultural do Banco do Brasil apresentam a Mostra de Cinema Uruguaio 2017, que faz uma retrospectiva dos últimos 15 anos do cinema do país, ilustrando os avanços da produção audiovisual. A mostra conta com 10 filmes que foram lançados entre os anos 2003 e 2016 e inclui diversos gêneros, passando por documentário, drama, terror e comédia.
Neste ano, a mostra terá a honra de contar com a presença do diretor e ator de “Os Modernos”, Mauro Sarser, que virá a Brasília no dia 3 de junho, para participar da estreia e apresentação do filme. Nesse contexto, a mostra acolherá um debate/bate papo com o diretor e o público presente, com o objetivo de aprofundar no filme e trocar diferentes perspectivas sobre o mesmo.
Serviço
Temporada: 03 a 18 de junho
Terça a domingo
Local: CCBB (SCES, Trecho 2, Brasília/DF, tel.: 61 3108-7600)
Consulte a programação e a classificação indicativa dos filmes no site bb.com.br/cultura
Entrada Franca


Novo Cinema Indiano
A Índia está entre os cinco maiores polos produtores e consumidores de cinema do mundo e apenas uma fração desses filmes é exibida internacionalmente. Parte dessa recente produção cinematográfica poderá ser conferida na mostra, que contará com 10 filmes premiados e lançados a partir de 2013, produzidos por jovens realizadores, que transitam entre os festivais internacionais de cinema de autor e o grande público, estabelecendo um verdadeiro contraponto ao estereótipo associado à indústria de Bollywood. No dia 21/06, Dia Mundial da Yoga, haverá programação especial com apresentação musical e exibição de filme nos jardins do CCBB.
Confira a programação completa no folder da mostra e no site bb.com.br/cultura.
Serviço
Temporada: 20 de junho a 09 de julho de 2017
Terça a domingo
Local: CCBB (SCES, Trecho 2, Brasília/DF, tel.: 61 3108-7600)
Ingressos R$ 10,00 e R$ 5,00 (meia)


Teatro

Estudo para Missa para Clarice
Depois de percorrer diferentes teatros em todo o país, o culto artístico de Eduardo Wotzik chega a nosso palco para provocar catarse e instigar a reflexão do público brasiliense.
Desenvolvido a partir da obra de Clarice Lispector, os fragmentos que compõem a apresentação foram extraídos e editados pelo diretor Eduardo Wotzik, à medida que ele aprofundava sua leitura.
Para receber os espectadores, a peça traz um arauto e duas beatas claricianas, vividas pelas atrizes Cristina Rudolph e Natally do Ó, que organizam, professam e processam as palavras de Clarice. Assim como acontece nos templos religiosos, seguindo um missal (que também tem uma versão em braile), o público senta, levanta, reza, lê, canta e respira junto.
Desde a bem-sucedida estreia no CCBB Rio em pleno carnaval carioca, “Estudo para Missa Para Clarice” vem arrebanhando plateias de todo o Brasil com seu belíssimo e comovente ritual. Criado e dirigido por Eduardo Wotzik e contando com Cristina Rudolph, Natally do Ó e o próprio Eduardo em seu elenco, o espetáculo está há mais de um ano e meio ininterrupto em cartaz.
Serviço
Data: 15 a 25 de junho - com exceção do dia 23
Horário: Primeira semana (15 a 18/6), de quinta a domingo, às 20h.
Segunda semana (21 a 25/6), de quarta a domingo, às 20h
Local: Teatro I do CCBB (SCES, Trecho 2, Brasília/DF, tel.: 61 3108-7600)
Preço: R$20 (inteira) e R$10 (meia)
Classificação indicativa: 14 anos
Duração: 80 minutos
+ Infos: (61) 3108-7600


Cinderela lá lá lá
Cinderela Lá Lá Lá–Criação da companhia Le Plat du Jour, a adaptação musical do conto clássico que narra a história de Cinderela, uma jovem costureira que sonha em se tornar estilista e vive às voltas com a madrasta consumista, as irmãs ambiciosas e o pai ausente. Dirigida por Alexandra Golik e Carla Candiotto e interpretada por Bebel Ribeiro, Helena Cerello e Paula Flaibann. Espetáculo premiado por APCA 2015 (Melhor Espetáculo Adaptado de Conto Clássico) e Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem (Melhor Autor de Texto Adaptado).
Serviço
29 de junho a 9 de julho
Quinta às 18h
Sexta, sábado e domingo às 15h e às 18h
Local: Teatro I do CCBB (SCES, Trecho 2, Brasília/DF, tel.: 61 3108-7600)
Classificação indicativa: Livre
Ingressos R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia)
Duração: 70 minutos


Música

Arraiá do CCBB
Às vésperas do dia de Santo Antônio, o CCBB Brasília se transformará numa aconchegante cidade do interior, com atrações musicais, dança, barraquinhas, brincadeiras e comidas típicas. Com o tema “Uma Homenagem à Cultura Popular Brasileira” o Arraiá do CCBB 2017 apresentará uma programação para toda a família e promete aquecer os festejos juninos.
Serviço
10 e 11 de Junho
Sábado e Domingo
Local: Jardins do CCBB (SCES, Trecho 2, Brasília/DF, tel.: 61 3108-7600)
Horário: 11h às 21h
Classificação: Livre
Ingressos: R$20,00 e R$10,00 (meia)


Festa Noite no Museu – Edição Europa
No dia 23, o CCBB Brasília recebe mais uma Noite no Museu, encerrando a 13ª Semana da Europa. Com dois nomes de peso da música eletrônica e um artista visual, proporcionará uma imersão com projeções interativas e um happening exclusivo ao público.
Marpi Marcinowski, polonês, é atualmente diretor criativo na agência Obscura Digital, em São Francisco. Com treze anos de experiência, cria experiências sinestésicas em realidade virtual. Seu portfólio conta com trabalhos para Google, Disney, Adobe, Nintendo e CNN, além de prêmios como o Leão de Ouro de Cannes.
Renart é um forte representante da nova cena techno francesa. Com suas produções de assinatura poderosa, mescla um som hipnótico a um romantismo intrínseco, repleto de referências mitológicas e orientais.
Joost van Bellen é um dinossauro da música eletrônica holandesa, com mais de 30 anos de carreira. É conhecido pelo seu amor pela noite, pelas contraculturas, seu desejo por renovação e por seus sets potentes. A abertura fica por conta de Spot, produtor e DJ da cidade, residente da respeitada e conceitual MADRE™. Explora em seu som uma mistura perfeita de referências novas e antigas em sets que trazem o balanço como foco: sempre um convite pra dançar.
Serviço
23 de junho-Sexta-feira
Local: Jardins do CCBB (SCES, Trecho 2, Brasília/DF, tel.: 61 3108-7600)
Horário: 21h à 1h
Classificação: 16 anos
Ingressos: 1º lote (3 a 9/6) R$30,00 e R$15,00 (meia); 2º lote (10 a 16/6) R$40,00 e R$20,00 (meia); 3º lote (a partir do dia 17/6) R$50,00 e R$25,00 (meia)
Assessoria de Comunicação
Comunicação Aliança Francesa– E-mail: comunicacao@afbrasilia.org.br


Ideias

Literaturas (Encontros com Autores da Nova Literatura Brasileira)
Encontro com Gabriel Bá / Quadrinhos
Um dos mais conceituados e premiados quadrinistas brasileiros, Gabriel Bá é o convidado do sexto encontro do projeto LITERATURAS. Bá ministra oficina sobre quadrinhos e, em seguida, participa de bate papo, com mediação da jornalista Julliany Mucury. Durante o evento, serão exibidas imagens dos trabalhos feitos pelo artista, como a graphic novel Day Tripper, criada em parceria com seu irmão gêmeo Fábio Moon.
Informações e inscrições para a oficina: textointermidia@textointermidia.com.br 
Para o debate, que é gratuito, as senhas devem ser retiradas na bilheteria, a partir das 19h. As Oficinas Literárias são gratuitas e no corpo do email devem constar o nome completo do interessado, idade, ocupação, R.G. e a resposta à pergunta: “Por que quero me inscrever na Oficina de Quadrinhos?”. Os inscritos serão selecionados pela produtora e os escolhidos comunicados por e-mail.
Serviço:
19 de junho de 2017
Local: Centro Cultural Banco do Brasil
(SCES, Trecho 2, Brasília/DF, tel.: 61 3108-7600)
Segunda: 17h às 19h- Oficina – Teatro II
                 20h às 21h30 - Debate - Teatro I
Classificação indicativa: 16 anos
Entrada Franca


Programa Educativo


Programação Mensal Educativo

Visitas Mediadas
O CCBB oferece gratuitamente visitas mediadas às exposições em cartaz a escolas e grupos mediante agendamento prévio. Telefones para agendamento: 3108-7623 e 3108-7624 (segunda a sexta, das 8h às 18h).
Indicação: a partir de 5 anos.

Visita Mediada em Libras
Quintas, sextas e sábados, das 9h às 16h.
Consultar horários disponíveis na sala do CCBB Educativo ou pelos telefones: 3108-7623 e 3108-7624 (segunda a sexta, das 8h às 18h).
Indicação: a partir de 5 anos.

Librário
Sábados, 10h.
O CCBB Educativo convida você a aprender LIBRAS por meio de um jogo em que, além de memorizar, você terá que interpretar o sinal indicado na imagem.
Indicação: Livre

Em Cantos e Contos
Sábados, domingos e feriados, 11h e 15h.
Contação de histórias, na qual os educadores utilizam bonecos, objetos cotidianos e músicas para apresentar contos e histórias populares ligadas à exposição em cartaz.
Aos sábados, contamos com intérprete de LIBRAS durante a atividade.
Indicação: Livre

Livro Vivo – no Museu BB
Sábados, domingos e feriados, 13h na Sala do Educativo no Museu Banco do Brasil.
Leitura compartilhada para todas as famílias descobrirem nos livros as palavras, as formas, as imagens e as cores. O livro se torna um objeto de mediação entre o conteúdo da exposição e o visitante.
Indicação: Livre

Pequenas Mãos
Sábados, domingos e feriados, 14h.
Quem é a casa? Você já percebeu como as casas das pessoas dizem muito sobre elas? Uma casa com instrumentos musicais deve pertencer a quem? E uma casa cheia de brinquedos infantis, nos diz o quê? O artista Erwin Wurm nos apresenta casas que têm vontade própria e muita personalidade. Para este “Pequenas Mãos”, o CCBB Educativo apresenta a casa de alguns personagens. Os participantes da atividade terão que desvendar quem é seu dono soltando a imaginação e revelando muitas histórias!
Indicação: até 12 crianças, de 3 a 6 anos de idade, mediante retirada de senhas 30 min. antes da atividade na Sala do Programa Educativo.

Musicando
Sábados, domingos e feriados, 16h.
Para se fazer música, não precisamos usar apenas instrumentos musicais. O nosso corpo nos dá possibilidades infinitas de composição de sons, desde o estalar de dedos até o bater palmas com os pés. Neste Musicando, trabalharemos o corpo enquanto emissor de sons e possibilidades. Por meio de sensibilizações sonoras e da exploração de vários membros do corpo como instrumentos musicais, convidamos você para a composição de uma grande música final. Venha descobrir do que o seu corpo é capaz!
Indicação: a partir de 7 anos, mediante retirada de senhas 30 min. antes da atividade na Sala do Programa Educativo.

Laboratório de Artes Visuais
Sábados, domingos e feriados, 17h.
Atualmente o corpo malhado e magro é estampado em revistas como uma referência de beleza do “corpo em forma”. Mas será que sempre foi assim? O que era considerado belo no corpo humano em outros tempos e outras culturas? Nesta atividade, você poderá dar novos significados as representações humanas e descobrir também que objetos do cotidiano podem ser esculturas, assim como propõe o artista Erwin Wurm.
Indicação: a partir de 7 anos, mediante retirada de senhas 30 min. antes da atividade na Sala do Programa Educativo.

Espaço Sensorial
Sábados, domingos e feriados, 10h às 18h.
Você julga uma pessoa pela aparência? Você é o que você come? Como você se valoriza? Em Erwin Wurm, qualidades que são atribuídas às pessoas são transferidas para os objetos. O corpo se adapta à roupa; a casa é pesada; o carro engorda. O Programa CCBB Educativo abre as portas de sua casa e convida você ao armário para se vestir de outras opiniões. As roupas que compõem nosso guarda- roupa transformam seu corpo e propõem experiências muito inusitadas. Uma roupa com chumbo te deixa pesado e lento; de velcro restringe seus movimentos e te deixa limitado; a de três mangas confusa e a roupa inflável é capaz de te deixar muito mais volumoso. Venha experimentar!
Indicação: Livre

==> Foto: Divulgação