A Banda Mais Bonita da Cidade faz show em Brasília - nesta sexta (05/09)

O grupo curitibano faz única apresentação no Teatro dos Bancários (314/315 Sul), no dia 5 de setembro (sexta-feira), às 20h. A abertura do show ficará por conta do quarteto brasiliense Plano 61.

O repertório do show será formado pelas faixas do disco "O Mais Feliz da Vida", o segundo trabalho da banda e que dá nome a turnê atual. Esse álbum marca a estreia da vocalista Uyara Torrente como compositora na faixa "Um Cão sem Asas", mas sem deixar de fora as musicas que acompanham a banda desde o início, em 2009. 

A banda é formada atualmente por Uyara Torrente (vocalista), Thiago Ramalho (guitarrista), Vinícius Nisi (tecladista), Marano (baixista) e Luís Bourscheidt (baterista). 

O grupo de Curitiba começou a carreira sem grandes pretensões, mas com a vontade de reinterpretar as canções que gostava. Após o sucesso da música "Oração", o grupo conseguiu gravar o primeiro disco com a ajuda de financiamento coletivo e rendeu turnê por todo país. 

A Banda lançará em 2014 seu primeiro DVD - O show foi registrado no Cine Jóia (SP) contando com várias participações que marcaram sua carreira - como Leo Fressato, Ana Larousse,Troy Rossilho, China, entre outros amigos e talentos que dividem a estrada com os ‘Mais Bonitos’. Um show muito especial, que resume a carreira da banda até o momento: um repertório cantado à plenos pulmões pelo público, celebrando a união da banda com seus seguidores e também com seus parceiros musicais. 

Já tendo percorrido mais de 60 cidades (inclusive em 3 turnês internacionais) nos mais de 100 shows já realizados, sempre com um público cativo e fiel, a banda mais bonita da cidade se consolida cada vez mais como parte importante da música brasileira atual. 

Banda Plano 61 

Plano 61 iniciou sua trajetória musical em 2012 com o lançamento do EP virtual Maranoá, que tem apresentado uma ótima aceitação do público. O disco, finalizado especialmente para veiculação na internet, conta com três faixas: Maranoá, Meu Mundo é Seu e Eu Vou. A Plano 61 tem forte identificação com a capital federal tanto em suas letras como no seu nome e na fase atual experimenta formação diferente da primeira formação. Com novo baixista e guitarrista, o quarteto tem apresentando maior amadurecimento nas composições.

A banda é formada por Xina - vocal e guitarra base, Dan Jatobá – bateria, Gabriel Resende – baixo e Igor Borges - guitarra solo.

Serviço:
Show A Banda Mais Bonita da Cidade
Sexta-feira, 5 de setembro
Horário: 20h
 
ANTECIPADOS 
R$ 25,00 (primeiro lote)
 
LOCAL
Teatro dos Bancários – 314/315 Sul – Brasília DF
Classificação 14 anos
 
PONTOS DE VENDAS
Balaio Café – 201 norte
Teatro dos Bancários (314/315 Sul)
Informações - 95502192

==> Foto: Tainah Costa

Pan-Americano: Brasil garante mais cinco medalhas na Ginástica Artística

O Campeonato Pan-Americano de Ginástica, realizado em Mississauga, no Canadá, chegou ao fim nesta segunda-feira (1°) e a Ginastica Artística brasileira terminou com saldo positivo. Para começar, o mais importante foi que o País garantiu vaga no masculino e feminino para os Jogos Pan-Americanos de Toronto, no próximo ano. Além disso, conquistou um grande número de medalhas: dez no total. Somente hoje, último dia das decisões por aparelhos, foram cinco, sendo uma de ouro, uma de prata e três de bronze.

No salto masculino, o Brasil fez dobradinha no pódio. Sérgio Sasaki foi ouro, com 14,762 pontos, e Caio Souza conquistou o bronze, com 14,650. Entre os dois ficou Jorge Alfredo, com 14,662.

Na trave, Julie Kim Sinmon garantiu o bronze, com 14,000. A medalha de ouro foi para Ana Gomez Porras, da Guatemala, que somou 14,450 pontos. A venezuelana Jessica Lopez ficou com a prata, com 14,100.

Caio voltou a repetir o bronze, desta vez nas paralelas. O brasileiro somou 15,150. O primeiro lugar ficou com o colombiano Jorge Giraldo, com 15,700 e o segundo com o cubano Manrique Larduet, com 15,625.

Na barra fixa, Sasaki foi o segundo colocado, juntamente com Manrique Larduet. Ambos fizeram 15,150 pontos. A primeira posição ficou com o colombiano Jossimar Calvo, com 15,825.

No solo, Daniele Hypolito foi a quarta colocada, com 14,000 e Isabelle Cruz a quinta, com 13,250. A medalha de ouro foi conquistada pela norte-americana Mykayla Skinner, com 14,750, a prata foi para a venezuelana Jessica Lopez, com 14,475, e o bronze com Yesenia Nuñez, de Cuba, com 14,400.

Neste domingo (31), os brasileiros garantiram mais três medalhas. No solo masculino, Diego Hypolito foi prata e Arthur Zanetti bronze. Já nas argolas, Zanetti repetiu o ouro conquistado nas Olimpíadas de Londres e no último Mundial.

Por equipes, o Brasil foi o segundo colocado na Ginástica Artística Feminina e o terceiro na Masculina.

Para Renato Araújo, um dos técnicos que acompanha a Seleção Masculina, o principal objetivo foi cumprido. "O resultado por equipes foi aquém do que nós queríamos, mas a participação em todas as finais foi muito boa. Ganhamos no total oito medalhas por aparelhos, dois ouros, duas pratas e quatro bronzes."

Para Ricardo Pereira, técnico do feminino, o resultado foi bom. "Nós treinamos muito para esta competição. Estávamos desfalcados devido à contusão da Jade. Mas, essas meninas que estavam aqui deram tudo que podiam. Por isso, conseguimos nosso objetivo. Agora, vamos focar na classificação olímpica", disse o treinador.

O Pan-Americano de Mississauga teve início no dia 20 de agosto e contou também com as competições da Ginástica Rítmica e do Trampolim.

Seleção Brasileira Masculina de Ginástica Artística

Ginastas: Arthur Zanetti, Caio Souza, Diego Hypolito, Francisco Barretto Júnior, Lucas Bitencourt e Sérgio Sasaki. Pétrix Barbosa está como reserva.
Técnicos: Cristiano Albino, Fernando Lopes, Marcos Goto e Renato Araújo
Chefe de equipe: Vladimir Vatkin
Árbitros: Ricardo Yokoyama e Rodrigo Caron

Seleção Brasileira Feminina de Ginástica Artística

Ginastas: Daniele Hypolito, Isabelle Cruz, Julie Kim Sinmon, Letícia Costa, Maria Cecília Cruz, Mariana Oliveira e Mariana Valentim
Técnicos: Iryna Ilyasenko, Oleg Ostapenko e Ricardo Pereira
Chefe de delegação: Alexander Alexandrov
Árbitras: Catarina dos Santos e Valéria Lakerbai

Fisioterapeutas: Júlio César Mattos, Maria Eugênia Ortiz e Raphael Silva
Médica: Ana Carolina Corte

==> Foto: Divulgação

Se Bia Pudesse Protestar, de Ana Dantas

Se Bia Pudesse Protestar... é o segundo livro infanto-juvenil de Ana Dantas que faz parte da trilogia da gata Bia. A história dessa gata continua sendo contada pela narradora, Vitória, uma adolescente que registra a vida de Bia e toda sua trupe. No primeiro livro, “Se Bia Falasse...” o tema abordado foi adoção. Agora em “Se Bia Pudesse Protestar...” o foco é o amor, usando como pano de fundo a relação entre os seres humanos e os animais.

Depois da confusão armada pela chegada de Bia grávida de seis lindos filhotes, na narrativa, Vitória continua a registrar a vida de Bia e toda sua turma. A trapalhada começa quando a mãe de Vitória traz para casa uma cadelinha de rua chamada Luli, uma cadelinha com olhar cativante. Bia não se faz de rogada e resolve protestar veementemente. Pronto! A desordem está instaurada mais uma vez na casa. Mas mesmo sob os protestos de Bia, Luli vai conquistando seu trono com a mãe de Vitória e com toda a trupe de gatos.

Além disso, Vitória conta como o grupo de gatos, intitulada por ela mesma como “tropa de elite” ou “quadrilha”, liderada por Bia e com apoio total de Luli tramaram contra os indesejáveis namorados e pretendentes a marido da mãe. Até que o papai de Vitória apareceu na jogada e a quadrilha se rendeu aos encantos e paixões do jovem homem, deixando, então, que o belo casal se amasse em paz e, claro, casasse.

Fundamentado em fatos reais, Se Bia Pudesse Protestar... é pura ficção. E, mais do que isso, é a validação de que a convivência pacifica entre gatos e cachorros é uma tangível realidade. Com uma leitura adorável e engraçada, com certeza tocará o coração de todos os leitores pela simplicidade e honestidade que retrata os felinos, e agora os caninos.

Sobre a Autora:
A escritora e roteirista Ana Dantas ama o que faz. Foi professora do curso de Comunicação Social na Universidade Católica do Salvador/BA (1995/1999) e publicou os livros "Teatro Baiano 1990-2000" (2004) e o infanto-juvenil "Se Bia Falasse..." (2013), primeiro livro da trilogia. No cinema/TV, ela escreveu e dirigiu o curta-metragem "Red Shoes" (2010) filmado no set de Western da Universal Studios, na Califórnia, bem como escreveu o telefilme "Caju com Pizza" que será exibido na TV Cultura ainda sem data definida.

Entrevista com a Autora:
11.    Por que escrever para o público juvenil e não para o infantil?
Comercialmente eu poderia dizer que escrever para o público infanto juvenil é um grande filão atualmente na literatura. Contudo, pra mim é mais que isso, torna-se desafiador você escrever para uma faixa etária que já sabe ler, é considerado um leitor critico, é bombardeado o tempo todo pelo encantamento do mundo virtual, mas precisa amadurecer na leitura e na escrita para se tornar um adulto de formação completa. Precisa galgar entrelinhas melhores e mais elaboradas já que expostos na Internet o tempo todo, eles parecem desaprender a ler e a escrever.

22.    O que você quer dizer com isso: desaprender a ler e a escrever?
Se pararmos para pensar o que e como essa moçadinha escreve nos chat da vida, encontraremos a resposta. Os professores levam anos para ensinar a grafia correta, a gramática essencial e em segundos eles destroem esse aprendizado com a ansiedade intrínseca que há neles, apenas navegando nela ou digitando palavras errôneas em suas conversas pelo mundo virtual.

33.    Mas você não acha que com a Internet eles estão lendo mais?
Sim. Acho. Mas também estão lendo muita coisa ruim. E, pior que isso, os pais são os que não se preocupam em monitorar o que os filhos veem ou leem. Não sou contra a Internet, mas sou sempre a favor de uma boa educação literária.

44.    O primeiro livro da trilogia era intitulado “Se Bia Falasse...”, esse segundo chama-se “Se Bia Pudesse Protestar...”. Todas as aventuras de Bia são baseadas em fatos reais?
Sim e não (risos). Bia é uma personagem real. Ela existe e é simplesmente linda. Eu sou encantada e apaixonada por ela e pelos demais personagens dos livros que também existem. Eles são a minha verdadeira inspiração. Contudo, é ao mesmo tempo uma ficção, pois tem muita coisa ali criada. A criação, claro, foi alicerçada em fatos reais, mas não posso dizer que todo o livro é uma biografia. Tem invencionices e tudo mais. Acho que isso faz parte para encantar esse público leitor.

55.    Há possibilidade de a história virar filme?
Sim, sempre teve. Se você reparar, a história vem sendo estruturada para virar um longa-metragem de animação. O primeiro livro da trilogia é mais curto, até em termos de página, do que esse segundo, pois ele representa o primeiro ato da estrutura de um longa-metragem. O segundo livro da trilogia é mais longo, ele está com 70 páginas, porque representa o segundo ato e o terceiro virá mais curto também porque representa o terceiro ato. De um livro ao outro já existe os principais pontos de virada da história com começo, meio e fim. Têm conflitos, verossimilhança e evolução dos personagens, tudo o que um bom longa-metragem pede.

66.    Você já escreveu sobre o teatro baiano, numa pegada mais histórica, por que mudou o foco?
Porque graças a Deus a vida nos possibilita mudanças (risos). Já pensou que enfadonha seria a vida de uma pessoa que frente a obstáculos não muda ou, pior, tendo a chance de sair de sua zona de conforto permanece na mesmice de sempre? Seria um tédio (risos). Contudo, isso não significa dizer que eu não volte a escrever sobre uma ótica mais histórica. Continuo com a mesma vontade, só estou ampliando o meu foco. Não gosto de ser rotulada em nada. Deixem os rótulos para produtos de prateleiras ou garrafas de bebidas! Aliás, e voltando ao assunto, há outro livro sendo idealizado com essa ótica. Eu costumo dizer que a vida é como um filme: o personagem entra de um jeito, passa por inúmeros aprendizados e sai dele completamente mudado.  Se o personagem sair do mesmo jeito que entrou no filme, a audiência muda de canal e, eu não quero que ninguém mude do meu canal (risos).

77.    Seu currículo mostra que teve uma grande carreira como publicitária.
Você que tá dizendo (risos).

88.    Porque e quando decidiu mudar o rumo?
Justamente para sair da zona de conforto e crescer constantemente como ser humano em todos os aspectos que a vida nos proporciona. Eu tenho essa tendência, mas só fui descobrir isso quando a vida me pôs um dos inúmeros obstáculos que tem nela. Eu odiava fazer prospecção de clientes quando era publicitária. Por outro lado, eu amo ser desafiada. Certa vez quando trabalhava numa agencia de incentivos, a cúpula diretiva fez uma mudança em que todos os atendimentos além de atender os clientes da casa, teriam que prospectar. Houve uma resistência no primeiro momento de todos, inclusive minha. Ficamos trancafiados num hotel um final de semana inteiro fazendo um curso e, eu tinha dois caminhos a seguir: ou eu ficava na turma dos “reclamões” ou aproveita o curso de corpo e alma. Optei pelo segundo caminho e sai de lá uma vendedora consultiva exemplar (risos). Acho que mudar faz parte do amadurecimento de todos, alguns se renovam radicalmente e outros sutilmente, mas todos se transformam. Então mudar o rumo não é problema pra mim, o problema é quando o que você faz deixa de ser desafiador e foi exatamente isso que aconteceu com minha carreira publicitária. Chegou um momento que eu achei tudo enfadonho, com cara de igual e sem grandes desafios. Resolvi mudar, pois na época pensei assim: bem, se Roberto Marinho iniciou a Globo com mais de 60 anos, porque eu não posso revolucionar os rumos da minha vida com 40 anos? O inicio de tudo é sempre bom. Tem mais lados positivos do que negativo. Lógico que dá um frio na barriga, mas daí você percebe que bom que o frio na barriga acontece, pois significa que ainda tá vivo, tem lenha pra queimar. Todo inicio têm novidades, você tá a fim de fazer, mas precisa ter foco e persistência, senão você nunca consegue finalizar ou concluir o que se propôs. O erro é você pular de galho em galho sem solidificar nada do que está fazendo.

99.    Que influência Bia teve nesse processo?
No processo da mudança especificamente nenhum. Mas acho que ela é um agente catalisador e que me fortalece nessa caminhada.

110. Os ensinamentos de Bia podem servir para mães de primeira viagem?
Depende do olhar do leitor. Eu recebo muitos e-mails de gente que diz que se identificou com a história, pois eu soube traduzir perfeitamente as nuances dos felinos já que muitos deles são donos de gatos. Mas também recebo depoimentos de leitores que dizem assim: “olha, eu não gostava de gatos, mas depois que eu li Bia eu tive vontade de ter muitos ou eu adotei um gato”. Cada vez que ouço isso, eu penso com meus botões: pronto, cumpri o meu objetivo, toquei no coração de mais uma pessoa. E eu acho que no meu intimo é isso que me impulsiona a escrever a aventura dessa gata tão carismática que agora vem protestando com a chegada da cadela ruiva, Luli (pensativa). Mas, respondendo a sua pergunta, sim, acho que a leitura de Bia dá muitas dicas para as mães de primeira viagem.

111. A narradora de sua história, a Vitória, ela é por vezes muito critica com as atitudes da mãe. Você não acha que ressaltar esse caráter falho da personagem impulsiona a atitude dos seus leitores nesse sentido?
A Vitória é uma personagem verossímil. Tem qualidades e defeitos. Se eu perguntar a qualquer um: crianças, adultos, velhos, jovens, pobres, ricos, índios, negros ou brancos se alguém algum dia já fez alguma critica para seus pais, eu vou ter como uma resposta: “sim, em algum momento de minha vida, eu já critiquei meus pais, mesmo que só em pensamentos”. Ninguém é completamente santo ou completamente mal e os jovens precisam entender que essa é a dinâmica da vida, eles só têm que decidir pelo melhor caminho e, daí, o melhor caminho pra você pode não ser o melhor caminho pra mim ou vice-versa. Mas o melhor nisso tudo é que eles aprendem rindo, pois é através da critica dessa personagem e do jeito que ela faz a critica que torna a história de Bia engraçada.

112. O que o leitor pode esperar de “Se Bia Pudesse Protestar”?
Amor. O tema desse segundo livro é envolto em puro e verdadeiro amor. Amor pelos animais, amor entre os humanos, amor dos humanos para com os animais e vice-versa, amor no aceitar as diferenças em prol de se constituir uma família feliz e por ai se vai. E com tal essência, além do entretenimento da aventura, tem-se um questionamento que eu faço o tempo todo e agora externo isso nesse livro (respirando fundo). Porque as pessoas em pleno ano de 2014 ainda compram os animais, quando não fazem pior: matam, se o mínimo que deveriam ter por eles é apenas respeito e principalmente amor? Porque ainda insistimos em alimentar esse tipo de indústria? É aqui que questiono e convoco o leitor a mudar de postura. E é por isso que escrever para esse tipo de leitor é desafiante, pois eu sei que se ele comprar minha ideia, ele consequentemente terá mais força de convencer aos pais e pessoas do seu convívio, convidando-os para mudará o mundo pra melhor. E, pasme, ele fará a diferença em todo o conjunto da obra. Não se enganem eles são bastante influentes, principalmente na família (risos).

==> Foto: Divulgação

Detran realiza operação Segurança e Consciência

BRASÍLIA (1º/9/14) – Para complementar as ações educativas, o Departamento de Trânsito do Distrito Federal dá início, este mês, a um novo modelo de operação de fiscalização com o objetivo de diminuir o número de acidentes nas vias urbanas.

A peração Segurança e Consciência terá foco no combate às irregularidades de trânsito que comprometem a segurança de condutores, passageiros e pedestres, como utilizar o celular enquanto dirige, não utilizar cinto de segurança e não parar em faixa de pedestre.

O novo formato de fiscalização compreende dois tipos básicos de ações: Pontos de Controle e Fiscalização e Patrulhamento Ostensivo. Os pontos fixos de fiscalização, bem como as rotas de patrulhamento, são selecionados a partir dos dados estatísticos de acidentes fatais e com vítimas feridas.

Assim, as vias mais sensíveis de cada região do DF, as entradas e saídas das cidades e as proximidades de faixas de pedestres serão monitoradas pelas equipes de fiscalização, principalmente nos horários de grande fluxo de veículos - das 6h30 às 9h, das 11h às 15h e das 17h às 19h.

Fora dos horários de pico, haverá patrulhamento e abordagem de condutores infratores que colocam em risco a própria vida e a de outros usuários da via, entre 9h e 11h, 15h e 17h e entre 19h e 21h.

A meta do órgão é realizar, somente no mês de setembro, uma média de 1.440 ações em pontos fixos e outras 1.440 em patrulhamento, perfazendo um total de aproximadamente 6.000 horas de fiscalização com foco na segurança e consciência dos brasilienses.

Da Agência Brasília, com informações do Detran

==> Foto: Mary Leal / Arquivo

Cultura Japonesa no Templo da Boa Vontade

A Galeria de Arte do Templo da Boa Vontade e a Embaixada do Japão no Brasil apresentam de 02 a 10 de setembro, a Exposição de Cerâmica Tradicional do Japão.

A mostra faz parte do Ciclo da Cultura Japonesa que ocorre anualmente, sempre entre os meses de setembro e outubro. O objetivo é levar a riqueza e a singularidade da cultura do país ao maior número de pessoas, apresentando uma programação variada que abrange exposições e outras atividades culturais que representam o Japão.

A Exposição de Cerâmica Tradicional traz peças de argilas brasileiras aliadas à tecnologia tradicional do Japão, chamada de Yakishi (densificação), com mais de 2000 anos de história.

Serviço:  
Exposição de Cerâmica Tradicional do Japão
Período: 02 e 10 de setembro
Local: Galeria de Arte do Templo da Boa Vontade
Visitação: todos os dias: 08h às 20h
Endereço: SGAS 915, lotes 75/76 – Asa Sul, DF
Informações: (61) 3114-1070
Classificação: Livre
Entrada: Franca

==> Foto: Divulgação

Filme Sala Le Corbusier - Embaixada da França

Após dez anos vivendo nos Estados Unidos, Jacques reencontra sua ex-mulher Mado. Ele volta a França para cuidar dos negócios do pai e descobre que a mulher começou uma nova vida. Ela tem um companheiro, Stéphane, e um filho de 7 anos chamado Paul. Jacques e Paul começam a desenvolver uma surpreendente cumplicidade e passam a se encontrar em segredo...

«A Ausência que me consome» –  J'enrage de son absence
De Sandrine bonnaire
. França 2012.  1h38 – Drama
Com : William Hurt, Alexandra Lamy, Jalil Mehenni e David Bonnaire 

O Cinema francês em Brasília  

Filme de quarta-feira, 03 de setembro às 19 horas 

Serviço de Cooperação e Ação Cultural
Embaixada da FrançaSala Le Corbusier
S.E. S  Av. das Nações
Quadra 801 Lote 04 - Brasília – DF
Tel: 3222 3879

==> Foto: Divulgação

Trabalho oferece 320 vagas para esta terça

BRASÍLIA (1º/9/14) - A Secretaria de Trabalho abriu, para esta terça-feira (2), 320 vagas de emprego no Distrito Federal - com salários que variam até R$ 2 mil. As oportunidades estão disponíveis nos 17 postos da Agência do Trabalhador, que funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

Entre os cargos estão auxiliar de linha de produção, com 40 vagas; servente de limpeza, 50; e vendedor pracista, com 15 oportunidades para cada uma das funções. Os salários mais altos são para costureira (R$ 2 mil); gerente de restaurante (R$ 1,5 mil); e cozinheiro (R$ 1,2 mil).

Interessados devem comparecer a Agência do Trabalhador, de preferência, a mais próxima de sua casa com Carteira de Identidade, CPF, Carteira de Trabalho, comprovante de residência e comprovante de escolaridade. Quem não possui Carteira de Trabalho poderá solicitar o documento durante o atendimento na agência.

Clique aqui e confira a relação completa dos postos de trabalho e os respectivos salários.

Da Agência Brasília, com informações da Secretaria de Trabalho

Brasil termina Mundial de Judô com quatro pódios na Rússia

A delegação brasileira de judô mostrou que o país está entre os melhores do mundo na modalidade. Durante o Campeonato Mundial de Chelyabinsk 2014, disputado na Rússia, o Brasil voltou para casa com quatro medalhas. Mayra Aguiar (até 78kg) ficou com a medalha de ouro, Maria Suelen (mais de 78kg) com a prata e os judocas Érika Miranda (até 52kg) e Rafael Silva (mais de 100kg) ficaram com o bronze. Todos os atletas que subiram ao pódio fazem parte do programa Bolsa-Atleta Pódio. O Brasil fechou a competição em terceiro lugar no quadro geral de medalhas, atrás de Japão e França.

“Foi uma competição importante, mais uma medalha para minha carreira. Consegui lutar com adversários novos, atletas que estão sendo preparados nesse ciclo para 2016. O grande exemplo é o japonês que é aposta para esse novo ciclo”, analisou Rafael Silva. “É uma pena ter perdido do Riner na semifinal, mas a medalha mostra que o trabalho está sendo bem feito. O japonês é um exemplo de que dá pra ganhar dele. Então, é trabalhar mais um ano e tentar no Mundial do ano que vem de novo”, concluiu Rafael. 

Mayra Aguiar, que conquistou o título mundial, teve uma trajetória perfeita. A judoca venceu a atual campeã olímpica, a americana Kayla Harrison, na semifinal, e se tornou a brasileira com mais medalhas na competição, somando à conquista a prata no Mundial de Tóquio 2010 e bronzes nos Mundiais Paris 2011 e Rio 2013.

“Uma conquista assim demora um pouquinho para entender o que aconteceu, mas a emoção de subir no pódio e escutar o Hino Nacional sempre me emociona. Dessa vez foi difícil segurar o choro, realmente, porque foi dura a caminhada até chegar aqui. Passei por uma cirurgia no joelho, mas nunca duvidei que ia ganhar essa medalha”, revelou Mayra.  
 
Ascom - Ministério do Esporte, com informações da CBJ 

==> Foto: Divugação

Três medalhas no primeiro dia de finais por aparelhos do Pan de Ginástica Artística

Após a Seleção Brasileira Masculina de Ginástica Artística conquistar o bronze por equipe e a Feminina a prata, o que as credenciou para os Jogos Pan-Americanos de Toronto 2015, os ginastas voltaram ao Hershey Centre, em Mississauga, no Canadá, para o primeiro dia de finais por aparelhos. Neste domingo (31), os brasileiros garantiram três medalhas, sendo um ouro, uma prata e um bronze. Amanhã, a partir das 15h30 (horário de Brasília), será o último dia de decisões, com brasileiros em todas.
 

A primeira final do dia foi a do solo masculino, que teve dobradinha brasileira no pódio. Diego Hypolito somou 15,625 pontos e ficou com a prata. Arthur Zanetti, com 15,075, levou o bronze. O primeiro lugar foi para o chileno Tomas Gonzalez, com 15,700.
 

Diego foi o primeiro a se apresentar no aparelho e contou ter ficado satisfeito com o desempenho. "Infelizmente, fui o primeiro a competir, mas gostei muito da minha série. Achei uma nota boa, mas merecia mais. O importante é que já é uma nota de final de Mundial. Estou feliz. Foi a melhor série que fiz neste ano", contou o experiente e talentoso ginasta, de 28 anos.
 

Na sequência, veio o salto. Isabelle Cruz fez 13,887 e ficou com o quinto lugar. A primeira colocada foi a norte-americana Mykayla Skinner, com 15,037, seguida pelas cubanas Yesenia Sasquia Ferrera Nuñez, com 14,400, e Dovelis Elena Torres Herrero, com 14,112.
 

No cavalo com alças, Francisco Barretto Júnior conquistou 14,300, o que o deixou na sexta colocação, empatado com o colombiano Jossimar Calvo. A medalha dourada foi para o mexicano Daniel Corral Barron, com 15,250, a prata para o norte-americano Marvin Kimble, com 14,775, e o bronze para o porto-riquenho Alexander Rodriguez, com 14,725.
 

Já nas barras assimétricas, Letícia Costa ficou em quarto lugar, com 13,075. O pódio foi formado pelas norte-americanas Ashton Locklear, em primeiro, com 14,975, e por Madison Kocian, em segundo, com 14,825. Em terceiro ficou a mexicana Ahtziri Sandoval Perez, com 13,100. Maria Cecília Cruz foi a oitava, com 11,075.
 

Nas argolas, mais uma medalha. Atual campeão Olímpico e Mundial no aparelho, Arthur mais uma vez subiu ao lugar mais alto do pódio, com 15,800. A prata ficou com Brandon Wynn, dos Estados Unidos, com 15,450, e o bronze com Juan Raffo, do Chile, com 15,200. Sérgio Sasaki foi o quinto, com 14,900.
 

O atual número 1 das argolas estreou na competição a série nova no solo e já conquistou uma medalha. Para ele, ganhar o bronze foi muito importante. "Eu gostei muito do solo, acho até que fiquei mais feliz do que nas argolas, porque foi inesperado. Nas argolas eu estava um pouco mais cansado do que no primeiro dia, então a série não foi tão boa, mas consegui ganhar o ouro. Gostei da competição em geral", destacou.

==> Foto: Divulgação

CAMPEONATO MUNDIAL: Brasil estreia com vitória

O tricampeão mundial abriu a trajetória de 13 partidas rumo ao quarto título com vitória. Nesta segunda-feira (01.09), o Brasil venceu a Alemanha na estreia do Campeonato Mundial masculino de vôlei por 3 sets a 0 (25/21, 25/19 e 25/17), em 1h19, na Spodek Arena, em Katowice, na Polônia, e terá, para chegar ao objetivo final do título, outros 12 jogos pela frente. O próximo será quarta-feira (03.09), às 15h15, contra a Tunísia, no mesmo local. A partida terá transmissão do SporTV.

Depois, o Brasil ainda enfrentará Finlândia, Coreia do Sul e Cuba pela primeira fase do Grupo B. Esses serão os primeiros obstáculos do Brasil para manter a boa sequência depois de 2002, na Argentina, em 2006, no Japão e, em 2010, na Itália.

Nesta segunda, o estreante em uma edição de Mundial, Lucarelli, de 22 anos, saiu de quadra como o maior pontuador da partida. O ponteiro marcou 13 vezes, sendo 10 de ataque, dois de bloqueio e um de saque. Logo depois apareceram o central Lucão, com 12, e o oposto Wallace, que marcou 11 pontos.

Lucão, campeão em 2010, ficou satisfeito com o bom desempenho do grupo brasileiro. "Eles enfrentaram o bloqueio, nós conseguimos marcá-los, e colocar um padrão de jogo muito bom dentro de quadra. Foi uma boa partida, mas ainda temos muito jogos pela frente", disse Lucão, que destacou a importância do bom entrosamento com o levantador Bruninho.

"São nove anos jogando juntos, desde as seleções de base, depois no clube, em Florianópolis, no Rio de Janeiro, e já há um bom tempo aqui na seleção adulta. Eu confio muito na bola dele e ele confia que eu vou estar no lugar certo. Isso é, sem dúvida, muito importante para o nosso jogo", explicou Lucão.

Bruninho também destacou o valor da dobradinha, mas sabe que, para chegar ao quarto título, é preciso mais.

"É um entrosamento que faz a diferença, mas que, ao mesmo tempo, sabemos que os adversários marcam bem. Por isso, temos que saber a hora de variar as jogadas. Como foi um jogo de estreia, acho que temos que nos apoiar talvez em um ou outro jogador que tenha esse bom entrosamento, mas, claro, não é só ele que vai pontuar para o Brasil. É importante que o time possa melhorar ainda mais no conjunto para seguirmos bem no Mundial", analisou o levantador brasileiro.

O técnico Bernardinho também gostou da atuação do Brasil nesta partida de estreia. "Conseguimos controlar os nervos, a ansiedade e foi uma partida muito boa, com alguns detalhes a acertar, obviamente, porque essa foi apenas a primeira partida. Não podemos baixar a guarda e ter nenhum tipo de tropeço, já que levamos os resultados para a fase seguinte", comentou Bernardinho.

A seleção brasileira é formada neste Mundial pelos levantadores Bruninho e Raphael; os opostos Leandro Vissotto, Wallace e Renan; os centrais Lucão, Sidão e Éder; os ponteiros Murilo, Lucarelli, Lipe e Maurício Borges e os líberos Mário Jr. e Felipe.

O JOGO

A Alemanha começou melhor e fez 5/2 logo no começo do jogo. O Brasil encostou em 7/6 e, com Lucão, chegou ao empate em 10 pontos e, na sequência, ainda com o central, pontuou mais duas vezes: 12/10. No ace de Murilo, a seleção brasileira colocou três na frente (13/10). A partir deste momento, o time verde e amarelo dominou a parcial e no bloqueio de Sidão, fez 18/13. No final, melhor para o time de Bernardinho, que venceu por 25/21.

O segundo set começou com o mesmo ritmo e o Brasil fez 5/2. Mas, contando com erros da equipe brasileira, a Alemanha empatou em 7/7. A seleção brasileira, então, se recuperou e voltou a abrir três pontos de vantagem em contra-ataque de Wallace: 11/8. A parcial seguiu mais equilibrada do que a primeira, com vantagem para o Brasil (17/16). Porém, mais uma vez, o time de Bernardinho reagiu e fez 20/16. No ace de Lucão, o Brasil fez 23/18. E fechou em 25/19.

Em boa passagem de Murilo pelo saque, a seleção brasileira fez 4/1 e o adversário pediu tempo. Bem em quadra, a equipe verde e amarela chegou a cinco pontos de vantagem em 7/2. O set seguiu com maior tranquilidade para o Brasil que, contando com erros da Alemanha, fez 16/9. Com ponto de bloqueio de Murilo, a equipe brasileira chegou a 22/16. E, com boqueio de Lucarelli, fechou em 25/17.

EQUIPES

BRASIL - Bruno, Wallace, Sidão, Lucão, Murilo e Lucarelli. Líbero - Mário Jr.
Entraram - Felipe, Lipe, Vissotto e Raphael
Técnico: Bernardinho

ALEMANHA - Scharz, Kaliberda, Böhme, Grozer, Kampa, Tille e Günthör. Líbero - Schöps
Entraram - Steuerwald, Schöps, Westphal
Técnico: Vital Heynen

GALERIA DE FOTOS

http://poland2014.fivb.org/en/schedule/5349-Brazil-Germany/match

TABELA - Primeira fase:

01.09 - Brasil 3 x 0 Alemanha (25/21, 25/19 e 25/17)
03.09 - 15h15 - Brasil x Tunísia
05.09 - 15h15 - Brasil x Finlândia
06.09 - 15h15 - Brasil x Coréia do Sul
07.09 - 15h15 - Brasil x Cuba

==> Foto: Divulgação / FIVB

SOM TRIO - NO CLUBE DO CHORO DE BRASÍLIA

Criar novas versões e personalizar músicas antológicas do cenário nacional e internacional não é uma tarefa fácil, mas isso acaba sendo natural e singular nas atuações do SOMTrio. A espontaneidade dentro da ideologia do jazz é uma das principais características desses excepcionais músicos (Serge, Oswaldo e Misael, que formam o SOMTrio).

Releituras do jazz, da MPB e também do repertório da musica clássica fazem parte das apresentações do SOMTrio, que presenteia seu público a cada concerto com um desempenho de excelência e emoção, numa atmosfera vibrante e inesquecível dentro da química musical criada pelo grupo.

Com aproximadamente 3 anos de trabalho, o SOMTrio se tornou uma referência de música instrumental na capital. O trio se apresentou diversas vezes no Clube da Bossa, destacando o show com o lendário Roberto Menescal. O trio também se apresenta regularmente em embaixadas, auditórios, eventos corporativos, bares e restaurantes.

Quem ainda não assistiu e é apreciador da música de qualidade, vale à pena conferir.

A apresentação acontece dia 02 de Setembro de 2014 – terça-feira a partir das 21:00 horas. Ingressos: R$ 10,00 (meia) e R$20,00 (inteira)

Informações: Tel.: 3224.0599. Ingressos: Clube do Choro de Brasília – SDC BLOCO “G” - Funcionamento da bilheteria: 2ª a 6ª feira: 10:00 às 22:00 horas. Sábado a partir de 19:00 as 21:30 horas, ou através do site: www.clubedochoro.com.br    

O Clube do Choro de Brasília fica entre a Torre de TV, o Centro de Convenções e o Planetário.
Não recomendado para menores de 14 anos 

==> Foto: André Zimmerer

PERDOA-ME POR ME TRAÍRES – NOVOS CANDANGOS - 05, 06, 07, 12, 13 e 14 de setembro

A encenação tem como referência o musical Rocky Horror Picture Show, de Jim Sharman, levando os personagens de Nelson Rodrigues para um universo onírico, no qual se confundem as noções de real e imaginário, traição e assassinato. No texto, Glorinha, uma jovem de 16 anos, é objeto do desejo de seu tio Raul, que a criou desde criança após a morte da mãe da menina. Conduzida por uma colega, a moça conhece e se fascina pelo mundo dos prostíbulos, ao mesmo tempo em que prepara uma terrível vingança contra o assassino de sua mãe.

O grupo Novos Candangos começou os trabalhos em 2012, quando jovens atores se juntaram para pesquisar sobre o Teatro Pós-Dramático e as técnicas de improvisação. A pesquisa caracteriza os dois espetáculos anteriores do grupo, A Falecida, também sobre texto de Nelson Rodrigues, e Os Beatniks em A Gaivota, a partir do texto original de Anton Tchekhov.

Classificação indicativa: 16 anos
Duração: 90 minutos

Ficha Técnica
Texto original: Nelson Rodrigues
Realização: Novos Candangos
Direção: Diego de Leon
Assistência de direção: Mateus Ferrari
Elenco: André Reis, André Rodrigues, Diego de Leon, João Campos, Luana Proença, Luísa Duprat, Tati Ramos, Rafael Toscano e Xiquito Maciel
Direção musical e trilha sonora original: Mateus Ferrari
Produção: Guinada Produções
​Ass. Produção: Ana Luiza Bellacosta​
Iluminação: Marcelo Augusto Santana
Cenário e figurino: Cyntia Carla

PERDOA-ME POR ME TRAÍRES – NOVOS CANDANGOS

05, 06, 07, 12, 13 e 14 de setembro
Sextas e sábados, às 21 horas. Domingos, às 20 horas.
Teatro Goldoni

==> Foto: Dani Azul

III Circuito Instrumental Itinerante nas feiras do DF - até 20 de setembro

Quem imaginou ir à feira no fim de semana e se deparar com orquestra de sopros,  viola caipira, bandolim , violão, sanfona, contrabaixo e bateria?  Pois até 20 de setembro, Brasília vai receber a terceira edição do Circuito Instrumental Itinerante que neste ano circulará pelas feiras do Distrito Federal

O projeto, idealizado pelo Beco da Coruja Produções e realizado com patrocínio do FAC (Fundo de Apoio à Cultura), apresentará grupos que se destacam no cenário instrumental de Brasília. A população receberá programação musical que vai desde o jazz, chorinho, viola caipira,  frevo, maracatu, coco e o forró mostrando a diversidade de estilos e a qualidade dos músicos do Distrito Federal.   

Serão várias apresentações com acesso livre em seis  feiras diferentes: Feira da Ceilândia, Feira Popular de Brasília, Feira do Gama, Feira do Núcleo Bandeirante, Feira da Lua de Sobradinho e Feira do Guará onde o público terá a oportunidade de conhecer um pouco da música instrumental produzida na nossa cidade. Os músicos convidados para essa terceira edição são: Cacai Nunes, Bruno Yakalos, Orquestra Popular Marafreboi,  Mandrágora, André Togni Trio, Dona Gracinha da Sanfona e grupo Sai da Fente que farão uma grande festa para celebrar a música instrumental. 

Além dos shows pelas feiras o projeto irá promover oficinas de percussão com material reciclável em escolas públicas para crianças em risco de vulnerabilidade social, shows em asilos e escolas de deficientes visuais promovendo acessibilidade e levando arte para todos os cantos. 

"Queremos criar em cada apresentação uma aproximação entre o público e os músicos com o intuito de acabar com o mito de que a música instrumental é elitizada, democratizar o acesso à cultura e  fazer um trabalho de formação de platéia em todas as cidades do Distrito Federal", comenta Ellen Oliveira, coordenadora do projeto.

Ficha Técnica
Realização: Beco da Coruja Produções.
Coordenação: Ellen Oliveira e Lorena Oliveira
Produção Executiva: Cássia Lemes e Nádia Barbosa
Assessoria de Imprensa: Tato Comunicação
Design Gráfico: Guido Vaconcelos
Fotógrafo: M.m Souza 

Serviço
III Circuito Instrumental Itinerante
Shows de música instrumental
Até 20 de setembro
Acesso livre

Programação

Feira do Gama - 06/09 
Mandrágora e Sai da frente 
Area Especial 01, Setor Norte
Horário: 11h às 13h. 

Feira do Núcleo Bandeirante - 13/09 
Dona Gracinha e André Togni 
Rua Feirante Permanente S/N – Núcleo Bandeirante
Horário: 14h às 16h. 

Feira da Lua de Sobradinho - 19/09 
Dona Gracinha e Orquestra Popular Marafreboi 
Quadra Central – Estacionamento do Estadio Augusto Lima
Horário: 19h às 21h

Feirá do Guará - 20/09 
Mandrágora, André Togni e Bruno Yakalos 
Área Especial 17, Guará II
Horário: 13h às 16h.