PABLO FAGUNDES NO CLUBE DO CHORO DE BRASÍLIA

Uma longa trajetória, muito estudo e determinação marcam este último trabalho do gaitista brasiliense Pablo Fagundes. O CD “De braços abertos” reflete não só o lado refinado do instrumentista, mas também seu lado de autor e de intérprete.

Numa leitura singular de ritmos essencialmente nacionais, do Baião ao Samba, do Choro ao Afoxé e ao Maracatu, o músico interpreta composições inéditas e de autores brasilienses. Pablo compôs sete das 11 faixas do CD, duas delas em parceria com Márcio Marinho. Fusões de gêneros brasileiros em compassos não-convencionais, como o 7/4 na música “Anta”, revelam a influência do extraordinário Hermeto Paschoal.

“Digo que essa é uma música original brasiliense inspirada no Bruxo”, define o gaitista. Edu da Gaita também é reverenciado na composição “Choro de gaita”, que remete à admiração com que Pablo ouvia, e ouve o grande mestre da harmônica.

Com técnica apurada e rara sensibilidade, a simbiose entre os músicos do Quarteto, amigos e parceiros musicais de longa data, aguça aquele dom mais sublime da música: a capacidade de emocionar.

As apresentações acontecem dias 30 e 31 de Março de 2017 – quinta e sexta-feira a partir das 21:00 horas. Ingressos: R$ 20,00 (meia) e R$ 40,00 (inteira)

Informações: Tel.: 3224.0599. Ingressos: Clube do Choro de Brasília – SDC BLOCO “G” - Funcionamento da bilheteria: 2ª a 6ª feira: 10:00 às 22:00 horas. Sábado a partir de 19:00 as 21:30 horas, ou através do site: www.clubedochoro.com.br

O Clube do Choro de Brasília fica entre a Torre de TV, o Centro de Convenções e o Planetário.
Não recomendado para menores de 14 anos

==> Foto: Hugo Santarem

Lançamento da Edição Anual da Revista "Poéticas Visuais"

Comunicamos a todos o Lançamento da Edição Anual do Vol. VII, Número 1, 2016 da Revista Poéticas Visuais – Portal das Poéticas Visuais, versões On-Line e* Impressa* e do Call For Papers do Vol. VIII, n. 1, Primeiro Semestre de 2017para a data-limite até “30 de abril de 2017”.

Enfatizamos, ainda, que a Revista Poéticas Visuais está há um tempo em novo endereço:

Informamos, também, que a Revista Poéticas Visuais conquistou mais três novas classificações Qualis CAPES, tendo elevado, inclusive, seu extrato em alguns índices. Para tanto, segue a sequência: B3 em Artes/Música, B3 (on-line) Direito, B2 na Área Interdisciplinar, B4 em Comunicação e Informação, B5 em Serviço Social, B5 em Letras/Lingüística, e B5 (on-line e impressa) em Arquitetura e Urbanismo.

Acessem nossa atual edição comemorativa, Vol. VII, Número 1, Edição Anual Especial a partir de Março de 2017, bem como nossos livros no endereço eletrônico anotado acima.

CHAMADA DE ARTIGOS (CALL FOR PAPERS) – REVISTA POÉTICAS VISUAIS
Comunicamos a todos a reabertura de CHAMADAS DE ARTIGOS (CALL FOR PAPERS) para até 30 de Abril de 2016 de "Revista Poéticas Visuais – Vol. VIII, Número 1, 1o.Semestre de 2017*.

Aproveitando enfatizar aos interessados em submeter-nos os artigos para a Revista Poéticas Visuais – Revista do Portal das Poéticas Visuais, que as respectivas colaborações deverão seguir rigorosamente as normas disponíveis no referido site e serem remetidas à revista através do novo endereço eletrônico midia.press@poeticasvisuais.com.br

PS.: Devido à greve, a data para o lançamento dos livros da Série Poéticas Visuais, volume 4 e 4A está programado para Segundo Semestre de 2017

==> Foto: Divulgação

Humorista Tiririca com novo espetáculo Minha História, em Anápolis e Goiânia

A lenda viva do humor está chegando, como atração principal do mês de abril do Cultura do Riso Festival. O lendário Tiririca apresenta o espetáculo Minha História, no qual o “abestado” conta a sua trajetória e promete fazer o público “morrer de rir”. O comediante se apresenta nesta sexta-feira, 31 de março, em Anápolis no Teatro São Francisco e no sábado e domingo, 1º e 2 de abril, em Goiânia no Teatro Madre Esperança Garrido.

O humorista volta aos palcos, após vários anos se dedicando exclusivamente a política como deputado federal eleito por São Paulo e mostra um momento mais maduro fazendo críticas bem humoradas ao cenário político brasileiro.

Considerado um dos maiores fenômenos de público entre os humoristas brasileiros e acostumado a levar multidões aos seus shows ele brinca, “Eu estou no poder, todo mundo está vendo. Eu cheguei no poder, todo mundo está vendo. Eu cheguei no poder e agora estou podendo. Me criticaram bastante, disseram que eu não sabia ler. Fizeram muitas fofocas que eu não sabia escrever. Fiz o teste e passei e todo mundo viu, e os que me criticaram vão pra…”, diz trecho da música do ultimo cd lançado pelo humorista, cantada em ritmo de forró.

Tudo começou no circo
Francisco Everardo Oliveira Silva, nascido em Itapipoca, no dia primeiro de maio de 1965, mais conhecido como Tiririca, é um cantor, compositor, humorista, e político brasileiro. Filiado ao Partido da República, Tiririca foi eleito deputado federal por São Paulo, tendo sido o terceiro deputado mais votado em toda a história do Brasil, atrás apenas de Enéas Carneiro e Celso Russomano.

Aos oito anos, ele começou a trabalhar em circo na cidade natal Itapipoca, onde atuava como palhaço e a alcunha de Tiririca o acompanha desde a infância, devido à personalidade muito forte de que gozava. O apelido foi dado pela mãe, quando o filho era mal-humorado e zangado. Frase mais famosa: "Ora menino, só sendo menino mesmo, menino!" Nesta época, as apresentações de Tiririca em barracas — espécies de pequenos circos, eram muito comuns no Nordeste.

Tiririca viveu por muito tempo em Cascavel, Pindoretama, Aquiraz e adjacentes do litoral leste, no Ceará, onde tinha seus pequenos circos que animavam a cidade, valendo destacar um grande número: "Não Percam o Homem Que Vira Peixe", na hora do espetáculo Tiririca pegava um peixe morto enfiava-lhe um espeto e saia girando. E despertando gargalhadas. Com o talento passou a mostrar sua habilidade em Fortaleza e região metropolitana, onde seu sucesso e fama se tornaram cada vez mais constantes.


SERVIÇOS

Goiânia:
Quando: Sábado (01/04) às 19h e 21h, e no domingo (02/04) às 18h
Onde: Teatro Madre Esperança Garrido (Endereço: Av. Contorno, 241 - St. Central, Goiânia - GO, 74055-140)
Telefone: (062) 32123531 / 41412270
Ingressos promocionais: R$ 40,00 + 1kg de Alimento
Pontos de Vendas:
Livraria Leitura Goiânia Shopping Seg a Sáb das 10h ás 22h e Domingo das 14h ás 20h
FNAC FLAMBOYANT Shopping - Seg a Sáb das 10 ás 20h e Domingo das 14h ás 18h
PHARMACIA THERAPEUTICA Rua 83, Setor Sul - Seg a Sex das 07 ás 18h30 e Sábado das 08h ás 12h
Bilheteria do Teatro Madre Esperança Garrido
COMPRAS ON LINE NO SITE: www.originalingressos.com


Anápolis:
Quando: sexta-feira (31/03) às 20h
Onde: Teatro São Francisco (Endereço: Av. Pinheiro Chagas, 500 - Jundiaí, Anápolis - GO, 75110-580)
Telefone: (62) 3702-9511
Ingressos pelo site e Pontos de Venda: www.originalingresso.com
LOJA HUNTERS PESCA E CIA: Brasil Park Shopping - Avenida Brasil, 505 - St. Central, Anápolis – GO
IMPERIUM CALÇADOS: Ana Shopping - Av. Universitária, N 2221 – Vila Santa Isab

==> Foto: Divulgação

JUDAS e JOE SILHUETA NO CLUBE DO CHORO

O cenário musical de Brasília nunca esteve tão efervescente. Se por um lado a lei do silêncio tenta calar as vozes dissonantes na cidade-máquina, as bandas que por aqui abundam fazem questão de proclamar em alto e bom som que sem música não há vida.

E é para reafirmar isso que as bandas Judas e Joe Silhueta se reúnem no Clube do Choro de Brasília. Parte da incessante movimentação Grogue, os dois grupos prometem levar aos palcos os frutos e causos elétricos de um desbunde cada vez mais necessário.

Alcunha musical do compositor Guilherme Cobelo, Joe Silhueta vem se destacando desde o lançamento de seu primeiro EP (“Dylanescas: 408 melancolia”), indicado em 2016 ao prêmio APCA na categoria Artista Revelação. Presença marcante nos principais festivais da cidade, a trupe começa o ano divulgando o seu mais recente trabalho, o EP “Ritos do Leito”, gravado, mixado e produzido por Kelton Gomes e Gustavo Halfeld nas grutas da Sala Fumarte. Em decorrência de um acidente de trânsito, a vocalista Gaivota Naves infelizmente não poderá se apresentar, bem como o baixista e produtor Kelton, temporariamente afastado por conta de seu projeto solo.

Expoente do hard-roça candango, Judas apresenta as composições de Adalberto Rabelo Filho presentes no álbum “Nonada” e no EP “Casa de Tolerância n• 1”, este último também gravado na Sala Funarte, além de Cópias Mal Feitas, canção de Alceu e Rubem Valença que o Judas registrou ara a coletânea tributo a Alceu, a elogiada Ainda Há Coração.

Com um trabalho original que destoa dos lugares comuns, a banda vai fundo na viola e na música sertaneja (caipira e autêntica) para leva-la a novos patamares pelas vias do rock, do pop e da poesia cantada.

Para o show do Clube, o conjunto pretende mostrar duas novas canções que estarão presentes no próximo EP, Matadouro nº5 5, que deve ser gravado em breve na Fumarte. São elas Matadouro nº5, primeira parceria de Adalberto com Carlos Beleza, guitarrista das duas bandas (e do Almirante Shiva) e Ambissinistra, parceria de Adalberto, Breno Brites (dono da Sala Fumarte e membro do Bílis Negra) e Guilherme Cobelo, o Joe Silhueta. Também está prevista participação especial de Gabriella Ávila, cantora do conjunto Canepla.

A apresentação acontece dia 29 de Março de 2017 – quarta-feira a partir das 21:00 horas. Ingressos: R$ 20,00 (meia) e R$ 40,00 (inteira)

Informações: Tel.: 3224.0599. Ingressos: Clube do Choro de Brasília – SDC BLOCO “G” - Funcionamento da bilheteria: 2ª a 6ª feira: 10:00 às 22:00 horas. Sábado a partir de 19:00 as 21:30 horas, ou através do site: www.clubedochoro.com.br

O Clube do Choro de Brasília fica entre a Torre de TV, o Centro de Convenções e o Planetário.
Não recomendado para menores de 14 anos

==> Foto: Paula Cinquetti

Festival de Cinema de Língua Alemã, de 30 março a 05 abril, no Cine Brasília

Com nada menos que dez filmes em cartaz, sendo seis deles inéditos, o Cine Brasília apresenta nesta semana como seu principal destaque o Festival de Cinema de Língua Alemã.

São 5 filmes inéditos no circuito comercial brasileiro, sendo um deles,  Um Sino Para o Pequeno Urs, dedicado ao publico infantil. A abertura da  mostra acontece na sexta-feira, dia 31, às 20h, com o aguardado Stefan Zweig, Adeus Europa,  dirigido pela conhecida atriz Maria Schrader. O filme recebeu críticas consagradoras das principais revistas europeias de cinema.

A outra estreia da semana, O Ornitólogo, de João Pedro Rodrigues, é uma intrigante investigação sobre o gênero (nos dois sentidos do termo) humano. O longa foi visto no 24º Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade, em novembro de 2016 sob olhares estupefatos da plateia.

Compondo a programação, permanecem em dias e horários alternados (confira na grade), Volta à Terra, O Filho de Joseph, Era o Hotel Cambridge e Souvenir. Programador responsável: Sérgio Moriconi


S E R V I Ç O:
Ingressos: R$ 12,00 (inteira)  R$ 6,00 (meia entrada)
Semana da Língua Alemã 2017 - Mostra de Cinema – Entrada Franca
Programador responsável: Sergio Moriconi  smoriconi@terra.com. br
Programação Completa em: www.cultura.df.gov.br e facebo ok.com/cinebrasilia1960

==> Foto: Divulgação

PEPPINO DI CAPRI: 60 anos de emoções com a turnê “E LE CANZONI D’AMORE”

Quando o tema é música italiana, torna-se inevitável citar o nome de Peppino di Capri. E não é para menos. Há mais de 50 anos, este cantor cujo nome de batismo é Giuseppe Faiella mostra ao mundo o inesgotável poder das canções românticas de um jeito próprio e inimitável. Com a turnê “E Le Canzoni D’Amore”, o renomado artista desembarca no Brasil para poucas apresentações. Em Brasília, o show será dia 13 de maio, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. 

Nascido na Ilha de Capri em 27 de julho de 1939, Peppino di Capri entrou nas paradas de sucesso pela primeira vez em 1958, com a canção “Malatia”. Ele e seu grupo Rockers procuravam misturar a música napolitana de seu país com rock, twist, mambo, jazz e outros ritmos, dando um ar mais jovial e cativante a suas canções.

Com forte influência do roqueiro americano Buddy Holly em seus anos iniciais, Peppino começou a se tornar um mito a partir do estouro em 1963 da balada “Roberta”, feita em homenagem à sua primeira esposa. Sua versão para “Let’s Twist Again”, sucesso do americano Chubby Checker, também se tornou campeã de vendas.

Quando os Beatles foram tocar na Itália em 1965, Peppino di Capri e os Rockers foram os escolhidos para abrir os seus shows em Milão, Gênova e Roma, encarando com classe o desafio de fazer o aquecimento para os Fab Four. De quebra, Capri ainda estourou com versão em italiano de “Girl” (Lennon-McCartney).

A fama do artista aumentou ainda mais a partir do momento em que começou a participar do célebre Festival de San Remo, o mais importante da música italiana, que foi vencido por ele em 1973 com “Un Grande Amore e Niente Piu” e em 1976 com “Non Io Faccio Pio”. Em 1973, foi a vez de invadir as paradas mundiais com a balada “Champagne”, que se tornou um clássico instantâneo.

Graças ao seu romantismo e a uma presença de palco cativante, Peppino di Capri consolidou sua carreira, e em 1988 lançou o álbum “In Concerto”, gravado ao vivo no ano anterior no mitológico Royal Albert Hall, em Londres, local reservado apenas para os grandes astros da música popular e erudita.

Em 1996, fez turnê e gravou um disco ao vivo com outra lenda da música italiana, Fred Bongusto. Sempre que canta no Brasil, Peppino di Capri vê a renovação de seu público, pois os fãs mais antigos levam seus filhos, que por sua vez levam seus filhos... E assim vai. Música boa é para sempre!


SERVIÇOS:

PEPPINO DI CAPRI – “E LE CANZONI D´AMORE” 60 ANOS DE CARREIRA
DATA: 13 de Maio (sábado)
LOCAL: Centro de Convenções Ulysses Guimarães – Eixo Monumental
HORÁRIO: 21h
ACESSO AO LOCAL - A partir das 20h
 

Ingressos:
Poltrona Superior - R$ 150,00 (meia)
Poltrona Especial - R$ 200,00 (meia)
Poltrona Gold - R$ 250,00 (meia)
Poltrona Premium - R$ 350,00 (meia)
Vip Longe - R$ 2.500,00 (meia) - SOFÁ DE 4 LUGARES COM MESA DE CENTRO INCLUSO, WHISKY CHIVAS 12 ANOS, ÁGUAS DE COCO e ÁGUA MINERAL
* Meia entrada: Estudantes, professores, idosos, portadores de necessidades especiais. (sujeitos a alteração sem aviso prévio)

Formas de Pagamento: Dinheiro, débito e crédito em até 3x e parcelado em até 12x somente online.

· Assinantes do Correio Brasiliense: Desc. de 50% na compra de até 4 ingressos *inteiros, mediante apresentação do cartão (clube do assinante), somente na central de ingressos do Brasília Shopping.

Pontos de Vendasem até 3x nos cartões
De segunda a sábado das 10h às 22h, domingos e feriados 14h às 20h.
·         Brasília Shopping: Central de Ingressos – G2;
·         Liberty Mall – Térreo;
·         Pátio Brasil – 3º piso;
·         Alameda Shopping – Subsolo;
·         Boulevard Shopping;

Vendas Online: www.bilheteriadifgital.com – em até 12x no cartão.
Informações: 3364-2694 / 3248-5221

Classificação indicativa: 14 anos

==> Foto: Divulgação

Pornochanchada é tema de livro

Quem disse que o desejo, sexualidade e deboche não podem ser temas de livro? Ao menos foram com essas propostas que os pesquisadores Claudio Bertolli Filho e Muriel Emídio P. do Amaral lançaram uma coletânea de textos sobre um dos períodos mais salientes da história do cinema brasileiro: a Pornochanchada.

"A nossa intenção partiu do interesse de desmistificar que determinados assuntos não podem ser objetos de pesquisa ou interesse científico", alega Bertolli, professor e pesquisador da Universidade Estadual Paulista (Unesp). A pornochanchada foi uma estética fílmica que começou nos anos de 1960 e se alastrou até meados dos anos de 1980, sempre oferecendo às telas do cinema a sexualidade e temáticas eróticas aos espectadores. Vale lembrar que nesse período, eram as pornochanchadas que arrebanhavam multidões às salas de exibição, sem distinção de classe social.

O livro chamado "Pornochanchando: em nome da moral, do prazer e do deboche" conta com 15 artigos de pesquisadores das áreas da Ciência e Comunicação, muitos deles são alunos ou professores de pós-graduação da Unesp. A intenção do nome do livro foi uma combinação da proposta editorial da obra de trazer a sexualidade e o deboche para o meio acadêmico e também um sintoma da atual conjuntura brasileira frente à moralidade que assombra o país.

"Lembro que sugeri o nome ao Claudio na semana após o espetáculo de aprovação do impeachment da presidente Dilma em que parlamentares justificavam seus votos em nome de alguma coisa: pai, marido, neta, até mesmo pela moralidade", alega Amaral, aluno do programa de pós-graduação da Unesp. "Depois, concluímos que deveria fazer uma referência ao prazer. Óbvio!", completa.

A primeira do livro faz referência aos estudos históricos e sociais, ou seja, como foram concebidos os filmes da pornochanchada enquanto discursos culturais, desafiando a moral e os bons costumes ou indo ao encontro dos valores conservadores, como é o texto de Claudio Bertolli "Um confronto esquecido: pornochanchada x moral e civismo".

A segunda parte da obra consiste em textos mais empíricos sobre análise fílmica. Nessa parte, os pesquisadores experimentam diversas metodologias para compor seus textos, não havendo uma unicidade, tão pouco hegemonia nos pontos de vista, o que pode ser interessante pela perspectiva da ciência.

Entre os textos está "As representações de perversão e estereótipo no filme ‘Macho, fêmea e cia - a vida erótica de Caim e Abel’", de autoria de Muriel Emídio P. do Amaral. O texto versa sobre os movimentos perversos da pornochanchada em desafiar códigos morais, mas também de reforçar estereótipos e tem como recorte o filme "Macho, fêmea e cia - a vida erótica de Caim e Abel", do diretor Mario Vaz Filho, uma trama que subverte a narrativa bíblica com boas pitadas de erotismo e deboche.

A terceira e última parte consiste em diálogos com produções mais recentes que muitas vezes trazem outras propostas estéticas, mas que apresentam alguns pontos de interseção com as produções da pornochanchada, como o texto "’Garotas da van’: fragmentos de pornochanchada na cultura participativa", de Gustavo Padovani.

O livro "Pornochanchando: em nome da moral, do prazer e do deboche" é de acesso gratuito e está hospedado no site da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (Faac), da Unesp. Aos interessados na versão impressa, a Cultura Acadêmica vai lançar essa versão ainda no mês de março, preço a definir.

Serviços:
Lançamento do livro: Pornochanchando: em nome da moral, do prazer e do deboche
Gratuito pelo site:
https://www.faac.unesp.br/Home/Utilidades/pornochanchando-online.pdf.

==> Foto: Divulgação

Debate "Arte Urbana e Grafite" no Fórum de Produtores Culturais na UnB - 30/03, às 18h30

O Fórum de Produtores Culturais na UnB está de volta, agora em um formato mensal, no qual teremos a oportunidade de ouvir diferentes narrativas sobre um mesmo tema. E no horário que vocês tanto pediram: às 18h30!

Nosso debate de estreia será sobre Arte Urbana e Grafite no DF. Num momento onde existe a tentativa de marginalizar a Arte Urbana, vamos levar esta conversa para o Instituto de Artes da UnB.

Nossos convidados para este papo serão: 

Camilla Siren 
Camilla Santos, mais conhecida como Siren, é artista plástica e designer. Ingressou na arte urbana paralelamente com a ilustração digital em meados de 2013, e tem a mesclagem desses dois mundo como identidade visual. Brasiliense, tem referências de dentro e fora do quadradinho e carrega traços únicos - seja na rua, ilustração, acrílico, xilogravura ou bordado.

Mais sobre seu trabalho no link: www.instagram.com/sirenarte


Juh Borgê
Juliana Borgê é artista plástica. Iniciada pela costura, passou para o desenho ainda pequena e, em seguida, descobriu o grafitte. Borgê insere um universo de delicadeza em meio ao caos das ruas, atua em diferentes suportes, agregamentos de matérias, figurações, comportamentos envolventes de linhas. Tentativas de um processo de resignificação, para o despertar  do olhar. De forma sutil, seu trabalho apresenta uma contemporaneidade construída e moldada por crenças profundas. Suas referências passam pelo selvagem do cerrado e o lirismo concreto do urbano.  

Mais sobre ela no link: www.flickr.com/juborge

Daniel Toys
Nascido em Brasília, Toys cursou publicidade e propaganda na UCB. É artista visual, ilustrador, designer autoditada. Desde a infância desenhava quadrinhos e fazia experimentos artísticos com seus próprios personagens. Aos 13 anos teve seu primeiro contato com a streetart e se identificou com a liberdade artística do graffiti. Em 2005, com incentivo de amigos, passou para as ruas os desenhos de suas criações - o garoto Toys, o cão Totoys e o gato - Gatoys que até então estavam nas contracapas de livros e páginas de cadernos. Hoje, versátil em suas criações, tem sua arte exposta nas principais cidades do Brasil e da América do Sul. Toys é reconhecido pelas formas utilizadas, tipografia própria, traços retos e cores vibrantes. É um dos grandes nomes da arte urbana que Brasília exporta para o mundo. Motivado e grato pela repercussão nacional seu trabalho mais recente, a fachada do prédio que está sediando a edição 2015 da Casa Cor Brasília, já em 2016 recebeu o convite de ser um dos condutores oficiais da Tocha Olímpica em sua passagem por Brasília devido ao reconhecimento de sua arte na capital. Toys Daniel continua assinando fachadas e grandes paredões.


Mikael Guedes (Omik) 
Artista brasiliense, um sujeito simples e composto que iniciou o interesse por arte aos 6 anos de idade. Atuante na área urbana através do graffiti há 5 anos. Seu trabalho apresenta estampas, mulheres, expressões, animais, cores quentes predominantes em seus cartoons, anatomias, distorções e pontos de vista pessoais. Insaciável por conhecimento onde possa agregar em seu trabalho seja em teoria ou principalmente na prática.


Todas os debates mensais do Fórum de Produtores Culturais na UnB são gratuitos e abertos à comunidade, com classificação indicativa livre.

  
Serviço: Fórum de Produtores Culturais na UnB - Debate sobre Arte Urbana e Grafite no DF, com Camilla Siren, Juh Borgê, Daniel Toys e Mikael Omik.
Data: 30 de Março de 2017 de 18h30 às 20h30
Local: UnB- Área 1 - Auditório do Departamento de Música da UnB-SG 8.
Classificação indicativa: Livre
Evento aberto à comunidade e gratuito

Estacionamento em frente à agência do Banco do Brasil, próximo ao Restaurante Universitário.
Veja como chegar aqui:  https://goo.gl/SkVAf2

Mais informações: 61- 9 8205 4843

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==> Foto: Divulgação

O Festival Ferrock Ecologia estará de volta no dia 15 Abril, em evento gratuito

Com 31 anos de história no Distrito Federal, o Ferrock Ecologia é um dos mais antigos festivais de rock do Brasil. No dia 15 de abril, a partir das 14h, o Ferrock movimenta a cidade de Ceilândia com uma série de shows que integram a 2ª parte do evento iniciado em dezembro de 2016.

O Ferrock Ecologia chega carregado de consciência política e reúne bandas autorais que traduzem o momento histórico  atual por meio de seus trabalhos. Quem abre a programação é a Baratas de Chernobyl, formada pelo baixista Márcio Villas Boas, o guitarrista Maurício Andrade, o baterista Ney Corrêa e pelo vocalista Elvis Rutherford, que derrama suas letras repletas de verdades sobre o cotidiano humano. Na sequência, punk rock furioso carregado de protesto com a banda Vozes da Anarquia.

A Caligo, que reúne músicos de diferentes bandas locais, traz composições que navegam entre o Doom e o Stoner Metal, com influências de bandas como Black Sabbath, Cathedral, Saint Vitus e Pentagram, misturadas a poemas de Augusto dos Anjos.

De São Paulo, a D.E.R., provoca com o retrato da realidade da periferia paulista. Formada na década de 1990, por músicos da Extrema Zona Sul, a D.E.R. faz um tributo ao punk surgido na metrópole pós ditadura militar. A banda desembarca por aqui com o show da turnê “Rancor”, seu mais recente projeto, que acaba de ser lançado.

De volta à música autoral produzida no DF, a Elffus mostra seu Hard Rock já conhecido na cena local pelas performances vigorosas e cheias de energia. Com vocais rasgados e letras contundentes que falam de guerra, sexo, miséria, política e religião, a Elffus passeia pelo Blues, Heavy Metal, Punk, Funk e Thrash Metal.

Plebe Rude de volta a Brasília

Quem encerra a noite é a Plebe Rude, formada por Philippe Seabra (guitarra e voz), André X (baixo), Clemente Nascimento (guitarra e voz) e Marcelo Capucci (bateria). A banda que nasceu  em Brasília está na estrada desde a década de 80, época em que a cidade revelou nacionalmente grandes talentos musicais e era considerada a capital do rock no Brasil.

Seus temas apontam para as incertezas políticas do país, desde os estertores da ditadura até a atualidade, e para o comportamento do ser humano em meio às dificuldades da vida. A Plebe surgiu da Turma da Colina num momento em que a polícia invadia a Universidade de Brasília para bater em estudantes e professores, em que a censura proibia canções e vetava sua execução pública. Isso na área da música popular, sem contar a perseguição ao teatro e à imprensa.

Sem fazer concessões, a Plebe Rude vendeu 500 mil cópias de seus seis discos, tocou no rádio e se apresentou na televisão. Em 2011 lançaram o CD/DVD "Rachando Concreto: Ao Vivo em Brasília" com um resumo da carreira bem sucedida. Também em 2011, concorreu ao Grammy Latino de Melhor Álbum de Rock Brasileiro.

Ferrock Festival

O Ferrock Festival é uma mistura de música, lazer, consciência socioambiental e combate a violência. Criado por jovens ceilandenses, amantes do rock n’roll, oriundos de movimentos estudantis, associações de moradores e igrejas, o festival, assim como o Centro Cultural Ferrock, são hoje uma referência quando se fala em ações culturais também voltadas ao desenvolvimento social.

O Ferrock Ecologia é um evento gratuito mediante doação de 1Kg de alimento não perecível, que conta com o apoio da Secretaria de Cultura e Governo do Distrito Federal, Novacap, Administração de Ceilânida e Regional de Ensino de Ceilândia.

Serviço
Festival Ferrock Ecologia – 2ª Parte
Data: 15 de abril de 2017
Horário: a partir das 14h
Local: Praça do Trabalhador - QNM 13, Área Especial (ao lado da Adm. Regional), Ceilândia Sul
Evento gratuito, mediante doação de 1Kg de alimento não perecível

==> Foto: Divulgação

Sábado com grande diversidade musical agita a boate Bamboa Brasil

O sábado (1º) vai ser pura animação na Bamboa Brasil (Setor Hípico Sul). A casa traz um time de cantores para agradar a todos os gostos musicais. A festa, que começa a partir das 22h, comemora o B-day do Nego Rainer, um dos integrantes do grupo Só pra Xamegar. Entre os convidados estão os artistas MC Bockaum, Thiago Nascimento, Raphael Alencar, DJ Gusttavo Carvalho e muitas outras participações.

O aniversariante Nego Rainer e a sua banda Só Pra Xamegar vão incendiar o palco com os melhores hits do forró. No repertório do show, estão músicas de cantores consagrados desse ritmo e também da MPB, além de composições próprias como Posição da Peppa Pig e Cansei de chorar. Os trabalhos repercutiram em diversas cidades brasileiras e, desta vez, traz a alegria e a espontaneidade do povo nordestino para a capital federal.

MC Bockaum, conhecido como o funkeiro do cerrado, também estará presente na comemoração. Com os mesmos produtores da Anitta e Ludmilla, o MC aposta no melody para fazer sucesso. “Esse era o estilo que eu consumia na adolescência. Sou da época do funk Brasil de 1990. Essas são minhas principais influências e o caminho pelo qual desejo seguir.” O cantor também já fez parcerias com Mr. Catra e Buchecha.

Thiago Nascimento alegra a todos com o ritmo do carnaval baiano. Thiago tem 15 anos de carreira e é um dos mais experientes quando o assunto é animar a galera. A mistura de instrumentos dá ainda mais energia ao seu show, que conta com obras de cantores consagrados da música baiana, como Banda Eva, Banda Mel, Carlinhos Brown e Gilberto Gil. Além disso, a apresentação é bem eclética e traz a combinação do samba com os hits mais atuais.

O DJ Gusttavo Carvalho vai mostrar ao que veio com sua identidade própria. Com uma grande vivência de pista e mais de dez anos no mercado, o DJ acumula grandes apresentações em seu currículo. Gusttavo já tocou junto a ícones mundiais como Steve Angelo, Fat Boy Slim, Richard Gray e Abel Ramos. É conhecido por ser bastante versátil, com sets que vão do underground ao mainstream.


SERVIÇO:

B-day do Nego Rainer com Só Pra Xamegar, Raphael Alencar, MC Bockaum, Thiago Nascimento, DJ Gusttavo Carvalho e participações de Willian & Marlon, Henrique & Ruan, Pedro Paulo & Mateus, Danilo & Daniel, Rogério Ferraz e Alisson & Ariel.
Dia: Sábado, 1º de abril de 2017, às 22h.
Local: Bamboa Brasil (Setor Hípico Sul).
Classificação indicativa: não recomendado para menores de 16 anos.
Informações: (61) 3334-4450.

Ingressos:
Com nome na lista até às 23h: 20 reais (feminino) e 40 reais (masculino).
Sem nome na lista, ou após às 23h: 40 reais (feminino) e 60 reais (masculino).
*E-mail para envio do nome: sabado@bamboabrasil.com.br (enviar lista até às 19h).
*Valores referentes à meia-entrada e sujeitos a alteração sem aviso prévio.

Pontos de Vendas:
Vendas físicas (sem taxa de conveniência): Bilheteria da Bamboa e Lojas Zimbrus
Vendas on-line: www.bilheteriadigital.com.br.

==> Foto: Site Bamboa

ELZA SOARES em turnê do premiado álbum “A Mulher do Fim do Mundo”

A cantora Elza Soares sobe ao palco do Teatro da CAIXA, na CAIXA Cultural Brasília, com a turnê do álbum A Mulher do Fim do Mundo, nos dias 1º e 2 de abril. Lançado em 2015, o álbum é o primeiro da carreira da cantora composto somente por canções inéditas. Os ingressos estão sendo vendidos por R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia entrada).

Eleita em 2000 como A Cantora do Milênio pela BBC de Londres, Elza Soares apresenta ao público um trabalho que instiga a reflexão. As letras são críticas e atuais, dando destaque a vida urbana a partir de temas como transsexualidade, violência doméstica, narcodependência, crise da água e morte. O álbum contém 11 faixas que transitam por gêneros diversos, como samba, rock, rap e eletrônico, em arranjos sobrepostos por timbres arrojados, ruídos, distorções e dissonâncias.

Com direção-geral de Guilherme Kastrup, que também assina a produção do disco, o espetáculo apresenta a cantora em um trono metálico em meio a um cenário de mil sacos plásticos de lixo. Elza contracena com uma banda composta por Kiko Dinucci (guitarra), Marcelo Cabral (baixo), Rodrigo Campos (guitarra), Guilherme Kastrup e DaLua.

O repertório conta com músicas como Coração Do Mar, Mulher Do Fim Do Mundo, Maria Da Vila Matilde,Luz Vermelha, Pra Fuder, Benedita, Firmeza?!, Dança, O Canal, Solto, Comigo, Pressentimento, Malandro, A Carne e Volta Por Cima. Confeccionadas sob medida para a voz de Elza, as canções levam a assinatura tanto dos integrantes da banda, quanto de outros compositores, como José Miguel Wisnik, Cacá Machado, Clima, Douglas Germano e Alice Coutinho.

O reconhecimento do novo trabalho foi instantâneo, sendo agraciado nacionalmente com os prêmios de Melhor Show Nacional, pelos jornais Folha de São Paulo e O Estado de São Paulo; de Melhor Álbum, pela Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA); de Melhor Álbum de 2015 e Melhor Música de 2015 pela revista Rolling Stone Brasil; de Melhor Álbum, na categoria Pop/Rock/Reggae/Hip Hop/Funk, na 27° edição do Prêmio da Música Brasileira; e de Canção do Ano, do Prêmio Multishow 2016.

Na imprensa internacional, o álbum faturou os prêmios The Guardian 5/5 estrelas, Songlines 5/5 estrelas, Financial Times 4/5 estrelas, Mojo Maganize 4/5 estrelas – World álbum of the month, The Sunday Times - Magnificent, The Arts Desk – A monumentally great album.

Em 2016, a cantora realizou uma turnê internacional, passando por Berlim, Utrecht, Londres, Aveiro, Porto e Lisboa, sempre com lotação máxima. Durante a viagem, recebeu resenhas entusiasmadas do The Guardian (“Certamente o melhor albúm brasileiro do ano”) e Pitchfork (“...uma das produções mais originais e emocionantes do ano”).

Elza ganhou também o Grammy Latino 2016 como Melhor Álbum de Música Popular. Seu novo trabalho também foi citado como um dos 10 melhores discos do ano pelo The New York Times e eleito o melhor álbum de 2016 na Ípsilon, pelo público de Portugal, enquanto o Pitchfork o pontuou como o 32o melhor álbum de 2016.

Para 2017, Elza Soares já tem o seu retorno à Europa garantido, no prestigiado festival Primavera Sound, em Barcelona. A cantora também vai aos Estados Unidos levar seu aclamado espetáculo ao festival NY Summerstage, em agosto.

Ficha técnica
Direção Musical: Guilherme Kastrup
Produção Executiva: Mariana Ferreira
Direção Artística: Rômulo Fróes e Celso Sim
Direção de Arte, Projeção, Luz e Design: Anna Turra
Direção Geral: Guilherme Kastrup
Direção de Marketing e Planejamento Estratégico: Pedro Loureiro 


SERVIÇO

Elza Soares - A Mulher do Fim do Mundo
Local: Teatro da CAIXA Cultural Brasília (SBS Quadra 4 Lotes 3/4)
Dias: 1 e 2 de abril de 2017
Horários: sábado, às 17h30 e 21h; e domingo, às 19h
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Duração: 75 minutos

Ingressos: estão a venda por R$ 20 e R$ 10 (meia)
Meia-entrada: estudantes, professores, funcionários e clientes CAIXA, pessoas acima de 60 anos e doadores de 1kg de alimento não perecível.
Capacidade: 406 lugares (8 para cadeirantes) | Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Bilheteria: de terça a sexta e domingo, das 13h às 21h, e sábado, das 9h às 21h. Contato: (61) 3206-6456

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal
Produção: Rodrigo Machado | drigo.machado@gmail.com | (61) 98654-2569

==> Foto: Alexandre Eca

Texto de sucesso de introdução à lógica ganha edição revista e ampliada

"Lógica é a ciência que estuda princípios e métodos de inferência, tendo o objetivo principal de determinar em que condições certas coisas se seguem (são consequências), ou não, de outras", explica Cezar Augusto Mortari de maneira clara e didática em Introdução à lógica, obra fundamental para estudantes de Filosofia e Matemática, que acaba de receber uma edição revista e ampliada pela Editora Unesp.

Os textos que compõem o livro, lançado originalmente em 2001, surgiram das aulas de lógica, ministradas por Mortari no curso de graduação em Filosofia da Universidade Federal de Santa Catarina. De maneira rica e apaixonante, o autor aborda a lógica e suas transformações ao longo do século XX, a passagem de uma ciência que englobava apenas a argumentação válida, para uma disciplina de caráter matemático, que envolve tópicos como a teoria da recursão e álgebras, passando por saberes da filosofia da ciência, robótica, engenharia de produção e informática.

Nesta segunda edição, além de conter um apêndice com noções de teoria do silogismo, a lógica proposicional é apresentada de maneira independente, antes do cálculo de predicados. No volume, ainda estão inclusos a aplicação de exercícios e a discussão de temas como o valor semântico das expressões, sintaxe do cálculo de predicados, tautologias, o cálculo proposicional clássico, conjuntos, lógicas não clássicas e a relação entre lógica e argumentos. “O presente livro foi concebido como introdução, aliás excelente, a essa lógica e à lógica em geral, tendo como principal motivação a teoria da inferência válida e assuntos correlatos”, completa o filósofo, lógico e matemático, Newton da Costa, que assina a orelha do livro.

Sobre o autor - Cezar A. Mortari possui graduação em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Catarina (1978), mestrado em Lógica e Filosofia da Ciência pela Universidade Estadual de Campinas (1982) e doutorado em Filosofia pela Eberhard-Karls-Universität Tübingen (1991), em Tubinga, na Alemanha. Atualmente é professor associado da Universidade Federal de Santa Catarina. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em lógica modal e semântica de mundos possíveis.

Título: Introdução à lógica – 2ª edição 
Autor: Cezar A. Mortari
Número de páginas: 525
Formato: 14 x 21 cm
Preço: R$ 72
ISBN: 978-85-393-0630-5 

==> Foto: Divulgação