Encontro de Violeiros e Violeiras de Brasília

Foram dois anos sem o tradicional encontro consagrado pela valorização do universo da cultura da música e viola caipira, promoção de artistas locais e nacionais do gênero, shows gratuitos a céu aberto, presença de milhares de pessoas, de todas as idades e classes sociais, que transformaram os espaços de realização num lugar fervilhante, repletos de alegria, arte e cultura.

A 20ª edição do Encontro de Violeiros e Violeiras de Brasília, em formato itinerante, como o próprio nome revela, anuncia a realização de um grande reencontro entre o público brasiliense e o universo encantador da cultura caipira, relevante e significativa expressão cultural brasileira.

Essa grande festa acontecerá nos dias 10 e 11 de junho, na Praça dos Estados da Candangolândia. Shows musicais, exposições e feira gastronômica se misturarão numa programação variada, que promoverá a essência da cultura regional dos rincões do país e de seus artistas, na capital federal.

Nesta edição, o evento incorpora o ciclo dos projetos culturais online, fórmula encontrada para prosseguir com as atividades culturais, como forma de resistência e união do setor, durante o período de fechamento ocasionado pela pandemia do COVID-19, e será realizado em formato híbrido, com transmissão ao vivo pelo canal oficial do Clube do Violeiro Caipira.

O Encontro de Violeiros e Violeiras de Brasília é um dos maiores eventos da música e viola caipira do país, já percorreu cidades como Brazlândia, Ceilândia, Candangolândia e Planaltina. Nesta edição, retorna à cidade-mãe de Brasília: a Candangolândia, e celebra o Dia Nacional da Música e Viola Caipira, comemorado em 13 de julho. Desde as primeiras movimentações, no início da década de 1990, o Encontro de Violeiros e Violeiras de Brasília expressa a beleza e a riqueza da história da música e viola caipira, com a premissa de inspirar jovens talentos do gênero musical, de tantos ritmos distintos, e fortalecer as culturas populares, como identidade do Brasil.

Volmi Batista, idealizador e produtor do projeto, violeiro, cantador e folião de reis, evidencia sua saudade do evento, e revela que esta edição traz novidades que prometem, em suas palavras, “aproximar o passado, relembrar vivências e referências que guardamos com carinho na memória”. Segundo ele, “ o encontro tem a responsabilidade de cuidar da cultura caipira de raiz, genuína e viva”, definida por ele próprio como “nosso verdadeiro tesouro”.

Nesta edição especial, o evento tem a curadoria realizada pelo violeiro Claudinho da Viola, a primeira pessoa com deficiência visual a gravar um CD de viola instrumental. O violeiro considera o evento como “ um momento importante para reavivar o sentimento de esperança e valorizar nossa história. O Encontro de Violeiros e Violeiras do DF é um evento pensado para a família.”

PROGRAMAÇÃO
A programação do Encontro de Violeiros e Violeiras de Brasília reconhece a importância da música caipira e valoriza as violeiras e violeiros da cena cultural brasiliense. A proposta é promover uma retrospectiva dos diversos encontros já realizados, contando com a participação de artistas considerados verdadeiros patrimônios da cultura e da música caipira, e da atual cena cultural.

Na noite de estreia do encontro, o público do evento será agraciado com o show da respeitada e brilhante dupla feminina, Irmãs Barbosa, que completa 40 anos de carreira. Formada pelas irmãs Edna e Dinah, nascidas em São Paulo, a dupla tem trajetória consolidada e vários prêmios em festivais de música do gênero.

A história das irmãs revela a importância do pai, seu Osvaldo Barbosa, sanfoneiro e clarinetista, que desde cedo enxergou talento em suas filhas e se dedicou a lapidar as duas vozes com muito estudo e disciplina.

Talento e coragem não faltam a um dos duos mais prestigiados e afinados do país. A dupla é símbolo da representatividade negra e feminina e fortalece o movimento de resistência e valorização da música e viola caipira. Na trajetória, grandes sucessos musicais, com destaque para a música “Sanfona Xonada”, que rendeu a gravação do primeiro LP, em 1982, e canções como “Sou Eu“, “Pra quê”, “Menina Moça”, e “Grita Coração”. Com grande presença em programas da televisão brasileira, as artistas já participaram de programas como Raul Gil, Som Brasil, Programa e Caravana do Bolinha e, recentemente, do Altas Horas, em referência ao Dia Nacional da Consciência Negra.

Além das atrações musicais da noite de abertura, inclui-se a abertura da exposição Elementos da Cultura Caipira, com instrumentos musicais e objetos que retratam um pouco da história da cultura caipira.

Na manhã do sábado (11), destaca-se a realização da roda de prosa Retomada Econômica da Cultura que visa contribuir para uma melhor reflexão sobre o futuro da cultura diante do cenário atual, e aborda, ainda, a preservação e a valorização da música caipira que transpassa gerações e faz parte da nossa história. Há ainda, no período da tarde, oficina de luteria em instrumentos de corda com o professor Dyego Violeiro.

A renomada dupla de violeiros, Zé Mulato e Cassiano, com 44 anos de uma carreira reverenciada, encerra a programação do Encontro na noite de sábado. Considerados um dos maiores duos representantes da música caipira ainda vivos, José das Dores Fernandes (Zé Mulato) e João Monteiro da Costa Neto (Cassiano) são mineiros da cidade de Passabem, radicados em Brasília desde o final da década de 1960. Ao longo da trajetória, que perpetua as raízes da cultura brasileira, lançaram cinco LPs, 14 CDs e um DVD; e já conquistaram quatro troféus no Prêmio da Música Brasileira, na categoria Regional. No repertório do show, o público vai ouvir canções consagradas Sangue novo, Poesia não se vende e Estrela da Manhã.

O Encontro de Violeiros e Violeiras de Brasília contará ainda, com feira de artesanato e gastronômica, com comidas típicas, entre outras atrações ligadas ao segmento.

Este ano, o evento que recebe recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do GDF, acontece especialmente no mês de junho, antecipando sua realização, tradicionalmente em julho, em razão da instabilidade causada na transferência de recursos direcionados pelo órgão.

O Encontro de Violeiros e Violeiras de Brasília faz parte do conjunto de ações da VBS Produções que se empenha em gerar visibilidade aos artistas, violeiros e violeiras representantes da cultura caipira do DF e do Brasil, promovendo um espaço de troca e interação entre a produção cultural e o público, além de democratizar o acesso à cultura.

O evento conta com tradução em libras. A classificação é livre e a entrada é gratuita.

HISTÓRIA
Brasília tem raiz caipira. A afirmação confirma o êxito e a repercussão do Encontro que, ao longo de quase 30 anos, tem revelado a importância da preservação e do fortalecimento da música e viola caipira, promovendo o intercâmbio e a difusão da cultura caipira, proporcionando o encontro de gerações que vivem e são apaixonadas por essa expressão, caracterizando a cidade como um grande celeiro do gênero. O Encontro de Violeiros e Violeiras já trouxe a Brasília alguns dos maiores nomes da música caipira, como Inezita Barroso, Pena Branca e Xavantinho, Liu e Léo, Almir Sater, Renato Andrade, dentre outros. Além disso, o evento compõe o Calendário Cultural Oficial do Distrito Federal.

Dia Nacional da Música e Viola Caipira
O Encontro faz referência ao Projeto de Lei 399/2019, que tramita para votação no Plenário do Senado Federal e torna o dia 13 de julho o Dia Nacional da Música e Viola Caipira. A iniciativa tem o objetivo de promover a valorização da história e da memória da cultura e da música brasileira de raiz. A data presta uma homenagem ao aniversário de Cornélio Pires, organizador e divulgador da música caipira, responsável pela primeira gravação fonográfica oficial do gênero, ocorrida em 1929, com a canção “Jorginho do Sertão”, interpretada pela dupla Mariano e Caçula. Cornélio Pires foi jornalista, escritor, folclorista e importante etnógrafo da cultura caipira e do dialeto caipira. Nasceu em 1884, em São Paulo, e morreu em 1958. Publicou mais de vinte livros, nos quais procurou registrar o vocabulário, as músicas, os termos e expressões usadas no universo caipira.

PROGRAMAÇÃO GERAL

10 de junho - SEXTA-FEIRA
18 HORAS
EXPOSIÇÃO ELEMENTOS DA CULTURA CAIPIRA, com instrumentos musicais e objetos históricos que retratam o universo da cultura caipira.
20 HORAS - APRESENTAÇÕES MUSICAIS
VOLMI BATISTA
JACARANDÁ E BRAÚNA
MACEDO E MARIANO
VANDERLEY E VALTECY
IRMÃS BARBOSA

11 DE JUNHO - SÁBADO
09 HORAS
RODA DE PROSA “RETOMADA ECONÔMICA DA CULTURA”.
17 HORAS
OFICINA DE LUTERIA EM INSTRUMENTOS DE CORDA COM DYEGO VIOLEIRO.
20 HORAS - APRESENTAÇÕES MUSICAIS
IDELBRANDO E BARCELLUS
CLAUDINHO DA VIOLA
ÂNDERES E FERNANDES
DAYANE REIS
ZÉ MULATO E CASSIANO
DYEGO E GUSTAVO

ATRAÇÕES DIÁRIAS
EXPOSIÇÃO “ELEMENTOS DA CULTURA CAIPIRA”.
FEIRA DE ARTESANATO
PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO COM COMIDAS TÍPICAS - “GASTRONOMIA TRADICIONAL”

SINOPSES

VOLMI BATISTA @volmibatista
Mineiro de Coromandel, o violeiro, cantador, produtor cultural, pesquisador e empresário artístico está em Brasília desde 1971. Com uma lista extensa de atividades artísticas e culturais, voltadas para a valorização e divulgação das manifestações tradicionais da cultura brasileira, Volmi Batista, também é o idealizador e produtor do Encontro de Violeiros e Violeiras de Brasília, que está em sua 20ª edição. Apaixonado pela viola caipira, sua história inicia quando o artista conheceu a dupla Zé Mulato & Cassiano no final da década de 70. Volmi é fundador do Clube do Violeiro Caipira, onde atualmente é presidente emérito, e criador e apresentador do programa “Violas e Violeiros”, na rádio Cultura FM (100,9), há mais de 20 anos. Na trajetória artística, o violeiro e cantador já participou de festivais em diversos estados do país. Seu primeiro disco, lançado em 2013, foi com a dupla Volmi Batista e Aparício Ribeiro.

JACARANDÁ E BRAÚNA @jacarandaebrauna
Ismar e Geraldo se conheceram em 2007, mas só em 2009 descobriram o talento pela música. O primeiro encontro musical foi em janeiro de 2009, na casa do Geraldo. Desde então, diversos encontros foram marcados para tocar música na denominada queijadinha metodista. Daí por diante, começaram a se apresentar publicamente, com o apoio do Clube do Violeiro Caipira de Brasília. O nome da dupla é inspirado no sertão brasileiro, Jacarandá e Braúna, madeiras de lei, ambas ameaçadas de extinção, demonstrando a admiração e amor de ambos pelo meio rural.

MACEDO E MARIANO @macedoemariano
Formada desde 2005, a dupla de violeiros é defensora da tradicional música sertaneja de estilo raiz, desenvolvendo uma identidade própria, que tem conquistado espaço no cenário musical. A dupla compõe a lista de artistas que reverenciam e valorizam a música e da viola caipira e, nesses moldes, tem representado a cidade de Brasília pelo Brasil afora em grandes festivais de música e eventos de grande produção, em estados como: Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo. A dupla segue empunhando a viola no peito, bem pertinho do coração, em cada apresentação ou projeto executado, como o Capital viola, Viola em Quatro Cantos, Recorte Histórico da Música de Viola Caipira, Encontro de Violeiros e Violeiras, Encontro de Folias de Reis, dentre outros.

VANDERLEY E VALTECY @vanderleyevaltecy
Moradores do Distrito Federal fazem parte da nova geração de violeiros do Brasil. A dupla completa 30 anos de carreira e tem conquistado a admiração de novos e velhos expoentes da música regional de raiz, tais como: Zé Mulato e Cassiano, Chico Rey e Paraná e Gino e Geno. Em seu primeiro cd, destaca-se a participação dos compositores Tião do Carro, Domiciano, Zé Mulato, Marinho, Vanderley, Zé do Campo e Paraíso, dando destaque as belas canções que remetem aos costumes e crenças da cultura caipira. Vanderley e Valtecy lançaram o segundo CD intitulado “Sonho de Pai”, com composições de Zé Mulato e Cassiano, Marinho, Vanderley, Armindo Nogueira, Zé do Campo, dentre outros. Juntos, a dupla de violeiros reúne todos os elementos de grandes artistas: são bons músicos, mostram um bom dueto com carisma e humildade, elementos que, com certeza, os colocam em destaque no cenário musical brasileiro.

IRMÃS BARBOSA @irmasbarbosa
Nascidas em São Paulo (capital), Edna e Dinah, sempre demonstraram o amor ao campo e, especificamente à música, incentivadas pelo pai sanfoneiro, seu Osvaldo Barbosa, que desde cedo enxergou talento em suas filhas e se dedicou a lapidar as duas vozes com muito estudo e disciplina. Completando-se nos timbres, Dinah faz a primeira voz e Edna, a segunda. A princípio, as duas enfrentaram resistência para cantar música caipira, devido a grande valorização de canções estrangeiras no Brasil. Mas, com persistência, talento e carisma, as Irmãs Barbosa construíram uma premiada carreira com quase 40 anos de estrada, com vários prêmios em festivais de música sertaneja. Um deles, decisivo na carreira, o Festival Arizona, da Rádio Globo, em 1981: Edna e Dinah obtiveram um segundo lugar na semifinal. No ano seguinte (1982) o primeiro lugar, abriu as portas para a gravação do primeiro disco da dupla que é, sem dúvida, uma das mais afinadas da música do país. As Irmãs Barbosa formam uma dupla que cria, viabiliza e realiza o dueto em todo tipo de canção.

IDELBRANDO E BARCELLUS @idelbrandoebarcellus
Mineiros de Buritis, os primos moram há 27 anos no Distrito Federal. A dupla de violeiros, formada em 2014, possui três CDs gravados e participação em Festivais de diversos estados do país, no DF participaram do Encontro de Folias de Reis, Encontro de Violeiros, Festa do Morango, Aniversário de Brasília, dentre outros.

CLAUDINHO DA VIOLA @claudinhodaviola
O violeiro e instrumentista Claudinho da Viola iniciou sua carreira em 2001, é também exímio compositor, arranjador e intérprete instrumental, fez parte do grupo de músicos com deficiência visual do Centro de Ensino Especial para Deficientes Visuais (CEEDV – L2 Sul). Foi aluno da Escola de Música de Brasília (EMB), apesar do projeto ser interrompido pela falta de transporte público gratuito à época. Claudinho perdeu a visão aos 03 três anos de idade, vítima da varíola. Mas a cegueira total não foi impeditiva para a sua atuação artística musical. Exemplo de superação e prova de que não há barreiras a quem almeja ir além de suas limitações, Claudinho também é produtor musical na música e viola caipira, já tendo participado de várias gravações de CDs, apresentações em shows, tv, rádio e projetos voltados à cultura popular e às manifestações tradicionais. Em 2019, lançou seu primeiro CD de música instrumental “Viola em Serenata”. O trabalho deu a Claudinho da Viola o mérito de ser a primeira pessoa com deficiência visual a gravar um CD instrumental com músicas autorais da Viola Caipira. Já tocou com a dupla Zé Mulato e Cassiano, dentre tantas outras duplas. Suas canções trazem ritmos diferentes como a Mazurca, o Calangueado, a Polca e o Chamamé, entre outros. Suas composições recebem títulos que se referem a elementos do nosso cerrado brasiliense, tais como a Garça do Cerrado, Itiquira e Veredas. Atualmente, o artista tem trabalhado em novas composições, vislumbrando o desenvolvimento de novos projetos de produção musical para outros artistas e para o seu próprio acervo.

ÂNDERES E FERNANDES @anderesefernandes
Nascidos em Brasília, os músicos Pedro Paulo (Ânderes) e Luiz Fernandes (Fernandes), são compositores, instrumentistas e arranjadores e produtores da cultura. A dupla de violeiros foi influenciada, desde criança, pelas tradições e costumes de seus familiares de origem Mineira e Goiana, envolvidos com a cultura popular e as manifestações tradicionais em torno da música e viola caipira, acompanhando as folias de Reis e do Divino, danças populares e rodas de violeiros. Foram alunos da Escola de Música de Brasília e também atuam na produção cultural. Fernandes é o atual presidente do Clube do Violeiro Caipira. A dupla já realizou trabalhos em diversos estados com participação em programas de tv e rádio. Além de atuar no processo de ensino musical, por meio do projeto “Núcleo de Ensinamento da Viola” e em apresentações em escolas, com o intuito de introduzir a cultura popular e as manifestações tradicionais.

DAYANE REIS @dayanereis
A violeira Dayane Reis iniciou sua carreira aos 14 anos, quando conheceu as folias de reis e a viola caipira, e se apaixonou pela música e pela viola caipira. Participou de duas duplas sertanejas como segunda voz: Rosa Branca e Flor Morena/Dayane e Rayane, durante dois anos. Em 2011, iniciou sua carreira solo, ganhando destaque por ser uma violeira mulher, em meio à cultura da música caipira. A cantora e violeira tem participado de diversos festivais no país, já foi premiada em festivais na categoria Revelação e ainda participa de grupos de folia e de corais de Brasília. Ao longo da pandemia realizou diversas lives, e participou de festivais online.

ZÉ MULATO E CASSIANO @zemulatoecassianooficial
A dupla caipira Zé Mulato e Cassiano, é formada pelos irmãos José das Dores Fernandes (Zé Mulato) e João Monteiro da Costa Neto (Cassiano), mineiros de Passa Bem, são verdadeiros tesouros da nossa cultura nacional. A dupla que conheceu a viola ainda na infância, veio para Brasília em 1969, e de lá pra cá, uma trajetória consolidada se formou a partir da gravação do primeiro disco em 1978. Muita luta, persistência, poesia e sentimentos musicados, diversas gravações e participações em coletâneas de diversos artistas de renome, documentários, programas de TV e cinema, e vários prêmios como melhor dupla regional marcaram o legado de valorização da cultura regional de raiz. A dupla ícone na música regional caipira do Brasil completa 44 anos neste ano.

DYEGO E GUSTAVO @dyegoegustavo
Intérpretes, instrumentistas e compositores, formam um dueto perfeito ao interpretar clássicos da música caipira além de cantar composições de própria autoria, satisfazendo assim, o exigente fã clube da cultura caipira presente em diversas regiões do Brasil. A nova sensação da música sertaneja vem conquistando novos espaços, priorizando a música raiz. Formada e lançada em 2009, no Programa Brasil Caipira apresentado por Luiz Rocha na TV Câmara, a dupla foi surpreendida com manifestações vindas de várias regiões do Brasil, triplicando o número de shows, eventos culturais e programas de rádio e televisão. A dupla já realizou shows marcantes em sua carreira e diversas participações com Goiano e Paranaense, Zé Mulato e Cassiano, Vanderley e Valtecy, Marcos Violeiro e Cleiton Torres, Juliana Andrade e Juciamara, e outros. Em 2012, foram contemplados com a 4º Colocação no 9º Encontro de Violeiros Amadores em Poxoréu (MT), o Maior Encontro de Violeiros do País e ganhou o prêmio Tradição da Música Sertaneja no Festival Nacional de Cruzeiro dos Peixotos, em Minas Gerais.


SERVIÇO:

Encontro de Violeiros e Violeiras de Brasília

Data: 10 e 11 de JUNHO de 2022
Local: Praças dos Estados, entrada da Candangolândia - Brasília,DF
Evento Gratuito e Classificação Livre
Informações: Clube do Violeiro Caipira (61) 3301-5888 e (61) 99964 7945
Transmissão ao vivo pelo canal do YouTube do CLUBE DO VIOLEIRO CAIPIRA (com tradução em libras): https://youtube.com/channel/UCcToqvSza_DWn4HtnlT160A
Redes Sociais:
facebook.com/encontrodevioleirosdf
instagram: @encontrodevioleirosdf e @clubedovioleirocaipira

==> Foto: Face Oficial

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